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A acentuação gráfica das palavras paroxítonas, embora
siga um conjunto de regras específicas, apresenta
exceções que frequentemente confundem até usuários
proficientes da língua portuguesa. Considerando as
normas do Acordo Ortográfico vigente e as regras de acentuação que regem as paroxítonas, assinale a
alternativa em que todas as palavras estão
CORRETAMENTE acentuadas:
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A concordância apresenta casos que exigem atenção
especial. Analise as afirmativas abaixo, que tratam
desses casos específicos de concordância:
I. Na frase "Tudo eram lembranças distantes daquele tempo", o verbo ser está incorreto, pois quando o sujeito é "tudo", o verbo deve concordar obrigatoriamente com o sujeito, permanecendo no singular.
II. Em "Há muitos anos não visito minha cidade natal", o verbo haver está empregado de forma correta, pois está no sentido de tempo decorrido, devendo permanecer na 3ª pessoa do singular.
III. Na construção "Devem existir razões para essa decisão", a concordância está adequada, pois o verbo existir concorda com o sujeito "razões".
IV. Na frase "Haja vistas as pesquisas realizadas", há erro gramatical, pois a forma correta é manter "vista" no singular, independentemente da flexão verbal.
Assinale a alternativa que indica quais afirmativas são verdadeiras:
I. Na frase "Tudo eram lembranças distantes daquele tempo", o verbo ser está incorreto, pois quando o sujeito é "tudo", o verbo deve concordar obrigatoriamente com o sujeito, permanecendo no singular.
II. Em "Há muitos anos não visito minha cidade natal", o verbo haver está empregado de forma correta, pois está no sentido de tempo decorrido, devendo permanecer na 3ª pessoa do singular.
III. Na construção "Devem existir razões para essa decisão", a concordância está adequada, pois o verbo existir concorda com o sujeito "razões".
IV. Na frase "Haja vistas as pesquisas realizadas", há erro gramatical, pois a forma correta é manter "vista" no singular, independentemente da flexão verbal.
Assinale a alternativa que indica quais afirmativas são verdadeiras:
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Mais de 170 mil brasileiros vivem em diálise por doença
renal crônica
A doença renal crônica (DRC) é um dos maiores
desafios de saúde pública no Brasil e no mundo.
Caracterizada pela perda lenta e progressiva da função
dos rins, a condição pode evoluir silenciosamente por
meses ou anos, o que dificulta o diagnóstico precoce e
aumenta o risco de complicações. Estima-se que mais
de 10% da população mundial tenha algum grau de
doença renal crônica, o que equivale a cerca de 850
milhões de pessoas.
No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia
(SBN), mais de 170 mil pessoas estão atualmente em
diálise, número que cresce ano após ano. O dado é
ainda mais preocupante porque apenas uma fração dos
pacientes com insuficiência renal consegue receber
diagnóstico ou acompanhamento adequados.
Os principais fatores que impulsionam o aumento da
DRC são o diabetes, a hipertensão arterial e a obesidade
— condições que também estão em ascensão no país.
Além disso, o sedentarismo, a má alimentação e o
envelhecimento populacional contribuem para o avanço
da doença.
Muitos pacientes só descobrem o problema em fases
avançadas, quando já apresentam sintomas como
inchaço nas pernas, anemia, fadiga, alterações urinárias
e pressão arterial difícil de controlar. Nessa etapa, as
opções de tratamento são mais limitadas e incluem
hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante de rim. O
impacto é expressivo tanto na vida do paciente, que
precisa se adaptar a uma rotina de sessões frequentes
de diálise, quanto no sistema de saúde, que arca com
custos elevados do tratamento contínuo. No Brasil,
estima-se que a diálise consuma bilhões de reais por ano
do orçamento público, reforçando a importância da
prevenção.
A boa notícia é que a progressão da doença renal
crônica pode ser retardada quando o diagnóstico é feito
em fase precoce. Um exame simples de sangue, que
mede a creatinina, e um exame de urina são suficientes
para identificar precocemente a doença. Campanhas de
rastreamento em populações de risco, como diabéticos e
hipertensos, têm se mostrado estratégias eficazes para
detectar o problema antes que chegue a estágios
críticos.
Nos últimos anos, novos medicamentos também têm
ajudado a retardar a progressão da doença. Entre eles
estão os inibidores de SGLT2, originalmente
desenvolvidos para o tratamento do diabetes, mas que
demonstraram benefícios significativos na proteção da
função renal e na redução de eventos cardiovasculares.
Essa integração entre o cuidado metabólico, o controle
da pressão arterial e a atenção ao peso corporal adequado é essencial para reduzir a carga da doença.
A prevenção ainda é a melhor estratégia. Evitar
automedicação, reduzir o consumo de sal e
ultraprocessados e manter um estilo de vida saudável
são medidas simples que podem preservar a função dos
rins. O crescimento expressivo do número de pacientes
em diálise serve como alerta: a estimativa é que, nas
próximas duas décadas, a DRC pode se tornar uma das
cinco principais causas de morte no mundo.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mais-de-170-mil-brasileiros-vivemem-dialise-por-doenca-renal-cronica/#goog_rewarded
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Mais de 170 mil brasileiros vivem em diálise por doença
renal crônica
A doença renal crônica (DRC) é um dos maiores
desafios de saúde pública no Brasil e no mundo.
Caracterizada pela perda lenta e progressiva da função
dos rins, a condição pode evoluir silenciosamente por
meses ou anos, o que dificulta o diagnóstico precoce e
aumenta o risco de complicações. Estima-se que mais
de 10% da população mundial tenha algum grau de
doença renal crônica, o que equivale a cerca de 850
milhões de pessoas.
No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia
(SBN), mais de 170 mil pessoas estão atualmente em
diálise, número que cresce ano após ano. O dado é
ainda mais preocupante porque apenas uma fração dos
pacientes com insuficiência renal consegue receber
diagnóstico ou acompanhamento adequados.
Os principais fatores que impulsionam o aumento da
DRC são o diabetes, a hipertensão arterial e a obesidade
— condições que também estão em ascensão no país.
Além disso, o sedentarismo, a má alimentação e o
envelhecimento populacional contribuem para o avanço
da doença.
Muitos pacientes só descobrem o problema em fases
avançadas, quando já apresentam sintomas como
inchaço nas pernas, anemia, fadiga, alterações urinárias
e pressão arterial difícil de controlar. Nessa etapa, as
opções de tratamento são mais limitadas e incluem
hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante de rim. O
impacto é expressivo tanto na vida do paciente, que
precisa se adaptar a uma rotina de sessões frequentes
de diálise, quanto no sistema de saúde, que arca com
custos elevados do tratamento contínuo. No Brasil,
estima-se que a diálise consuma bilhões de reais por ano
do orçamento público, reforçando a importância da
prevenção.
A boa notícia é que a progressão da doença renal
crônica pode ser retardada quando o diagnóstico é feito
em fase precoce. Um exame simples de sangue, que
mede a creatinina, e um exame de urina são suficientes
para identificar precocemente a doença. Campanhas de
rastreamento em populações de risco, como diabéticos e
hipertensos, têm se mostrado estratégias eficazes para
detectar o problema antes que chegue a estágios
críticos.
Nos últimos anos, novos medicamentos também têm
ajudado a retardar a progressão da doença. Entre eles
estão os inibidores de SGLT2, originalmente
desenvolvidos para o tratamento do diabetes, mas que
demonstraram benefícios significativos na proteção da
função renal e na redução de eventos cardiovasculares.
Essa integração entre o cuidado metabólico, o controle
da pressão arterial e a atenção ao peso corporal adequado é essencial para reduzir a carga da doença.
A prevenção ainda é a melhor estratégia. Evitar
automedicação, reduzir o consumo de sal e
ultraprocessados e manter um estilo de vida saudável
são medidas simples que podem preservar a função dos
rins. O crescimento expressivo do número de pacientes
em diálise serve como alerta: a estimativa é que, nas
próximas duas décadas, a DRC pode se tornar uma das
cinco principais causas de morte no mundo.
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Mais de 170 mil brasileiros vivem em diálise por doença
renal crônica
A doença renal crônica (DRC) é um dos maiores
desafios de saúde pública no Brasil e no mundo.
Caracterizada pela perda lenta e progressiva da função
dos rins, a condição pode evoluir silenciosamente por
meses ou anos, o que dificulta o diagnóstico precoce e
aumenta o risco de complicações. Estima-se que mais
de 10% da população mundial tenha algum grau de
doença renal crônica, o que equivale a cerca de 850
milhões de pessoas.
No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia
(SBN), mais de 170 mil pessoas estão atualmente em
diálise, número que cresce ano após ano. O dado é
ainda mais preocupante porque apenas uma fração dos
pacientes com insuficiência renal consegue receber
diagnóstico ou acompanhamento adequados.
Os principais fatores que impulsionam o aumento da
DRC são o diabetes, a hipertensão arterial e a obesidade
— condições que também estão em ascensão no país.
Além disso, o sedentarismo, a má alimentação e o
envelhecimento populacional contribuem para o avanço
da doença.
Muitos pacientes só descobrem o problema em fases
avançadas, quando já apresentam sintomas como
inchaço nas pernas, anemia, fadiga, alterações urinárias
e pressão arterial difícil de controlar. Nessa etapa, as
opções de tratamento são mais limitadas e incluem
hemodiálise, diálise peritoneal ou transplante de rim. O
impacto é expressivo tanto na vida do paciente, que
precisa se adaptar a uma rotina de sessões frequentes
de diálise, quanto no sistema de saúde, que arca com
custos elevados do tratamento contínuo. No Brasil,
estima-se que a diálise consuma bilhões de reais por ano
do orçamento público, reforçando a importância da
prevenção.
A boa notícia é que a progressão da doença renal
crônica pode ser retardada quando o diagnóstico é feito
em fase precoce. Um exame simples de sangue, que
mede a creatinina, e um exame de urina são suficientes
para identificar precocemente a doença. Campanhas de
rastreamento em populações de risco, como diabéticos e
hipertensos, têm se mostrado estratégias eficazes para
detectar o problema antes que chegue a estágios
críticos.
Nos últimos anos, novos medicamentos também têm
ajudado a retardar a progressão da doença. Entre eles
estão os inibidores de SGLT2, originalmente
desenvolvidos para o tratamento do diabetes, mas que
demonstraram benefícios significativos na proteção da
função renal e na redução de eventos cardiovasculares.
Essa integração entre o cuidado metabólico, o controle
da pressão arterial e a atenção ao peso corporal adequado é essencial para reduzir a carga da doença.
A prevenção ainda é a melhor estratégia. Evitar
automedicação, reduzir o consumo de sal e
ultraprocessados e manter um estilo de vida saudável
são medidas simples que podem preservar a função dos
rins. O crescimento expressivo do número de pacientes
em diálise serve como alerta: a estimativa é que, nas
próximas duas décadas, a DRC pode se tornar uma das
cinco principais causas de morte no mundo.
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Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É
Fundamental para a Saúde Mental
As gerações mais velhas como a minha cresceram em
torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o
almoço de domingo era a oportunidade perfeita para
colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir
também. Não importa se a briga era por alguma
bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas
era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou
radicalmente. A popularização das redes sociais
transformou a forma como nos relacionamos.
Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas
fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não
apenas confirma o crescimento da solidão no mundo
contemporâneo, mas também sinaliza o
desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no
passado, eram fundamentais para a saúde mental .
A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um
levantamento recente vem nos relembrar de que
compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos
maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da
Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse
hábito em um patamar de importância elaborada ao de
ter boa renda e bom emprego.
A tradição de comer junto vem de longe. Desde os
primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e,
depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de
fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial
para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para
a nossa saúde emocional hoje.
A ciência nos traz outras evidências claras do que estou
falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a
liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à
confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos
sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.
Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se
sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas
daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar ,
em particular, parece ser o momento mais impactante.
É depois do expediente, quando a socialização é mais
necessária, que a solidão se torna mais pesada para
aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem
obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar
que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso
dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para
nos ouvir.
A importância de dividir a mesa se estende a todas as
idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma
refeição em grupo é um remédio contra a solidão,
ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.
https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/
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Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É
Fundamental para a Saúde Mental
As gerações mais velhas como a minha cresceram em
torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o
almoço de domingo era a oportunidade perfeita para
colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir
também. Não importa se a briga era por alguma
bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas
era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou
radicalmente. A popularização das redes sociais
transformou a forma como nos relacionamos.
Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas
fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não
apenas confirma o crescimento da solidão no mundo
contemporâneo, mas também sinaliza o
desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no
passado, eram fundamentais para a saúde mental .
A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um
levantamento recente vem nos relembrar de que
compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos
maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da
Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse
hábito em um patamar de importância elaborada ao de
ter boa renda e bom emprego.
A tradição de comer junto vem de longe. Desde os
primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e,
depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de
fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial
para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para
a nossa saúde emocional hoje.
A ciência nos traz outras evidências claras do que estou
falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a
liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à
confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos
sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.
Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se
sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas
daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar ,
em particular, parece ser o momento mais impactante.
É depois do expediente, quando a socialização é mais
necessária, que a solidão se torna mais pesada para
aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem
obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar
que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso
dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para
nos ouvir.
A importância de dividir a mesa se estende a todas as
idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma
refeição em grupo é um remédio contra a solidão,
ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.
https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/
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Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É
Fundamental para a Saúde Mental
As gerações mais velhas como a minha cresceram em
torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o
almoço de domingo era a oportunidade perfeita para
colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir
também. Não importa se a briga era por alguma
bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas
era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou
radicalmente. A popularização das redes sociais
transformou a forma como nos relacionamos.
Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas
fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não
apenas confirma o crescimento da solidão no mundo
contemporâneo, mas também sinaliza o
desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no
passado, eram fundamentais para a saúde mental .
A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um
levantamento recente vem nos relembrar de que
compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos
maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da
Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse
hábito em um patamar de importância elaborada ao de
ter boa renda e bom emprego.
A tradição de comer junto vem de longe. Desde os
primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e,
depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de
fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial
para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para
a nossa saúde emocional hoje.
A ciência nos traz outras evidências claras do que estou
falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a
liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à
confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos
sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.
Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se
sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas
daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar ,
em particular, parece ser o momento mais impactante.
É depois do expediente, quando a socialização é mais
necessária, que a solidão se torna mais pesada para
aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem
obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar
que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso
dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para
nos ouvir.
A importância de dividir a mesa se estende a todas as
idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma
refeição em grupo é um remédio contra a solidão,
ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.
https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/
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Questão presente nas seguintes provas
Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É
Fundamental para a Saúde Mental
As gerações mais velhas como a minha cresceram em
torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o
almoço de domingo era a oportunidade perfeita para
colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir
também. Não importa se a briga era por alguma
bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas
era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou
radicalmente. A popularização das redes sociais
transformou a forma como nos relacionamos.
Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas
fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não
apenas confirma o crescimento da solidão no mundo
contemporâneo, mas também sinaliza o
desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no
passado, eram fundamentais para a saúde mental .
A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um
levantamento recente vem nos relembrar de que
compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos
maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da
Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse
hábito em um patamar de importância elaborada ao de
ter boa renda e bom emprego.
A tradição de comer junto vem de longe. Desde os
primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e,
depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de
fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial
para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para
a nossa saúde emocional hoje.
A ciência nos traz outras evidências claras do que estou
falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a
liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à
confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos
sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.
Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se
sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas
daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar ,
em particular, parece ser o momento mais impactante.
É depois do expediente, quando a socialização é mais
necessária, que a solidão se torna mais pesada para
aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem
obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar
que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso
dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para
nos ouvir.
A importância de dividir a mesa se estende a todas as
idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma
refeição em grupo é um remédio contra a solidão,
ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.
https://forbes.com.br/colunas/2025/10/dr-arthur-guerra-nao-coma-sozinho-fazer-refeicoes-acompanhado-e-fundamental-para-a-saude-mental/
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Não Coma Sozinho: Fazer Refeições Acompanhado É
Fundamental para a Saúde Mental
As gerações mais velhas como a minha cresceram em
torno de uma mesa. Reunir a família para o jantar e o
almoço de domingo era a oportunidade perfeita para
colocar uma conversa em dia e, por que não, discutir
também. Não importa se a briga era por alguma
bobagem ou algo mais sério. O que se via entre garfadas
era uma interação genuína. Essa dinâmica mudou
radicalmente. A popularização das redes sociais
transformou a forma como nos relacionamos.
Dados globais nos indicam que cada vez mais pessoas
fazem suas refeições sozinhas, uma realidade que não
apenas confirma o crescimento da solidão no mundo
contemporâneo, mas também sinaliza o
desaparecimento progressivo de rituais sociais que, no
passado, eram fundamentais para a saúde mental .
A vem ciência nos lembrar o poder desses figurinos. Um
levantamento recente vem nos relembrar de que
compartilhar a mesa com outras pessoas é um dos
maiores indicativos de bem-estar. O Relatório Mundial da
Felicidade de 2025 , realizado pela Gallup , coloca esse
hábito em um patamar de importância elaborada ao de
ter boa renda e bom emprego.
A tradição de comer junto vem de longe. Desde os
primeiros hominídeos, a partilha da caça no fim do dia e,
depois, o comer junto ao redor do fogo, foi uma forma de
fortalecer os laços sociais, um elemento tão essencial
para a sobrevivência do grupo no passado quanto é para
a nossa saúde emocional hoje.
A ciência nos traz outras evidências claras do que estou
falando: refeições compartilhadas estimulam o cérebro a
liberar substâncias e a ativar vias ligadas ao bem-estar, à
confiança e ao prazer. Durante esses momentos, nos
sentimos mais conectados, mas também mais relaxados.
Pessoas que dividem a mesa com outras relatam se
sentirem melhor consigo mesmas e mais próximas
daquelas com quem compartilham a refeição. O jantar ,
em particular, parece ser o momento mais impactante.
É depois do expediente, quando a socialização é mais
necessária, que a solidão se torna mais pesada para
aqueles que não têm uma rede de apoio e se veem
obrigados a comer sozinhos. Geralmente, é no jantar
que compartilhamos os desafios e as vitórias do nosso
dia a dia, fortalecendo a conexão com quem está ali para
nos ouvir.
A importância de dividir a mesa se estende a todas as
idades. Para os idosos, apontam estudos, fazer uma
refeição em grupo é um remédio contra a solidão,
ajudando-os a experimentarem maior bem-estar.
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