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Assinale a alternativa que se apresenta
totalmente correta com relação ao emprego do
pronome “cujo” e variações, de acordo com a
norma-padrão, atentando-se para todo o
enunciado.
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Preencha as lacunas abaixo com “eu” ou “mim”,
de acordo com a norma-padrão. A seguir,
assinale a sequência correta obtida.
- Ainda reinava um mal-estar entre ___ e ela.
- Para ___, fazer justiça é fundamental.
- Trouxe um presente para ___ relembrar os velhos tempos.
- Ainda reinava um mal-estar entre ___ e ela.
- Para ___, fazer justiça é fundamental.
- Trouxe um presente para ___ relembrar os velhos tempos.
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Assinale a alternativa em que a palavra destacada
se encontra empregada corretamente.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
(In)diferença
Aprendi há pouco que não devo ignorar
completamente o que dizem sobre minha pessoa.
Seja agradável ou não o que ouço, é
recomendável dispor de pelo menos alguns
minutinhos para reflexão. E resolvi me observar
por uns dias para saber em que e em quais
situações posso ser indiferente. As conclusões
são mesmo conclusivas, se me permite o
pleonasmo. Até porque se trata de
posicionamento relativo diante de circunstâncias
que podem se apresentar de formas diversas.
Não sou indiferente a preconceitos, por
exemplo. Odeio todos, de todos os tipos,
inclusive os que ainda se agarram a mim e dos
quais ainda – disse ainda, de novo – não consegui
me libertar. Posso ser indiferente a racistas, pois
não merecem minha atenção, a menos que
necessitem de um passa-fora, tipo peteleco que se
dá em inseto incômodo, em casos menos
significativos – piadinhas sem graça –, ou uma
denúncia em alto e bom som quando a ofensa é
gravíssima.
Sou permanentemente intolerante com a
intolerância.
Não sou indiferente à falta de educação.
Seja no trânsito, em restaurantes, supermercados,
filas. Tenho horror a quem joga lixo no chão e
fala exageradamente alto em qualquer lugar.
Não sou indiferente à crueldade cometida
diariamente contra animais indefesos, vítimas de
crimes cometidos pelos próprios guardiões. Não
sou indiferente ao sofrimento imposto aos touros
em rodeios. Não sou indiferente aos cães
abandonados por seus donos por motivos vários.
(...)
Não sou indiferente à mentira, à omissão,
à injustiça.
Não sou indiferente à ignorância imposta
por uma educação capenga.
Prefiro ser indiferente aos arrogantes e
prepotentes. Sou impaciente com a deselegância
dos que pensam ser os donos do mundo, da
situação ou da verdade. Aos que se
autodenominam sábios e não têm ideia do que
dizem, pois os sábios não se dizem sábios. A
esses, viro as costas solenemente, com toda a
indiferença que consigo reunir. (...)
DAMACENO, Giovana. (In)diferença. Revista
Benfazeja. Disponível em
. <https://www.avl.org.br/uploads/b889aa7f77e52e3a
5e8c0e9f930aa329indiferenca_gd.pdf>.
“Tenho horror a quem joga lixo no chão e fala exageradamente alto em qualquer lugar.”
O termo destacado no trecho acima apresenta função:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
(In)diferença
Aprendi há pouco que não devo ignorar
completamente o que dizem sobre minha pessoa.
Seja agradável ou não o que ouço, é
recomendável dispor de pelo menos alguns
minutinhos para reflexão. E resolvi me observar
por uns dias para saber em que e em quais
situações posso ser indiferente. As conclusões
são mesmo conclusivas, se me permite o
pleonasmo. Até porque se trata de
posicionamento relativo diante de circunstâncias
que podem se apresentar de formas diversas.
Não sou indiferente a preconceitos, por
exemplo. Odeio todos, de todos os tipos,
inclusive os que ainda se agarram a mim e dos
quais ainda – disse ainda, de novo – não consegui
me libertar. Posso ser indiferente a racistas, pois
não merecem minha atenção, a menos que
necessitem de um passa-fora, tipo peteleco que se
dá em inseto incômodo, em casos menos
significativos – piadinhas sem graça –, ou uma
denúncia em alto e bom som quando a ofensa é
gravíssima.
Sou permanentemente intolerante com a
intolerância.
Não sou indiferente à falta de educação.
Seja no trânsito, em restaurantes, supermercados,
filas. Tenho horror a quem joga lixo no chão e
fala exageradamente alto em qualquer lugar.
Não sou indiferente à crueldade cometida
diariamente contra animais indefesos, vítimas de
crimes cometidos pelos próprios guardiões. Não
sou indiferente ao sofrimento imposto aos touros
em rodeios. Não sou indiferente aos cães
abandonados por seus donos por motivos vários.
(...)
Não sou indiferente à mentira, à omissão,
à injustiça.
Não sou indiferente à ignorância imposta
por uma educação capenga.
Prefiro ser indiferente aos arrogantes e
prepotentes. Sou impaciente com a deselegância
dos que pensam ser os donos do mundo, da
situação ou da verdade. Aos que se
autodenominam sábios e não têm ideia do que
dizem, pois os sábios não se dizem sábios. A
esses, viro as costas solenemente, com toda a
indiferença que consigo reunir. (...)
DAMACENO, Giovana. (In)diferença. Revista
Benfazeja. Disponível em
. <https://www.avl.org.br/uploads/b889aa7f77e52e3a
5e8c0e9f930aa329indiferenca_gd.pdf>.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
(In)diferença
Aprendi há pouco que não devo ignorar
completamente o que dizem sobre minha pessoa.
Seja agradável ou não o que ouço, é
recomendável dispor de pelo menos alguns
minutinhos para reflexão. E resolvi me observar
por uns dias para saber em que e em quais
situações posso ser indiferente. As conclusões
são mesmo conclusivas, se me permite o
pleonasmo. Até porque se trata de
posicionamento relativo diante de circunstâncias
que podem se apresentar de formas diversas.
Não sou indiferente a preconceitos, por
exemplo. Odeio todos, de todos os tipos,
inclusive os que ainda se agarram a mim e dos
quais ainda – disse ainda, de novo – não consegui
me libertar. Posso ser indiferente a racistas, pois
não merecem minha atenção, a menos que
necessitem de um passa-fora, tipo peteleco que se
dá em inseto incômodo, em casos menos
significativos – piadinhas sem graça –, ou uma
denúncia em alto e bom som quando a ofensa é
gravíssima.
Sou permanentemente intolerante com a
intolerância.
Não sou indiferente à falta de educação.
Seja no trânsito, em restaurantes, supermercados,
filas. Tenho horror a quem joga lixo no chão e
fala exageradamente alto em qualquer lugar.
Não sou indiferente à crueldade cometida
diariamente contra animais indefesos, vítimas de
crimes cometidos pelos próprios guardiões. Não
sou indiferente ao sofrimento imposto aos touros
em rodeios. Não sou indiferente aos cães
abandonados por seus donos por motivos vários.
(...)
Não sou indiferente à mentira, à omissão,
à injustiça.
Não sou indiferente à ignorância imposta
por uma educação capenga.
Prefiro ser indiferente aos arrogantes e
prepotentes. Sou impaciente com a deselegância
dos que pensam ser os donos do mundo, da
situação ou da verdade. Aos que se
autodenominam sábios e não têm ideia do que
dizem, pois os sábios não se dizem sábios. A
esses, viro as costas solenemente, com toda a
indiferença que consigo reunir. (...)
DAMACENO, Giovana. (In)diferença. Revista
Benfazeja. Disponível em
. <https://www.avl.org.br/uploads/b889aa7f77e52e3a
5e8c0e9f930aa329indiferenca_gd.pdf>.
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Assinale a alternativa que se apresenta correta em
relação à colocação do pronome destacado.
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“Eis a pessoa __________”
Assinale a alternativa cuja forma completa corretamente o espaço em branco acima.
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- OrtografiaProblemas da Norma CultaUso dos "porquês"
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de Texto
BECK, Alexandre. Tiras de Armandinho. Disponível em <https://fotografia.folha.uol.com.br/galerias/27431-tirasde-armandinho>.
A frase “Mais uma? Por quê?”, empregada na tirinha acima, pode ser reescrita corretamente da seguinte forma:
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Assinale a alternativa que apresenta uma frase
com o emprego correto do verbo em relação à
concordância, pela norma-padrão.
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