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Foram encontradas 355.429 questões.

4054014 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bayeux-PB
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Assinale a alternativa correta quanto à tonicidade das palavras indicadas abaixo;
 

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4054013 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bayeux-PB
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Marque a alternativa em que está configurada a figura de linguagem do tipo metáfora;
 

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4054012 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bayeux-PB
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Identifique em qual das orações abaixo a vírgula foi empregada corretamente:
 

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4054011 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bayeux-PB
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Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao emprego de S, SS, Ç, C, SC ou XC.
 

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4054010 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bayeux-PB
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No que se refere às figuras de linguagem, analise e identifique a resposta correta:

I. “O vento cantava entre as árvores” — personificação.
II. “Estou morrendo de sede” — hipérbole.
III. “Ela chorou rios de lágrimas” — metáfora.

Assinale a alternativa correta.
 

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4054009 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bayeux-PB
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Analise as afirmativas sobre termos essenciais da oração.

I. O sujeito pode ser simples ou composto.
II. O predicado pode ser verbal, nominal ou verbo-nominal.
III. Toda oração possui objeto direto.

Assinale a alternativa correta.
 

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4054008 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bayeux-PB
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Para responder a questão leia e interprete, com atenção, o poema abaixo.
NO MEIO DO CAMINHO
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.  
(Alguma Poesia, 1930)
Carlos Drummond de Andrade
Considerando o texto, assinale a alternativa correta quanto ao efeito de sentido produzido pela repetição.
 

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4054007 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: IGECAP
Orgão: Câm. Bayeux-PB
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Para responder a questão leia e interprete, com atenção, o poema abaixo.
NO MEIO DO CAMINHO
No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.  
(Alguma Poesia, 1930)
Carlos Drummond de Andrade
Considerando o contexto de recepção do poema na década de 1920, especialmente após a Semana de Arte Moderna, pode-se afirmar que a estrutura reiterativa do texto:
 

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4053865 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Fundação Osório
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Texto III
Tuiupé e o maracá mágico
Quem gostar de ouvir história levante bem alto a mão, pois vou contar uma linda preste bastante atenção!
A nossa história inicia num tempo muito distante. Bem no meio da floresta vivia essa habitante.
Tuiupé era seu nome, cunhãtaí bem sapeca. Tomava banho de rio e era levada da breca.
Os povos originários viviam em segurança. Aquele era um tempo bom, de paz, amor e bonança.
O pai da nossa menina era o pajé Saracura, que com amor protegia cada viva criatura.
Juntos recolhiam plantas, flores, frutos e raízes para preparar remédios, estavam sempre felizes.
A avó de Tuiupé se chamava Yacunã, sabia tudo de ervas, era uma sábia anciã.
Com sua mãe Tuiupé cedo aprendeu a cantar, trançar palha, fazer cestos, usar rede pra pescar.

TABAJARA, Auritha; TÔRRES, Paola. Tuiupé e o maracá mágico. Ilustração de Tai. São Paulo: Cia das Letrinhas, 2024. p. 5-6.

O Texto III constitui a apresentação da personagem Tuiupé do livro Tuiupé e o maracá mágico.
A fim de promover uma reflexão crítica em estudantes de 3o e 4o anos dos Anos Iniciais do Ensino Fundamental sobre a história, é adequado explicitar que a construção estética positiva de Tuiupé e sua família ocorre no texto por meio do uso de
 

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4053862 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Fundação Osório
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Texto I

A importância do ato de ler

Me parece indispensável, ao procurar falar de tal importância, dizer algo do momento mesmo em que me preparava para aqui estar hoje; dizer algo do processo em que me inseri enquanto ia escrevendo este texto que agora leio, processo que envolvia uma compreensão crítica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. A leitura do mundo precede a leitura da palavra, daí que a posterior leitura desta não possa prescindir da continuidade da leitura daquele. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura crítica implica a percepção das relações entre o texto e o contexto. Ao ensaiar escrever sobre a importância do ato de ler, eu me senti levado - e até gostosamente - a “reler” momentos fundamentais de minha prática, guardados na memória, desde as experiências mais remotas de minha infância, de minha adolescência, de minha mocidade, em que a compreensão crítica da importância do ato de ler se veio em mim constituindo.

Ao ir escrevendo este texto, ia “tomando distância” dos diferentes momentos em que o ato de ler se veio dando na minha experiência existencial. Primeiro, a “leitura” do mundo, do pequeno mundo em que me movia; depois, a leitura da palavra que nem sempre, ao longo de minha escolarização, foi a leitura da “palavramundo”.

A retomada da infância distante, buscando a compreensão do meu ato de “ler” o mundo particular em que me movia - e até onde não sou traído pela memória -, me é absolutamente significativa. Neste esforço a que me vou entregando, re-crio, e re-vivo, no texto que escrevo, a experiência vivida no momento em que ainda não lia a palavra. Me vejo então na casa mediana em que nasci, no Recife, rodeada de árvores, algumas delas como se fossem gente, tal a intimidade entre nós - à sua sombra brincava e em seus galhos mais dóceis à minha altura eu me experimentava em riscos menores que me preparavam para riscos e aventuras maiores.

A velha casa, seus quartos, seu corredor, seu sótão, seu terraço - o sítio das avencas de minha mãe -, o quintal amplo em que se achava, tudo isso foi o meu primeiro mundo. Nele engatinhei, balbuciei, me pus de pé, andei, falei. Na verdade, aquele mundo especial se dava a mim como o mundo de minha atividade perceptiva, por isso mesmo como o mundo de minhas primeiras leituras. Os “textos”, as “palavras”, as “letras” daquele contexto [...] se encarnavam numa série de coisas, de objetos, de sinais, cuja compreensão eu ia apreendendo no meu trato com eles nas minhas relações com meus irmãos mais velhos e com meus pais.

Os “textos”, as “palavras”, as “letras” daquele contexto se encarnavam no canto dos pássaros - o do sanhaçu, o do olha-pro-caminho-quem-vem, o do bem-te-vi, o do sabiá; na dança das copas das árvores sopradas por fortes ventanias que anunciavam tempestades, trovões, relâmpagos; as águas da chuva brincando de geografia: inventando lagos, ilhas, rios, riachos. Os “textos”, as “palavras”, as “letras” daquele contexto se encarnavam também no assobio do vento, nas nuvens do céu, nas suas cores, nos seus movimentos; na cor das folhagens, na forma das folhas, no cheiro das flores - das rosas, dos jasmins -, no corpo das árvores, na casca dos frutos. Na tonalidade diferente de cores de um mesmo fruto em momentos distintos: o verde da manga-espada verde, o verde da manga- -espada inchada; o amarelo esverdeado da mesma manga amadurecendo, as pintas negras da manga mais além de madura. [...]

FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 23. ed. São Paulo: Cortez, 1989. p. 6-7.

No Texto I, Paulo Freire compreende o ato da leitura como um processo que
 

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