E.K., 25 anos, modelo profissional, é muito alta e muito magra. Tabagista moderada, embora tenha se controlado significativamente durante a gestação, já com 39 semanas. História de ter iniciado com trabalho de parto hoje pela manhã, o qual foi realizado na água (parto normal em banheira com água aquecida) a pedido da gestante. Quem assistiu definiu o procedimento como muito doloroso e demorado, mas ao final mãe e filho estavam bem e contentes. Trinta minutos após, enquanto descansava com o bebê ao seio, refere dispneia progressiva e dificuldade para permanecer deitada. Quando o TRR chegou no quarto, a paciente estava pálida e muito dispneica, PA 70x30 mmHg, FC 130 bpm, T 36,2 ºC, FR 30 ipm, !$ SpO_2 !$ 80% com névoa 10 L/min. Ultrassom de cava inferior apresenta ausência de variabilidade com a respiração, visualmente a função cardíaca parece normal. Na área pulmonar à direita não foi visualizado deslizamento pleural ou linhas B, com um ponto pulmonar bem visível. Na área pulmonar à esquerda foi observado deslizamento pleural, ao menos duas linhas B por campo e nenhum ponto pulmonar. Uma proposta terapêutica inicial adequada ao caso é: