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Paciente, 61 anos, recebe o diagnóstico de DPOC, após confirmação espirométrica. Refere dispneia apenas quando caminha rápido no plano ou sobe uma inclinação leve (MRC – 1) e nenhum episódio de exacerbação no último ano. Diante dos critérios de classificação (GOLD), assinale a opção que indica o grupo no qual o paciente se enquadra e a conduta farmacológica de manutenção inicial recomendada.
 

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Mulher de 19 anos vem a consulta médica queixando se de dispneia e sibilos duas vezes por mês nas últimas 4 semanas. Nega despertares noturnos devido a doença, não tem limitações em suas atividades físicas e tem espirometria normal.

Assinale a opção que, segundo a GINA, apresenta o status de controle dos sintomas e a abordagem terapêutica inicial preferencial para o caso.
 

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Paciente masculino, 34 anos, busca atendimento ambulatorial com queixa de tosse seca há 3 meses e dispneia ocasional ao se expor ao ar frio e ao realizar esforços. Espirometria: VEF1 94%, VEF1/CVF 0,82 (Normal), com prova broncodilatadora negativa. Solicitou-se a fração exalada de oxido nítrico (FeNO), que apresentou 58 ppb (valor de referência > 50ppb).

Considerando as diretrizes clínicas para o manejo de doenças das vias aéreas, assinale a afirmativa correta a respeito da interpretação ou conduta Para o caso.
 

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Paciente masculino, de 65 anos, tem DPOC grave e histórico de três internações por exacerbação infecciosa no último ano e está em uso de formoterol com tiotrópio (LABA + LAMA). Mantendo dispneia frequente, vem à consulta com um hemograma que mostra contagem de eosinófilos sanguíneos de 380 cel/mm3 .

Com base no algorítmo de manejo do GOLD e nas evidências de eficácia farmacológica, o ajuste terapêutico imediato que está indicado para reduzir o risco de novas exacerbações é
 

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Mulher de 40 anos, infectada com HIV (contagem de linfócitos CD4+ de 45 cel/mm3), não realiza tratamento antirretroviral, é internada com dispneia progressiva, tosse seca, e febre há 2 semanas.
Ao exame físico está taquipneica, SatO2 de 88% em ar ambiente. Radiografia de tórax mostra infiltrado intersticial bilateral difuso peri-hilar simétrico (“asa de borboleta”), com tomografia computadorizada de tórax confirmando vidro fosco homogêneo.
Com suspeita de pneumocistose (PCP), iniciou-se sulfametoxazoltrimetoprima em dose alta.
seguinte medida terapêutica é mandatória associar Devido à hipoxemia, é mandatório associar a seguinte medida terapêutica:
 

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Com diagnóstico de fibrose cística, uma paciente de 28 anos apresenta declínio progressivo e acentuado da função pulmonar nos últimos 12 meses.
Está em uso de oxigenoterapia domiciliar contínua devido a hipoxemia de repouso e VEF1 estável de 24% do valor previsto, além de duas internações recentes causadas por exacerbação respiratória grave.
Considerando o quadro refratário e o estágio terminal da doença, o seguinte critério estabelece a indicação formal de encaminhamento para avaliação de transplante pulmonar:
 

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Um paciente, de 66 anos tem DPOC grave classificado como GOLD 3 e Grupo E com queixa de importante limitação para as atividades da vida diária por dispneia (escore mMRC = 3), apesar da terapia tripla inalatória estar otimizada. É encaminhado para um programa de reabilitação pulmonar.

O principal benefício esperado a médio prazo que justifica essa intervenção É a
 

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Homem, de 60 anos, queixa-se de dispneia progressiva aos esforços. Tem história profissional de trabalho por 30 anos na reforma e demolição de freios automotivos e de isolamentos térmicos antigos. Tem tomografia computadorizada de tórax na qual se identificam placas pleurais focais calcificadas bilaterais adjacentes às costelas e sobre a cúpula diafragmática, além de opacidades lineares subpleurais nas bases pulmonares.

Nessa exposição ocupacional o mineral envolvido e a neoplasia pleural maligna primária que tem relação etiológica direta e específica com esse agente São, respectivamente,
 

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Tabagista há 27 anos de 30 cigarros por dia, uma mulher de 42 anos de idade busca atendimento com o objetivo de deixar de fumar. No teste de dependência à nicotina de Fagerströn, tem pontuação total de 7 (dependência alta).

Sem contraindicações clínicas, a conduta terapêutica padrão inicial com a maior taxa de sucesso recomendada pelas diretrizes nacionais é
 

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Ex-tabagista de 35 maços/ano, homem de 72 anos queixa se de dispneia progressiva com limitação a caminhadas em plano reto e tosse crônica e seca, além de baqueteamento digital e estertores em velcro nos terços inferiores de ambos os pulmões. TCAR de tórax mostra faveolamento subpleural basal e posterior, bronquiectasias de tração e mínima opacidade em vidro fosco, preenchendo critérios para padrão de pneumonia intersticial usual (PIU).

Diante do quadro compatível com o diagnóstico de fibrose pulmonar idiopática (FPI), a seguinte conduta está contraindicada, pelo aumento do risco de morte:
 

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