Quanto aos craniofaringiomas, assinale a alternativa incorreta.
São tumores benignos, grau I da OMS, e a transformação maligna é rara.
É mais comum em crianças, porém têm uma distribuição bimodal, com um segundo pico de incidência entre a 5.a e 7.a décadas.
O tratamento com infusão intratumoral com bleomicina tem mostrado bom resultado e é a alternativa de escolha quando a ressecção é parcial.
Atualmente, o uso do interferon tem mostrado um melhor controle da lesão.
O tratamento cirúrgico é acompanhado de radioterapia, mesmo quando a ressecção é total.
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