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Em relação ao uso de formas de tratamento em correspondências oficiais, relacione as colunas a seguir, associando os tratamentos usuais aos cargos exercidos pelos destinatários, segundo Kaspary (2007).
Coluna 1 – Pronomes de Tratamento
1. Vossa Excelência.
2. Vossa Magnificência.
3. Vossa Senhoria.
Coluna 2 – Autoridades
( ) Embaixadores.
( ) Delegado.
( ) Procuradores-Gerais junto aos Tribunais.
( ) Reitor.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do documento no Padrão Ofício
Para Medeiros (2008), o endereçamento no envelope subordina-se a regras estabelecidas pela Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, que padronizou os envelopes. Sobre esse assunto, analise as seguintes assertivas:
I. No endereçamento pelo processo mecânico, será obrigatório colocar o tratamento quando se tratar de autoridade civil ou religiosa.
II. O endereço externo é o que é posto no envelope, sempre no meio do papel em relação à altura e com ponto final.
III. No código de endereçamento postal deve- se usar ponto para separar as unidades.
IV. Podem ser dispensáveis as fórmulas de tratamento Imo., Sr., bem como a colocação de ‘para’, ‘a’, ‘à’ ou ‘ao’ antes dos nomes femininos e masculinos.
V. Escreve-se “ atenção de” quando a correspondência for entregue por pessoa nominalmente referida.
Quais estão corretas?
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- Documentos OficiaisAta
- Outros Manuais de RedaçãoManual de Redação da Presidência da República (2ªEd)
O documento Ata é o resumo do que se disse ou se fez em uma reunião. Nesse registro, relata-se de forma resumida o que se passou e o que foi decidido em uma sessão, conforme Mazulo e Liendo (2010). Identifique a alternativa que apresenta as cinco partes que a ata possui.
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Analise os itens a seguir sobre correio eletrônico e assinale a alternativa que faz a afirmação correta.
I – O correio eletrônico, por seu baixo custo e celeridade, transformou-se na principal forma de comunicação para transmissão de documentos.
II – Um dos atrativos de comunicação por correio eletrônico é sua flexibilidade. Assim, não interessa definir forma rígida para sua estrutura.
III – O campo assunto do formulário de correio eletrônico mensagem deve ser preenchido de modo a facilitar a organização documental tanto do destinatário quanto do remetente.
IV – A mensagem que encaminha algum arquivo deve trazer informações mínimas sobre seu conteúdo.
V – Sempre que disponível, deve-se utilizar recurso de confirmação de leitura.
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações Oficiais
- Outros Manuais de RedaçãoManual de Redação da Presidência da República (2ªEd)
No que tange a comunicação institucional de um órgão público, é correto afirmar que
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPronomes de Tratamento
- Outros Manuais de RedaçãoManual de Redação da Presidência da República (2ªEd)
TEXTO:
SÃO PAULO – CATÁSTROFE OU UTOPIA?
Ontem São Paulo completou 461 anos. Como será a cidade daqui a 39
anos, quando completará seu quinto centenário?
Observando os desafios que enfrentamos hoje, um dos cenários é, sem
dúvida, catastrófico. Uma cidade sem água apropriada para consumo, sem
5 energia elétrica acessível e produzindo cada vez mais lixo. Na paisagem, mais
asfalto e concreto, mais e mais viadutos, pontes e túneis, péssimas calçadas,
parques e praças residenciais.
E as pessoas, claro, cada vez mais imobilizadas e trancadas: em casas e
apartamentos cada vez mais caros, no carro, no trabalho, no shopping. Como3
10 em um filme de ficção, será um salve-se quem puder: os milionários, depois de
terem extraído toda a riqueza que puderam, terão se exilado em uma colônia em
Marte.
Mas também é possível vislumbrar um cenário otimista, onde, na
comemoração dos 500 anos de São Paulo, podemos ter uma cidade em que o
15 espaço público seja o elemento estruturador, que contará com uma rede de
transporte coletivo de alta qualidade, com múltiplos modais, garantindo total
liberdade de ir e vir para toda a população... Os espaços privados individuais
talvez se tornem ainda menores, mas estarão disponíveis para todos, e a oferta
e a qualidade do espaço público e sua utilização democrática serão máximas.
20 Além disso, graças à recuperação dos mananciais da cidade e da mudança
no modelo de gestão e consumo da água, todos os paulistanos poderão usufruir
desse recurso. A produção de lixo também será mínima, tanto pela alta
capacidade de reciclagem e reaproveitamento como pela diminuição do
consumo. A maior parte da energia elétrica, em vez de comprada como
25 mercadoria de luxo, será autoproduzida pelos cidadãos em suas atividades.
Mas o que separa a catástrofe da utopia? Não tenho dúvidas de que a
inércia pode nos levar à catástrofe. Deixar tudo como está, não enfrentar os
desafios que já estão colocados hoje, não promover as mudanças necessárias
pode significar que estamos construindo para as próximas gerações uma cidade
30 completamente inóspita.
A utopia, por sua vez, não deve ser entendida como algo impossível. A
construção diária da utopia é o que pode nos levar a uma guinada. Para isso, é
necessário nos convencermos de que parte importante do excedente de riqueza
que a cidade produz deve ser usada para subsidiar suas demandas coletivas.
35 Mas apenas isso não é suficiente. Outra dimensão fundamental é a da mudança
cultural, e esta, me parece, já começou a acontecer.
São muitos os movimentos em São Paulo hoje que reclamam maior
participação nas definições e decisões de políticas públicas para a cidade, que
atuam nos bairros, que reivindicam moradia adequada, áreas públicas, mais
40 praças, parques e espaços culturais. Que não se conformam com a força de um
mercado que, da noite para o dia, destrói memórias, afetos e paisagens. Que
não aguentam mais o desconforto, a desigualdade e a violência no trânsito e por
isso cobram mais eficiência e qualidade no transporte público, mais e melhores
espaços para ciclistas e pedestres.
45 Fortalecer essa cultura na construção da utopia, hoje, é o melhor presente
que temos a dar para a São Paulo do futuro.
ROLNICK, Raquel. São Paulo – catástrofe ou utopia? Folha de S. Paulo, São Paulo, 26 jan. 2015. Cotidiano, p. 2.
Caso fosse necessário encaminhar correspondência formal ao Diretor de Redação do jornal onde foi publicado o texto, para elogiar os termos em que ele foi formulado, o tratamento cerimonioso deveria ser:
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