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4002410 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Januária-MG
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto, e a seguir, responda à questão.
Entre prazos e pressões: onde encontrar o humor na vida
        Nas telas recheadas de performance, agendas lotadas e correria, sinto que muita gente ainda trata o bom humor, o se sentir bem e a leveza, como um “extra”. Como se fosse capricho de quem tem tempo sobrando ou dos desavisados. Mas a ciência mostra o contrário: humor é combustível vital, um recurso estratégico para saúde mental, tomada de decisão e até mesmo a tal da produtividade.
        Essa prática de inserir leveza na vida eu batizei de “inteligência humorcional”, a habilidade de transformar o humor em consciência emocional, para decidirmos melhor nossas atitudes. Não se trata de fazer piadas, deixemos essa habilidade para os comediantes, afinal eu sempre digo: a comédia é feita para fazer rir e o bom humor é feito para fazer bem. Ou seja, podemos ser leves em silêncio e podemos ser bem-humorados mesmo sendo tímidos. Pois se você se sente bem e faz o bem, pronto! Você já faz parte do time do bom humor.
      Bom humor é sobre cultivar uma disposição interna que regula o estresse, desbloqueia a criatividade e amplia a qualidade das nossas relações. O simples ato de buscar perspectivas mais construtivas e leves diante dos desafios funciona como regulador natural de energia, nos desgastando menos. Cá entre nós, eu não acredito que podemos ser felizes o tempo todo, mas sim que podemos trabalhar nossa inteligência interna para sofrermos menos no dia a dia.
       E o mau humor também pode chegar, apesar de defender essa sensação de bem-estar, tenho consciência de que não conseguimos ficar bem o tempo todo, a maturidade emocional trabalhada aqui, é perceber a sensação ruim, se conscientizar o mais rápido possível para não morar ali, e com treinamento mental e emocional, permitir que o humor te resgate das quedas emocionais.
      Na vida pessoal, a inteligência humorcional também é antídoto contra a rigidez emocional, que vem colada com a frase: “a vida é dura”. Adultecer não precisa ser sinônimo de endurecer. Podemos sim atravessar momentos de crises com mais leveza, rir dos próprios tropeços e criar histórias que nos fortalecem em vez de nos paralisar.
     No trabalho, onde o estresse muitas vezes é sinal de status, o bom humor é confundido com irresponsabilidade. Alguém que se mostra muito leve geralmente é chamado de desmotivado ou que está com a agenda tranquila. Mas o humor é uma das formas mais rápidas de construir segurança psicológica: ele aproxima, humaniza e desarma defesas. Quando líderes aprendem a usar o humor, não como piada da comédia, mas como ponte emocional, criam ambientes onde as pessoas ousam mais, compartilham ideias e erram com menos medo.
Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/inteligencia-humorcional-onde-encontrar-o-humor-na-vida/. Acesso em: 15 set. 2025.
Analise os itens a seguir, tendo em vista os aspectos que a autora do texto desconsidera como empecilhos para o bom humor:
I- O acúmulo de atividades. II- A inerente timidez. III- A falta de tempo. IV- A inabilidade para as piadas. V- A incapacidade de fazer rir.
Estão CORRETOS os itens
 

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4002399 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Januária-MG
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.

Texto 01


O tempo que escolhemos não usar

Sim, nós ganhamos superpoderes. A tecnologia nos deu velocidade, informação, alcance. Mas o que fizemos com isso? Aprendemos a nos esconder melhor. Aprendemos a chamar distração de produtividade, e improviso de prioridade. Nos tornamos mestres em justificar. Em dizer que estamos no caminho, mesmo quando estamos parados. Ou andando em círculos.

Estamos, talvez, desperdiçando o recurso mais caro do Universo, o tempo. E o mais cruel é que sabemos disso. Sabemos que ele não volta, não pausa, não tem desconto. E, mesmo assim, trocamos o essencial pelo urgente, o profundo pelo superficial, o compromisso pelo pretexto. A produtividade virou uma ilusão vestida de reunião. A entrega, uma promessa adiada com emojis e áudios de dois minutos. Enquanto isso, do outro lado do mundo, há alguém obcecado em fazer melhor. Mais rápido. Mais barato. Mais consistente.

E nós? Nos agarramos à ideia confortável de que somos únicos. De que temos valor só por existir. De que nossa utilidade é eterna.

Mas a conta chega. E dói. A angústia se acumula quando percebemos que, na soma dos dias, entregamos muito menos do que prometemos. Esse ano seria diferente. Mas não foi. Segunda começamos. Terça desistimos. Quarta apareceu uma urgência. Quinta, um convite. Sexta já era. E assim seguimos, adiando nossos próprios sonhos, sabotando as conquistas que fingimos perseguir.

A pergunta que fica tem o reflexo claro de um espelho limpo: quem estamos enganando?

Os outros, talvez. Nós mesmos, certamente. E os nossos sonhos? Estão mais perto ou mais distantes depois de mais um dia perdido resolvendo o probleminha de alguém. Até quando? Até quando vamos usar nossos superpoderes para fugir em vez de transformar?

Aproveite seu dia. Esse é um tempo que nem o Super-Homem, girando a Terra no sentido contrário, poderá recuperar. Pelo menos para você.

Fonte: MARCELINO, Marco. O tempo que escolhemos não usar. Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/coluna/marco-marcelino/. Acesso em: 17 set. 2025.

Considere a passagem “E nós? Nos agarramos à ideia confortável de que somos únicos.” e analise as afirmativas a seguir, tendo em vista a estrutura linguística dessa passagem.

I- O pronome oblíquo átono “nos” foi usado, informalmente, em posição proclítica, uma vez que, de acordo com a norma, deveria estar em posição enclítica.

II- O pronome oblíquo átono “nos” foi usado, de acordo com a norma, em posição proclítica, já que, informalmente, seria usado em posição enclítica.

III- O sinal indicativo de crase foi usado, de acordo com a norma, para assinalar a contração da preposição “a” com o artigo “a”.

IV- O sinal indicativo de crase foi usado, de acordo com a norma, para indicar a presença de uma locução conjuntiva feminina.

V- O sinal indicativo de crase foi usado, de acordo com a norma, para indicar a presença de uma locução adverbial feminina.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas

 

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4002398 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Januária-MG
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.

Texto 01


O tempo que escolhemos não usar

Sim, nós ganhamos superpoderes. A tecnologia nos deu velocidade, informação, alcance. Mas o que fizemos com isso? Aprendemos a nos esconder melhor. Aprendemos a chamar distração de produtividade, e improviso de prioridade. Nos tornamos mestres em justificar. Em dizer que estamos no caminho, mesmo quando estamos parados. Ou andando em círculos.

Estamos, talvez, desperdiçando o recurso mais caro do Universo, o tempo. E o mais cruel é que sabemos disso. Sabemos que ele não volta, não pausa, não tem desconto. E, mesmo assim, trocamos o essencial pelo urgente, o profundo pelo superficial, o compromisso pelo pretexto. A produtividade virou uma ilusão vestida de reunião. A entrega, uma promessa adiada com emojis e áudios de dois minutos. Enquanto isso, do outro lado do mundo, há alguém obcecado em fazer melhor. Mais rápido. Mais barato. Mais consistente.

E nós? Nos agarramos à ideia confortável de que somos únicos. De que temos valor só por existir. De que nossa utilidade é eterna.

Mas a conta chega. E dói. A angústia se acumula quando percebemos que, na soma dos dias, entregamos muito menos do que prometemos. Esse ano seria diferente. Mas não foi. Segunda começamos. Terça desistimos. Quarta apareceu uma urgência. Quinta, um convite. Sexta já era. E assim seguimos, adiando nossos próprios sonhos, sabotando as conquistas que fingimos perseguir.

A pergunta que fica tem o reflexo claro de um espelho limpo: quem estamos enganando?

Os outros, talvez. Nós mesmos, certamente. E os nossos sonhos? Estão mais perto ou mais distantes depois de mais um dia perdido resolvendo o probleminha de alguém. Até quando? Até quando vamos usar nossos superpoderes para fugir em vez de transformar?

Aproveite seu dia. Esse é um tempo que nem o Super-Homem, girando a Terra no sentido contrário, poderá recuperar. Pelo menos para você.

Fonte: MARCELINO, Marco. O tempo que escolhemos não usar. Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/coluna/marco-marcelino/. Acesso em: 17 set. 2025.

Na passagem “Enquanto isso, do outro lado do mundo, há alguém obcecado em fazer melhor.”, as vírgulas foram usadas para intercalar um(a)
 

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4002397 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Januária-MG
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.

Texto 01


O tempo que escolhemos não usar

Sim, nós ganhamos superpoderes. A tecnologia nos deu velocidade, informação, alcance. Mas o que fizemos com isso? Aprendemos a nos esconder melhor. Aprendemos a chamar distração de produtividade, e improviso de prioridade. Nos tornamos mestres em justificar. Em dizer que estamos no caminho, mesmo quando estamos parados. Ou andando em círculos.

Estamos, talvez, desperdiçando o recurso mais caro do Universo, o tempo. E o mais cruel é que sabemos disso. Sabemos que ele não volta, não pausa, não tem desconto. E, mesmo assim, trocamos o essencial pelo urgente, o profundo pelo superficial, o compromisso pelo pretexto. A produtividade virou uma ilusão vestida de reunião. A entrega, uma promessa adiada com emojis e áudios de dois minutos. Enquanto isso, do outro lado do mundo, há alguém obcecado em fazer melhor. Mais rápido. Mais barato. Mais consistente.

E nós? Nos agarramos à ideia confortável de que somos únicos. De que temos valor só por existir. De que nossa utilidade é eterna.

Mas a conta chega. E dói. A angústia se acumula quando percebemos que, na soma dos dias, entregamos muito menos do que prometemos. Esse ano seria diferente. Mas não foi. Segunda começamos. Terça desistimos. Quarta apareceu uma urgência. Quinta, um convite. Sexta já era. E assim seguimos, adiando nossos próprios sonhos, sabotando as conquistas que fingimos perseguir.

A pergunta que fica tem o reflexo claro de um espelho limpo: quem estamos enganando?

Os outros, talvez. Nós mesmos, certamente. E os nossos sonhos? Estão mais perto ou mais distantes depois de mais um dia perdido resolvendo o probleminha de alguém. Até quando? Até quando vamos usar nossos superpoderes para fugir em vez de transformar?

Aproveite seu dia. Esse é um tempo que nem o Super-Homem, girando a Terra no sentido contrário, poderá recuperar. Pelo menos para você.

Fonte: MARCELINO, Marco. O tempo que escolhemos não usar. Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/coluna/marco-marcelino/. Acesso em: 17 set. 2025.

Analise os itens a seguir, tendo em vista os recursos linguísticos usados na construção do texto.

I- coloquialidade.

II- conotatividade.

III- denotatividade.

IV- função fática.

V- função emotiva.

Estão CORRETOS os itens

 

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4002396 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Januária-MG
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.

Texto 01


O tempo que escolhemos não usar

Sim, nós ganhamos superpoderes. A tecnologia nos deu velocidade, informação, alcance. Mas o que fizemos com isso? Aprendemos a nos esconder melhor. Aprendemos a chamar distração de produtividade, e improviso de prioridade. Nos tornamos mestres em justificar. Em dizer que estamos no caminho, mesmo quando estamos parados. Ou andando em círculos.

Estamos, talvez, desperdiçando o recurso mais caro do Universo, o tempo. E o mais cruel é que sabemos disso. Sabemos que ele não volta, não pausa, não tem desconto. E, mesmo assim, trocamos o essencial pelo urgente, o profundo pelo superficial, o compromisso pelo pretexto. A produtividade virou uma ilusão vestida de reunião. A entrega, uma promessa adiada com emojis e áudios de dois minutos. Enquanto isso, do outro lado do mundo, há alguém obcecado em fazer melhor. Mais rápido. Mais barato. Mais consistente.

E nós? Nos agarramos à ideia confortável de que somos únicos. De que temos valor só por existir. De que nossa utilidade é eterna.

Mas a conta chega. E dói. A angústia se acumula quando percebemos que, na soma dos dias, entregamos muito menos do que prometemos. Esse ano seria diferente. Mas não foi. Segunda começamos. Terça desistimos. Quarta apareceu uma urgência. Quinta, um convite. Sexta já era. E assim seguimos, adiando nossos próprios sonhos, sabotando as conquistas que fingimos perseguir.

A pergunta que fica tem o reflexo claro de um espelho limpo: quem estamos enganando?

Os outros, talvez. Nós mesmos, certamente. E os nossos sonhos? Estão mais perto ou mais distantes depois de mais um dia perdido resolvendo o probleminha de alguém. Até quando? Até quando vamos usar nossos superpoderes para fugir em vez de transformar?

Aproveite seu dia. Esse é um tempo que nem o Super-Homem, girando a Terra no sentido contrário, poderá recuperar. Pelo menos para você.

Fonte: MARCELINO, Marco. O tempo que escolhemos não usar. Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/coluna/marco-marcelino/. Acesso em: 17 set. 2025.

Na passagem “E os nossos sonhos? Estão mais perto ou mais distantes depois de mais um dia perdido resolvendo o probleminha de alguém.”, o sufixo “-inho”, da palavra “probleminha” foi usado para indicar
 

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4002395 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Januária-MG
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INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se referem.

Texto 01


O tempo que escolhemos não usar

Sim, nós ganhamos superpoderes. A tecnologia nos deu velocidade, informação, alcance. Mas o que fizemos com isso? Aprendemos a nos esconder melhor. Aprendemos a chamar distração de produtividade, e improviso de prioridade. Nos tornamos mestres em justificar. Em dizer que estamos no caminho, mesmo quando estamos parados. Ou andando em círculos.

Estamos, talvez, desperdiçando o recurso mais caro do Universo, o tempo. E o mais cruel é que sabemos disso. Sabemos que ele não volta, não pausa, não tem desconto. E, mesmo assim, trocamos o essencial pelo urgente, o profundo pelo superficial, o compromisso pelo pretexto. A produtividade virou uma ilusão vestida de reunião. A entrega, uma promessa adiada com emojis e áudios de dois minutos. Enquanto isso, do outro lado do mundo, há alguém obcecado em fazer melhor. Mais rápido. Mais barato. Mais consistente.

E nós? Nos agarramos à ideia confortável de que somos únicos. De que temos valor só por existir. De que nossa utilidade é eterna.

Mas a conta chega. E dói. A angústia se acumula quando percebemos que, na soma dos dias, entregamos muito menos do que prometemos. Esse ano seria diferente. Mas não foi. Segunda começamos. Terça desistimos. Quarta apareceu uma urgência. Quinta, um convite. Sexta já era. E assim seguimos, adiando nossos próprios sonhos, sabotando as conquistas que fingimos perseguir.

A pergunta que fica tem o reflexo claro de um espelho limpo: quem estamos enganando?

Os outros, talvez. Nós mesmos, certamente. E os nossos sonhos? Estão mais perto ou mais distantes depois de mais um dia perdido resolvendo o probleminha de alguém. Até quando? Até quando vamos usar nossos superpoderes para fugir em vez de transformar?

Aproveite seu dia. Esse é um tempo que nem o Super-Homem, girando a Terra no sentido contrário, poderá recuperar. Pelo menos para você.

Fonte: MARCELINO, Marco. O tempo que escolhemos não usar. Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/coluna/marco-marcelino/. Acesso em: 17 set. 2025.

Analise as afirmativas a seguir tendo em vista as ideias veiculadas pelo texto.

I- A tecnologia está sendo apropriadamente usada para proporcionar economia de tempo.

II- A tecnologia vem sendo inapropriadamente usada como distração e desperdício de tempo.

III- O tempo, recurso precioso, está sendo desperdiçado, inconscientemente, pelas pessoas.

IV- A baixa produtividade, causada pela frequente procrastinação, é geradora de sofrimento.

V- O desperdício de tempo faz com que os sonhos de vida fiquem cada vez mais distantes.

Estão CORRETAS apenas as afirmativas

 

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Leia o texto a seguir.
Com o aumento da pressão internacional, Israel aumentou em julho a entrada de caminhões de ajuda e permitiu pausas táticas nos combates para facilitar o acesso de comboios humanitários ao território ocupado. Apesar da redução dos preços de alguns produtos básicos, como farinha, muitos ainda permanecem inacessíveis para grande parte dos palestinos. Segundo a ONU e entidades humanitárias, embora algumas restrições tenham diminuído, persistem obstáculos relevantes para distribuição da ajuda.
O texto se refere aos acontecimentos
 

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Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4  

Enunciado 4938705-1

Disponível em: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/charge-osempreendedores/#google_vignette. Acesso em: 20 ago. 2025.

No período composto por subordinação “Você não dorme melhor sabendo que é seu próprio patrão?”, a sentença introduzida pelo verbo no gerúndio tem, com a oração anterior, uma relação
 

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Leia o Texto 4 para responder à questão.

Texto 4  

Enunciado 4938704-1

Disponível em: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/charge-osempreendedores/#google_vignette. Acesso em: 20 ago. 2025.

Na charge, a palavra “melhor” é classificada como um
 

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O meme “se tudo der errado, viro CLT” escancara algo muito maior do que piadas nas redes. Pra muita gente, especialmente jovens e até crianças, trabalhar com carteira assinada virou sinônimo de pegar ônibus lotado, ouvir bronca de chefe e ganhar mal, enquanto influenciadores vendem o sonho do sucesso fácil no digital. Mas será que rasgar a CLT é o caminho?
Os direitos que ela garante nasceram justamente para proteger o trabalhador de abusos. Antes da lei, não existia limite de jornada, garantia de salário em caso de doença, nem controle do trabalho infantil. Além disso, empreender on-line pode parecer libertador, mas é bem mais difícil do que parece. Um estudo com 40 mil perfis pequenos no Instagram mostrou que só 1,4% passou dos 5 mil seguidores em 4 meses.
e só 1,4% passou dos 5 mil seguidores em 4 meses. No fim das contas, o problema não é a CLT. É o modelo de trabalho exploratório que muitos brasileiros enfrentam e isso precisa mudar. O debate é urgente: queremos menos direitos ou empregos mais dignos?

Disponível em: https://www.facebook.com/cebmsaomateus/posts/-o-meme-setudo-der-errado-viro-clt-escancara-algo-muito-maior-do-que-piadasnas/1316825950451370/. Acesso em: 21 ago. 2025

No último parágrafo do post, os dois-pontos sinalizam a introdução de uma explicação do enunciado anterior, a qual contém
 

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