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“Um dos méritos da poesia, que muita gente não
percebe, é que ela diz mais que a prosa, e em
menos palavras do que a prosa.” (Voltaire)
A expressão destacada no pensamento acima apresenta a seguinte figura de linguagem:
A expressão destacada no pensamento acima apresenta a seguinte figura de linguagem:
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Estabeleça a relação entre a palavra destacada em
cada expressão e o sentido expresso por ela. A
seguir, assinale a sequência correta obtida.
(i) Estamos falando de astronomia.
(ii) Estava morrendo de rir.
(iii) Vim para cá de patinete.
(iv) Meus primos virão de uma bela fazenda.
(a) instrumento
(b) assunto
(c) origem (d) causa
(i) Estamos falando de astronomia.
(ii) Estava morrendo de rir.
(iii) Vim para cá de patinete.
(iv) Meus primos virão de uma bela fazenda.
(a) instrumento
(b) assunto
(c) origem (d) causa
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Assinale a alternativa cuja forma verbal
destacada está flexionada corretamente.
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Assinale a alternativa cujo elemento destacado
apresenta ambiguidade (dupla possibilidade de
interpretação) no contexto em que está sendo
empregado.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Entrando pela cozinha
Aromas, sabores, os sons dos talheres e
das panelas misturados à prosa em alto volume
das vozes femininas. A cozinha é parte tão viva
da casa! Não sei se de todas. Por certo da casa da
minha infância e adolescência, perseverando na
casa dos meus pais hoje e na minha. A gente não
come somente a comida. Come os afetos, os
prazeres, os desejos. Quantas lembranças
acordam o olfato com os cheiros daquele tempero
de um certo prato que aquela pessoa preparava?
Peço, agora, que você imagine os
alimentos de sua infância, seus cheiros, sabores,
texturas e aromas, imagens e vozes das pessoas
que os faziam. Feche os olhos! Sim, eu agora
fecho os meus para dar vazão à memória. Feche,
por favor, também os seus!
Salivei. As memórias da cozinha da mãe
e das avós me despertam todos os sentidos. De
um lado, pães de queijo, pamonhas, pudins e
outras sobremesas do Centro-Oeste – a origem
materna. De outro lado, caruru, vatapá, camarões
e peixes no toque do dendê do Nordeste africano
e o tempero sem igual da mãe de meu pai. Isso
tudo se misturando à riqueza de legumes e
verduras do Sudeste do país, onde habitávamos,
e seus hábitos iam nos habitando. No alimento, a
poética ancestral do cuidar entrelaçada aos
sabores gastronômicos miscigenando minha
família e o país.
Tive um professor cuja casa tem a entrada
pela cozinha. Construiu assim, a cozinha na
frente da casa. Ele diz que é porque as pessoas
gostam é de ficar na cozinha. Que quando era
criança ficava era todo mundo lá. Então construiu
a casa entrando pela cozinha, esse lugar que
congrega as pessoas e suas histórias – temperos e
contos à beira do fogão.
Ao redor da mesa, vivi e vivo os maiores
e melhores momentos de comunhão familiar.
Também ao redor da mesa, alguns dissabores e conflitos. A riqueza da gastronomia familiar
brasileira tecida em fios de cuidar é como rede
em varanda que embala um cochilo sem
pretensão. Das extravagâncias natalinas ao pão
de cada dia. É belo esse lugar de onde vim por
tão sagrado que é! É belo esse lugar de onde vim,
por tão profano que é!
MOURA, Cristiana. Entrando pela cozinha. Crônica do
dia. Disponível em
.<https://www.cronicadodia.com.br/2014/06/entrandopela-cozinha-cristiana-moura.html>.
A palavra destacada no trecho acima tem o sentido de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Entrando pela cozinha
Aromas, sabores, os sons dos talheres e
das panelas misturados à prosa em alto volume
das vozes femininas. A cozinha é parte tão viva
da casa! Não sei se de todas. Por certo da casa da
minha infância e adolescência, perseverando na
casa dos meus pais hoje e na minha. A gente não
come somente a comida. Come os afetos, os
prazeres, os desejos. Quantas lembranças
acordam o olfato com os cheiros daquele tempero
de um certo prato que aquela pessoa preparava?
Peço, agora, que você imagine os
alimentos de sua infância, seus cheiros, sabores,
texturas e aromas, imagens e vozes das pessoas
que os faziam. Feche os olhos! Sim, eu agora
fecho os meus para dar vazão à memória. Feche,
por favor, também os seus!
Salivei. As memórias da cozinha da mãe
e das avós me despertam todos os sentidos. De
um lado, pães de queijo, pamonhas, pudins e
outras sobremesas do Centro-Oeste – a origem
materna. De outro lado, caruru, vatapá, camarões
e peixes no toque do dendê do Nordeste africano
e o tempero sem igual da mãe de meu pai. Isso
tudo se misturando à riqueza de legumes e
verduras do Sudeste do país, onde habitávamos,
e seus hábitos iam nos habitando. No alimento, a
poética ancestral do cuidar entrelaçada aos
sabores gastronômicos miscigenando minha
família e o país.
Tive um professor cuja casa tem a entrada
pela cozinha. Construiu assim, a cozinha na
frente da casa. Ele diz que é porque as pessoas
gostam é de ficar na cozinha. Que quando era
criança ficava era todo mundo lá. Então construiu
a casa entrando pela cozinha, esse lugar que
congrega as pessoas e suas histórias – temperos e
contos à beira do fogão.
Ao redor da mesa, vivi e vivo os maiores
e melhores momentos de comunhão familiar.
Também ao redor da mesa, alguns dissabores e conflitos. A riqueza da gastronomia familiar
brasileira tecida em fios de cuidar é como rede
em varanda que embala um cochilo sem
pretensão. Das extravagâncias natalinas ao pão
de cada dia. É belo esse lugar de onde vim por
tão sagrado que é! É belo esse lugar de onde vim,
por tão profano que é!
MOURA, Cristiana. Entrando pela cozinha. Crônica do
dia. Disponível em
.<https://www.cronicadodia.com.br/2014/06/entrandopela-cozinha-cristiana-moura.html>.
A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Entrando pela cozinha
Aromas, sabores, os sons dos talheres e
das panelas misturados à prosa em alto volume
das vozes femininas. A cozinha é parte tão viva
da casa! Não sei se de todas. Por certo da casa da
minha infância e adolescência, perseverando na
casa dos meus pais hoje e na minha. A gente não
come somente a comida. Come os afetos, os
prazeres, os desejos. Quantas lembranças
acordam o olfato com os cheiros daquele tempero
de um certo prato que aquela pessoa preparava?
Peço, agora, que você imagine os
alimentos de sua infância, seus cheiros, sabores,
texturas e aromas, imagens e vozes das pessoas
que os faziam. Feche os olhos! Sim, eu agora
fecho os meus para dar vazão à memória. Feche,
por favor, também os seus!
Salivei. As memórias da cozinha da mãe
e das avós me despertam todos os sentidos. De
um lado, pães de queijo, pamonhas, pudins e
outras sobremesas do Centro-Oeste – a origem
materna. De outro lado, caruru, vatapá, camarões
e peixes no toque do dendê do Nordeste africano
e o tempero sem igual da mãe de meu pai. Isso
tudo se misturando à riqueza de legumes e
verduras do Sudeste do país, onde habitávamos,
e seus hábitos iam nos habitando. No alimento, a
poética ancestral do cuidar entrelaçada aos
sabores gastronômicos miscigenando minha
família e o país.
Tive um professor cuja casa tem a entrada
pela cozinha. Construiu assim, a cozinha na
frente da casa. Ele diz que é porque as pessoas
gostam é de ficar na cozinha. Que quando era
criança ficava era todo mundo lá. Então construiu
a casa entrando pela cozinha, esse lugar que
congrega as pessoas e suas histórias – temperos e
contos à beira do fogão.
Ao redor da mesa, vivi e vivo os maiores
e melhores momentos de comunhão familiar.
Também ao redor da mesa, alguns dissabores e conflitos. A riqueza da gastronomia familiar
brasileira tecida em fios de cuidar é como rede
em varanda que embala um cochilo sem
pretensão. Das extravagâncias natalinas ao pão
de cada dia. É belo esse lugar de onde vim por
tão sagrado que é! É belo esse lugar de onde vim,
por tão profano que é!
MOURA, Cristiana. Entrando pela cozinha. Crônica do
dia. Disponível em
.<https://www.cronicadodia.com.br/2014/06/entrandopela-cozinha-cristiana-moura.html>.
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Assinale a alternativa cuja palavra destacada
remete a um termo mencionado posteriormente.
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CAZO. Simpatias para começar o ano. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-simpatias-paracomecar-o-ano/>.
Na primeira fala dos quadrinhos, a palavra “que” tem natureza _______ e pode ser substituída adequadamente por “_______”.
Assinale a alternativa cujos elementos preenchem corretamente as lacunas acima, na mesma ordem.
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Assinale a alternativa cuja palavra preenche
corretamente a lacuna abaixo, estabelecendo a
coesão entre as partes do enunciado;
“_______ ela tenha estudado muito para o exame, não obteve rendimento satisfatório.”
“_______ ela tenha estudado muito para o exame, não obteve rendimento satisfatório.”
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