De acordo com o Volume 2 do material "Atribuições privativas do/a Assistente Social em questão", de 2020, do CFESS, uma competência privativa destacada para o(a) assistente social no exercício de sua profissão é:
O documento “Curso de Capacitação para Agentes Multiplicadores/as: Ética e Direitos Humanos”, de 2017, enfatiza a campanha “O amor fala todas as línguas – assistente social na luta contra o preconceito: campanha pela livre orientação e expressão sexual”, manifestada pelo CFESS. Qual é a ênfase dessa campanha em relação à articulação com sujeitos políticos coletivos do movimento LGBT no Brasil?
Em relação ao trabalho em rede na política de assistência social como meio de democratizar o acesso aos serviços e promover a integralidade do atendimento, qual é a importância da intersetorialidade e como ações de planejamento, pesquisa, avaliação, articulação e gestão podem contribuir para a efetividade dessa abordagem?
Assinale a alternativa que indica corretamente uma diferença entre o Serviço Social e a Assistência Social, segundo o Código de Ética Profissional e o Conselho Federal de Serviço Social.
Com base no artigo “O método marxiano de investigação e o enfoque misto na pesquisa social: uma relação necessária” (2012), de Jane Prates, assinale a alternativa correta relacionada à concepção de comunismo de Karl Marx, conforme citado pela autora.
Com base no documento “Atribuições Privativas do/a Assistente Social em Questão”, a professora Raquel Raichelis faz uma contribuição chamada “Atribuições e Competência Profissionais Revisitadas: A Nova Morfologia do Trabalho no Serviço Social”. Considerando a reconfiguração dos espaços ocupacionais dos assistentes sociais, assinale a alternativa correta sobre os desafios enfrentados pela categoria no contexto atual.
Regina Célia Mioto (Mioto, 2012, p.172)
ressalta a importância da interpretação e do
direcionamento das demandas das famílias
pelos(as) assistentes sociais. Para a autora,
essas demandas são expressões das
necessidades decorrentes das desigualdades
sociais e não podem ser tomadas como
problemas de família. Trata-se de um desafio
que demanda a adoção como carro chefe, para
o conhecimento das famílias, da categoria
Marilda Iamamoto (CFESS, 2012, p. 64),
ao tratar das questões pertinentes ao trabalho
das equipes interdisciplinares, considera que é
preciso desmistificar a ideia de que há uma
diluição das particularidades profissionais no
trabalho integrado de diferentes categorias.
Para a autora, ao contrário, a equipe condensa
uma unidade: