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Analise a concordância nas frases a seguir e
assinale a alternativa INCORRETA:
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Com relação à ortografia, analise as afirmativas
a seguir:
I. Depois dos ditongos au, ei, oi e ou é correto utilizar as letras c e ç, como em “calabouço”.
II. Grafam-se com s substantivos abstratos em - esa, como em “pobresa”.
III. As palavras "náuzea" e "louza" são exemplos de palavras corretamente escritas com a letra z.
IV. As palavras "ameixa" e "desleixo" são corretamente grafadas com x em vez de ch.
Assinale a alternativa correta:
I. Depois dos ditongos au, ei, oi e ou é correto utilizar as letras c e ç, como em “calabouço”.
II. Grafam-se com s substantivos abstratos em - esa, como em “pobresa”.
III. As palavras "náuzea" e "louza" são exemplos de palavras corretamente escritas com a letra z.
IV. As palavras "ameixa" e "desleixo" são corretamente grafadas com x em vez de ch.
Assinale a alternativa correta:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Nevoeiro
Coisas estranhas estão acontecendo na
Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e
esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não
estou pregando mentira, vejam as fotos que aí
estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel
de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar;
a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela
transformação do anel em muralha branca. Daí a
bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi
seguindo e comendo um por um os postos de
Copacabana, que não ofereceram resistência. O
Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio,
protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram
varridos da face da Guanabara.
Tudo que eram cores e formas afundou
num branco de espuma de sabão, inclusive o mar.
Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não
havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na
areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia.
Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a
vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima
que constitui a pompa do Rio de Janeiro.
Saíram a campo, imediatamente, pessoas
especializadas em achar explicação para tudo, e
recorrendo a seus conhecimentos
meteorológicos, sacaram de lá o encontro da
massa fria com a massa quente, espécie de pacto
de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara.
Explicação nebulosa como a própria névoa
assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria
diante da frente cálida, quando o que todo mundo
presenciou foi a derrota da frente cálida pela
frente fria no espaço de horas em que esta última
ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio,
criando um vácuo na paisagem.
É verdade que, à noite, as montanhas, o
mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas
ninguém é capaz de informar o que sucedeu com
eles no intervalo em que ficamos privados desses
elementos cariocas, nem dar explicação plausível
para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e
espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao
fim silencioso de um mundo que parecia eterno,
de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e
conferido pelos olhos. (...)
Não era ainda a eliminação. Era talvez um
ensaio geral, ou nem isto: simples teste,
experiência de magia alva, quem sabe mesmo se
divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza
de alma dos moradores da costa? Se não foi —
pois tudo pode acontecer na Zona Sul —
promoção de objetivo turístico ou mera
publicidade de alguma nova marca de sabão em
pó, a ser lançada pelo Natal.
ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro:
Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>. .
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Nevoeiro
Coisas estranhas estão acontecendo na
Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e
esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não
estou pregando mentira, vejam as fotos que aí
estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel
de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar;
a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela
transformação do anel em muralha branca. Daí a
bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi
seguindo e comendo um por um os postos de
Copacabana, que não ofereceram resistência. O
Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio,
protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram
varridos da face da Guanabara.
Tudo que eram cores e formas afundou
num branco de espuma de sabão, inclusive o mar.
Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não
havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na
areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia.
Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a
vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima
que constitui a pompa do Rio de Janeiro.
Saíram a campo, imediatamente, pessoas
especializadas em achar explicação para tudo, e
recorrendo a seus conhecimentos
meteorológicos, sacaram de lá o encontro da
massa fria com a massa quente, espécie de pacto
de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara.
Explicação nebulosa como a própria névoa
assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria
diante da frente cálida, quando o que todo mundo
presenciou foi a derrota da frente cálida pela
frente fria no espaço de horas em que esta última
ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio,
criando um vácuo na paisagem.
É verdade que, à noite, as montanhas, o
mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas
ninguém é capaz de informar o que sucedeu com
eles no intervalo em que ficamos privados desses
elementos cariocas, nem dar explicação plausível
para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e
espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao
fim silencioso de um mundo que parecia eterno,
de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e
conferido pelos olhos. (...)
Não era ainda a eliminação. Era talvez um
ensaio geral, ou nem isto: simples teste,
experiência de magia alva, quem sabe mesmo se
divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza
de alma dos moradores da costa? Se não foi —
pois tudo pode acontecer na Zona Sul —
promoção de objetivo turístico ou mera
publicidade de alguma nova marca de sabão em
pó, a ser lançada pelo Natal.
ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro:
Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>. .
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Nevoeiro
Coisas estranhas estão acontecendo na
Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e
esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não
estou pregando mentira, vejam as fotos que aí
estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel
de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar;
a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela
transformação do anel em muralha branca. Daí a
bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi
seguindo e comendo um por um os postos de
Copacabana, que não ofereceram resistência. O
Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio,
protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram
varridos da face da Guanabara.
Tudo que eram cores e formas afundou
num branco de espuma de sabão, inclusive o mar.
Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não
havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na
areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia.
Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a
vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima
que constitui a pompa do Rio de Janeiro.
Saíram a campo, imediatamente, pessoas
especializadas em achar explicação para tudo, e
recorrendo a seus conhecimentos
meteorológicos, sacaram de lá o encontro da
massa fria com a massa quente, espécie de pacto
de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara.
Explicação nebulosa como a própria névoa
assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria
diante da frente cálida, quando o que todo mundo
presenciou foi a derrota da frente cálida pela
frente fria no espaço de horas em que esta última
ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio,
criando um vácuo na paisagem.
É verdade que, à noite, as montanhas, o
mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas
ninguém é capaz de informar o que sucedeu com
eles no intervalo em que ficamos privados desses
elementos cariocas, nem dar explicação plausível
para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e
espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao
fim silencioso de um mundo que parecia eterno,
de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e
conferido pelos olhos. (...)
Não era ainda a eliminação. Era talvez um
ensaio geral, ou nem isto: simples teste,
experiência de magia alva, quem sabe mesmo se
divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza
de alma dos moradores da costa? Se não foi —
pois tudo pode acontecer na Zona Sul —
promoção de objetivo turístico ou mera
publicidade de alguma nova marca de sabão em
pó, a ser lançada pelo Natal.
ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro:
Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>. .
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Nevoeiro
Coisas estranhas estão acontecendo na
Zona Sul: a cidade inteira se abrasa em calor, e
esse trecho do Rio desaparece no nevoeiro. Não
estou pregando mentira, vejam as fotos que aí
estão honrando minha palavra. Primeiro, um anel
de bruma envolveu calmamente o Pão de Açúcar;
a Urca e o bondinho aéreo foram tragados pela
transformação do anel em muralha branca. Daí a
bruma avançou para o Leme e papou a praia; foi
seguindo e comendo um por um os postos de
Copacabana, que não ofereceram resistência. O
Arpoador, pensando que o Forte lhe daria apoio,
protestou sem êxito; Ipanema e Leblon foram
varridos da face da Guanabara.
Tudo que eram cores e formas afundou
num branco de espuma de sabão, inclusive o mar.
Os brotos entreolharam-se, assombrados. Não
havia mais nem onda nem surfe nem nada. Na
areia, sumiu o frescobol e sumiu a própria areia.
Em duas horas, se tanto, a névoa liquidou a
vaidosa, a sensual, a existencialista orla marítima
que constitui a pompa do Rio de Janeiro.
Saíram a campo, imediatamente, pessoas
especializadas em achar explicação para tudo, e
recorrendo a seus conhecimentos
meteorológicos, sacaram de lá o encontro da
massa fria com a massa quente, espécie de pacto
de Lisboa aplicado ao tempo na Guanabara.
Explicação nebulosa como a própria névoa
assaltante, pois aludia ao recuo da frente fria
diante da frente cálida, quando o que todo mundo
presenciou foi a derrota da frente cálida pela
frente fria no espaço de horas em que esta última
ocupou e dissolveu as seletas imagens do Rio,
criando um vácuo na paisagem.
É verdade que, à noite, as montanhas, o
mar, as praias e o bondinho reapareceram, mas
ninguém é capaz de informar o que sucedeu com
eles no intervalo em que ficamos privados desses
elementos cariocas, nem dar explicação plausível
para o ato mágico atestado pelos fotógrafos. Pois a verdade é que tudo sumiu por encanto e
espanto, e era como se estivéssemos assistindo ao
fim silencioso de um mundo que parecia eterno,
de tanto que o trazíamos de cor na lembrança e
conferido pelos olhos. (...)
Não era ainda a eliminação. Era talvez um
ensaio geral, ou nem isto: simples teste,
experiência de magia alva, quem sabe mesmo se
divertimento de altos poderes, a medir a fortaleza
de alma dos moradores da costa? Se não foi —
pois tudo pode acontecer na Zona Sul —
promoção de objetivo turístico ou mera
publicidade de alguma nova marca de sabão em
pó, a ser lançada pelo Natal.
ANDRADE, Carlos Drummond. Nevoeiro. Rio de Janeiro:
Correio da Manhã, 4 dez. 1966. Disponível em:<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17477/nevoeiro
>. .
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Questão presente nas seguintes provas
Analise o período a seguir e as assertivas a respeito de sua formação e assinale V,
se verdadeiras, ou F, se falsas.
“O psiquiatra Sigmund Freud defendia que todo indivíduo é movido pela busca da felicidade, mas essa busca seria uma coisa utópica, uma vez que para ela existir, não é possível depender do mundo real” (Roitman, 2022).
( ) O período é formado por seis orações, entre elas, orações coordenadas e subordinadas. ( ) Identificam-se duas orações reduzidas de infinitivo no período. ( ) Verifica-se a presença de duas orações na voz passiva.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
“O psiquiatra Sigmund Freud defendia que todo indivíduo é movido pela busca da felicidade, mas essa busca seria uma coisa utópica, uma vez que para ela existir, não é possível depender do mundo real” (Roitman, 2022).
( ) O período é formado por seis orações, entre elas, orações coordenadas e subordinadas. ( ) Identificam-se duas orações reduzidas de infinitivo no período. ( ) Verifica-se a presença de duas orações na voz passiva.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Leia o trecho do texto “O que é ser feliz?”, de Isaac Roitman, publicado no site UnB
Notícias em 2022:
“Segundo o dicionário, felicidade é o estado de quem é feliz, um sentimento de bem-estar e contentamento. Os filósofos associam a felicidade com o prazer, com os sentimentos e emoções. Segundo Aristóteles, a felicidade seria o equilíbrio e harmonia, e a prática do bem. Para Epicuro, a felicidade ocorre através da satisfação dos desejos. Para Pirro de Élia, a felicidade acontecia através da tranquilidade. Para o filósofo indiano Mahavira, a não violência era um importante aliado para atingir a felicidade plena. Para o filósofo chinês Lao Tsé, a felicidade poderia ser atingida tendo como modelo a natureza. Já Confúcio acreditava na felicidade devido a harmonia entre as pessoas. No budismo, a felicidade ocorre através da liberação do sofrimento e pela superação do desejo, através do treinamento mental”.
Assinale a alternativa que indica o recurso de argumentação empregado pelo autor.
“Segundo o dicionário, felicidade é o estado de quem é feliz, um sentimento de bem-estar e contentamento. Os filósofos associam a felicidade com o prazer, com os sentimentos e emoções. Segundo Aristóteles, a felicidade seria o equilíbrio e harmonia, e a prática do bem. Para Epicuro, a felicidade ocorre através da satisfação dos desejos. Para Pirro de Élia, a felicidade acontecia através da tranquilidade. Para o filósofo indiano Mahavira, a não violência era um importante aliado para atingir a felicidade plena. Para o filósofo chinês Lao Tsé, a felicidade poderia ser atingida tendo como modelo a natureza. Já Confúcio acreditava na felicidade devido a harmonia entre as pessoas. No budismo, a felicidade ocorre através da liberação do sofrimento e pela superação do desejo, através do treinamento mental”.
Assinale a alternativa que indica o recurso de argumentação empregado pelo autor.
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Assinale a alternativa que indica a palavra grafada corretamente de acordo com o
acordo ortográfico vigente.
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Questão presente nas seguintes provas
A evolução da língua portuguesa e a resistência purista de parte da sociedade
Por E-docente Educação

(Disponível em: https://www.edocente.com.br/blog-evolucao-da-lingua-portuguesa/ – texto adaptado especialmente para esta prova)
1. Ao substantivo “sumidade” pode-se relacionar o adjetivo “sumo”, por partilharem do mesmo radical e serem do mesmo campo de significação.
2. Trata-se de um substantivo sobrecomum, portanto, uniforme em relação ao gênero.
3. A situação de ocorrência da palavra permite perceber certo tom jocoso ao se referir aos “professores corretores”.
4. A palavra “ápice” poderia substituir corretamente “sumidade” no contexto em que ela ocorre, sem causar alterações significativas ao sentido do trecho.
O resultado da somatória dos números que correspondem às afirmações corretas é:
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