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4037388 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS

Em defesa do dicionário

Por William Campos da Cruz

Enunciado 4969612-1

(CRUZ, William Campos da. Tudo converge para o texto: gramática, escrita e leitura. 1ª ed. - Rio de Janeiro: Eleia Editora, 2024 – texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “Na sexta série (atual sétimo ano) do Ensino Fundamental, terminei uma prova cedo demais e a professora me deu um texto para ler enquanto aguardava o sinal do intervalo”, a oração sublinhada estabelece com a oração anterior uma relação de:
 

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4037387 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS

Em defesa do dicionário

Por William Campos da Cruz

Enunciado 4969610-1

(CRUZ, William Campos da. Tudo converge para o texto: gramática, escrita e leitura. 1ª ed. - Rio de Janeiro: Eleia Editora, 2024 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação aos mecanismos de coesão referencial, analise as assertivas abaixo:

I. O pronome oblíquo “lhe” (l. 09) retoma o termo “professora”.
II. O pronome oblíquo “os” (l. 18) retoma o termo “dicionários”.
III. Os pronomes demonstrativos “este” (l. 26) e “isso” (l. 27) exercem uma função coesiva anafórica.

Quais estão corretas?
 

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4037386 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS

Em defesa do dicionário

Por William Campos da Cruz

Enunciado 4969609-1

(CRUZ, William Campos da. Tudo converge para o texto: gramática, escrita e leitura. 1ª ed. - Rio de Janeiro: Eleia Editora, 2024 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise os trechos retirados do texto e assinale a alternativa em que o vocábulo “se” é classificado como conjunção integrante.
 

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4037385 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS

Em defesa do dicionário

Por William Campos da Cruz

Enunciado 4969608-1

(CRUZ, William Campos da. Tudo converge para o texto: gramática, escrita e leitura. 1ª ed. - Rio de Janeiro: Eleia Editora, 2024 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação ao trecho retirado do texto “[...] chamei a professora para perguntar-lhe o significado”, analise as assertivas a seguir:

I. O verbo “chamar” é classificado como transitivo direto.
II. O verbo “perguntar” é classificado como transitivo direto e indireto.
III. O segmento “perguntar-lhe” poderia ser substituído, de acordo com a norma-padrão, por “perguntá-la”.

Quais estão corretas?
 

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4037384 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS

Em defesa do dicionário

Por William Campos da Cruz

Enunciado 4969607-1

(CRUZ, William Campos da. Tudo converge para o texto: gramática, escrita e leitura. 1ª ed. - Rio de Janeiro: Eleia Editora, 2024 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que apresenta um caso facultativo de crase nos trechos retirados do texto.
 

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4037383 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS

Em defesa do dicionário

Por William Campos da Cruz

Enunciado 4969606-1

(CRUZ, William Campos da. Tudo converge para o texto: gramática, escrita e leitura. 1ª ed. - Rio de Janeiro: Eleia Editora, 2024 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação à significação de palavras e expressões, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O trecho “Como topei com uma palavra que ignorava, chamei a professora para perguntar-lhe o significado” possui sentido denotativo.
( ) A expressão “pai dos burros” possui sentido conotativo.
( ) O trecho “Quem tem sede, vá ao dicionário e sacie-se” possui sentido conotativo.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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4037382 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS

Em defesa do dicionário

Por William Campos da Cruz

Enunciado 4969605-1

(CRUZ, William Campos da. Tudo converge para o texto: gramática, escrita e leitura. 1ª ed. - Rio de Janeiro: Eleia Editora, 2024 – texto adaptado especialmente para esta prova).

O texto foi escrito em primeira pessoa e o autor, intencionalmente, atinge os seguintes objetivos:

I. Estabelecer uma conexão imediata e íntima com o leitor.
II. Expressar seu ponto de vista sobre o tema do texto.
III. Estabelecer um tom confessional e de diálogo com o leitor.
IV. Provocar engajamento e reflexão.

Quais estão corretos?
 

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4037381 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS

Em defesa do dicionário

Por William Campos da Cruz

Enunciado 4969604-1

(CRUZ, William Campos da. Tudo converge para o texto: gramática, escrita e leitura. 1ª ed. - Rio de Janeiro: Eleia Editora, 2024 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação à organização do texto, analise as assertivas a seguir:

I. Os questionamentos presentes no primeiro parágrafo aproximam autor e leitor e dão um tom de subjetividade ao texto.
II. No segundo e terceiro parágrafos, o autor narra um fato de sua vida.
III. Nos últimos parágrafos, o autor apresenta a sua tese em relação aos dicionários, defendendo o seu uso e elencando seus benefícios.

Quais estão corretas?
 

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4037350 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS

O lixo não começa na lixeira

Por Jaques Paes

“Faça sua parte”. A frase, repetida à exaustão em campanhas ambientais, virou mantra

cívico do nosso tempo. O apelo ..... consciência do consumidor está por toda parte: no rótulo

reciclável, na embalagem “amiga do planeta”, no selo verde que defende a ideia de

sustentabilidade do produto. É sedutor dizer que cada escolha de consumo conta. Mas essa

lógica, que parece empoderadora, é também conveniente. Desloca o foco da responsabilidade

para o fim da cadeia e transforma um problema sistêmico em questão de comportamento

individual.

Estímulos, excesso de oferta, infraestrutura precária e práticas padronizadas de mercado

são fatores estruturais. Ainda assim, a cobrança recai sobre o consumidor – como se ele tivesse

liberdade plena de escolha ou controle sobre o ciclo do produto. Boa parte do lixo que geramos

já nasce com data marcada para o descarte. Foi pensado assim, produzido assim, vendido assim.

Nas palavras de Jean Baudrillard, não compramos o objeto em si, mas sua representação – um

valor simbólico. No “produto sustentável”, compramos ..... ideia de fazer a coisa certa. Essa

lógica simbólica caminha junto a um dilema ético. Num mundo onde a cidadania se expressa

pelo consumo, a responsabilidade torna-se acessível para quem pode pagar – e inalcançável para

quem não pode. Quando vira atributo de mercado, a ética deixa de ser crítica e vira vitrine; a

moral, absorvida pela lógica da oferta e da demanda.

A Política Nacional de Economia Circular tenta reverter esse quadro. Prevê incentivos .....

reutilização, selos de sustentabilidade, compras públicas e fóruns com participação social. Mas

isso não enfrenta a pergunta incômoda: quem, de fato, é o responsável pelo lixo que produzimos?

Indivíduos. Essa é a resposta fácil – afinal, somos nós que consumimos, descartamos,

desperdiçamos. Depois vêm as empresas, que projetam produtos de vida útil curta e embalagens

excessivas; os governos, que falham em prover regulação e infraestrutura; e o setor de resíduos,

que opera no limite. Mas tratar o indivíduo como causa isola mal o problema e empobrece a

análise. Seu comportamento não surge no vácuo: é moldado por estímulos, escassez de

alternativas, padrões industriais e ausência de infraestrutura. Responsável? Sim. Mas não

sozinho. Culpado? Não exatamente.

Responsabilizar só o consumidor pressiona quem compra, mas poupa quem projeta.

Separar o lixo em casa é nobre. Levar tudo no mesmo caminhão ao mesmo lixão, nem tanto. O

lixo não começa na lixeira. Reduzir, reutilizar e reciclar seguem válidos – mas exigem um passo

anterior: recusar. Recusar a lógica que nos transforma em clientes de um problema que não

criamos.

Levantamentos recentes mostram que a maior parte dos resíduos vem da indústria –

insumos, processos, embalagens. O design, com obsolescência programada, materiais não

recicláveis e excesso de volume, amplia o problema. E a ausência de políticas públicas sólidas

apenas o reforça. Talvez a pergunta que nos reste não seja “o que você tem feito pelo planeta?”,

mas: — Por que colocaram justamente você para consertar isso?

(Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2025/10/o-lixo-nao-comeca-na-lixeira.ghtml texto adaptado especialmente para esta prova).

No trecho retirado do texto “Nas palavras de Jean Baudrillard, não compramos o objeto em si, mas sua representação – um valor simbólico”, a expressão sublinhada estabelece com a oração anterior uma relação de:

 

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4037349 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Jaguari-RS

O lixo não começa na lixeira

Por Jaques Paes

“Faça sua parte”. A frase, repetida à exaustão em campanhas ambientais, virou mantra

cívico do nosso tempo. O apelo ..... consciência do consumidor está por toda parte: no rótulo

reciclável, na embalagem “amiga do planeta”, no selo verde que defende a ideia de

sustentabilidade do produto. É sedutor dizer que cada escolha de consumo conta. Mas essa

lógica, que parece empoderadora, é também conveniente. Desloca o foco da responsabilidade

para o fim da cadeia e transforma um problema sistêmico em questão de comportamento

individual.

Estímulos, excesso de oferta, infraestrutura precária e práticas padronizadas de mercado

são fatores estruturais. Ainda assim, a cobrança recai sobre o consumidor – como se ele tivesse

liberdade plena de escolha ou controle sobre o ciclo do produto. Boa parte do lixo que geramos

já nasce com data marcada para o descarte. Foi pensado assim, produzido assim, vendido assim.

Nas palavras de Jean Baudrillard, não compramos o objeto em si, mas sua representação – um

valor simbólico. No “produto sustentável”, compramos ..... ideia de fazer a coisa certa. Essa

lógica simbólica caminha junto a um dilema ético. Num mundo onde a cidadania se expressa

pelo consumo, a responsabilidade torna-se acessível para quem pode pagar – e inalcançável para

quem não pode. Quando vira atributo de mercado, a ética deixa de ser crítica e vira vitrine; a

moral, absorvida pela lógica da oferta e da demanda.

A Política Nacional de Economia Circular tenta reverter esse quadro. Prevê incentivos .....

reutilização, selos de sustentabilidade, compras públicas e fóruns com participação social. Mas

isso não enfrenta a pergunta incômoda: quem, de fato, é o responsável pelo lixo que produzimos?

Indivíduos. Essa é a resposta fácil – afinal, somos nós que consumimos, descartamos,

desperdiçamos. Depois vêm as empresas, que projetam produtos de vida útil curta e embalagens

excessivas; os governos, que falham em prover regulação e infraestrutura; e o setor de resíduos,

que opera no limite. Mas tratar o indivíduo como causa isola mal o problema e empobrece a

análise. Seu comportamento não surge no vácuo: é moldado por estímulos, escassez de

alternativas, padrões industriais e ausência de infraestrutura. Responsável? Sim. Mas não

sozinho. Culpado? Não exatamente.

Responsabilizar só o consumidor pressiona quem compra, mas poupa quem projeta.

Separar o lixo em casa é nobre. Levar tudo no mesmo caminhão ao mesmo lixão, nem tanto. O

lixo não começa na lixeira. Reduzir, reutilizar e reciclar seguem válidos – mas exigem um passo

anterior: recusar. Recusar a lógica que nos transforma em clientes de um problema que não

criamos.

Levantamentos recentes mostram que a maior parte dos resíduos vem da indústria –

insumos, processos, embalagens. O design, com obsolescência programada, materiais não

recicláveis e excesso de volume, amplia o problema. E a ausência de políticas públicas sólidas

apenas o reforça. Talvez a pergunta que nos reste não seja “o que você tem feito pelo planeta?”,

mas: — Por que colocaram justamente você para consertar isso?

(Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/artigos/coluna/2025/10/o-lixo-nao-comeca-na-lixeira.ghtml texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o trecho retirado do texto “Boa parte do lixo que geramos já nasce com data marcada para o descarte”, qual é a função sintática do pronome relativo “que”?

 

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