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4105968 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Boa Vista-RR
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Texto CG1A1

A relação entre sustentabilidade e saúde não é nova. Desde questões ocupacionais, passando pela qualidade do ar, da água, do solo, do uso de pesticidas, resíduos perigosos e radioativos, os impactos do modo de produção e consumo sobre o meio ambiente têm sempre retornado ao ser humano na forma de danos à saúde. As mudanças climáticas são um divisor de águas nesse processo. Eventos extremos como ondas de calor, secas e inundações modificam os habitats naturais, forçando animais a migrarem para novas áreas. Essa movimentação aumenta as chances de contato entre espécies, inclusive a humana, e facilita a transmissão de patógenos. Além disso, as alterações climáticas influenciam a distribuição de vetores, como mosquitos e carrapatos, expandindo a área geográfica de doenças como a malária e a dengue. Doenças crônicas, cardiovasculares e respiratórias também são acentuadas por altas temperaturas e poluição do ar.

Na linha das notícias aterradoras sobre o futuro, o relatório Qualificando o impacto das mudanças climáticas na saúde humana, lançado pelo Fórum Econômico Mundial em janeiro de 2024, aponta que a mudança do clima pode causar até 14,5 milhões de mortes adicionais e perdas econômicas da ordem de 12,5 trilhões de dólares ao redor do mundo até 2050. A pressão sobre os sistemas de saúde será imensa, somando 1,1 trilhão de dólares em custos extras. Entre os impactos projetados, 79% relacionam-se a condições de saúde que se desenvolvem após os eventos climáticos e afetam o bem-estar de indivíduos e comunidades. Ainda, desastres climáticos e o sofrimento gerado por eventos como ondas de calor extremas e o processo de degradação dos ecossistemas exacerbam os riscos para aqueles com transtornos mentais preexistentes, o que aumenta as taxas de suicídio e internações hospitalares.

Assim, as novas gerações, que herdarão as consequências mais duras das mudanças climáticas, estão experimentando um aumento significativo de ansiedade, estresse e outros problemas de saúde mental, conhecidos como ansiedade climática ou ecoansiedade. O conceito é definido pela Associação Americana de Psicologia (APA) como um medo crônico da destruição ambiental, que varia de estresse leve a transtornos clínicos como depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, e pode envolver efeitos intergeracionais, em especial quando os danos ambientais implicam a perda de um modo de vida ou cultura. O sofrimento de crianças e adolescentes associa-se tanto às experiências da emergência climática atual quanto à impossibilidade de imaginar futuros alternativos a distopias socioambientais.

Internet: <https://portal.fgvc.br> (com adaptações).

No penúltimo período do primeiro parágrafo do texto CG1A1, o sentido da forma verbal “influenciam” é o mesmo de

 

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4105967 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Boa Vista-RR
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Texto CG1A1

A relação entre sustentabilidade e saúde não é nova. Desde questões ocupacionais, passando pela qualidade do ar, da água, do solo, do uso de pesticidas, resíduos perigosos e radioativos, os impactos do modo de produção e consumo sobre o meio ambiente têm sempre retornado ao ser humano na forma de danos à saúde. As mudanças climáticas são um divisor de águas nesse processo. Eventos extremos como ondas de calor, secas e inundações modificam os habitats naturais, forçando animais a migrarem para novas áreas. Essa movimentação aumenta as chances de contato entre espécies, inclusive a humana, e facilita a transmissão de patógenos. Além disso, as alterações climáticas influenciam a distribuição de vetores, como mosquitos e carrapatos, expandindo a área geográfica de doenças como a malária e a dengue. Doenças crônicas, cardiovasculares e respiratórias também são acentuadas por altas temperaturas e poluição do ar.

Na linha das notícias aterradoras sobre o futuro, o relatório Qualificando o impacto das mudanças climáticas na saúde humana, lançado pelo Fórum Econômico Mundial em janeiro de 2024, aponta que a mudança do clima pode causar até 14,5 milhões de mortes adicionais e perdas econômicas da ordem de 12,5 trilhões de dólares ao redor do mundo até 2050. A pressão sobre os sistemas de saúde será imensa, somando 1,1 trilhão de dólares em custos extras. Entre os impactos projetados, 79% relacionam-se a condições de saúde que se desenvolvem após os eventos climáticos e afetam o bem-estar de indivíduos e comunidades. Ainda, desastres climáticos e o sofrimento gerado por eventos como ondas de calor extremas e o processo de degradação dos ecossistemas exacerbam os riscos para aqueles com transtornos mentais preexistentes, o que aumenta as taxas de suicídio e internações hospitalares.

Assim, as novas gerações, que herdarão as consequências mais duras das mudanças climáticas, estão experimentando um aumento significativo de ansiedade, estresse e outros problemas de saúde mental, conhecidos como ansiedade climática ou ecoansiedade. O conceito é definido pela Associação Americana de Psicologia (APA) como um medo crônico da destruição ambiental, que varia de estresse leve a transtornos clínicos como depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, e pode envolver efeitos intergeracionais, em especial quando os danos ambientais implicam a perda de um modo de vida ou cultura. O sofrimento de crianças e adolescentes associa-se tanto às experiências da emergência climática atual quanto à impossibilidade de imaginar futuros alternativos a distopias socioambientais.

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Estariam mantidas a correção gramatical e a coerência textual caso se substituísse, no quarto período do primeiro parágrafo do texto CG1A1, a forma verbal “forçando” por

 

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4105966 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Boa Vista-RR
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Texto CG1A1

A relação entre sustentabilidade e saúde não é nova. Desde questões ocupacionais, passando pela qualidade do ar, da água, do solo, do uso de pesticidas, resíduos perigosos e radioativos, os impactos do modo de produção e consumo sobre o meio ambiente têm sempre retornado ao ser humano na forma de danos à saúde. As mudanças climáticas são um divisor de águas nesse processo. Eventos extremos como ondas de calor, secas e inundações modificam os habitats naturais, forçando animais a migrarem para novas áreas. Essa movimentação aumenta as chances de contato entre espécies, inclusive a humana, e facilita a transmissão de patógenos. Além disso, as alterações climáticas influenciam a distribuição de vetores, como mosquitos e carrapatos, expandindo a área geográfica de doenças como a malária e a dengue. Doenças crônicas, cardiovasculares e respiratórias também são acentuadas por altas temperaturas e poluição do ar.

Na linha das notícias aterradoras sobre o futuro, o relatório Qualificando o impacto das mudanças climáticas na saúde humana, lançado pelo Fórum Econômico Mundial em janeiro de 2024, aponta que a mudança do clima pode causar até 14,5 milhões de mortes adicionais e perdas econômicas da ordem de 12,5 trilhões de dólares ao redor do mundo até 2050. A pressão sobre os sistemas de saúde será imensa, somando 1,1 trilhão de dólares em custos extras. Entre os impactos projetados, 79% relacionam-se a condições de saúde que se desenvolvem após os eventos climáticos e afetam o bem-estar de indivíduos e comunidades. Ainda, desastres climáticos e o sofrimento gerado por eventos como ondas de calor extremas e o processo de degradação dos ecossistemas exacerbam os riscos para aqueles com transtornos mentais preexistentes, o que aumenta as taxas de suicídio e internações hospitalares.

Assim, as novas gerações, que herdarão as consequências mais duras das mudanças climáticas, estão experimentando um aumento significativo de ansiedade, estresse e outros problemas de saúde mental, conhecidos como ansiedade climática ou ecoansiedade. O conceito é definido pela Associação Americana de Psicologia (APA) como um medo crônico da destruição ambiental, que varia de estresse leve a transtornos clínicos como depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, e pode envolver efeitos intergeracionais, em especial quando os danos ambientais implicam a perda de um modo de vida ou cultura. O sofrimento de crianças e adolescentes associa-se tanto às experiências da emergência climática atual quanto à impossibilidade de imaginar futuros alternativos a distopias socioambientais.

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No que diz respeito à concordância nominal e verbal no texto CG1A1, assinale a opção correta.

 

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4105965 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
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A relação entre sustentabilidade e saúde não é nova. Desde questões ocupacionais, passando pela qualidade do ar, da água, do solo, do uso de pesticidas, resíduos perigosos e radioativos, os impactos do modo de produção e consumo sobre o meio ambiente têm sempre retornado ao ser humano na forma de danos à saúde. As mudanças climáticas são um divisor de águas nesse processo. Eventos extremos como ondas de calor, secas e inundações modificam os habitats naturais, forçando animais a migrarem para novas áreas. Essa movimentação aumenta as chances de contato entre espécies, inclusive a humana, e facilita a transmissão de patógenos. Além disso, as alterações climáticas influenciam a distribuição de vetores, como mosquitos e carrapatos, expandindo a área geográfica de doenças como a malária e a dengue. Doenças crônicas, cardiovasculares e respiratórias também são acentuadas por altas temperaturas e poluição do ar.

Na linha das notícias aterradoras sobre o futuro, o relatório Qualificando o impacto das mudanças climáticas na saúde humana, lançado pelo Fórum Econômico Mundial em janeiro de 2024, aponta que a mudança do clima pode causar até 14,5 milhões de mortes adicionais e perdas econômicas da ordem de 12,5 trilhões de dólares ao redor do mundo até 2050. A pressão sobre os sistemas de saúde será imensa, somando 1,1 trilhão de dólares em custos extras. Entre os impactos projetados, 79% relacionam-se a condições de saúde que se desenvolvem após os eventos climáticos e afetam o bem-estar de indivíduos e comunidades. Ainda, desastres climáticos e o sofrimento gerado por eventos como ondas de calor extremas e o processo de degradação dos ecossistemas exacerbam os riscos para aqueles com transtornos mentais preexistentes, o que aumenta as taxas de suicídio e internações hospitalares.

Assim, as novas gerações, que herdarão as consequências mais duras das mudanças climáticas, estão experimentando um aumento significativo de ansiedade, estresse e outros problemas de saúde mental, conhecidos como ansiedade climática ou ecoansiedade. O conceito é definido pela Associação Americana de Psicologia (APA) como um medo crônico da destruição ambiental, que varia de estresse leve a transtornos clínicos como depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, e pode envolver efeitos intergeracionais, em especial quando os danos ambientais implicam a perda de um modo de vida ou cultura. O sofrimento de crianças e adolescentes associa-se tanto às experiências da emergência climática atual quanto à impossibilidade de imaginar futuros alternativos a distopias socioambientais.

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Consoante o terceiro parágrafo do texto CG1A1,

 

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4105964 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Boa Vista-RR
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Texto CG1A1

A relação entre sustentabilidade e saúde não é nova. Desde questões ocupacionais, passando pela qualidade do ar, da água, do solo, do uso de pesticidas, resíduos perigosos e radioativos, os impactos do modo de produção e consumo sobre o meio ambiente têm sempre retornado ao ser humano na forma de danos à saúde. As mudanças climáticas são um divisor de águas nesse processo. Eventos extremos como ondas de calor, secas e inundações modificam os habitats naturais, forçando animais a migrarem para novas áreas. Essa movimentação aumenta as chances de contato entre espécies, inclusive a humana, e facilita a transmissão de patógenos. Além disso, as alterações climáticas influenciam a distribuição de vetores, como mosquitos e carrapatos, expandindo a área geográfica de doenças como a malária e a dengue. Doenças crônicas, cardiovasculares e respiratórias também são acentuadas por altas temperaturas e poluição do ar.

Na linha das notícias aterradoras sobre o futuro, o relatório Qualificando o impacto das mudanças climáticas na saúde humana, lançado pelo Fórum Econômico Mundial em janeiro de 2024, aponta que a mudança do clima pode causar até 14,5 milhões de mortes adicionais e perdas econômicas da ordem de 12,5 trilhões de dólares ao redor do mundo até 2050. A pressão sobre os sistemas de saúde será imensa, somando 1,1 trilhão de dólares em custos extras. Entre os impactos projetados, 79% relacionam-se a condições de saúde que se desenvolvem após os eventos climáticos e afetam o bem-estar de indivíduos e comunidades. Ainda, desastres climáticos e o sofrimento gerado por eventos como ondas de calor extremas e o processo de degradação dos ecossistemas exacerbam os riscos para aqueles com transtornos mentais preexistentes, o que aumenta as taxas de suicídio e internações hospitalares.

Assim, as novas gerações, que herdarão as consequências mais duras das mudanças climáticas, estão experimentando um aumento significativo de ansiedade, estresse e outros problemas de saúde mental, conhecidos como ansiedade climática ou ecoansiedade. O conceito é definido pela Associação Americana de Psicologia (APA) como um medo crônico da destruição ambiental, que varia de estresse leve a transtornos clínicos como depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, e pode envolver efeitos intergeracionais, em especial quando os danos ambientais implicam a perda de um modo de vida ou cultura. O sofrimento de crianças e adolescentes associa-se tanto às experiências da emergência climática atual quanto à impossibilidade de imaginar futuros alternativos a distopias socioambientais.

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Segundo as informações presentes no segundo parágrafo do texto CG1A1, é correto afirmar que

 

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4105963 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Pref. Boa Vista-RR
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Texto CG1A1

A relação entre sustentabilidade e saúde não é nova. Desde questões ocupacionais, passando pela qualidade do ar, da água, do solo, do uso de pesticidas, resíduos perigosos e radioativos, os impactos do modo de produção e consumo sobre o meio ambiente têm sempre retornado ao ser humano na forma de danos à saúde. As mudanças climáticas são um divisor de águas nesse processo. Eventos extremos como ondas de calor, secas e inundações modificam os habitats naturais, forçando animais a migrarem para novas áreas. Essa movimentação aumenta as chances de contato entre espécies, inclusive a humana, e facilita a transmissão de patógenos. Além disso, as alterações climáticas influenciam a distribuição de vetores, como mosquitos e carrapatos, expandindo a área geográfica de doenças como a malária e a dengue. Doenças crônicas, cardiovasculares e respiratórias também são acentuadas por altas temperaturas e poluição do ar.

Na linha das notícias aterradoras sobre o futuro, o relatório Qualificando o impacto das mudanças climáticas na saúde humana, lançado pelo Fórum Econômico Mundial em janeiro de 2024, aponta que a mudança do clima pode causar até 14,5 milhões de mortes adicionais e perdas econômicas da ordem de 12,5 trilhões de dólares ao redor do mundo até 2050. A pressão sobre os sistemas de saúde será imensa, somando 1,1 trilhão de dólares em custos extras. Entre os impactos projetados, 79% relacionam-se a condições de saúde que se desenvolvem após os eventos climáticos e afetam o bem-estar de indivíduos e comunidades. Ainda, desastres climáticos e o sofrimento gerado por eventos como ondas de calor extremas e o processo de degradação dos ecossistemas exacerbam os riscos para aqueles com transtornos mentais preexistentes, o que aumenta as taxas de suicídio e internações hospitalares.

Assim, as novas gerações, que herdarão as consequências mais duras das mudanças climáticas, estão experimentando um aumento significativo de ansiedade, estresse e outros problemas de saúde mental, conhecidos como ansiedade climática ou ecoansiedade. O conceito é definido pela Associação Americana de Psicologia (APA) como um medo crônico da destruição ambiental, que varia de estresse leve a transtornos clínicos como depressão, ansiedade, transtorno de estresse pós-traumático, e pode envolver efeitos intergeracionais, em especial quando os danos ambientais implicam a perda de um modo de vida ou cultura. O sofrimento de crianças e adolescentes associa-se tanto às experiências da emergência climática atual quanto à impossibilidade de imaginar futuros alternativos a distopias socioambientais.

Internet: <https://portal.fgvc.br> (com adaptações).

Em relação aos danos à saúde provocados pelas mudanças climáticas, é correto afirmar, de acordo com o primeiro parágrafo do texto CG1A1, que

 

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4070318 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

O jovem Frank

Às vezes eu me pergunto

que diabo de papel

estou fazendo aqui.

 

Não pedi para nascer,

não escolhi o meu nome,

e tenho um corpo montado

com pedaços de avós, fatias de pai

e amostras de mãe.

 

Nas reuniões de família

o esporte predileto

é dissecar Frankenstein:

 

"Os olhos são dos Arruda..."

"Os pés lembram os Botelho..."

"Tem as mãos do velho Braga!"

"... e o nariz é dos Fonseca!"

 

Certamente o resultado

de um tal esquartejamento

não pode ser coisa boa,

pois tantos retalhos colados

não inteiram uma pessoa.

Sendo assim... eu não sou eu.

Sou outra coisa qualquer:

um personagem perfeito

para um filme de terror,

um androide, um mutante,

um bicho extraterrestre,

um berro de puro pavor!

Graças a Deus meu espelho

não é daqueles que falam...

Diante dele, com cuidado,

posso até reconhecer

este rosto que é só meu

e sorrir aliviado:

 

Cheio de cravos e espinhas,

pode não ser um modelo

de perfeição ou beleza,

mas com certeza é alguém

e esse alguém... sou eu, sou eu!

TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.

Considerando apenas o contexto em que esta expressão preposicionada “para um filme de terror(l. 28) se insere, entre os adjetivos abaixo, qual NÃO pode substituir semanticamente a locução adjetiva itálico-sublinhada?
 

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4070317 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

O jovem Frank

Às vezes eu me pergunto

que diabo de papel

estou fazendo aqui.

 

Não pedi para nascer,

não escolhi o meu nome,

e tenho um corpo montado

com pedaços de avós, fatias de pai

e amostras de mãe.

 

Nas reuniões de família

o esporte predileto

é dissecar Frankenstein:

 

"Os olhos são dos Arruda..."

"Os pés lembram os Botelho..."

"Tem as mãos do velho Braga!"

"... e o nariz é dos Fonseca!"

 

Certamente o resultado

de um tal esquartejamento

não pode ser coisa boa,

pois tantos retalhos colados

não inteiram uma pessoa.

Sendo assim... eu não sou eu.

Sou outra coisa qualquer:

um personagem perfeito

para um filme de terror,

um androide, um mutante,

um bicho extraterrestre,

um berro de puro pavor!

Graças a Deus meu espelho

não é daqueles que falam...

Diante dele, com cuidado,

posso até reconhecer

este rosto que é só meu

e sorrir aliviado:

 

Cheio de cravos e espinhas,

pode não ser um modelo

de perfeição ou beleza,

mas com certeza é alguém

e esse alguém... sou eu, sou eu!

TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.

Dadas as características do texto “O jovem Frank”, os verbos, em sua maioria, estão flexionados no:
 

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4070316 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

O jovem Frank

Às vezes eu me pergunto

que diabo de papel

estou fazendo aqui.

 

Não pedi para nascer,

não escolhi o meu nome,

e tenho um corpo montado

com pedaços de avós, fatias de pai

e amostras de mãe.

 

Nas reuniões de família

o esporte predileto

é dissecar Frankenstein:

 

"Os olhos são dos Arruda..."

"Os pés lembram os Botelho..."

"Tem as mãos do velho Braga!"

"... e o nariz é dos Fonseca!"

 

Certamente o resultado

de um tal esquartejamento

não pode ser coisa boa,

pois tantos retalhos colados

não inteiram uma pessoa.

Sendo assim... eu não sou eu.

Sou outra coisa qualquer:

um personagem perfeito

para um filme de terror,

um androide, um mutante,

um bicho extraterrestre,

um berro de puro pavor!

Graças a Deus meu espelho

não é daqueles que falam...

Diante dele, com cuidado,

posso até reconhecer

este rosto que é só meu

e sorrir aliviado:

 

Cheio de cravos e espinhas,

pode não ser um modelo

de perfeição ou beleza,

mas com certeza é alguém

e esse alguém... sou eu, sou eu!

TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.

Com base na regência verbal e no fragmento textual compreendido entre a l. 20 e a l. 37, selecione a afirmação cujo conteúdo é FALSO.
 

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4070315 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IMPARH
Orgão: Pref. Fortaleza-CE

O jovem Frank

Às vezes eu me pergunto

que diabo de papel

estou fazendo aqui.

 

Não pedi para nascer,

não escolhi o meu nome,

e tenho um corpo montado

com pedaços de avós, fatias de pai

e amostras de mãe.

 

Nas reuniões de família

o esporte predileto

é dissecar Frankenstein:

 

"Os olhos são dos Arruda..."

"Os pés lembram os Botelho..."

"Tem as mãos do velho Braga!"

"... e o nariz é dos Fonseca!"

 

Certamente o resultado

de um tal esquartejamento

não pode ser coisa boa,

pois tantos retalhos colados

não inteiram uma pessoa.

Sendo assim... eu não sou eu.

Sou outra coisa qualquer:

um personagem perfeito

para um filme de terror,

um androide, um mutante,

um bicho extraterrestre,

um berro de puro pavor!

Graças a Deus meu espelho

não é daqueles que falam...

Diante dele, com cuidado,

posso até reconhecer

este rosto que é só meu

e sorrir aliviado:

 

Cheio de cravos e espinhas,

pode não ser um modelo

de perfeição ou beleza,

mas com certeza é alguém

e esse alguém... sou eu, sou eu!

TELLES, Carlos Queiroz apud MESQUITA, Roberto Melo; MARTOS, Cloder Rivas. Português – linguagem & participação, 5ª série. São Paulo: Saraiva, 1999, p. 129-130.

Observe os termos retirados do texto em análise e classifique-os CORRETAMENTE, por meio da associação da primeira coluna com a segunda. Em seguida, assinale a opção que preenche os parênteses de cima para baixo

1 – “me” (l. 01) 

2 – “de família” (l. 11)

3 – “uma pessoa” (l. 24)

4 – “com cuidado” (l. 34)

5 – “de cravos e espinhas” (l. 39)

6 – “esse alguém” (l. 43) 


(_) adjunto adnominal

(_) adjunto adverbial

(_) complemento nominal

(_) objeto direto

(_) objeto indireto

(_) sujeito
 

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