Leia o texto para responder à questão.
Mamãe ia visitar a doente, a mulher do colono Zé Pavio. – “Ah, e você vai conosco ou sem-nosco?” Brejeirinha perguntava. Mamãe, por não rir nem se dar de alheada, desferia chufas meigas: “Que nossa vergonha!...” – e a dela era uma voz de vogais doçuras. A manhã se faz de flores. Então, pediu-se licença de ir espiar o riachinho cheio. Mamãe deixava, elas não eram mais meninas de agarra-a-saia. Só que alguém teria de junto ir, para não se esquecerem de não chegar perto das águas perigosas. O rio, ali, é assaz. Se o Zito não seria, próprio, essa pessoa de acompanhar, um meiozinho-homem, leal de responsabilidades?
A criatividade de Guimarães Rosa está também na exploração de processos de formação de palavras para produzir efeitos de sentido. Nesse texto, em que a situação envolve personagens crianças, destaca-se: