Magna Concursos

Foram encontradas 364.882 questões.

4199209 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IASPEC
Orgão: Câm. Tabatinga-SP
Provas:
Leia o texto abaixo e depois aponte a única afirmação incorreta.

O primeiro sinal que um leitor prevenido deve procurar num livro, a meu ver, é o da autenticidade. Antes de qualquer avaliação final, antes de uma colocação mais firme, importa distinguir se a obra vem das profundezas de um sujeito ou das meras superfícies, que apenas espelham os gestos dos outros. O que importa, na voz de um livro, é que seja uma voz de homem, que as palavras dessa voz estejam ligadas à lenda desse rei que cada esfinge de esquina tenta devorar. O que importa, em suma, é que a obra seja uma Mensagem.
(Gustavo Corção, em https://www.pensador.com/autor/gustavo_corcao/)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4199208 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IASPEC
Orgão: Câm. Tabatinga-SP
Provas:
No poema “Isto”, de Fernando Pessoa, diz o enunciador na 1ª estrofe:

Dizem que finjo ou minto
Tudo que escrevo. Não.
Eu simplesmente sinto
Com a imaginação.
Não uso o coração.

Marque a única afirmação incorreta.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4199207 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IASPEC
Orgão: Câm. Tabatinga-SP
Provas:
Marque a única frase de acordo com a norma-padrão.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4199206 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IASPEC
Orgão: Câm. Tabatinga-SP
Provas:
Leia o texto abaixo e depois aponte a afirmação correta.

Num bar onde quatro pessoas jogavam cartas, uma delas disse: “Ei! Agora eu percebi que o três que ele fez com as mãos não correspondia aos três — vocês, que estão aqui na mesa junto comigo —, e sim às cartas”.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4199205 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IASPEC
Orgão: Câm. Tabatinga-SP
Provas:
Leia as frases abaixo e depois aponte a opção que preenche corretamente as lacunas.

I. Agir de maneira coerente e lógica parece fácil, mas saber ____________ exige sabedoria.
II. Seguiremos o plano ______________ para evitar atrasos no projeto.
III. O núcleo terrestre é aproximadamente __________________, deformado pela rotação.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4199204 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IASPEC
Orgão: Câm. Tabatinga-SP
Provas:
Leia abaixo a penúltima estrofe do Hino Nacional do Brasil e depois marque a única afirmação correta.

Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora,a própria morte.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4199203 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IASPEC
Orgão: Câm. Tabatinga-SP
Provas:
Leia o poema abaixo e depois marque a única afirmação incorreta.

Poética

conciso? com siso
prolixo? pro lixo

(José Paulo Paes, em Os melhores poemas de José Paulo Paes, 2003.)
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4199172 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Provas:

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Consumo abusivo de álcool é desafio nacional

Quando se fala no combate ao consumo abusivo de álcool, o depoimento de pessoas que conviveram, ou ainda convivem, com a doença é fundamental para conscientizar quem enfrenta a árdua batalha. Em vídeos recentes publicados em seu canal no YouTube, o músico Nando Reis, ex-Titãs, abriu o jogo e falou com detalhes sobre os maus bocados que passou por conta da dependência — sobretudo da vodca.

Vivemos em uma sociedade que banaliza perigosamente o consumo do álcool. As gerações X e Y cresceram em meio à celebração contínua da cervejinha e dos drinks em cada reunião de família. Bebia-se muito cedo, já na adolescência, sem qualquer problematização ou julgamento dos pais e de mais responsáveis. O tempo passa, porém, e os danos do perigoso hábito começam a se manifestar na vida adulta — ao menos sete tipos de câncer, por exemplo, são associados à substância.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há dose segura para o consumo. Inclusive, o chamado “binge drinking”, o exagero restrito aos fins de semana, um padrão comum no Brasil, pode ser tão prejudicial para a saúde quanto a ingestão diária da substância. Ainda que a metabolização do álcool varie de acordo com aspectos físicos e genéticos, o impacto é certeiro em qualquer cenário.

Diante disso, é preciso que o Brasil comece a combater o consumo de álcool como guerreou contra o tabagismo a partir dos anos de 1980 — sobretudo no campo da conscientização. A aceitação cultural da ingestão, por vezes, dificulta o entendimento dos riscos da substância. Inclusive os riscos sociais: o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), por exemplo, trabalha com a estimativa de que 30% dos acidentes fatais no Brasil envolvem motoristas que estavam sob efeito de álcool. Exigem-se, portanto, estratégias atualizadas e eficazes para vencer esses e outros obstáculos.

A boa notícia fica com a nova geração, formada por pessoas nascidas a partir de 1997, que tem se dedicado a novos rumos para o lazer e para as celebrações. Pesquisa do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) aponta que a abstinência passou de 46% para 64% entre pessoas de 18 a 24 anos. Esse, sim, precisa ser um caminho sem volta.

(Editorial, 18.02.2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/. Adaptado)

Considere as frases a seguir:

• O músico Nando Reis abriu o jogo e falou com detalhes sobre os maus bocados que passou devido estado de dependência do álcool. seu

• Segundo a Organização Mundial da Saúde, o exagero restrito aos fins de semana pode ser tão prejudicial saúde quanto a ingestão diária da substância.

• A boa notícia fica com a nova geração, formada por pessoas nascidas a partir de 1997, dedicada ________ novas perspectivas para o lazer e para as celebrações.

De acordo com a norma-padrão, as lacunas das frases devem ser preenchidas, respectivamente, com:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4199171 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Provas:

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Consumo abusivo de álcool é desafio nacional

Quando se fala no combate ao consumo abusivo de álcool, o depoimento de pessoas que conviveram, ou ainda convivem, com a doença é fundamental para conscientizar quem enfrenta a árdua batalha. Em vídeos recentes publicados em seu canal no YouTube, o músico Nando Reis, ex-Titãs, abriu o jogo e falou com detalhes sobre os maus bocados que passou por conta da dependência — sobretudo da vodca.

Vivemos em uma sociedade que banaliza perigosamente o consumo do álcool. As gerações X e Y cresceram em meio à celebração contínua da cervejinha e dos drinks em cada reunião de família. Bebia-se muito cedo, já na adolescência, sem qualquer problematização ou julgamento dos pais e de mais responsáveis. O tempo passa, porém, e os danos do perigoso hábito começam a se manifestar na vida adulta — ao menos sete tipos de câncer, por exemplo, são associados à substância.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há dose segura para o consumo. Inclusive, o chamado “binge drinking”, o exagero restrito aos fins de semana, um padrão comum no Brasil, pode ser tão prejudicial para a saúde quanto a ingestão diária da substância. Ainda que a metabolização do álcool varie de acordo com aspectos físicos e genéticos, o impacto é certeiro em qualquer cenário.

Diante disso, é preciso que o Brasil comece a combater o consumo de álcool como guerreou contra o tabagismo a partir dos anos de 1980 — sobretudo no campo da conscientização. A aceitação cultural da ingestão, por vezes, dificulta o entendimento dos riscos da substância. Inclusive os riscos sociais: o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), por exemplo, trabalha com a estimativa de que 30% dos acidentes fatais no Brasil envolvem motoristas que estavam sob efeito de álcool. Exigem-se, portanto, estratégias atualizadas e eficazes para vencer esses e outros obstáculos.

A boa notícia fica com a nova geração, formada por pessoas nascidas a partir de 1997, que tem se dedicado a novos rumos para o lazer e para as celebrações. Pesquisa do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) aponta que a abstinência passou de 46% para 64% entre pessoas de 18 a 24 anos. Esse, sim, precisa ser um caminho sem volta.

(Editorial, 18.02.2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a reescrita de informações do texto está em conformidade com a norma-padrão de colocação pronominal.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
4199170 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Sorocaba-SP
Provas:

Leia o texto a seguir para responder à questão:


Consumo abusivo de álcool é desafio nacional

Quando se fala no combate ao consumo abusivo de álcool, o depoimento de pessoas que conviveram, ou ainda convivem, com a doença é fundamental para conscientizar quem enfrenta a árdua batalha. Em vídeos recentes publicados em seu canal no YouTube, o músico Nando Reis, ex-Titãs, abriu o jogo e falou com detalhes sobre os maus bocados que passou por conta da dependência — sobretudo da vodca.

Vivemos em uma sociedade que banaliza perigosamente o consumo do álcool. As gerações X e Y cresceram em meio à celebração contínua da cervejinha e dos drinks em cada reunião de família. Bebia-se muito cedo, já na adolescência, sem qualquer problematização ou julgamento dos pais e de mais responsáveis. O tempo passa, porém, e os danos do perigoso hábito começam a se manifestar na vida adulta — ao menos sete tipos de câncer, por exemplo, são associados à substância.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), não há dose segura para o consumo. Inclusive, o chamado “binge drinking”, o exagero restrito aos fins de semana, um padrão comum no Brasil, pode ser tão prejudicial para a saúde quanto a ingestão diária da substância. Ainda que a metabolização do álcool varie de acordo com aspectos físicos e genéticos, o impacto é certeiro em qualquer cenário.

Diante disso, é preciso que o Brasil comece a combater o consumo de álcool como guerreou contra o tabagismo a partir dos anos de 1980 — sobretudo no campo da conscientização. A aceitação cultural da ingestão, por vezes, dificulta o entendimento dos riscos da substância. Inclusive os riscos sociais: o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), por exemplo, trabalha com a estimativa de que 30% dos acidentes fatais no Brasil envolvem motoristas que estavam sob efeito de álcool. Exigem-se, portanto, estratégias atualizadas e eficazes para vencer esses e outros obstáculos.

A boa notícia fica com a nova geração, formada por pessoas nascidas a partir de 1997, que tem se dedicado a novos rumos para o lazer e para as celebrações. Pesquisa do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa) aponta que a abstinência passou de 46% para 64% entre pessoas de 18 a 24 anos. Esse, sim, precisa ser um caminho sem volta.

(Editorial, 18.02.2026. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/. Adaptado)

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão de concordância.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas