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M.L.S., sexo feminino, 59 anos, apresenta transtorno depressivo
maior, episódio atual grave, com sintomas psicóticos congruentes
com o humor (delírios de culpa e ruína) e ideação suicida
estruturada. Recusa-se a comer nos últimos cinco dias. Já foram
realizadas duas tentativas terapêuticas prévias com
antidepressivos de diferentes classes, em doses e durações
adequadas.
Levando-se em conta a gravidade do quadro e a necessidade de resposta rápida, a intervenção mais indicada é a
Levando-se em conta a gravidade do quadro e a necessidade de resposta rápida, a intervenção mais indicada é a
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J.R.S., 44 anos, professor, com diagnóstico de transtorno
depressivo maior, comparece à consulta de retorno com seu
psiquiatra relatando piora do humor nas últimas duas semanas,
sentimento de desesperança e pensamentos recorrentes de que
“a vida não vale a pena”. Sente-se “um peso para família”.
Ao ser questionado ativamente, o paciente revela ter pensado em formas de tirar a própria vida, já pesquisou sobre um método específico, e chegou a comprar parte do material necessário para execução do plano, embora afirme não ter ainda uma data definida. Nega tentativas de suicídio prévias. Diz que o que ainda o “segura” é o amor que tem pelos filhos e o mau exemplo que daria a seus alunos. Ao final da consulta, ele concorda em entregar o material adquirido aos familiares.
A conduta mais adequada é
Ao ser questionado ativamente, o paciente revela ter pensado em formas de tirar a própria vida, já pesquisou sobre um método específico, e chegou a comprar parte do material necessário para execução do plano, embora afirme não ter ainda uma data definida. Nega tentativas de suicídio prévias. Diz que o que ainda o “segura” é o amor que tem pelos filhos e o mau exemplo que daria a seus alunos. Ao final da consulta, ele concorda em entregar o material adquirido aos familiares.
A conduta mais adequada é
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Paciente de 70 anos foi submetido à craniectomia para ressecção
de um meningioma em convexidade frontal direita. A família
relata que, após a cirurgia, houve mudança significativa em seu
comportamento: o paciente passou a chorar com facilidade
diante de estímulos emocionais triviais, sem tristeza subjetiva
proporcional ao choro, e, por vezes, passou também a rir de
forma súbita e desproporcional ao contexto. Ele reconhece que
essas manifestações são exageradas, e, por mais que se esforce
para contê-las, não consegue, o que lhe deixa constrangido.
Por essa razão, reduziu progressivamente as saídas de casa e passou a evitar contato social. Ele nega tristeza persistente e refere ter prazer nas atividades que ainda realiza (cuidar das plantas, leitura). Nega alterações de apetite ou sono. Não há flutuação do nível de consciência, alucinações ou outros déficits cognitivos relevantes, além de discreta dificuldade em fixar novas informações no dia a dia.
Esse quadro é melhor explicado como
Por essa razão, reduziu progressivamente as saídas de casa e passou a evitar contato social. Ele nega tristeza persistente e refere ter prazer nas atividades que ainda realiza (cuidar das plantas, leitura). Nega alterações de apetite ou sono. Não há flutuação do nível de consciência, alucinações ou outros déficits cognitivos relevantes, além de discreta dificuldade em fixar novas informações no dia a dia.
Esse quadro é melhor explicado como
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Mulher de 48 anos queixa-se de irritabilidade intensa, labilidade
emocional, fadiga e insônia de manutenção associada a episódios
súbitos de sudorese. Seus ciclos menstruais tornaram-se
irregulares, com fluxo mais intenso. O exame psíquico corrobora
diagnóstico de episódio depressivo maior grave sem ideação
suicida ou sintomas psicóticos. Não possui contraindicação à
terapia hormonal.
Assinale a opção que apresenta a melhor abordagem terapêutica ao quadro descrito.
Assinale a opção que apresenta a melhor abordagem terapêutica ao quadro descrito.
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Homem de 58 anos, com transtorno por uso de álcool há 30 anos,
e diagnóstico de cirrose hepática (Child-Pugh C), é admitido na
emergência 24 horas após a última ingesta de bebida alcoólica.
Ao exame físico, FC: 116 bpm, PA: 150 x 90 mmHg, tremores de
extremidades, sudorese profusa.
Ao exame psíquico, apresenta-se vigil, orientado auto e alopsiquicamente, com intensa agitação psicomotora. Atitude pouco colaborativa, humor disfórico e afeto congruente com humor. Pensamento com curso acelerado, sem alterações da forma ou conteúdo. Não há sinais de atividade alucinatória. Tenacidade reduzida associada à hipervigilância.
Considerando o quadro clínico na admissão do paciente e sua disfunção hepática, a alternativa farmacológica mais adequada para controle da agitação psicomotora e prevenção de convulsões é
Ao exame psíquico, apresenta-se vigil, orientado auto e alopsiquicamente, com intensa agitação psicomotora. Atitude pouco colaborativa, humor disfórico e afeto congruente com humor. Pensamento com curso acelerado, sem alterações da forma ou conteúdo. Não há sinais de atividade alucinatória. Tenacidade reduzida associada à hipervigilância.
Considerando o quadro clínico na admissão do paciente e sua disfunção hepática, a alternativa farmacológica mais adequada para controle da agitação psicomotora e prevenção de convulsões é
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L.C.F, sexo masculino, 37 anos, em uso de haloperidol há cinco
dias devido à quadro psicótico agudo, é levado à emergência com
alteração do nível de consciência, febre (39,4º C), hipertonia
muscular generalizada, FC: 120 bpm, PA: 140 x 90 mmHg e
diaforese. Exames laboratoriais revelam CPK aumentada e
leucocitose.
O diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada são, respectivamente,
O diagnóstico mais provável e a conduta inicial mais adequada são, respectivamente,
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- Psicofarmacologia
- Transtornos MentaisEsquizofrenia, Transtornos Esquizotípicos e Transtornos Delirantes
Paciente de 23 anos acabou de receber diagnóstico de
esquizofrenia. Apresenta obesidade (IMC=34 Kg/m2
), pré-diabetes (HbA1c 5,9%) e dislipidemia. A equipe pretende iniciar
tratamento antipsicótico.
A seguinte medicação seria mais adequada ao perfil metabólico do paciente:
A seguinte medicação seria mais adequada ao perfil metabólico do paciente:
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Um médico de 58 anos atende pela primeira vez um paciente de
23 anos, usuário abusivo de álcool, que foi encaminhado após
episódio de intoxicação aguda. Durante a entrevista, o paciente
torna-se hostil, quando o médico tenta investigar o padrão de
consumo de álcool, dizendo: “Você está igualzinho ao meu pai,
sempre brigando comigo por causa disso.”. A partir desse
momento, o paciente passa a responder com a mesma irritação e
ressentimento que descreveu sentir nas discussões com o pai.
O fenômeno psicodinâmico descrito é denominado
O fenômeno psicodinâmico descrito é denominado
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Mulher de 35 anos procura atendimento no pronto-socorro pela
6ª vez no último mês. Refere episódios súbitos de taquicardia,
sudorese intensa, tremores, dor no peito, sensação de falta de ar,
tontura e medo de "perder o controle" ou "enlouquecer". Relata
que os episódios duram de 5 a 15 minutos e são imprevisíveis. Já
realizou avaliação cardiológica completa (ECG, Holter,
ecocardiograma) e exames laboratoriais, todos normais. Nega
uso de substâncias. Entre os episódios, refere medo constante de
que uma nova crise possa ocorrer.
O diagnóstico mais provável é
O diagnóstico mais provável é
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- Psiquiatria Clínica
- Transtornos MentaisEsquizofrenia, Transtornos Esquizotípicos e Transtornos Delirantes
Paciente do sexo masculino, 22 anos, estudante universitário, é
trazido pela mãe à consulta. Ela relata que, nos últimos 8 meses,
ele passou a apresentar comportamentos progressivamente mais
estranhos: isolamento social, abandono dos amigos, desleixo com
a higiene, e começou a falar de "agentes do governo" que o
monitoram através do celular. O paciente afirma que ouve vozes
que fazem comentários sobre suas ações ("ele está comendo
agora, está mentindo"). Nega uso de substâncias. Ao exame,
apresenta discurso ocasionalmente desorganizado e
embotamento afetivo.
O diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica mais indicada são:
O diagnóstico mais provável e a conduta terapêutica mais indicada são:
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