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FÓSSEIS DESCOBERTOS NA CHINA PODEM REESCREVER A HISTÓRIA HUMANA; ENTENDA
Arqueologistas encontraram restos de hominídeos arcaicos que viveram entre 300 mil e 100 mil anos atrás.
Um conjunto de fósseis com características humanas encontrado na China tem intrigado cientistas há décadas, desafiando
explicações ou categorizações.
Os fragmentos de crânio, dentes, mandíbulas e outros restos descobertos em diferentes locais do país são claramente vestígios
de hominídeos arcaicos — nome formal para espécies da linhagem humana — que viveram entre 300 mil e 100 mil anos atrás.
Christopher Bae, professor do departamento de antropologia da Universidade do Havaí em Manoa, que esteve baseado em
Pequim por muitos anos, está entre os cientistas que revisitam esses intrigantes fósseis com um novo olhar.
Ele e sua colega Wu Xiujie, professora sênior do Instituto de Paleontologia e Paleoantropologia de Vertebrados em Pequim,
agora sugerem que pode ser hora de reconhecer formalmente um hominídeo antigo anteriormente desconhecido, e propuseram o
reconhecimento oficial de uma nova espécie para a ciência. (IT)
A característica mais marcante deste ancestral humano anteriormente desconhecido? Um cérebro extremamente grande, maior
que o de nossa espécie, Homo sapiens, o único hominídeo sobrevivente. A característica se reflete no nome proposto para a
espécie, revelado por Bae e Wu em um artigo de novembro publicado na revista científica Nature Communications: Homo juluensis,
uma referência a “ju lu”, que significa cabeça grande em chinês.
“Seus crânios são realmente muito, muito grandes, você sabe, a capacidade craniana estimada é de 1.700, 1.800 centímetros
cúbicos”, disse Bae. “Temos uma capacidade mínima de cerca de 1.350 cc, em média, somos cerca de 1.450 cc. Não é uma ordem
de magnitude maior, mas é muito mais robusto”.
A proposta está gerando controvérsia entre paleoantropólogos, e alguns cientistas discordam sobre se o novo agrupamento
se eleva ao nível de uma nova espécie. Mas, se a análise de Bae e Wu estiver correta, esses fósseis podem conter a chave para
resolver um dos maiores mistérios da evolução humana: um quebra-cabeça que começou com a descoberta de um osso de dedo
mindinho na Caverna Denisova, nas Montanhas Altai, no sul da Sibéria.
A análise de DNA desse pequeno fóssil levou à descoberta em 2010 de que ele representava uma população humana antiga
distinta, que os cientistas chamaram de denisovanos. Muitas pessoas vivas hoje carregam traços do DNA denisovano, mas — como
os fósseis desses ancestrais extintos ainda são poucos — os especialistas em origens humanas ainda não sabem exatamente
como eles eram, onde viviam ou por que desapareceram.
Os restos chineses difíceis de classificar incluem 21 fósseis encontrados na década de 1970 no sítio de Xujiayao (Houjiayao),
localizado na fronteira das províncias de Shanxi e Hebei, no norte da China. Os espécimes representam 16 indivíduos que viveram
entre 200 mil e 160 mil anos atrás.
Muitos desses fósseis haviam sido negligenciados porque, quando foram descobertos pela primeira vez nas décadas de 1970
e 1980, as crenças comuns sobre as origens humanas eram vastamente diferentes das teorias atuais.
Na época, muitos paleoantropólogos pensavam que as populações humanas atuais evoluíram regionalmente de hominídeos
arcaicos como o Homo erectus, que deixou a África há cerca de 2 milhões de anos. Com efeito, esse modelo científico conhecido
como multirregionalismo, agora amplamente rejeitado, sugeria que havia apenas uma espécie de hominídeo que evoluiu ao longo
do tempo para se tornar Homo sapiens.
Nesse cenário, os fósseis de Xujiayao e outros com características incomuns descobertos na China foram classificados como
intermediários entre hominídeos mais primitivos, como o Homo erectus, e os mais modernos. O modelo científico multirregional, que
sugeria raízes ancestrais distintas para o povo chinês, alinhava-se com sentimentos nacionalistas e já foi particularmente enraizado
entre acadêmicos chineses (...).
“Os Denisovanos não têm um nome taxonômico formal intencionalmente porque há uma falta de material comparativo para
nomear uma nova espécie”, explicou McCrae. “Isso é bom por um lado porque dá tempo ao campo para descobrir mais evidências
fósseis dos Denisovanos antes de nomear uma nova espécie, mas é ruim por outro lado porque deixa esses importantes fósseis
‘disponíveis’ para que pessoas atribuam prematuramente um nome taxonômico.”
Existe esperança entre alguns paleoantropólogos de que, quando os Denisovanos receberem um nome formal de espécie,
“ele reflita o local tipo da Caverna Denisova e o agora ubíquo nome coloquial ‘Denisovanos’”, disse McCrae, admitindo que “não há
garantia de que isso acontecerá.”
O período está repleto de hominídeos fósseis que morfologicamente são “um tanto confusos”, acrescentou ele. Alguns parecem
distintos, mas alguns têm características Neandertais, e outros têm características do Homo sapiens, e muitos têm ambas, disse
McCrae.
“Dividir prematuramente os fósseis em espécies poderia obscurecer a verdadeira história do que está acontecendo no mundo
neste momento, e é, de uma perspectiva logística, muito difícil voltar atrás em uma decisão uma vez que os nomes das espécies
são divulgados, independentemente de haver bom suporte para isso ou não”, disse ele.
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/fosseis-descobertos-na-china-podem-reescrever-a-historia-humana-entenda/.
Acesso em: 14 fev. 2025.
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FÓSSEIS DESCOBERTOS NA CHINA PODEM REESCREVER A HISTÓRIA HUMANA; ENTENDA
Arqueologistas encontraram restos de hominídeos arcaicos que viveram entre 300 mil e 100 mil anos atrás.
Um conjunto de fósseis com características humanas encontrado na China tem intrigado cientistas há décadas, desafiando
explicações ou categorizações.
Os fragmentos de crânio, dentes, mandíbulas e outros restos descobertos em diferentes locais do país são claramente vestígios
de hominídeos arcaicos — nome formal para espécies da linhagem humana — que viveram entre 300 mil e 100 mil anos atrás.
Christopher Bae, professor do departamento de antropologia da Universidade do Havaí em Manoa, que esteve baseado em
Pequim por muitos anos, está entre os cientistas que revisitam esses intrigantes fósseis com um novo olhar.
Ele e sua colega Wu Xiujie, professora sênior do Instituto de Paleontologia e Paleoantropologia de Vertebrados em Pequim,
agora sugerem que pode ser hora de reconhecer formalmente um hominídeo antigo anteriormente desconhecido, e propuseram o
reconhecimento oficial de uma nova espécie para a ciência. (IT)
A característica mais marcante deste ancestral humano anteriormente desconhecido? Um cérebro extremamente grande, maior
que o de nossa espécie, Homo sapiens, o único hominídeo sobrevivente. A característica se reflete no nome proposto para a
espécie, revelado por Bae e Wu em um artigo de novembro publicado na revista científica Nature Communications: Homo juluensis,
uma referência a “ju lu”, que significa cabeça grande em chinês.
“Seus crânios são realmente muito, muito grandes, você sabe, a capacidade craniana estimada é de 1.700, 1.800 centímetros
cúbicos”, disse Bae. “Temos uma capacidade mínima de cerca de 1.350 cc, em média, somos cerca de 1.450 cc. Não é uma ordem
de magnitude maior, mas é muito mais robusto”.
A proposta está gerando controvérsia entre paleoantropólogos, e alguns cientistas discordam sobre se o novo agrupamento
se eleva ao nível de uma nova espécie. Mas, se a análise de Bae e Wu estiver correta, esses fósseis podem conter a chave para
resolver um dos maiores mistérios da evolução humana: um quebra-cabeça que começou com a descoberta de um osso de dedo
mindinho na Caverna Denisova, nas Montanhas Altai, no sul da Sibéria.
A análise de DNA desse pequeno fóssil levou à descoberta em 2010 de que ele representava uma população humana antiga
distinta, que os cientistas chamaram de denisovanos. Muitas pessoas vivas hoje carregam traços do DNA denisovano, mas — como
os fósseis desses ancestrais extintos ainda são poucos — os especialistas em origens humanas ainda não sabem exatamente
como eles eram, onde viviam ou por que desapareceram.
Os restos chineses difíceis de classificar incluem 21 fósseis encontrados na década de 1970 no sítio de Xujiayao (Houjiayao),
localizado na fronteira das províncias de Shanxi e Hebei, no norte da China. Os espécimes representam 16 indivíduos que viveram
entre 200 mil e 160 mil anos atrás.
Muitos desses fósseis haviam sido negligenciados porque, quando foram descobertos pela primeira vez nas décadas de 1970
e 1980, as crenças comuns sobre as origens humanas eram vastamente diferentes das teorias atuais.
Na época, muitos paleoantropólogos pensavam que as populações humanas atuais evoluíram regionalmente de hominídeos
arcaicos como o Homo erectus, que deixou a África há cerca de 2 milhões de anos. Com efeito, esse modelo científico conhecido
como multirregionalismo, agora amplamente rejeitado, sugeria que havia apenas uma espécie de hominídeo que evoluiu ao longo
do tempo para se tornar Homo sapiens.
Nesse cenário, os fósseis de Xujiayao e outros com características incomuns descobertos na China foram classificados como
intermediários entre hominídeos mais primitivos, como o Homo erectus, e os mais modernos. O modelo científico multirregional, que
sugeria raízes ancestrais distintas para o povo chinês, alinhava-se com sentimentos nacionalistas e já foi particularmente enraizado
entre acadêmicos chineses (...).
“Os Denisovanos não têm um nome taxonômico formal intencionalmente porque há uma falta de material comparativo para
nomear uma nova espécie”, explicou McCrae. “Isso é bom por um lado porque dá tempo ao campo para descobrir mais evidências
fósseis dos Denisovanos antes de nomear uma nova espécie, mas é ruim por outro lado porque deixa esses importantes fósseis
‘disponíveis’ para que pessoas atribuam prematuramente um nome taxonômico.”
Existe esperança entre alguns paleoantropólogos de que, quando os Denisovanos receberem um nome formal de espécie,
“ele reflita o local tipo da Caverna Denisova e o agora ubíquo nome coloquial ‘Denisovanos’”, disse McCrae, admitindo que “não há
garantia de que isso acontecerá.”
O período está repleto de hominídeos fósseis que morfologicamente são “um tanto confusos”, acrescentou ele. Alguns parecem
distintos, mas alguns têm características Neandertais, e outros têm características do Homo sapiens, e muitos têm ambas, disse
McCrae.
“Dividir prematuramente os fósseis em espécies poderia obscurecer a verdadeira história do que está acontecendo no mundo
neste momento, e é, de uma perspectiva logística, muito difícil voltar atrás em uma decisão uma vez que os nomes das espécies
são divulgados, independentemente de haver bom suporte para isso ou não”, disse ele.
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/fosseis-descobertos-na-china-podem-reescrever-a-historia-humana-entenda/.
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Arqueologistas encontraram restos de hominídeos arcaicos que viveram entre 300 mil e 100 mil anos atrás.
Um conjunto de fósseis com características humanas encontrado na China tem intrigado cientistas há décadas, desafiando
explicações ou categorizações.
Os fragmentos de crânio, dentes, mandíbulas e outros restos descobertos em diferentes locais do país são claramente vestígios
de hominídeos arcaicos — nome formal para espécies da linhagem humana — que viveram entre 300 mil e 100 mil anos atrás.
Christopher Bae, professor do departamento de antropologia da Universidade do Havaí em Manoa, que esteve baseado em
Pequim por muitos anos, está entre os cientistas que revisitam esses intrigantes fósseis com um novo olhar.
Ele e sua colega Wu Xiujie, professora sênior do Instituto de Paleontologia e Paleoantropologia de Vertebrados em Pequim,
agora sugerem que pode ser hora de reconhecer formalmente um hominídeo antigo anteriormente desconhecido, e propuseram o
reconhecimento oficial de uma nova espécie para a ciência. (IT)
A característica mais marcante deste ancestral humano anteriormente desconhecido? Um cérebro extremamente grande, maior
que o de nossa espécie, Homo sapiens, o único hominídeo sobrevivente. A característica se reflete no nome proposto para a
espécie, revelado por Bae e Wu em um artigo de novembro publicado na revista científica Nature Communications: Homo juluensis,
uma referência a “ju lu”, que significa cabeça grande em chinês.
“Seus crânios são realmente muito, muito grandes, você sabe, a capacidade craniana estimada é de 1.700, 1.800 centímetros
cúbicos”, disse Bae. “Temos uma capacidade mínima de cerca de 1.350 cc, em média, somos cerca de 1.450 cc. Não é uma ordem
de magnitude maior, mas é muito mais robusto”.
A proposta está gerando controvérsia entre paleoantropólogos, e alguns cientistas discordam sobre se o novo agrupamento
se eleva ao nível de uma nova espécie. Mas, se a análise de Bae e Wu estiver correta, esses fósseis podem conter a chave para
resolver um dos maiores mistérios da evolução humana: um quebra-cabeça que começou com a descoberta de um osso de dedo
mindinho na Caverna Denisova, nas Montanhas Altai, no sul da Sibéria.
A análise de DNA desse pequeno fóssil levou à descoberta em 2010 de que ele representava uma população humana antiga
distinta, que os cientistas chamaram de denisovanos. Muitas pessoas vivas hoje carregam traços do DNA denisovano, mas — como
os fósseis desses ancestrais extintos ainda são poucos — os especialistas em origens humanas ainda não sabem exatamente
como eles eram, onde viviam ou por que desapareceram.
Os restos chineses difíceis de classificar incluem 21 fósseis encontrados na década de 1970 no sítio de Xujiayao (Houjiayao),
localizado na fronteira das províncias de Shanxi e Hebei, no norte da China. Os espécimes representam 16 indivíduos que viveram
entre 200 mil e 160 mil anos atrás.
Muitos desses fósseis haviam sido negligenciados porque, quando foram descobertos pela primeira vez nas décadas de 1970
e 1980, as crenças comuns sobre as origens humanas eram vastamente diferentes das teorias atuais.
Na época, muitos paleoantropólogos pensavam que as populações humanas atuais evoluíram regionalmente de hominídeos
arcaicos como o Homo erectus, que deixou a África há cerca de 2 milhões de anos. Com efeito, esse modelo científico conhecido
como multirregionalismo, agora amplamente rejeitado, sugeria que havia apenas uma espécie de hominídeo que evoluiu ao longo
do tempo para se tornar Homo sapiens.
Nesse cenário, os fósseis de Xujiayao e outros com características incomuns descobertos na China foram classificados como
intermediários entre hominídeos mais primitivos, como o Homo erectus, e os mais modernos. O modelo científico multirregional, que
sugeria raízes ancestrais distintas para o povo chinês, alinhava-se com sentimentos nacionalistas e já foi particularmente enraizado
entre acadêmicos chineses (...).
“Os Denisovanos não têm um nome taxonômico formal intencionalmente porque há uma falta de material comparativo para
nomear uma nova espécie”, explicou McCrae. “Isso é bom por um lado porque dá tempo ao campo para descobrir mais evidências
fósseis dos Denisovanos antes de nomear uma nova espécie, mas é ruim por outro lado porque deixa esses importantes fósseis
‘disponíveis’ para que pessoas atribuam prematuramente um nome taxonômico.”
Existe esperança entre alguns paleoantropólogos de que, quando os Denisovanos receberem um nome formal de espécie,
“ele reflita o local tipo da Caverna Denisova e o agora ubíquo nome coloquial ‘Denisovanos’”, disse McCrae, admitindo que “não há
garantia de que isso acontecerá.”
O período está repleto de hominídeos fósseis que morfologicamente são “um tanto confusos”, acrescentou ele. Alguns parecem
distintos, mas alguns têm características Neandertais, e outros têm características do Homo sapiens, e muitos têm ambas, disse
McCrae.
“Dividir prematuramente os fósseis em espécies poderia obscurecer a verdadeira história do que está acontecendo no mundo
neste momento, e é, de uma perspectiva logística, muito difícil voltar atrás em uma decisão uma vez que os nomes das espécies
são divulgados, independentemente de haver bom suporte para isso ou não”, disse ele.
Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/fosseis-descobertos-na-china-podem-reescrever-a-historia-humana-entenda/.
Acesso em: 14 fev. 2025.
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Observe a imagem:
Fonte: Comunicação Oral e Escrita. Escola Estadual de Educação Profissional - EEEP. Curso Técnico em Secretaria Escolar. Secretaria da Educação. Governo do Estado do Ceará.
As barreiras na comunicação não se limitam a ruídos ou interferências externas. Há também bloqueios subjetivos e psicológicos, muitas vezes imperceptíveis, mas suficientemente fortes para impedir que a comunicação seja efetiva. Com base no esquema apresentado, o bloqueio ocorre na seguinte situação:
Fonte: Comunicação Oral e Escrita. Escola Estadual de Educação Profissional - EEEP. Curso Técnico em Secretaria Escolar. Secretaria da Educação. Governo do Estado do Ceará.
As barreiras na comunicação não se limitam a ruídos ou interferências externas. Há também bloqueios subjetivos e psicológicos, muitas vezes imperceptíveis, mas suficientemente fortes para impedir que a comunicação seja efetiva. Com base no esquema apresentado, o bloqueio ocorre na seguinte situação:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por Isso Sou
Certamente, todos possuem um momento, uma situação
que ficou gravada na alma. Minha história, minha crônica
é como um passado presente. A tristeza, a dor, o
sofrimento me envolveu. Não são esses sentimentos que
quero compartilhar com vocês, mas o momento e o que
ele me trouxe.
Quando ainda era criança, presenciei um encontro de
meus pais. Nele, mãe lhe disse que era seu filho. Ele me
rejeitou e riu, descrente da verdade. Naquele momento,
aquelas palavras se propagaram por todo o meu corpo
me paralisando. Tive um choque de realidade. Alguns
minutos foram uma eternidade. Tive a rejeição do meu
pai e, claro, não é fácil para ninguém.
Tanta dor me trouxe alegria. Não seria o que sou se não
tivesse uma dor superada. Transformei minhas lágrimas
em sorrisos. Eu e meu pai podemos não nos conhecer,
podemos não saber onde moramos, podemos não saber
quem somos, mas sou feliz! Não por ter sofrido, mas por
saber que, aonde quer que eu vá, terei um passado que
me fará idealizar um futuro diferente.
Texto Adaptado
SILVA, Carlos Augusto da. Por isso sou. In: ALVES, Weber Firmino et
al. Crônicas salineiras. Natal: IFRN, 2016. 142 p. Disponível em:
https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC
%82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 10
nov. 2025.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por Isso Sou
Certamente, todos possuem um momento, uma situação
que ficou gravada na alma. Minha história, minha crônica
é como um passado presente. A tristeza, a dor, o
sofrimento me envolveu. Não são esses sentimentos que
quero compartilhar com vocês, mas o momento e o que
ele me trouxe.
Quando ainda era criança, presenciei um encontro de
meus pais. Nele, mãe lhe disse que era seu filho. Ele me
rejeitou e riu, descrente da verdade. Naquele momento,
aquelas palavras se propagaram por todo o meu corpo
me paralisando. Tive um choque de realidade. Alguns
minutos foram uma eternidade. Tive a rejeição do meu
pai e, claro, não é fácil para ninguém.
Tanta dor me trouxe alegria. Não seria o que sou se não
tivesse uma dor superada. Transformei minhas lágrimas
em sorrisos. Eu e meu pai podemos não nos conhecer,
podemos não saber onde moramos, podemos não saber
quem somos, mas sou feliz! Não por ter sofrido, mas por
saber que, aonde quer que eu vá, terei um passado que
me fará idealizar um futuro diferente.
Texto Adaptado
SILVA, Carlos Augusto da. Por isso sou. In: ALVES, Weber Firmino et
al. Crônicas salineiras. Natal: IFRN, 2016. 142 p. Disponível em:
https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC
%82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 10
nov. 2025.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por Isso Sou
Certamente, todos possuem um momento, uma situação
que ficou gravada na alma. Minha história, minha crônica
é como um passado presente. A tristeza, a dor, o
sofrimento me envolveu. Não são esses sentimentos que
quero compartilhar com vocês, mas o momento e o que
ele me trouxe.
Quando ainda era criança, presenciei um encontro de
meus pais. Nele, mãe lhe disse que era seu filho. Ele me
rejeitou e riu, descrente da verdade. Naquele momento,
aquelas palavras se propagaram por todo o meu corpo
me paralisando. Tive um choque de realidade. Alguns
minutos foram uma eternidade. Tive a rejeição do meu
pai e, claro, não é fácil para ninguém.
Tanta dor me trouxe alegria. Não seria o que sou se não
tivesse uma dor superada. Transformei minhas lágrimas
em sorrisos. Eu e meu pai podemos não nos conhecer,
podemos não saber onde moramos, podemos não saber
quem somos, mas sou feliz! Não por ter sofrido, mas por
saber que, aonde quer que eu vá, terei um passado que
me fará idealizar um futuro diferente.
Texto Adaptado
SILVA, Carlos Augusto da. Por isso sou. In: ALVES, Weber Firmino et
al. Crônicas salineiras. Natal: IFRN, 2016. 142 p. Disponível em:
https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC
%82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 10
nov. 2025.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Por Isso Sou
Certamente, todos possuem um momento, uma situação
que ficou gravada na alma. Minha história, minha crônica
é como um passado presente. A tristeza, a dor, o
sofrimento me envolveu. Não são esses sentimentos que
quero compartilhar com vocês, mas o momento e o que
ele me trouxe.
Quando ainda era criança, presenciei um encontro de
meus pais. Nele, mãe lhe disse que era seu filho. Ele me
rejeitou e riu, descrente da verdade. Naquele momento,
aquelas palavras se propagaram por todo o meu corpo
me paralisando. Tive um choque de realidade. Alguns
minutos foram uma eternidade. Tive a rejeição do meu
pai e, claro, não é fácil para ninguém.
Tanta dor me trouxe alegria. Não seria o que sou se não
tivesse uma dor superada. Transformei minhas lágrimas
em sorrisos. Eu e meu pai podemos não nos conhecer,
podemos não saber onde moramos, podemos não saber
quem somos, mas sou feliz! Não por ter sofrido, mas por
saber que, aonde quer que eu vá, terei um passado que
me fará idealizar um futuro diferente.
Texto Adaptado
SILVA, Carlos Augusto da. Por isso sou. In: ALVES, Weber Firmino et
al. Crônicas salineiras. Natal: IFRN, 2016. 142 p. Disponível em:
https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC
%82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 10
nov. 2025.
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Por Isso Sou
Certamente, todos possuem um momento, uma situação
que ficou gravada na alma. Minha história, minha crônica
é como um passado presente. A tristeza, a dor, o
sofrimento me envolveu. Não são esses sentimentos que
quero compartilhar com vocês, mas o momento e o que
ele me trouxe.
Quando ainda era criança, presenciei um encontro de
meus pais. Nele, mãe lhe disse que era seu filho. Ele me
rejeitou e riu, descrente da verdade. Naquele momento,
aquelas palavras se propagaram por todo o meu corpo
me paralisando. Tive um choque de realidade. Alguns
minutos foram uma eternidade. Tive a rejeição do meu
pai e, claro, não é fácil para ninguém.
Tanta dor me trouxe alegria. Não seria o que sou se não
tivesse uma dor superada. Transformei minhas lágrimas
em sorrisos. Eu e meu pai podemos não nos conhecer,
podemos não saber onde moramos, podemos não saber
quem somos, mas sou feliz! Não por ter sofrido, mas por
saber que, aonde quer que eu vá, terei um passado que
me fará idealizar um futuro diferente.
Texto Adaptado
SILVA, Carlos Augusto da. Por isso sou. In: ALVES, Weber Firmino et
al. Crônicas salineiras. Natal: IFRN, 2016. 142 p. Disponível em:
https://memoria.ifrn.edu.br/bitstream/handle/1044/894/Ebook_Cro%CC
%82nicas%20Salineiras.pdf?sequence=1&isAllowed=y. Acesso em: 10
nov. 2025.
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Sonho realizado
Dentinho era um garoto que vendia balas no semáforo e
todos gostavam dele, porque atendia as pessoas muito
bem. Um certo dia, um médico parou no semáforo e
perguntou:
− Dentinho há quantos anos você vende balas neste
lugar?
− Desde os meus 10 anos. − respondeu Dentinho, já com
14 anos.
− E você acha bom este tipo de trabalho?
− Sim. Melhor do que está fazendo coisas erradas nas
ruas.
− E seus pais aceitam isso?
− Meus pais já morreram e eu tenho que me virar
sozinho. Não tenho ninguém para me ajudar.
Então, o médico ficou com tanta pena dele, que o levou
para a casa.
Chegando lá, ele tomou um banho, alimentou-se, brincou
um pouco e foi dormir.
− Dentinho, você quer morar comigo? − perguntou o
senhor. Ele respondeu que sim e o médico ficou muito
feliz, porque ele não tinha filhos e agora ganhara um.
O médico matriculou o Dentinho no colégio para se
formar e ser médico igual a ele. Dentinho estava sempre
feliz por saber que, agora, tinha uma família e podia
estudar e brincar.
DIAS, Antonia Isamara. Sonho realizado. In: SOUZA, Laé de. As 50
melhores crônicas do Ler é Bom, Experimente! Vol. 1. 2. ed. São
Paulo: Editora Ecoarte, 2010. Disponível em:
https://www.projetosdeleitura.com.br/livros_completos/As50MelhoresCr
onicasdoLerebomExperimente!Vol.1.pdf. Acesso em: 10 nov. 2025.
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