Magna Concursos

Nada preocupa tanto o brasileiro como a saúde pública, segundo recente pesquisa do Datafolha: é generalizado o descontentamento com a dificuldade de acesso ao serviço e com a sua qualidade. Mesmo assim, por incrível que pareça, a saúde mereceu um brinde nas festas de fim de ano. Foi aí que colhi algumas das melhores notícias do ano.

À primeira vista, parece estranho afirmar isso, afinal, como mostrou a repórter Cláudia Collucci nesta Folha, um paciente com câncer chega a esperar até seis meses por uma radioterapia. É algo como esperar horas por bombeiros quando uma casa está pegando fogo.

Basta, porém, ler algumas das últimas informações divulgadas para ver a dimensão de certas conquistas, resultado de décadas de mobilização, que nasceram de experiências localizadas em alguns municípios e depois disseminadas. Segundo números do Ministério da Saúde, vem caindo o número de mortes associadas ao fumo. As pessoas já fumam menos. Há menos mortes por doenças do coração porque há mais cuidado com a alimentação e mais preocupação com a prática de exercícios físicos.

Quem conhece o poder da indústria do tabaco sabe o que significam essas conquistas. Portanto, valeu o brinde aos educadores da saúde.

Pesquisa da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) mostrou queda no número de fumantes e no consumo de álcool e drogas entre os estudantes do Brasil. Apesar dos patamares ainda indecentemente altos, há batalhas vitoriosas nessa guerra. Mas o perigo continua: 30% dos estudantes da cidade de São Paulo ficam “altos” pelo menos uma vez por mês, e o crack já está em todo o país.

A preocupação é tão grande que o futuro Secretário da Saúde de São Paulo, Giovanni Cerri, prometeu fazer da educação contra o abuso de álcool prioridade de sua gestão. Uma de suas medidas será a disseminação de uma experiência feita com jovens da favela de Heliópolis, que, com a ajuda de especialistas em saúde pública, foram treinados para falar a sua comunidade sobre os perigos da dependência química.

DIMENSTEIN, Gilberto. Um brinde à saúde. Folha de S. Paulo. São Paulo, 2 jan. 2011. Cotidiano, p. C5.

No trecho “É algo como esperar horas por bombeiros quando uma casa está pegando fogo.”, há uma comparação utilizada para reforçar um julgamento.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Técnico de Anatomia e Necropsia

60 Questões

Técnico de Enfermagem

60 Questões

Técnico de Laboratório - Biologia

60 Questões

Técnico de Laboratório - Física

60 Questões

Técnico de Laboratório - Química

60 Questões

Técnico de Nutrição e Dietética

60 Questões

Técnico de Química

60 Questões

Técnico em Análises Clínicas

60 Questões

Técnico em Edificações

60 Questões

Técnico em Som

60 Questões

Técnico(a) em Radiologia

60 Questões