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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaKarl Marx & Friedrich EngelsKarl Marx e as Classes Sociais
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
- O nascimento da sociologia
- Auguste Comte e o positivismo
“Não só os intelectuais transformaram política em racionalidade, mas a proclamação das virtudes da racionalidade constituiu uma expressão de seu otimismo e serviu para alimentar o otimismo de todos. Seu credo era: à medida que avançamos na direção de uma compreensão mais verdadeira da realidade, avançamos consequentemente na direção de uma melhor governança da sociedade real e, assim, da realização mais plena do potencial humano. Como modo de construção do saber, a ciência não se limitou a construir-se sobre essa premissa; ela se propôs como método mais seguro de realizar a busca racional.” (WALLERSTEIN, I. “Ciência Social e Sociedade contemporânea. As garantias evanescentes de racionalidade” In: O Fim do Mundo como o concebemos. Ciência Social para o século XXI. Rio de Janeiro: Revan, 2002.)
Na passagem acima, o sociólogo contemporâneo Immanuel Wallerstein faz referências ao otimismo que o fortalecimento da ciências, de um modo geral, bem como o surgimento das Ciências Sociais, de modo mais específico, propiciaram no contexto da consolidação da sociedade capitalista. Nesse sentido, qual, ou quais, das correntes sociológicas que surgiram entre os séculos XIX e XX seria, ou seriam exemplos desse otimismo?
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De acordo com José de Souza Martins (2002), o sistema econômico atual transfere para o grupo familiar parte de suas irracionalidades, isto é, ele não se sente obrigado a pagar pelos problemas sociais que cria. A categoria exclusão (e excluído) se nutre politicamente dessa contradição mal compreendida e mal resolvida. E se nutre, também, de um aparato ideológico referido à condição operária.
Diante dessas condições, analise as afirmativas abaixo, referentes à definição do que é ser operário, e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) O operário é, como trabalhador coletivo, portador de uma possibilidade histórica, isto é, possibilidade de transformação social porque ele personifica a (e é agente da) contradição entre o caráter social da produção e a apropriação privada dos resultados da produção.
( ) O operário é o agente não só da produção da mais-valia, mas é também produto e expressão da realização desigual da riqueza criada e, portanto, da realização da mais-valia, do modo como a mais-valia se realiza.
( ) O operário está incluído, isto é, ele não só produz, e se reproduz no processo de reprodução ampliada do capital, como também se apropria igualmente da riqueza criada, eliminando a contradição com o capital.
( ) O operário é uma categoria sociológica substantiva, relativa ao efetivo e objetivo sujeito social e histórico, sujeito de contradições que personifica possibilidades históricas e que é o trabalhador assalariado.
( ) Independente de sua vontade subjetiva, o operário tem uma realidade objetiva, ele é um produto histórico e, teoricamente, agente privilegiado da História no momento histórico que lhe corresponde.
A sequência correta é
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaMax WeberMax Weber e a Ação Social
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
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Através dos meios constitutivos da psicologia de George Mead (1973) foi possível dar à teoria hegeliana da “luta pelo reconhecimento” uma inflexão materialista. Baseado nas ideias de Mead e Hegel, Axel Honneth, que foi assistente de Jürgen Habermas, elaborou, no interior da Teoria Crítica, uma distinção conceitual da estrutura das relações sociais de reconhecimento.
Diante do exposto, o item que corresponde à estrutura das relações sociais de reconhecimento é:
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A situação atual é marcada por uma comoção que, recentemente, afetou a condição salarial: o desemprego em massa e a instabilidade das situações de trabalho, a inadequação dos sistemas clássicos de proteção para dar cobertura a essas condições, a multiplicação de indivíduos que ocupam na sociedade uma posição de supranumerários, “inimpregáveis”, inempregados ou empregados de um modo precário e interminante, escreveu Robert Castel em 1998. Castel, ao fazer uma “crônica do salário”, no livro “As metamorfoses da questão social”, estabelece que
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Hoje no Brasil, vêm se articulando ações e debates para estruturar políticas públicas de juventudes, reconhecendo-se, assim, os jovens como sujeitos de direitos. Desde 2004, registram-se diversas iniciativas de fôlego em instâncias dos governos federal, estaduais e municipais. No entanto, muitos problemas ainda permeiam a situação das e dos jovens no país:
I- Os jovens negros apresentam as mais baixas taxas de atividade e mais altas taxas de desemprego.
II- Os programas existentes no país funcionam como políticas isoladas, políticas setoriais de ação local no âmbito dos Estados e Municípios, mas que não contemplam a diversidade dos beneficiários em termos de geração e não possuem orientação universalista.
III- Mais da metade dos jovens entre 15 e 17 anos, segundo dados do IBGE de 2014, não completaram o ensino fundamental.
IV- As políticas existentes, na maioria das vezes, são políticas elaboradas para os jovens, porém os jovens não são consultados e nem participam da formulação das mesmas.
V- Menos de ¼ dos jovens entre 15 e 29 anos só estudam, enquanto a porcentagem dos jovens na mesma faixa etária que só trabalham é de quase 50%.
Estão corretas as afirmativas
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia BrasileiraMovimentos sociais no Brasil
- Cidadania e movimentos sociais
Gaudêncio Frigotto (2001), sustenta em “Teoria e educação no labirinto do capital”, que, em contextos de crise e hegemonia do capital, as categorias fundamentais do materialismo histórico dialético, tornam-se instrumentos fundamentais para revelar as contradições do sistema capitalista. Ainda, na mesma obra, Francisco de Oliveira analisa a nova hegemonia da burguesia no Brasil a partir dos anos 1990, assim como os desafios de uma alternativa democrática.
Analise as afirmativas abaixo, sob o prisma de Francisco de Oliveira, e marque (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) Durante o período de 1930 a 1990, 30 anos foram de Ditadura e nos outros trinta anos tivemos, em média, um golpe institucional a cada 3 anos, o que demonstra a falta de hegemonia da burguesia brasileira.
( ) As eleições de 1989, que elegeram Fernando Collor, foram articuladas em torno de um projeto neoliberal.
( ) As forças de que compunham o governo de Collor não conseguiram fazer as mudanças necessárias aos interesses da burguesia nacional e criaram tensões entre a burguesia brasileira que acabaram culminando no impeachment de Collor.
( ) Cabe à direita brasileira penetrar nas fissuras e nas contradições do projeto neoliberal e propor a construção de uma alternativa realmente democrática.
( ) Faz-se necessária a formulação de um programa político que altere a estrutura do Estado a exemplo de movimentos como o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que pedem a desapropriação da propriedade privada das terras improdutivas.
A sequência correta é
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