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Texto para responder à questão.
Estudo aponta desigualdade de língua na web
Alguns povos têm dificuldade em encontrar conteúdo na internet em seu próprio idioma
O aplicativo Instagram até pode ser baixado nos celulares de Bangladesh, na Ásia. Mas quem quiser configurá-lo para o
bengali, língua oficial do país, infelizmente não terá essa opção. O jeito é escolher outro idioma.
Essa é a realidade de diversos povos mundo afora. Um estudo divulgado pela organização Whose Knowledge, em parceria
com a Universidade de Oxford, do Reino Unido, mostra que diversas línguas não são bem representadas no mundo virtual.
Segundo o relatório, essa desigualdade afeta principalmente asiáticos e africanos: 90% deles precisam utilizar outra língua
que não a sua para navegar entre conteúdos e aplicativos.
O mundo tem hoje cerca de 7.151 línguas vivas (ou seja, efetivamente faladas), de acordo com o Ethnologue, iniciativa que
reúne estudiosos do tema. Por um lado, dá para imaginar a dificuldade de criar conteúdo para atender todos os habitantes do
planeta; por outro, há aquelas que apontam uma desigualdade exacerbada.
O estudo mostra, por exemplo, que 77% dos internautas em todo o mundo navegam na internet em apenas dez idiomas.
Esse número indica que muita gente acaba usando uma segunda língua em suas atividades on-line.
Um outro exemplo é o punjabi, falado por cerca de 104 milhões de pessoas na região entre Índia e Paquistão. Nem mesmo
os aplicativos mais populares, como Facebook e Google Maps, estão disponíveis na língua.
(PEIXOTO, Fabrícia. Estudo aponta desigualdade de língua na web. Revista Qualé. Disponível em: https://revistaquale.com.br. Acesso em: outubro de 2025.)
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Texto para responder à questão.
Estudo aponta desigualdade de língua na web
Alguns povos têm dificuldade em encontrar conteúdo na internet em seu próprio idioma
O aplicativo Instagram até pode ser baixado nos celulares de Bangladesh, na Ásia. Mas quem quiser configurá-lo para o
bengali, língua oficial do país, infelizmente não terá essa opção. O jeito é escolher outro idioma.
Essa é a realidade de diversos povos mundo afora. Um estudo divulgado pela organização Whose Knowledge, em parceria
com a Universidade de Oxford, do Reino Unido, mostra que diversas línguas não são bem representadas no mundo virtual.
Segundo o relatório, essa desigualdade afeta principalmente asiáticos e africanos: 90% deles precisam utilizar outra língua
que não a sua para navegar entre conteúdos e aplicativos.
O mundo tem hoje cerca de 7.151 línguas vivas (ou seja, efetivamente faladas), de acordo com o Ethnologue, iniciativa que
reúne estudiosos do tema. Por um lado, dá para imaginar a dificuldade de criar conteúdo para atender todos os habitantes do
planeta; por outro, há aquelas que apontam uma desigualdade exacerbada.
O estudo mostra, por exemplo, que 77% dos internautas em todo o mundo navegam na internet em apenas dez idiomas.
Esse número indica que muita gente acaba usando uma segunda língua em suas atividades on-line.
Um outro exemplo é o punjabi, falado por cerca de 104 milhões de pessoas na região entre Índia e Paquistão. Nem mesmo
os aplicativos mais populares, como Facebook e Google Maps, estão disponíveis na língua.
(PEIXOTO, Fabrícia. Estudo aponta desigualdade de língua na web. Revista Qualé. Disponível em: https://revistaquale.com.br. Acesso em: outubro de 2025.)
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Autopsicografia
(Poesias. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1942. 15ª ed. 1995. Adaptado.)
Em seu poema “Autopsicografia”, Fernando Pessoa:
(Poesias. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1942. 15ª ed. 1995. Adaptado.)
Em seu poema “Autopsicografia”, Fernando Pessoa:
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O Direito aos direitos humanos
Atualmente, vivemos em uma sociedade altamente tecnológica, onde informações podem se disseminar rapidamente.
Apesar dessa velocidade de difusão, o mesmo alcance raramente é dedicado a questões relacionadas aos direitos humanos.
Muitas vezes, essas situações virais envolvem graves violações de direitos que poderiam ser utilizadas como catalisadoras para
disseminar o conhecimento e conscientizar o público sobre a importância de garantir o respeito aos direitos humanos. Contudo,
essa oportunidade quase sempre é ignorada, ampliando o desconhecimento generalizado.
Esse desconhecimento não é uma questão menor. Faltam políticas públicas efetivas, vozes responsáveis e, mais do que
isso, é evidente a carência de uma formação cidadã. Jovens desconhecem seus direitos básicos, muitos dos quais estão
expressos no art. 227 da Constituição Federal do Brasil, que afirma:
“É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o
direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade
e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração,
violência, crueldade e opressão.”
Entretanto, a conscientização sobre esses direitos é negligenciada, o que reflete diretamente na formação de cidadãos. Há
algumas décadas, disciplinas como OSPB – Organização Social e Política Brasileira, Educação Moral e Cívica e Ética ocupavam
espaço de destaque nas escolas, proporcionando aos jovens uma base sólida sobre seus direitos e deveres.
Não só o jovem, mas especialmente ele, precisa saber que os direitos humanos são os direitos básicos e liberdades dos
seres humanos que são inalienáveis e independentes de raça, gênero, nacionalidade, etnia, religião ou qualquer outra condição.
Isso porque a intolerância em todos os níveis mata, e, mais preocupante, tem feito muitas vítimas de homicídios e suicídios,
especialmente entre os jovens. Uma pesquisa da OMS – Organização Mundial da Saúde aponta que o suicídio é a segunda
principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos no mundo, perdendo apenas para os acidentes de trânsito. A
disseminação de informações sobre direitos humanos poderia desempenhar um papel crucial, ajudando os jovens a
compreenderem seus direitos, buscando assistência e lidando com os desafios emocionais de forma mais consciente.
A educação em direitos humanos é indispensável para a formação de cidadãos conscientes, responsáveis e capazes de
exercer suas liberdades de maneira informada. Reintroduzir nas escolas disciplinas que abordem esses temas, ainda que com
outro nome, é essencial para fortalecer a cidadania e minimizar as violações que tornam um futuro promissor mais distante
para tantos jovens.
Portanto, o desafio não é apenas ensinar sobre os direitos humanos, mas garantir que a sociedade entenda que o exercício
da cidadania está intrinsecamente ligado aos deveres. Por meio de uma educação que respeite a liberdade de pensamento e o
pluralismo de ideias, podemos formar não apenas cidadãos informados, mas também capazes de transformar o mundo ao seu
redor em um lugar mais justo e humano.
(Kate Martins Pires. Disponível em: https://www.migalhas.com.br. Acesso em: outubro de 2025. Fragmento.)
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O Direito aos direitos humanos
Atualmente, vivemos em uma sociedade altamente tecnológica, onde informações podem se disseminar rapidamente.
Apesar dessa velocidade de difusão, o mesmo alcance raramente é dedicado a questões relacionadas aos direitos humanos.
Muitas vezes, essas situações virais envolvem graves violações de direitos que poderiam ser utilizadas como catalisadoras para
disseminar o conhecimento e conscientizar o público sobre a importância de garantir o respeito aos direitos humanos. Contudo,
essa oportunidade quase sempre é ignorada, ampliando o desconhecimento generalizado.
Esse desconhecimento não é uma questão menor. Faltam políticas públicas efetivas, vozes responsáveis e, mais do que
isso, é evidente a carência de uma formação cidadã. Jovens desconhecem seus direitos básicos, muitos dos quais estão
expressos no art. 227 da Constituição Federal do Brasil, que afirma:
“É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o
direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade
e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração,
violência, crueldade e opressão.”
Entretanto, a conscientização sobre esses direitos é negligenciada, o que reflete diretamente na formação de cidadãos. Há
algumas décadas, disciplinas como OSPB – Organização Social e Política Brasileira, Educação Moral e Cívica e Ética ocupavam
espaço de destaque nas escolas, proporcionando aos jovens uma base sólida sobre seus direitos e deveres.
Não só o jovem, mas especialmente ele, precisa saber que os direitos humanos são os direitos básicos e liberdades dos
seres humanos que são inalienáveis e independentes de raça, gênero, nacionalidade, etnia, religião ou qualquer outra condição.
Isso porque a intolerância em todos os níveis mata, e, mais preocupante, tem feito muitas vítimas de homicídios e suicídios,
especialmente entre os jovens. Uma pesquisa da OMS – Organização Mundial da Saúde aponta que o suicídio é a segunda
principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos no mundo, perdendo apenas para os acidentes de trânsito. A
disseminação de informações sobre direitos humanos poderia desempenhar um papel crucial, ajudando os jovens a
compreenderem seus direitos, buscando assistência e lidando com os desafios emocionais de forma mais consciente.
A educação em direitos humanos é indispensável para a formação de cidadãos conscientes, responsáveis e capazes de
exercer suas liberdades de maneira informada. Reintroduzir nas escolas disciplinas que abordem esses temas, ainda que com
outro nome, é essencial para fortalecer a cidadania e minimizar as violações que tornam um futuro promissor mais distante
para tantos jovens.
Portanto, o desafio não é apenas ensinar sobre os direitos humanos, mas garantir que a sociedade entenda que o exercício
da cidadania está intrinsecamente ligado aos deveres. Por meio de uma educação que respeite a liberdade de pensamento e o
pluralismo de ideias, podemos formar não apenas cidadãos informados, mas também capazes de transformar o mundo ao seu
redor em um lugar mais justo e humano.
(Kate Martins Pires. Disponível em: https://www.migalhas.com.br. Acesso em: outubro de 2025. Fragmento.)
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O Direito aos direitos humanos
Atualmente, vivemos em uma sociedade altamente tecnológica, onde informações podem se disseminar rapidamente.
Apesar dessa velocidade de difusão, o mesmo alcance raramente é dedicado a questões relacionadas aos direitos humanos.
Muitas vezes, essas situações virais envolvem graves violações de direitos que poderiam ser utilizadas como catalisadoras para
disseminar o conhecimento e conscientizar o público sobre a importância de garantir o respeito aos direitos humanos. Contudo,
essa oportunidade quase sempre é ignorada, ampliando o desconhecimento generalizado.
Esse desconhecimento não é uma questão menor. Faltam políticas públicas efetivas, vozes responsáveis e, mais do que
isso, é evidente a carência de uma formação cidadã. Jovens desconhecem seus direitos básicos, muitos dos quais estão
expressos no art. 227 da Constituição Federal do Brasil, que afirma:
“É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o
direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade
e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração,
violência, crueldade e opressão.”
Entretanto, a conscientização sobre esses direitos é negligenciada, o que reflete diretamente na formação de cidadãos. Há
algumas décadas, disciplinas como OSPB – Organização Social e Política Brasileira, Educação Moral e Cívica e Ética ocupavam
espaço de destaque nas escolas, proporcionando aos jovens uma base sólida sobre seus direitos e deveres.
Não só o jovem, mas especialmente ele, precisa saber que os direitos humanos são os direitos básicos e liberdades dos
seres humanos que são inalienáveis e independentes de raça, gênero, nacionalidade, etnia, religião ou qualquer outra condição.
Isso porque a intolerância em todos os níveis mata, e, mais preocupante, tem feito muitas vítimas de homicídios e suicídios,
especialmente entre os jovens. Uma pesquisa da OMS – Organização Mundial da Saúde aponta que o suicídio é a segunda
principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos no mundo, perdendo apenas para os acidentes de trânsito. A
disseminação de informações sobre direitos humanos poderia desempenhar um papel crucial, ajudando os jovens a
compreenderem seus direitos, buscando assistência e lidando com os desafios emocionais de forma mais consciente.
A educação em direitos humanos é indispensável para a formação de cidadãos conscientes, responsáveis e capazes de
exercer suas liberdades de maneira informada. Reintroduzir nas escolas disciplinas que abordem esses temas, ainda que com
outro nome, é essencial para fortalecer a cidadania e minimizar as violações que tornam um futuro promissor mais distante
para tantos jovens.
Portanto, o desafio não é apenas ensinar sobre os direitos humanos, mas garantir que a sociedade entenda que o exercício
da cidadania está intrinsecamente ligado aos deveres. Por meio de uma educação que respeite a liberdade de pensamento e o
pluralismo de ideias, podemos formar não apenas cidadãos informados, mas também capazes de transformar o mundo ao seu
redor em um lugar mais justo e humano.
(Kate Martins Pires. Disponível em: https://www.migalhas.com.br. Acesso em: outubro de 2025. Fragmento.)
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O Direito aos direitos humanos
Atualmente, vivemos em uma sociedade altamente tecnológica, onde informações podem se disseminar rapidamente.
Apesar dessa velocidade de difusão, o mesmo alcance raramente é dedicado a questões relacionadas aos direitos humanos.
Muitas vezes, essas situações virais envolvem graves violações de direitos que poderiam ser utilizadas como catalisadoras para
disseminar o conhecimento e conscientizar o público sobre a importância de garantir o respeito aos direitos humanos. Contudo,
essa oportunidade quase sempre é ignorada, ampliando o desconhecimento generalizado.
Esse desconhecimento não é uma questão menor. Faltam políticas públicas efetivas, vozes responsáveis e, mais do que
isso, é evidente a carência de uma formação cidadã. Jovens desconhecem seus direitos básicos, muitos dos quais estão
expressos no art. 227 da Constituição Federal do Brasil, que afirma:
“É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o
direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade
e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração,
violência, crueldade e opressão.”
Entretanto, a conscientização sobre esses direitos é negligenciada, o que reflete diretamente na formação de cidadãos. Há
algumas décadas, disciplinas como OSPB – Organização Social e Política Brasileira, Educação Moral e Cívica e Ética ocupavam
espaço de destaque nas escolas, proporcionando aos jovens uma base sólida sobre seus direitos e deveres.
Não só o jovem, mas especialmente ele, precisa saber que os direitos humanos são os direitos básicos e liberdades dos
seres humanos que são inalienáveis e independentes de raça, gênero, nacionalidade, etnia, religião ou qualquer outra condição.
Isso porque a intolerância em todos os níveis mata, e, mais preocupante, tem feito muitas vítimas de homicídios e suicídios,
especialmente entre os jovens. Uma pesquisa da OMS – Organização Mundial da Saúde aponta que o suicídio é a segunda
principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos no mundo, perdendo apenas para os acidentes de trânsito. A
disseminação de informações sobre direitos humanos poderia desempenhar um papel crucial, ajudando os jovens a
compreenderem seus direitos, buscando assistência e lidando com os desafios emocionais de forma mais consciente.
A educação em direitos humanos é indispensável para a formação de cidadãos conscientes, responsáveis e capazes de
exercer suas liberdades de maneira informada. Reintroduzir nas escolas disciplinas que abordem esses temas, ainda que com
outro nome, é essencial para fortalecer a cidadania e minimizar as violações que tornam um futuro promissor mais distante
para tantos jovens.
Portanto, o desafio não é apenas ensinar sobre os direitos humanos, mas garantir que a sociedade entenda que o exercício
da cidadania está intrinsecamente ligado aos deveres. Por meio de uma educação que respeite a liberdade de pensamento e o
pluralismo de ideias, podemos formar não apenas cidadãos informados, mas também capazes de transformar o mundo ao seu
redor em um lugar mais justo e humano.
(Kate Martins Pires. Disponível em: https://www.migalhas.com.br. Acesso em: outubro de 2025. Fragmento.)
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Questão presente nas seguintes provas
O Direito aos direitos humanos
Atualmente, vivemos em uma sociedade altamente tecnológica, onde informações podem se disseminar rapidamente.
Apesar dessa velocidade de difusão, o mesmo alcance raramente é dedicado a questões relacionadas aos direitos humanos.
Muitas vezes, essas situações virais envolvem graves violações de direitos que poderiam ser utilizadas como catalisadoras para
disseminar o conhecimento e conscientizar o público sobre a importância de garantir o respeito aos direitos humanos. Contudo,
essa oportunidade quase sempre é ignorada, ampliando o desconhecimento generalizado.
Esse desconhecimento não é uma questão menor. Faltam políticas públicas efetivas, vozes responsáveis e, mais do que
isso, é evidente a carência de uma formação cidadã. Jovens desconhecem seus direitos básicos, muitos dos quais estão
expressos no art. 227 da Constituição Federal do Brasil, que afirma:
“É dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem, com absoluta prioridade, o
direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade
e à convivência familiar e comunitária, além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência, discriminação, exploração,
violência, crueldade e opressão.”
Entretanto, a conscientização sobre esses direitos é negligenciada, o que reflete diretamente na formação de cidadãos. Há
algumas décadas, disciplinas como OSPB – Organização Social e Política Brasileira, Educação Moral e Cívica e Ética ocupavam
espaço de destaque nas escolas, proporcionando aos jovens uma base sólida sobre seus direitos e deveres.
Não só o jovem, mas especialmente ele, precisa saber que os direitos humanos são os direitos básicos e liberdades dos
seres humanos que são inalienáveis e independentes de raça, gênero, nacionalidade, etnia, religião ou qualquer outra condição.
Isso porque a intolerância em todos os níveis mata, e, mais preocupante, tem feito muitas vítimas de homicídios e suicídios,
especialmente entre os jovens. Uma pesquisa da OMS – Organização Mundial da Saúde aponta que o suicídio é a segunda
principal causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos no mundo, perdendo apenas para os acidentes de trânsito. A
disseminação de informações sobre direitos humanos poderia desempenhar um papel crucial, ajudando os jovens a
compreenderem seus direitos, buscando assistência e lidando com os desafios emocionais de forma mais consciente.
A educação em direitos humanos é indispensável para a formação de cidadãos conscientes, responsáveis e capazes de
exercer suas liberdades de maneira informada. Reintroduzir nas escolas disciplinas que abordem esses temas, ainda que com
outro nome, é essencial para fortalecer a cidadania e minimizar as violações que tornam um futuro promissor mais distante
para tantos jovens.
Portanto, o desafio não é apenas ensinar sobre os direitos humanos, mas garantir que a sociedade entenda que o exercício
da cidadania está intrinsecamente ligado aos deveres. Por meio de uma educação que respeite a liberdade de pensamento e o
pluralismo de ideias, podemos formar não apenas cidadãos informados, mas também capazes de transformar o mundo ao seu
redor em um lugar mais justo e humano.
(Kate Martins Pires. Disponível em: https://www.migalhas.com.br. Acesso em: outubro de 2025. Fragmento.)
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Questão presente nas seguintes provas
“Sabemos como é estrategicamente útil criar um bárbaro que sirva de molde negativo para a forja de uma
identidade inerciada.”,(OCCHIARALE; SEVERO;
PANITZ, 2017)
Considerando o fragmento acima e os argumentos desenvolvidos pelos autores a respeito das relações entre mercado, futuridade, institucionalização e práticas artísticas no Brasil, assinale a alternativa que melhor interpreta o sentido da figura do “bárbaro” no discurso artístico contemporâneo.
Considerando o fragmento acima e os argumentos desenvolvidos pelos autores a respeito das relações entre mercado, futuridade, institucionalização e práticas artísticas no Brasil, assinale a alternativa que melhor interpreta o sentido da figura do “bárbaro” no discurso artístico contemporâneo.
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Analise as afirmativas a seguir:
I) O fonema exerce simultaneamente função distintiva e função formadora, sendo responsável por criar palavras e diferenciá-las entre si, como se observa em pares mínimos do tipo cal/gal/sal.
II) A NGB admite dupla análise para certos encontros vocálicos, permitindo interpretar ditongos crescentes finais como hiatos em palavras proparoxítonas eventuais, ao mesmo tempo em que considera os ditongos decrescentes nas terminações -am, -em, -en(s) como nasalizados e foneticamente unitários.
III) Na translineação silábica, recomenda-se evitar a formação acidental de vocábulos impróprios, bem como impedir o isolamento de vogal constituindo sílaba única; além disso, quando o hífen coincide com o final da linha, o Novo Acordo determina sua repetição no início da seguinte para garantir clareza gráfica.
IV) O apóstrofo deve ser empregado exclusivamente para indicar supressão de vogal, jamais sendo admitido para marcar elisão facultativa em expressões de uso tradicional.
V) No sistema atual, I e U tônicos em hiato deixam de receber acento quando precedidos por ditongo decrescente em palavras paroxítonas (feiura, baiuca), embora o acento se mantenha quando o ditongo é crescente (Guaíba, suaíli).
Assinale a alternativa que indica o número correto de afirmativas verdadeiras:
I) O fonema exerce simultaneamente função distintiva e função formadora, sendo responsável por criar palavras e diferenciá-las entre si, como se observa em pares mínimos do tipo cal/gal/sal.
II) A NGB admite dupla análise para certos encontros vocálicos, permitindo interpretar ditongos crescentes finais como hiatos em palavras proparoxítonas eventuais, ao mesmo tempo em que considera os ditongos decrescentes nas terminações -am, -em, -en(s) como nasalizados e foneticamente unitários.
III) Na translineação silábica, recomenda-se evitar a formação acidental de vocábulos impróprios, bem como impedir o isolamento de vogal constituindo sílaba única; além disso, quando o hífen coincide com o final da linha, o Novo Acordo determina sua repetição no início da seguinte para garantir clareza gráfica.
IV) O apóstrofo deve ser empregado exclusivamente para indicar supressão de vogal, jamais sendo admitido para marcar elisão facultativa em expressões de uso tradicional.
V) No sistema atual, I e U tônicos em hiato deixam de receber acento quando precedidos por ditongo decrescente em palavras paroxítonas (feiura, baiuca), embora o acento se mantenha quando o ditongo é crescente (Guaíba, suaíli).
Assinale a alternativa que indica o número correto de afirmativas verdadeiras:
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