No estudo de problemas humanos e sociais, pesquisadores que se valem da pesquisa participante, também conhecida como pesquisa-ação,
viabilizam a produção de condições mais dignas para os sujeitos da pesquisa, nos âmbitos social e político, tal como previsto no código de ética.
apresentam-se como autoridade intelectual junto à comunidade, assumindo o estatuto de agente ativo de todo o processo, decidindo as ações necessárias e as discussões dos achados parciais.
participam de um possivel programa de intervenções a ser realizado, quando conjuntamente entendido como necessário, nos marcos da pesquisa qualitativa.
fazem um mergulho no cotidiano dos sujeitos pesquisados, de modo a compreender, reconhecer e dialogar com a pluralidade de saberes e fazeres que compõem a dinâmica das histórias, das experiências e interações das pessoas do lugar.
interessam-se em desvelar e definir os aspectos generalizáveis sobre o “objeto de pesquisa” e sobre os resultados a serem replicados em outras situações, repetindo procedimentos da pesquisa quantitativa.
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