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Renato Ortiz argumenta acerca do papel central de um intelectual brasileiro que realiza em sua obra a passagem do conceito de raça para o de cultura, de modo a dar base para a compreensão da identidade nacional:
“(...) transforma a negatividade do “mestiço” em positividade, o que permite completar definitivamente os contornos de uma identidade que há muito vinha sendo desenhada. (...) O mito das três raças torna-se então plausível e pode-se atualizar como ritual. A ideologia da mestiçagem, que estava aprisionada nas ambiguidades das teorias racistas, ao ser reelaborada pode difundirse socialmente e se tornar senso comum, ritualmente celebrado nas relações do cotidiano, ou nos grandes eventos como o carnaval e o futebol. O que era mestiço torna-se nacional.” (ORTIZ, Renato. Cultura brasileira e identidade nacional. São Paulo: Brasiliense, 1985. p. 41.)
Assinale a resposta que corresponde ao intelectual mencionado por Renato Ortiz no trecho selecionado:
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Sobre o livro “Cultura brasileira e identidade nacional”, de Renato Ortiz, assinale a alternativa que NÃO exprime as ideias do autor:
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Considere o trecho a seguir:
“Os movimentos sociais independentes avançaram lentamente a partir de 1945. O acesso da população ao sistema judiciário progrediu pouco. Houve progresso na formação de uma identidade nacional, na medida em que surgiram momentos de real participação popular. Foi o caso do próprio movimento de 1930 e das campanhas nacionalistas da década de 50, sobretudo a da defesa do monopólio estatal do petróleo. O nacionalismo, incentivado pelo Estado Novo, foi o principal instrumento de promoção de uma solidariedade nacional, acima das lealdades estaduais. A esquerda salientou-se na defesa das teses nacionalistas. O Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB), criado no Rio de Janeiro na década de 50, foi o principal formulador e propagandista do credo nacionalista”.(CARVALHO, J. M. de. Cidadania no Brasil: o longo caminho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2002, p. 88).
Assinale a alternativa que representa o movimento articulado no contexto das décadas de 1950 e 1960 no Brasil que visava a valorização da cultura popular e sinalizava para a importância da alfabetização de adultos
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- ConceitosEstadoTeorias Clássicas do Estado
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaMax Weber
Examine o trecho a seguir:
“O Estado patrimonialista, em seu gigantismo, seu centralismo e em sua função empreendedora de produtor da riqueza da nação, tudo abarca, à custa do enfraquecimento da sociedade e do fortalecimento dos estamentos que o dominam. O patrimonialismo constitui a terra seca e infértil de um tipo de Estado que inibe a germinação das sementes da participação, na qual se funda a democracia”. (MENDONÇA, E. F. Estado patrimonial e gestão democrática do ensino público no Brasil. Educação & Sociedade, ano XXII, nº 75, p. 84-108, agosto/2001).
Sobre o conceito de Estado patrimonial, assinale a alternativa CORRETA:
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Assinale a sequência que ilustra o preenchimento CORRETO dos parênteses, de cima para baixo:
1. Paradigma do Consenso
2. Paradigma do Conflito
3. Tradição Reprodutivista
4. Nova Sociologia da Educação
5. Escola Cidadã
( ) Sustenta a tese de que há “excluídos do interior” nos sistemas escolares.
( ) Paradigma constituído a partir do Funcionalismo.
( ) Defende a escola pública e popular, valorizando a participação e o engajamento político.
( ) Paradigma constituído a partir do Materialismo Histórico-Dialético.
( ) Estabelece crítica ao funcionalismo e acena para outras dimensões de análise do currículo, inclusive o chamado “currículo oculto”.
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A seguir, encontramos reflexões sobre a relação indivíduo – sociedade:
“Num de seus sambas, Paulinho da Viola narra a trajetória de um malandro do morro, Chico Brito. Na canção, ele é malandro, sim, vive no crime e é preso a toda a hora. Paulinho, porém, não atribui sua condição a uma falha de caráter. Chico era, em princípio, tão bom como qualquer outra pessoa, mas o ‘sistema’ não lhe deixara outra oportunidade de sobrevivência que não a marginalidade. O último verso diz tudo: a culpa é da sociedade que o transformou. Já em outra canção, bem mais conhecida, Geraldo Vandré dá um recado com sentido oposto: quem sabe faz a hora, não espera acontecer. Somos nós que fazemos a hora? Ou a hora já vem marcada, pela sociedade em que vivemos?” (RODRIGUES, A. T. Sociologia da educação. 6. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2007, p. 17).
Assinale a alternativa INCORRETA:
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaÉmile Durkheim
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaKarl Marx & Friedrich Engels
Assinale a alternativa que apresenta as palavras que preenchem CORRETAMENTE as lacunas, na ordem em que aparecem no texto.
Tendo em vista a análise dos processos que relacionam educação e trabalho nas relações capitalistas de produção, encontramos em __________ uma perspectiva teórica que entende a educação como intrínseca à socialização, sendo a escola uma instituição responsável pelos necessários processos de __________ social exigidos pela sociedade complexa. Por sua vez, __________ examina o fenômeno da divisão social do trabalho no contexto de industrialização do século XIX e critica a __________ e a __________ do trabalho, preocupando-se com o afastamento da atividade __________ das instituições de ensino.
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Analise as afirmações a seguir:
I. Para Marx, é pelo trabalho que os seres humanos se fazem humanos, reconhecendo o trabalho como um princípio educativo.
II. Dentro da tradição positivista, a escola é percebida como um aparelho ideológico do Estado, reproduzindo a ideologia da classe dominante.
III. Para Bourdieu, os sistemas escolares tendem a ser espaços emancipatórios, fomentando capital cultural indistintamente.
IV. Para a tradição reprodutivista em educação, as desigualdades sociais explicam as desigualdades escolares.
V. Os diplomas escolares são mecanismos de distinção social, mesmo que sejam produtos que desconsideram as desigualdades sociais presentes no percurso escolar.
Assinale a alternativa em que todas as afirmativas estão INCORRETAS:
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Assinale a alternativa que apresenta a palavra que preenche CORRETAMENTE a lacuna.
A educação é a ação exercida pelas gerações adultas sobre aquelas que ainda não estão maduras para a_________. Ela tem como objetivo suscitar e desenvolver na criança um certo número de estados físicos, intelectuais e morais exigidos tanto pelo conjunto da sociedade política quanto pelo meio específico ao qual ela está destinada em particular.(DURKHEIM, É. Educação e sociologia. Petrópolis: Vozes, 2011, p. 54-55).
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Analise as afirmativas identificando com “V” as VERDADEIRAS e com “F” as FALSAS, assinalando a seguir a alternativa CORRETA, na sequência de cima para baixo:
( ) Para Max Weber, a educação escolar é um meio de distinção social, de prestígio, poder e status.
( ) Mesmo considerando o papel socializador da educação, não é possível caracterizar a educação como fato social para o funcionalismo.
( ) Para Marx, “a sociedade está na cabeça de todos e de cada um”.
( ) Ao falar em “Pedagogia do Treinamento”, Weber revela os processos racionais com relação a fins da sociedade moderna capitalista.
( ) Marx, ao criar o conceito de politecnia, expressa as contradições do ensino técnico e sua aposta na cisão entre o trabalho manual e o trabalho braçal.
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