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O Ciência sem Fronteiras foi um programa brasileiro de mobilidade internacional que buscava “promover a consolidação, expansão e internacionalização da ciência e tecnologia, da inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional” (página eletrônica do programa Ciência sem Fronteiras. Acesso em janeiro de 2018). Um de seus objetivos específicos era:
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“A mobilidade de professores e estudantes não é uma criação do final do século XX, nem uma invenção das atuais estruturas políticas da Europa. De fato, já na Idade Média, os maiores pensadores europeus tinham o hábito de se deslocar livremente de um país para outro, simplesmente viajando entre centros de conhecimento. As maiores universidades europeias partilhavam as experiências e as competências destes mestres do passado e praticavam aquilo a que agora chamaríamos cooperação acadêmica internacional com uma naturalidade que evidencia a inexistência de grandes limitações burocrático-administrativas. Esta realidade histórica aconselha moderação no elogio dos atuais níveis de internacionalização das Instituições de Ensino Superior (IES) e obriga-nos a pôr em perspectiva o sucesso dos atuais programas de mobilidade” (SANTOS & ALMEIDA FILHO, 2012). À luz do texto acima, é correto afirmar que:
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A Associação de Universidades Grupo Montevidéu (AUGM) é formada por:
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Do ponto de vista das Relações Internacionais, a criação da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB) e da Universidade Federal da Integração Latino-americana (UNILA), em 2010, pode ser considerada:
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Segundo Hugo Vela (2006), “os arquivos da AUGM [Associação de Universidades Grupo Montevidéu] mostram as numerosas oportunidades em que seu Conselho de Reitores tem-se manifestado na defesa da universidade pública e gratuita, e do ensino superior como um bem público (...)”. A defesa da universidade pública e gratuita empreendida pelos reitores da AUGM demonstra-se pertinente, entre outras, pela seguinte afirmativa:
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Para a UNESCO (2004), a internacionalização é “uma das maneiras pelas quais a educação superior responde às oportunidades e desafios da globalização”. A partir desse pensamento mais geral, pode-se afirmar, com relação às universidades públicas brasileiras, que:
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Um dos fenômenos da globalização é a disseminação do inglês como idioma internacional, o que tem interferido nos posicionamentos das Instituições Federais de Ensino Superior (IFES) brasileiras em rankings internacionais de universidades de forma:
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Os Quatorze Pontos do presidente americano Woodrow Wilson, propagados nos últimos momentos da Primeira Guerra Mundial, são considerados marco fundamental do ideal liberal nas Relações Internacionais e tentativa de construção da paz duradoura. Ironicamente – o que demonstrou a fraqueza do governo Wilson – um de seus pontos principais NÃO ganhou adesão dos Estados Unidos, que foi:
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Pensar e construir uma universidade a partir da América Latina, com um olhar do Sul e que rompesse as amarras do conservadorismo europeu foi a proposta de um importante manifesto de estudantes universitários há cem anos, em junho de 1918, que revolucionou a forma de se pensar o ensino superior em toda a região. Tal manifesto fez parte de um episódio que ficou conhecido como:
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O Acordo de Bolonha, de junho de 1999, que reuniu 29 países europeus, é um marco nas relações europeias porque:
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