A partir do diálogo com o processo histórico da supervisão em relação ao currículo e à avaliação, Silva Jr.
(in Ferreira, 2010) avalia que as expectativas otimistas
sobre a ação dos supervisores foram rapidamente perdidas: “O ‘autoritarismo ingênuo’ marcaria a ação dos
supervisores muito antes que as bases para a elaboração de sua ‘vontade coletiva’ pudessem ser examinadas. Daí em diante os supervisores seriam desqualificados como interlocutores necessários na formulação
das políticas educacionais de Estado; ainda que a
supervisão continuasse a ser considerada como necessária para o alcance das metas dessas políticas”.
Nesse contexto, o supervisor deixou seu lugar como defensor do currículo, passando à
Nesse contexto, o supervisor deixou seu lugar como defensor do currículo, passando à