Mulher de 45 anos, com quadro de angina instável, é internada para colocação de dois stents farmacológicos. Após 10 dias, inicia quadro de febre, dispneia e epistaxe. Nega precordialgia e, ao chegar ao hospital, evolui com crise convulsiva generalizada. Ao exame físico, está torporosa, com leve monoparesia em dimídio direito, hipocorada ++/4, petéquias em extremidades e sopro sistólico pancardíaco ++/4. Os exames laboratoriais mostram: hemoglobina = 8g/dL, leucócitos = 12.000/mm3 , com 5% de bastões, plaquetas = 15.000/mm3 , BT = 3,0mg/dL, U = 80mg/dL, C = 3,5mg/dL, LDH = 1.000UI/L. O TAP e o PTT estão normais. O diagnóstico e a melhor conduta terapêutica nesse caso, respectivamente, são: