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Leia o Texto 1 para responder à questão.


Texto 1


Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!



ANDRADE, Carlos Drummond de. Furto de flor. In: ANDRADE, C. D. Contos plausíveis. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 85.


O narrador menciona que a flor tinha uma “delicada composição”. Um sinônimo adequado para o termo “delicada” nesse contexto é
 

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Texto 1


Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.

Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.

Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:

– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!



ANDRADE, Carlos Drummond de. Furto de flor. In: ANDRADE, C. D. Contos plausíveis. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 85.


A crônica é um texto breve que apresenta acontecimentos do cotidiano com tom reflexivo. Na crônica de Carlos Drummond de Andrade, o narrador relata o que ocorre após retirar uma flor do jardim de um edifício. A ideia principal desse relato é
 

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4012006 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Gameleira Goiás-GO

Leia o texto a seguir.

“A diversidade cultural brasileira pode ser uma questão central para o desenvolvimento de projetos no país, especialmente voltados para os Povos Indígenas e os Afrodescendentes. Atenção especial é necessária quanto à preservação e ao reconhecimento da diversidade cultural brasileira.”

Disponível em: https://www.unesco.org/pt/node/108132. Acessado em: 2 dez. 2025.

A diversidade cultural brasileira mencionada no texto é representada

 

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4012003 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Gameleira Goiás-GO
As praças, como espaços totalmente abertos ausentes de barreiras para entrada e saída, permitem que toda a população tenha acesso a usufruir de seus benefícios independentemente de horário, grupo social ou poder aquisitivo. As praças são o espaço
 

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4011990 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Gameleira Goiás-GO

Leia o texto a seguir.



DÚVIDA CRUEL

Um casal de velhinhos conversando:

— Mulher, eu sempre tive uma dúvida, mas nunca tive coragem de colocá-la pra você. Eu sempre desconfiei da paternidade do nosso décimo filho. Ele é tão diferente dos outros nove! Agora que nós estamos completando sessenta anos de casados, eu queria que você me tirasse essa dúvida: nosso caçula tem um pai diferente

Maria olha pra baixo, incapaz de olhar pro marido, respira fundo e responde:

— É, Mário, o pai dele é diferente. Mário fica boquiaberto mas, nervoso, pergunta com os olhos em lágrimas:

— Quem é o pai, Maria? Quem é o pai?

— Você, Mário!

Disponível em: https://mundoeducacao.uol.com.br/redacao/anedota.htm. Acesso em: 19 nov. 2025.

No final do texto, quando Maria revela a verdade dizendo “Você, Mário!”, o leitor entende que o pai do filho caçula é

 

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4011989 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Gameleira Goiás-GO

Leia o texto a seguir.

Enunciado 4951840-1

Disponível em: https://www.meioemensagem.com.br/comunicacao/cocacola-celebra-a-versao-do-refrigerante-na-garrafa-de-vidro. Acesso em: 18 nov. 2025.

Na frase “Por que Coca-cola de vidro é tão gostosa? Porque é mais difícil de abrir e tudo o que é mais difícil é mais gostoso.”, o uso de “Por que” e “Porque” está correto pois

 

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4011988 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Gameleira Goiás-GO

Leia o texto a seguir.


Erro de Português

Oswald de Andrade

Quando o português chegou

debaixo duma bruta chuva

vestiu o índio

que pena!

fosse uma manhã de sol

o índio tinha despido o português

Disponível em: https://teoriaedebate.org.br/estante/erro-de-portugues/. Acesso em: 18 nov. 2025.

No poema “Erro de Português”, Oswald de Andrade afirma que o português vestiu o índio pois chegou

 

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4011987 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Gameleira Goiás-GO

Leia o texto a seguir.

Lenda da Iara

Iara era uma índia admirada pela sua beleza e também pelo fato de ser uma grande guerreira. Invejosos, seus irmãos resolveram matá-la, mas sendo uma guerreira habilidosa, consegue vencer a luta e é ela quem os mata.

Com medo de ser punida pelo pajé da tribo, foge. O pajé era seu pai, o qual após encontrar Iara resolve castigá-la lançandoa ao rio para que ela morresse, tal como seus irmãos.

No entanto, os peixes salvam a índia, a qual se transforma numa bela sereia que passa a habitar os rios da região da Amazônia. Atraindo os homens para lá, tenta afogá-los.

Segundo a lenda, quem consegue escapar, enlouquece e somente pode ser curado por um pajé.

Disponível em: https://www.todamateria.com.br/lendas-indigenas/. Acesso em: 21 nov. 2025.

Segundo o texto, Iara é transformada em sereia depois que

 

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4011986 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Gameleira Goiás-GO

Leia o texto a seguir.

Poema Enjoadinho

Vinicius de Moraes

Filhos, filhos?

Melhor não tê-los!

Mas se não os temos

Como sabê-los?

Se não os temos

Que de consulta

Quanto silêncio

Como nós queremos!

Disponível em: https://www.letras.mus.br/vinicius-de-moraes/86964/. Acesso em: 18 de nov. 2025.

No verso “Como sabê-los?”, o ponto de interrogação é usado para indicar que a frase é

 

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4011985 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Verbena
Orgão: Pref. Gameleira Goiás-GO

Leia o texto a seguir.

A lenda do lobisomem

A lenda do lobisomem tem sua origem na mitologia guarani. O lobisomem é o sétimo filho homem de um casal, que nas noites de lua cheia, às sextas e terças-feiras, transforma-se num ser similar a um cachorro grande e preto, com enormes cascos. Seu cheiro é nauseante e seu aspecto é horrível e atemorizante.

Uma vez transformado, o lobisomem ataca galinheiros e ronda os cemitérios buscando carniça para alimentar-se. Segundo algumas versões, também rouba meninos e meninas ou devora homens e mulheres. Quando amanhece novamente, ele retorna à sua forma humana completamente extenuado.

Disponível em: https://www.ejemplos.co/br/lendas-curtas/. Acesso em: 20 nov. 2025.

No trecho “O lobisomem é o sétimo filho homem de um casal [..]”, a palavra sétimo recebe acento porque

 

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