Sobre as lesões císticas pancreáticas, é correto afirmar:
Os pseudocistos são mais frequentes na doença pancreática aguda alcoólica (30 a 40% dos pacientes) do que na crônica.
A ultrassonografia endoscópica e a ressonância magnética com sequência colangiopancreática têm a mesma acurácia e sensibilidade para o diagnóstico de lesões císticas menores que 2 cm de diâmetro.
A maioria dos pseudocistos pancreáticos resolve-se espontaneamente, sendo o tamanho e o tempo do diagnóstico pobres preditores do potencial de resolução ou do risco de complicações.
Os cistoadenomas serosos ocorrem com maior frequência em mulheres após a sexta década de vida e, em 1/3 das vezes, localizam-se no corpo ou na cauda do pâncreas, sendo consenso a realização de punção para diferenciar do padrão mucinoso.
O encontro da mutação K-ras no material obtido por punção confirma a etiologia mucinosa, porém não confirma a malignidade.
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