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Duas cerimônias prestaram homenagem às vítimas, parentes dos mortos e sobreviventes do atentado que há um ano matou 22 pessoas na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Bagdá. Entre os mortos, estava o brasileiro Sérgio Vieira de Mello. O secretário-geral da ONU Kofi Anann disse que “o grande desafio atual do organismo é conciliar segurança, abertura e eficácia”. Ele reconheceu que a pergunta ainda sem resposta é como equilibrar o espírito de abertura inerente a uma organização como a ONU com a necessidade de segurança no mundo de hoje.
Jornal do Brasil, 20/8/2004, p. A11 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando as relações internacionais contemporâneas em um contexto geopolítico inovado, julgue o item subsequente.
Com rica trajetória a serviço das Nações Unidas, Vieira de Mello participou de missões em diversos continentes, sendo que uma das mais conhecidas foi o trabalho inicial de organização como Estado nacional da antiga colônia portuguesa do Timor Leste.
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Duas cerimônias prestaram homenagem às vítimas, parentes dos mortos e sobreviventes do atentado que há um ano matou 22 pessoas na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) em Bagdá. Entre os mortos, estava o brasileiro Sérgio Vieira de Mello. O secretário-geral da ONU Kofi Anann disse que “o grande desafio atual do organismo é conciliar segurança, abertura e eficácia”. Ele reconheceu que a pergunta ainda sem resposta é como equilibrar o espírito de abertura inerente a uma organização como a ONU com a necessidade de segurança no mundo de hoje.
Jornal do Brasil, 20/8/2004, p. A11 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando as relações internacionais contemporâneas em um contexto geopolítico inovado, julgue o item subsequente.
Morto no atentado com um caminhão- bomba contra o prédio que abrigava funcionários da ONU na capital iraquiana, Sérgio Vieira de Mello ganhou destaque internacional na condição de alto comissário para direitos humanos da organização internacional.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervenção militar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
EUA, Japão, China e Europa são exemplos de grandes economias muito dependentes do petróleo. Assim, se decidirem pelo aumento de juros para impedir a pressão inflacionária, algo que o texto classifica de ponto nevrálgico, acabam por afetar países emergentes como o Brasil, que poderão assistir à fuga de capitais estrangeiros.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervenção militar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
Como o aumento do preço do petróleo implica maiores ganhos para os países produtores, não há registro de que, em momentos de crise, a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) tenha tomado a iniciativa de aumentar sua produção para abaixar o preço de seu estratégico produto.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervenção militar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
O texto fala em fatores eventuais que contribuem para a majoração do preço do petróleo. Entre eles, é possível citar o aumento do consumo, resultante, por exemplo, do aquecimento de determinadas economias, como presentemente ocorre com a chinesa e a norte-americana.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervenção militar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
Embora focalizando um aspecto específico, o petróleo, o texto salienta a importância das eleições norte-americanas, especialmente por suas repercussões internacionais. Com efeito, pelo peso do país no sistema de poder mundial contemporâneo, uma guinada na direção de sua política externa afetará interesses nas mais diversas regiões do globo.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervenção militar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
Quando o texto afirma estar o Brasil hoje bem menos vulnerável às oscilações internacionais do preço do petróleo, ele se respalda em números. Afinal, ainda que importe volume expressivo de gasolina, o Brasil — por meio da PETROBRAS — já é auto- suficiente na exploração de petróleo.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervenção militar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
Atos terroristas no Iraque e na Arábia Saudita também exercem efeito multiplicador sobre o mercado petrolífero, já que, juntos, esses países respondem por parte considerável das reservas de petróleo conhecidas no planeta.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervençãomilitar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
São vários os fatores que interferem na fixação do preço do barril de petróleo no mercado internacional. Na recente onda de alta, foi decisivo o quadro de instabilidade no Oriente Médio, agravado pela decisão da administração George W. Bush de invadir o país de Saddam Hussein, como mencionado no texto.
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A tensão estabelecida na economia mundial pelas seguidas altas na cotação do petróleo não irá arrefecer antes do final do ano, quando estará eleito o novo presidente dos Estados Unidos da América (EUA). Dentro deste cenário pouco animador, a boa notícia é que o Brasil já não está tão vulnerável às oscilações de preço como antes. Para o especialista Jean-Paul Prates, a atual crise do petróleo tem uma só origem: a intervençãomilitar no Iraque. Para ele, os demais fatores são eventuais. O analista Paulo Rossetti também concorda que o processo de alta continuará por alguns meses, principalmente em virtude dos riscos de atentados terroristas no Iraque e na Arábia Saudita. Outra preocupação é com o aumento da demanda. Um ponto considerado nevrálgico é que, hoje, a economia mundial é muito dependente do petróleo e os grandes países consumidores podem decidir por aumentar os juros básicos para segurar a inflação.
Correio Braziliense, 8/8/2004, p. 10 (com adaptações).
Tendo o texto acima como referência inicial e considerando o cenário da economia globalizada contemporânea, julgue o item que se segue.
Na atualidade, a autonomia dos mercados funciona como uma espécie de antídoto contra crises localizadas, de modo que um problema surgido em determinada região possa a ela ficar circunscrito, minimizando seus potenciais efeitos negativos sobre o conjunto da economia global.
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