Foram encontradas 350.148 questões.
“Disgramado te alevanta dexa di cê [priguiçoso O home qui num trabaia Num pode cumê gostoso É que trabaiá é muito bom, nué minha véa Mais é um poco arriscoso” (Ai D'eu Sodade – Xangai)
Uma das características do trecho da canção acima é a diminuição de elementos em ditongos. Assinale a alternativa em que ambas as palavras se enquadram nesse caso.
Uma das características do trecho da canção acima é a diminuição de elementos em ditongos. Assinale a alternativa em que ambas as palavras se enquadram nesse caso.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa cujo elemento destacado
apresenta função vocativa, indicando chamado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“As estatísticas apontam para uma melhoria
enorme no padrão de vida no país. _______,
ainda não podemos considerar esse fato como
uma vitória.”
Assinale a alternativa que apresenta um elemento que completa corretamente a lacuna acima, mantendo a coerência do enunciado.
Assinale a alternativa que apresenta um elemento que completa corretamente a lacuna acima, mantendo a coerência do enunciado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa cuja expressão
corresponde a um sinônimo de valor positivo do
verbo “morrer”.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa cujo elemento destacado é
um modalizador, um termo que demonstra o
ponto de vista do enunciador sobre o conteúdo
apresentado.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
“Sofri a influência de muitos poetas que nunca li.” (Adriane Garcia)
Em relação ao elemento destacado no período acima, é correto afirmar que se trata de um(a):
Em relação ao elemento destacado no período acima, é correto afirmar que se trata de um(a):
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Vale a pena enfiar algo goela abaixo do
educando?
Uma amiga tem ideias curiosas sobre as
escolas. Vivendo numa cidade do interior, viu-se
diante da encruzilhada: “qual a melhor escola
para o meu filho?”. Pôs-se a campo visitando as
escolas tidas como as melhores, para conversar
com os diretores. A cena se repetia. O diretor ou
diretora se encantava com a perspectiva de uma
matrícula a mais. Fazia seus melhores esforços
para convencer a mãe. Mostrava as salas, os
laboratórios, as quadras de esportes. Terminada a
excursão, de volta à sala da diretoria, minha
amiga tinha duas perguntas a fazer.
“O senhor sabe, nosso mundo é
competitivo, há o vestibular no horizonte, o
mercado de trabalho. Gostaria de saber como sua
escola lida com esses problemas...” O diretor,
seguro de sua filosofia de educação, respondia:
“Essa é nossa grande preocupação.
Precisamos preparar as crianças para o futuro.
Nossos professores são orientados no sentido de
apertar as crianças ao máximo para que sejam
vencedoras. Quanto a isso a senhora pode estar
tranquila”. Aí ela continuava:
“Sua resposta me esclareceu muito. Mas
há uma última pergunta que quero fazer. As
crianças passam apenas um período na escola.
No outro período elas ficam com o tempo livre.
O que fazer com esse tempo?”
Respondia o diretor: “A resposta a essa
pergunta já está implícita no que eu disse. Não
permitimos que as crianças tenham esse
tempo ocioso. Damos lições para casa de forma
que não sobra tempo ocioso. Elas têm de
trabalhar o dia inteiro”.
Aí a minha amiga concluía:
“Sabe, senhor diretor, acho que a infância
é um tempo tão bonito que é triste apertar as
crianças em nome de um futuro hipotético. As
crianças não podem viver hoje em função do
amanhã. A vida delas é no hoje. Se elas forem
‘apertadas’, vão acabar por odiar a escola e o
aprender. Além do que, as crianças devem ter um
tempo livre para viver suas próprias fantasias,
para brincar. Se elas tiverem todo o seu tempo
tomado por deveres de casa, perderão a
alegria...”
E com essas palavras despedia-se do
diretor perplexo. (...)
ALVES, Rubem. Vale a pena enfiar algo goela abaixo do educando? Revista Educação. Disponível em <https://revistaeducacao.com.br/2025/10/15/rubem-alvescronica/>.
Assinale a alternativa que apresenta uma forma reescrita do trecho acima, de maneira correta, incluindo a pontuação adequada.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Vale a pena enfiar algo goela abaixo do
educando?
Uma amiga tem ideias curiosas sobre as
escolas. Vivendo numa cidade do interior, viu-se
diante da encruzilhada: “qual a melhor escola
para o meu filho?”. Pôs-se a campo visitando as
escolas tidas como as melhores, para conversar
com os diretores. A cena se repetia. O diretor ou
diretora se encantava com a perspectiva de uma
matrícula a mais. Fazia seus melhores esforços
para convencer a mãe. Mostrava as salas, os
laboratórios, as quadras de esportes. Terminada a
excursão, de volta à sala da diretoria, minha
amiga tinha duas perguntas a fazer.
“O senhor sabe, nosso mundo é
competitivo, há o vestibular no horizonte, o
mercado de trabalho. Gostaria de saber como sua
escola lida com esses problemas...” O diretor,
seguro de sua filosofia de educação, respondia:
“Essa é nossa grande preocupação.
Precisamos preparar as crianças para o futuro.
Nossos professores são orientados no sentido de
apertar as crianças ao máximo para que sejam
vencedoras. Quanto a isso a senhora pode estar
tranquila”. Aí ela continuava:
“Sua resposta me esclareceu muito. Mas
há uma última pergunta que quero fazer. As
crianças passam apenas um período na escola.
No outro período elas ficam com o tempo livre.
O que fazer com esse tempo?”
Respondia o diretor: “A resposta a essa
pergunta já está implícita no que eu disse. Não
permitimos que as crianças tenham esse
tempo ocioso. Damos lições para casa de forma
que não sobra tempo ocioso. Elas têm de
trabalhar o dia inteiro”.
Aí a minha amiga concluía:
“Sabe, senhor diretor, acho que a infância
é um tempo tão bonito que é triste apertar as
crianças em nome de um futuro hipotético. As
crianças não podem viver hoje em função do
amanhã. A vida delas é no hoje. Se elas forem
‘apertadas’, vão acabar por odiar a escola e o
aprender. Além do que, as crianças devem ter um
tempo livre para viver suas próprias fantasias,
para brincar. Se elas tiverem todo o seu tempo
tomado por deveres de casa, perderão a
alegria...”
E com essas palavras despedia-se do
diretor perplexo. (...)
ALVES, Rubem. Vale a pena enfiar algo goela abaixo do educando? Revista Educação. Disponível em <https://revistaeducacao.com.br/2025/10/15/rubem-alvescronica/>.
A palavra destacada no trecho acima apresenta-se sob a seguinte figura de linguagem:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Vale a pena enfiar algo goela abaixo do
educando?
Uma amiga tem ideias curiosas sobre as
escolas. Vivendo numa cidade do interior, viu-se
diante da encruzilhada: “qual a melhor escola
para o meu filho?”. Pôs-se a campo visitando as
escolas tidas como as melhores, para conversar
com os diretores. A cena se repetia. O diretor ou
diretora se encantava com a perspectiva de uma
matrícula a mais. Fazia seus melhores esforços
para convencer a mãe. Mostrava as salas, os
laboratórios, as quadras de esportes. Terminada a
excursão, de volta à sala da diretoria, minha
amiga tinha duas perguntas a fazer.
“O senhor sabe, nosso mundo é
competitivo, há o vestibular no horizonte, o
mercado de trabalho. Gostaria de saber como sua
escola lida com esses problemas...” O diretor,
seguro de sua filosofia de educação, respondia:
“Essa é nossa grande preocupação.
Precisamos preparar as crianças para o futuro.
Nossos professores são orientados no sentido de
apertar as crianças ao máximo para que sejam
vencedoras. Quanto a isso a senhora pode estar
tranquila”. Aí ela continuava:
“Sua resposta me esclareceu muito. Mas
há uma última pergunta que quero fazer. As
crianças passam apenas um período na escola.
No outro período elas ficam com o tempo livre.
O que fazer com esse tempo?”
Respondia o diretor: “A resposta a essa
pergunta já está implícita no que eu disse. Não
permitimos que as crianças tenham esse
tempo ocioso. Damos lições para casa de forma
que não sobra tempo ocioso. Elas têm de
trabalhar o dia inteiro”.
Aí a minha amiga concluía:
“Sabe, senhor diretor, acho que a infância
é um tempo tão bonito que é triste apertar as
crianças em nome de um futuro hipotético. As
crianças não podem viver hoje em função do
amanhã. A vida delas é no hoje. Se elas forem
‘apertadas’, vão acabar por odiar a escola e o
aprender. Além do que, as crianças devem ter um
tempo livre para viver suas próprias fantasias,
para brincar. Se elas tiverem todo o seu tempo
tomado por deveres de casa, perderão a
alegria...”
E com essas palavras despedia-se do
diretor perplexo. (...)
ALVES, Rubem. Vale a pena enfiar algo goela abaixo do educando? Revista Educação. Disponível em <https://revistaeducacao.com.br/2025/10/15/rubem-alvescronica/>.
Provas
Questão presente nas seguintes provas

(“Novelo”, de Augusto de Campos)
Em relação ao texto acima, é correto afirmar que
o autor explora:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container