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Mulher de 42 anos é internada com quadro de cefaleia progressiva há 10 dias, febre intermitente e episódios de vômitos. Há 2 dias, desenvolveu rebaixamento do nível de consciência. Ao exame físico, apresenta rigidez de nuca, paresia facial central à esquerda e sinais de hipertensão intracraniana. Tomografia computadorizada de crânio com contraste revela lesão hipodensa, arredondada, com realce periférico em anel e importante edema vasogênico adjacente no lobo frontal direito.
Sobre as lesões que realçam em anel, assinale a afirmativa correta.
 

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Homem, 58 anos, com diagnóstico prévio de cirrose hepática por hepatite C crônica, sem evidência de atividade viral atual e assintomático foi submetido à ressonância magnética de abdome com contraste hepatobiliar para fins de acompanhamento.
Ao exame, foi evidenciado nódulo focal no segmento VII, medindo 1,4 cm, hipointenso em T1, discretamente hiperintenso em T2 e com discreta restrição à difusão. Apresenta realce arterial leve, sem washout evidente nas fases portal ou tardia, e sem cápsula perceptível. Não há sinais de gordura intralesional.
Tais achados são compatíveis com classificação LI-RADS
 

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A densitometria óssea é um exame de imagem fundamental no diagnóstico precoce da osteoporose, na avaliação do risco de fraturas, no monitoramento da eficácia do tratamento e na avaliação em grupos de risco.
O seguinte grupo não representa uma indicação de densitometria óssea:
 

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Paciente masculino, 55 anos, comparece à UBS de seu bairro com queixa de dor em região sacro-glútea e irradiação para membro inferior esquerdo há cinco meses, principalmente após longos períodos sentados, com piora progressiva nos últimos 3 dias.
Ao exame físico, observou-se tumoração endurecida, estendendo-se ao glúteo esquerdo. Foi encaminhado ao ortopedista, que solicitou TC. A TC evidenciou processo expansivo em região sacrococcígeo bem delimitado medindo 7,0 x 5,0 cm. Para melhor avaliação, foi solicitada a RM, cujo laudo veio de forma meramente descritiva como “formação expansiva localizada centralmente, apresentando baixa intensidade de sinal em T1 e hipersianal em T2, e realce heterogêneo pelo meio de contraste paramagnético, com aparência de favo de mel”.
Diante desse caso, a principal hipótese é
 

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Durante um exame de ultrassonografia obstétrica de segundo e terceiro trimestre de uma gestante de 20 semanas, para investigação de sexagem fetal, a médica visualizou uma herniação extra-abdominal de alças do intestino delgado para a cavidade amniótica através de um defeito para-umbilical da parede abdominal anterior, localizado à direita do cordão umbilical e associado a espessamento da parede intestinal herniada. Não foi observada membrana de cobertura nos órgãos herniados.
A provável hipótese diagnóstica para esse caso é
 

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Paciente masculino, 42 anos, corredor amador de longas distâncias, dá entrada no pronto-socorro com dor abdominal súbita, intensa e localizada no quadrante inferior direito.
Ao exame físico, apresenta dor à palpação profunda no local, sem sinais de peritonite e linfonodomegalia. Nega febre. Tomografia computadorizada de abdome com contraste foi realizada e evidenciou área focal de densidade heterogênea associada a aumento de volume e espessamento da gordura dos planos adiposos no quadrante inferior direito. O paciente foi tratado conservadoramente com analgesia e anti-inflamatórios, evoluindo com resolução do quadro em poucos dias.
A principal hipótese para esse caso é
 

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Paciente feminina, 57 anos, menopausada há 5 anos, com dor e rigidez matinal nas articulações interfalângicas proximais e distais das mãos há cerca de 1 ano, com episódios inflamatórios nos últimos 6 meses, além de limitação funcional progressiva.
Ao exame físico, apresenta edema e dor à palpação nas articulações acometidas, sem envolvimento de punhos ou metacarpofalângicas. Exames laboratoriais mostram fator reumatoide e anti-CCP negativos. A radiografia evidenciou estreitamento articular, osteófitos marginais, sem demonstrar erosões marginais e osteopenia.
Tais dados clínicos e radiográficos sugerem o provável diagnóstico de
 

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Mulher, 42 anos, previamente saudável, observou nódulo palpável em região cervical anterior direita, há cerca de 3 meses, sem sintomas compressivos ou disfônicos.
O exame ultrassonográfico da glândula tireoide revelou presença de nódulo sólido, hipoecoico, com diâmetro transverso maior do que o diâmetro anteroposterior, com margens bem definidas, medindo 1,5 cm x 1,2 cm, sem calcificações ou sinais de extensão extracapsular, localizado no lobo direito.
Segundo o sistema TI-RADS da American College of Radiology (ACR TI-RADS), o TIRADS do nódulo é
 

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Homem, 42 anos, submetido à ultrassonografia de abdome de rotina, evidenciou imagem nodular hiperecoica, de contornos bem definidos, que mede 2,1 cm x 2,1 cm, localizado nos segmentos IVA e VIII, sem evidência de fluxo vascular ao Doppler.
Considerando a anatomia segmentar de Couinaud do fígado, a estrutura vascular que divide os segmentos em que se encontra a lesão é a veia
 

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Paciente, sexo feminino, 52 anos, queixa-se, há 4 meses, de cefaleia localizada na região frontal, de intensidade moderada, associada a episódios de náuseas e, mais recentemente, crises convulsivas e alterações de memória.
Ao exame físico e neurológico, apresentou leve paresia facial central à direita e sinais de hipertensão intracraniana. Foi realizada tomografia computadorizada de crânio, que revelou imagem hiperdensa localizada na convexidade frontoparietal esquerda, com base ampla em contato com a dura-máter e discreta hiperdensidade periférica compatível com edema vasogênico. Foi sugerido o complemento com ressonância magnética, que confirmou a lesão extra-axial com contornos bem definidos, isointensa a hipointensa em T1 e discretamente hiperintensa em T2, com realce intenso e homogêneo pelo contraste, associada ao sinal da “cauda dural”. Não havia restrição à difusão e o edema perilesional comprimia discretamente o parênquima cerebral adjacente.
Os achados clínicos e de imagem são altamente sugestivos de
 

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