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O Brasil assumiu, em 1º de janeiro de 2022, seu 11º mandato no Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), assumindo a condição, ao lado do Japão, de Estado-membro que mais vezes ocupou assento não permanente no órgão. No que tange a esse tema, julgue o item a seguir.
A assiduidade como membro não permanente no CSNU, somada à participação efetiva em operações de manutenção da paz das Nações Unidas, é condição indispensável para o êxito de pleito a assento permanente no órgão. Por essa razão, tão logo o processo de reforma do órgão seja finalmente concluído, os membros do chamado G-4 (Brasil, Alemanha, Índia e Japão), além de dois Estados do continente africano que preencham tais critérios, serão admitidos como membros permanentes.
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O Brasil assumiu, em 1º de janeiro de 2022, seu 11º mandato no Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), assumindo a condição, ao lado do Japão, de Estado-membro que mais vezes ocupou assento não permanente no órgão. No que tange a esse tema, julgue o item a seguir.
Entre as medidas coercitivas que o Conselho de Segurança tem a prerrogativa de adotar, na forma de resolução, inclui-se a imposição de sanções econômicas multilaterais, com base no art. 41 da Carta da ONU. No entanto, a diplomacia brasileira tradicionalmente expressa oposição a esse recurso, manifestando preferência pela adoção de retaliações comerciais próprias, de caráter nacional, como forma de induzir a alteração do comportamento de Estados transgressores do direito internacional.
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O Brasil assumiu, em 1º de janeiro de 2022, seu 11º mandato no Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), assumindo a condição, ao lado do Japão, de Estado-membro que mais vezes ocupou assento não permanente no órgão. No que tange a esse tema, julgue o item a seguir.
Desde que assumiu seu novo mandato bianual (2022-2023), o Brasil voltou a participar das discussões atinentes à paz e à segurança internacionais no âmbito do Conselho, possuindo, além de voz nos debates, direito a voto nas questões procedimentais e substantivas levadas à atenção do colegiado. Entretanto, o Brasil, tal qual os demais Estados ocupando assentos rotativos, não possui o chamado “poder de veto”, à diferença do que sucede com os cinco membros permanentes do órgão – EUA, Federação Russa, França, Reino Unido e República Popular da China – nas votações substantivas.
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O Brasil assumiu, em 1º de janeiro de 2022, seu 11º mandato no Conselho de Segurança das Nações Unidas (CSNU), assumindo a condição, ao lado do Japão, de Estado-membro que mais vezes ocupou assento não permanente no órgão. No que tange a esse tema, julgue o item a seguir.
No processo de criação da Organização das Nações Unidas (ONU) e de seu Conselho de Segurança, o Brasil chegou a ser cogitado como possível membro permanente pelo então presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Franklin Delano Roosevelt, em função, principalmente, da participação da Força Expedicionária Brasileira (FEB) ao lado dos Aliados na Segunda Guerra Mundial. A sugestão de Roosevelt não avançou mormente pelas resistências interpostas pelo Reino Unido e pela União Soviética.
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As perspectivas teóricas das Relações Internacionais são tão diversas quanto as possibilidades de definição de seu objeto de estudo e de abordagens metodológicas. Considerando essas teorias, julgue o item a seguir.
Os teóricos do neoliberalismo das Relações Internacionais diferenciam a interdependência enquanto instrumento retórico da interdependência como conceito analítico. À medida que a primeira enfatiza custos compartilhados na política internacional, a segunda avalia as dimensões da sensibilidade e a vulnerabilidade na busca da simetria nas relações entre os Estados.
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As perspectivas teóricas das Relações Internacionais são tão diversas quanto as possibilidades de definição de seu objeto de estudo e de abordagens metodológicas. Considerando essas teorias, julgue o item a seguir.
As leituras teóricas que dialogam a partir do pós-colonialismo buscam evidenciar os vieses das leituras tradicionais das Relações Internacionais e, para tal, propõem, entre outras agendas, a discussão das diferenças e dos conhecimentos que foram epistemologicamente silenciados.
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As perspectivas teóricas das Relações Internacionais são tão diversas quanto as possibilidades de definição de seu objeto de estudo e de abordagens metodológicas. Considerando essas teorias, julgue o item a seguir.
Na perspectiva neorrealista, a soberania dos Estados não é um salvo-conduto, e mesmo Estados revolucionários acabam afetados pela estrutura internacional anárquica, pois são constrangidos a ajustarem seus comportamentos.
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As perspectivas teóricas das Relações Internacionais são tão diversas quanto as possibilidades de definição de seu objeto de estudo e de abordagens metodológicas. Considerando essas teorias, julgue o item a seguir.
A racionalidade que sustenta as perspectivas realista e liberal das Relações Internacionais favorece o Estado como ator fundamental. Este é privilegiado por sua capacidade regulatória doméstica em detrimento das inerentes dificuldades encontradas na esfera internacional.
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Os processos e o projeto político da União Europeia (UE) estão atrelados historicamente à superação de crises internas e à construção de parcerias com outras regiões do mundo. A respeito do bloco da UE, julgue o item a seguir.
A Primeira Cúpula Brasil-UE, que ocorreu em Lisboa em 2007, focou em temas relacionados à cooperação técnica e à agenda política mundial, negligenciando a ainda existente necessidade de se concluir as negociações do Acordo de Associação Mercosul-UE, iniciadas em 1999.
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Considerando as práticas internacionais sobre o comércio internacional e as principais contas de registros dessas transações por parte das economias, julgue o item a seguir.
Sempre que um país possui déficit em transações correntes, a poupança externa desse país é negativa.
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