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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Combate à violência nas escolas é desafio para 71,7%
dos gestores
O enfrentamento a diferentes formas de violência, como
bullying, racismo e capacitismo, ainda é o principal
desafio para a construção de um ambiente escolar mais
acolhedor nas escolas públicas brasileiras.
Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela
Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o
Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores
escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o
enfrentamento às violências.
O levantamento embasa a elaboração do novo Guia de
Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, que será
lançado nesta quarta-feira (7/5) pelo MEC. A iniciativa
integra o Programa Escola das Adolescências, voltado à
melhoria da qualidade da educação nos anos finais do
ensino fundamental.
O estudo também aponta que mais da metade das
escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico
estruturado do clima escolar, etapa considerada
essencial para orientar políticas de convivência e
aprendizagem.
Para o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de
Pesquisas Educacionais da FCC e coordenador do
levantamento, a ausência desse monitoramento dificulta
o planejamento de políticas contínuas de convivência e
bem-estar.
"Muitas escolas já realizam ações importantes, mas
ainda de forma isolada. O grande desafio é transformar
iniciativas pontuais em processos permanentes de
melhoria do clima escolar", afirma.
Entre os principais entraves relatados pelos gestores,
estão a sobrecarga das equipes escolares, a falta de
profissionais com formação específica, a resistência a
mudanças institucionais, a rotatividade de servidores e a
dificuldade de engajamento coletivo.
Apesar dos desafios, os dados mostram que muitas
escolas já adotam práticas voltadas à melhoria do clima
escolar. Entre as iniciativas mais recorrentes, estão
rodas de conversa, escuta ativa, mediação de conflitos, projetos socioemocionais e acompanhamento
psicopedagógico.
A pesquisa ouviu, entre março e julho de 2025, 136
gestores de 105 escolas públicas em 10 estados do país:
Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais,
Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.
Além do enfrentamento às violências, 67,9% dos
gestores relatam dificuldades para fortalecer a
aproximação entre escola, famílias e comunidade.
Outros 64,1% apontam entraves na construção de bons
relacionamentos entre estudantes, enquanto 60,3%
mencionam desafios para desenvolver o sentimento de
pertencimento dos alunos.
https://www.metropoles.com/brasil/combate-a-violencia-nas-escolas-edesafio-para-717-dos-gestores
Com base na estrutura sintática do período acima, analise as afirmativas a seguir e assinale a correta.
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Combate à violência nas escolas é desafio para 71,7%
dos gestores
O enfrentamento a diferentes formas de violência, como
bullying, racismo e capacitismo, ainda é o principal
desafio para a construção de um ambiente escolar mais
acolhedor nas escolas públicas brasileiras.
Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela
Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o
Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores
escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o
enfrentamento às violências.
O levantamento embasa a elaboração do novo Guia de
Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, que será
lançado nesta quarta-feira (7/5) pelo MEC. A iniciativa
integra o Programa Escola das Adolescências, voltado à
melhoria da qualidade da educação nos anos finais do
ensino fundamental.
O estudo também aponta que mais da metade das
escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico
estruturado do clima escolar, etapa considerada
essencial para orientar políticas de convivência e
aprendizagem.
Para o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de
Pesquisas Educacionais da FCC e coordenador do
levantamento, a ausência desse monitoramento dificulta
o planejamento de políticas contínuas de convivência e
bem-estar.
"Muitas escolas já realizam ações importantes, mas
ainda de forma isolada. O grande desafio é transformar
iniciativas pontuais em processos permanentes de
melhoria do clima escolar", afirma.
Entre os principais entraves relatados pelos gestores,
estão a sobrecarga das equipes escolares, a falta de
profissionais com formação específica, a resistência a
mudanças institucionais, a rotatividade de servidores e a
dificuldade de engajamento coletivo.
Apesar dos desafios, os dados mostram que muitas
escolas já adotam práticas voltadas à melhoria do clima
escolar. Entre as iniciativas mais recorrentes, estão
rodas de conversa, escuta ativa, mediação de conflitos, projetos socioemocionais e acompanhamento
psicopedagógico.
A pesquisa ouviu, entre março e julho de 2025, 136
gestores de 105 escolas públicas em 10 estados do país:
Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais,
Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.
Além do enfrentamento às violências, 67,9% dos
gestores relatam dificuldades para fortalecer a
aproximação entre escola, famílias e comunidade.
Outros 64,1% apontam entraves na construção de bons
relacionamentos entre estudantes, enquanto 60,3%
mencionam desafios para desenvolver o sentimento de
pertencimento dos alunos.
https://www.metropoles.com/brasil/combate-a-violencia-nas-escolas-edesafio-para-717-dos-gestores
I. Os termos 'o estudo', 'o levantamento' e 'os dados' funcionam como elementos de coesão referencial por substituição lexical, retomando anaforicamente a pesquisa conduzida pela Fundação Carlos Chagas em parceria com o MEC.
II. O conectivo 'Apesar dos desafios' estabelece uma relação de concessão entre a existência de dificuldades enfrentadas pelos gestores e a adoção de práticas voltadas à melhoria do clima escolar, podendo ser substituída por 'Não obstante os desafios', mantendo o valor semântico e gramatical.
III. A expressão 'como bullying, racismo e capacitismo' funciona como mecanismo de coesão por exemplificação, introduzindo instâncias específicas do hiperônimo 'diferentes formas de violência'.
IV. A expressão 'Além do enfrentamento às violências' funciona como elemento coesivo sequencial que, por meio do advérbio 'além', indica adição de informação nova ao conjunto de desafios já apresentados, garantindo a progressão temática do texto.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
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Combate à violência nas escolas é desafio para 71,7%
dos gestores
O enfrentamento a diferentes formas de violência, como
bullying, racismo e capacitismo, ainda é o principal
desafio para a construção de um ambiente escolar mais
acolhedor nas escolas públicas brasileiras.
Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela
Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o
Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores
escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o
enfrentamento às violências.
O levantamento embasa a elaboração do novo Guia de
Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, que será
lançado nesta quarta-feira (7/5) pelo MEC. A iniciativa
integra o Programa Escola das Adolescências, voltado à
melhoria da qualidade da educação nos anos finais do
ensino fundamental.
O estudo também aponta que mais da metade das
escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico
estruturado do clima escolar, etapa considerada
essencial para orientar políticas de convivência e
aprendizagem.
Para o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de
Pesquisas Educacionais da FCC e coordenador do
levantamento, a ausência desse monitoramento dificulta
o planejamento de políticas contínuas de convivência e
bem-estar.
"Muitas escolas já realizam ações importantes, mas
ainda de forma isolada. O grande desafio é transformar
iniciativas pontuais em processos permanentes de
melhoria do clima escolar", afirma.
Entre os principais entraves relatados pelos gestores,
estão a sobrecarga das equipes escolares, a falta de
profissionais com formação específica, a resistência a
mudanças institucionais, a rotatividade de servidores e a
dificuldade de engajamento coletivo.
Apesar dos desafios, os dados mostram que muitas
escolas já adotam práticas voltadas à melhoria do clima
escolar. Entre as iniciativas mais recorrentes, estão
rodas de conversa, escuta ativa, mediação de conflitos, projetos socioemocionais e acompanhamento
psicopedagógico.
A pesquisa ouviu, entre março e julho de 2025, 136
gestores de 105 escolas públicas em 10 estados do país:
Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais,
Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.
Além do enfrentamento às violências, 67,9% dos
gestores relatam dificuldades para fortalecer a
aproximação entre escola, famílias e comunidade.
Outros 64,1% apontam entraves na construção de bons
relacionamentos entre estudantes, enquanto 60,3%
mencionam desafios para desenvolver o sentimento de
pertencimento dos alunos.
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Assim como o vocábulo 'bem-estar', as outras palavras também estão grafadas corretamente no trecho. Complete as lacunas das frases a seguir com palavras igualmente grafadas de forma correta.
1. Entre as formas de violência enfrentadas nas escolas públicas brasileiras, destacam-se as atitudes___ , que impõem desafios adicionais às equipes gestoras.
2. Sem políticas de convivência, as relações escolares tornam-se frias e quase___ , desprovidas de empatia e sentimento de pertencimento.
3. O___da escola foi o responsável por coordenar as rodas de conversa e as ações de mediação de conflitos entre os estudantes.
4. Entre as manifestações de intolerância registradas nas escolas públicas, atitudes___ configuram uma forma de violência que exige atenção imediata das equipes gestoras.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem.
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dos gestores
O enfrentamento a diferentes formas de violência, como
bullying, racismo e capacitismo, ainda é o principal
desafio para a construção de um ambiente escolar mais
acolhedor nas escolas públicas brasileiras.
Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela
Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o
Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores
escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o
enfrentamento às violências.
O levantamento embasa a elaboração do novo Guia de
Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, que será
lançado nesta quarta-feira (7/5) pelo MEC. A iniciativa
integra o Programa Escola das Adolescências, voltado à
melhoria da qualidade da educação nos anos finais do
ensino fundamental.
O estudo também aponta que mais da metade das
escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico
estruturado do clima escolar, etapa considerada
essencial para orientar políticas de convivência e
aprendizagem.
Para o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de
Pesquisas Educacionais da FCC e coordenador do
levantamento, a ausência desse monitoramento dificulta
o planejamento de políticas contínuas de convivência e
bem-estar.
"Muitas escolas já realizam ações importantes, mas
ainda de forma isolada. O grande desafio é transformar
iniciativas pontuais em processos permanentes de
melhoria do clima escolar", afirma.
Entre os principais entraves relatados pelos gestores,
estão a sobrecarga das equipes escolares, a falta de
profissionais com formação específica, a resistência a
mudanças institucionais, a rotatividade de servidores e a
dificuldade de engajamento coletivo.
Apesar dos desafios, os dados mostram que muitas
escolas já adotam práticas voltadas à melhoria do clima
escolar. Entre as iniciativas mais recorrentes, estão
rodas de conversa, escuta ativa, mediação de conflitos, projetos socioemocionais e acompanhamento
psicopedagógico.
A pesquisa ouviu, entre março e julho de 2025, 136
gestores de 105 escolas públicas em 10 estados do país:
Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais,
Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.
Além do enfrentamento às violências, 67,9% dos
gestores relatam dificuldades para fortalecer a
aproximação entre escola, famílias e comunidade.
Outros 64,1% apontam entraves na construção de bons
relacionamentos entre estudantes, enquanto 60,3%
mencionam desafios para desenvolver o sentimento de
pertencimento dos alunos.
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Com base na concordância verbal do período acima, analise as asserções a seguir.
I. O verbo 'apontar' encontra-se corretamente flexionado no plural, em concordância com o termo 'outros', cujo referente plural, 'gestores', é recuperável pelo contexto. De acordo com a norma-padrão, quando a expressão percentual apresenta termo expresso no plural, a concordância é preferencialmente estabelecida com esse substantivo, admite-se, entretanto a concordância com o numeral, razão pela qual a flexão verbal no singular também poderia ocorrer sem configurar desvio gramatical.
II. O verbo 'mencionar' encontra-se flexionado no plural em razão da elipse do sujeito 'gestores', já previamente mencionado no contexto, o que justifica a concordância verbal na forma plural.
Assinale a alternativa correta.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
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Combate à violência nas escolas é desafio para 71,7%
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O enfrentamento a diferentes formas de violência, como
bullying, racismo e capacitismo, ainda é o principal
desafio para a construção de um ambiente escolar mais
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Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela
Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o
Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores
escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o
enfrentamento às violências.
O levantamento embasa a elaboração do novo Guia de
Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, que será
lançado nesta quarta-feira (7/5) pelo MEC. A iniciativa
integra o Programa Escola das Adolescências, voltado à
melhoria da qualidade da educação nos anos finais do
ensino fundamental.
O estudo também aponta que mais da metade das
escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico
estruturado do clima escolar, etapa considerada
essencial para orientar políticas de convivência e
aprendizagem.
Para o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de
Pesquisas Educacionais da FCC e coordenador do
levantamento, a ausência desse monitoramento dificulta
o planejamento de políticas contínuas de convivência e
bem-estar.
"Muitas escolas já realizam ações importantes, mas
ainda de forma isolada. O grande desafio é transformar
iniciativas pontuais em processos permanentes de
melhoria do clima escolar", afirma.
Entre os principais entraves relatados pelos gestores,
estão a sobrecarga das equipes escolares, a falta de
profissionais com formação específica, a resistência a
mudanças institucionais, a rotatividade de servidores e a
dificuldade de engajamento coletivo.
Apesar dos desafios, os dados mostram que muitas
escolas já adotam práticas voltadas à melhoria do clima
escolar. Entre as iniciativas mais recorrentes, estão
rodas de conversa, escuta ativa, mediação de conflitos, projetos socioemocionais e acompanhamento
psicopedagógico.
A pesquisa ouviu, entre março e julho de 2025, 136
gestores de 105 escolas públicas em 10 estados do país:
Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais,
Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.
Além do enfrentamento às violências, 67,9% dos
gestores relatam dificuldades para fortalecer a
aproximação entre escola, famílias e comunidade.
Outros 64,1% apontam entraves na construção de bons
relacionamentos entre estudantes, enquanto 60,3%
mencionam desafios para desenvolver o sentimento de
pertencimento dos alunos.
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Considerando as regras de acentuação, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas:
( ) O vocábulo 'País' recebe acento pela regra do 'i' e 'u' tônicos que formam hiato com a vogal anterior, assim como os vocábulos 'tatuí', 'reúso' e 'graúdo', todos acentuados corretamente.
( ) O vocábulo 'Pará' recebe acento gráfico por ser oxítona terminada em 'a'. A palavra 'Gerais', embora também apresente a mesma acentuação tônica, não recebe acento gráfico, o que evidencia que as duas palavras compartilham a mesma classificação quanto à tonicidade, mas divergem quanto à acentuação gráfica.
( ) O vocábulo 'ouviu' não recebe acento gráfico por ser paroxítona terminada em ditongo decrescente 'iu', terminação que, pelas regras ortográficas vigentes, não exige acentuação obrigatória.
( ) Os vocábulos 'março' e 'julho' apresentam a mesma classificação quanto à tonicidade, assim como ocorre com 'rubrica' e 'gratuito'.
embora haja, neste último par, divergência quanto à sílaba em que recai o acento tônico, uma vez que 'rubrica' admite variação entre as formas proparoxítona e paroxítona, sendo ambas aceitas pelo Acordo Ortográfico vigente.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência que preenche corretamente os itens acima, de cima para baixo.
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- SintaxeRegência
- SintaxeCrase
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Reduzida
- MorfologiaVerbos
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O enfrentamento a diferentes formas de violência, como
bullying, racismo e capacitismo, ainda é o principal
desafio para a construção de um ambiente escolar mais
acolhedor nas escolas públicas brasileiras.
Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela
Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o
Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores
escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o
enfrentamento às violências.
O levantamento embasa a elaboração do novo Guia de
Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, que será
lançado nesta quarta-feira (7/5) pelo MEC. A iniciativa
integra o Programa Escola das Adolescências, voltado à
melhoria da qualidade da educação nos anos finais do
ensino fundamental.
O estudo também aponta que mais da metade das
escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico
estruturado do clima escolar, etapa considerada
essencial para orientar políticas de convivência e
aprendizagem.
Para o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de
Pesquisas Educacionais da FCC e coordenador do
levantamento, a ausência desse monitoramento dificulta
o planejamento de políticas contínuas de convivência e
bem-estar.
"Muitas escolas já realizam ações importantes, mas
ainda de forma isolada. O grande desafio é transformar
iniciativas pontuais em processos permanentes de
melhoria do clima escolar", afirma.
Entre os principais entraves relatados pelos gestores,
estão a sobrecarga das equipes escolares, a falta de
profissionais com formação específica, a resistência a
mudanças institucionais, a rotatividade de servidores e a
dificuldade de engajamento coletivo.
Apesar dos desafios, os dados mostram que muitas
escolas já adotam práticas voltadas à melhoria do clima
escolar. Entre as iniciativas mais recorrentes, estão
rodas de conversa, escuta ativa, mediação de conflitos, projetos socioemocionais e acompanhamento
psicopedagógico.
A pesquisa ouviu, entre março e julho de 2025, 136
gestores de 105 escolas públicas em 10 estados do país:
Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais,
Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.
Além do enfrentamento às violências, 67,9% dos
gestores relatam dificuldades para fortalecer a
aproximação entre escola, famílias e comunidade.
Outros 64,1% apontam entraves na construção de bons
relacionamentos entre estudantes, enquanto 60,3%
mencionam desafios para desenvolver o sentimento de
pertencimento dos alunos.
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Considerando a regência verbal, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.
( ) O verbo 'dialogar' classifica-se como transitivo indireto, uma vez que seu complemento é obrigatoriamente introduzido por preposição. No trecho em análise, o verbo apresenta dois complementos indiretos explícitos, 'sobre o enfrentamento' e 'às violências', sendo o segundo introduzido pela preposição 'a' contraída com o artigo definido feminino plural 'as', o que justifica o emprego da crase em 'às violências'.
( ) O verbo 'dialogar' atua como transitivo indireto, uma vez que seu complemento é obrigatoriamente introduzido por preposição, sem a qual o sentido do verbo permanece incompleto. Em outros contextos, o mesmo verbo admite a preposição 'com' para introduzir o complemento que indica o interlocutor, configurando, em ambos os casos, construções igualmente corretas do ponto de vista da norma culta, com distinção semântica determinada pela escolha da preposição.
( ) O verbo 'afirmar' classifica-se como transitivo direto, exigindo complemento sem preposição. No período em análise, o objeto direto é representado por uma oração reduzida de infinitivo, 'ter dificuldades para dialogar sobre o enfrentamento às violências', denominada oração subordinada substantiva objetiva direta reduzida de infinitivo, que poderia ser substituída, sem prejuízo gramatical, pela forma desenvolvida 'que têm dificuldades para dialogar sobre o enfrentamento às violências'.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo.
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dos gestores
O enfrentamento a diferentes formas de violência, como
bullying, racismo e capacitismo, ainda é o principal
desafio para a construção de um ambiente escolar mais
acolhedor nas escolas públicas brasileiras.
Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela
Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o
Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores
escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o
enfrentamento às violências.
O levantamento embasa a elaboração do novo Guia de
Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, que será
lançado nesta quarta-feira (7/5) pelo MEC. A iniciativa
integra o Programa Escola das Adolescências, voltado à
melhoria da qualidade da educação nos anos finais do
ensino fundamental.
O estudo também aponta que mais da metade das
escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico
estruturado do clima escolar, etapa considerada
essencial para orientar políticas de convivência e
aprendizagem.
Para o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de
Pesquisas Educacionais da FCC e coordenador do
levantamento, a ausência desse monitoramento dificulta
o planejamento de políticas contínuas de convivência e
bem-estar.
"Muitas escolas já realizam ações importantes, mas
ainda de forma isolada. O grande desafio é transformar
iniciativas pontuais em processos permanentes de
melhoria do clima escolar", afirma.
Entre os principais entraves relatados pelos gestores,
estão a sobrecarga das equipes escolares, a falta de
profissionais com formação específica, a resistência a
mudanças institucionais, a rotatividade de servidores e a
dificuldade de engajamento coletivo.
Apesar dos desafios, os dados mostram que muitas
escolas já adotam práticas voltadas à melhoria do clima
escolar. Entre as iniciativas mais recorrentes, estão
rodas de conversa, escuta ativa, mediação de conflitos, projetos socioemocionais e acompanhamento
psicopedagógico.
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Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais,
Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.
Além do enfrentamento às violências, 67,9% dos
gestores relatam dificuldades para fortalecer a
aproximação entre escola, famílias e comunidade.
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desafio para a construção de um ambiente escolar mais
acolhedor nas escolas públicas brasileiras.
Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela
Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o
Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores
escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o
enfrentamento às violências.
O levantamento embasa a elaboração do novo Guia de
Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, que será
lançado nesta quarta-feira (7/5) pelo MEC. A iniciativa
integra o Programa Escola das Adolescências, voltado à
melhoria da qualidade da educação nos anos finais do
ensino fundamental.
O estudo também aponta que mais da metade das
escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico
estruturado do clima escolar, etapa considerada
essencial para orientar políticas de convivência e
aprendizagem.
Para o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de
Pesquisas Educacionais da FCC e coordenador do
levantamento, a ausência desse monitoramento dificulta
o planejamento de políticas contínuas de convivência e
bem-estar.
"Muitas escolas já realizam ações importantes, mas
ainda de forma isolada. O grande desafio é transformar
iniciativas pontuais em processos permanentes de
melhoria do clima escolar", afirma.
Entre os principais entraves relatados pelos gestores,
estão a sobrecarga das equipes escolares, a falta de
profissionais com formação específica, a resistência a
mudanças institucionais, a rotatividade de servidores e a
dificuldade de engajamento coletivo.
Apesar dos desafios, os dados mostram que muitas
escolas já adotam práticas voltadas à melhoria do clima
escolar. Entre as iniciativas mais recorrentes, estão
rodas de conversa, escuta ativa, mediação de conflitos, projetos socioemocionais e acompanhamento
psicopedagógico.
A pesquisa ouviu, entre março e julho de 2025, 136
gestores de 105 escolas públicas em 10 estados do país:
Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais,
Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.
Além do enfrentamento às violências, 67,9% dos
gestores relatam dificuldades para fortalecer a
aproximação entre escola, famílias e comunidade.
Outros 64,1% apontam entraves na construção de bons
relacionamentos entre estudantes, enquanto 60,3%
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Com base nas regras de colocação pronominal, considerando a substituição do complemento do verbo 'realizar' por um pronome oblíquo átono, analise as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.
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Combate à violência nas escolas é desafio para 71,7%
dos gestores
O enfrentamento a diferentes formas de violência, como
bullying, racismo e capacitismo, ainda é o principal
desafio para a construção de um ambiente escolar mais
acolhedor nas escolas públicas brasileiras.
Segundo uma pesquisa nacional conduzida pela
Fundação Carlos Chagas (FCC) em parceria com o
Ministério da Educação (MEC), 71,7% dos gestores
escolares afirmam ter dificuldades para dialogar sobre o
enfrentamento às violências.
O levantamento embasa a elaboração do novo Guia de
Clima Escolar Positivo para Equipes Gestoras, que será
lançado nesta quarta-feira (7/5) pelo MEC. A iniciativa
integra o Programa Escola das Adolescências, voltado à
melhoria da qualidade da educação nos anos finais do
ensino fundamental.
O estudo também aponta que mais da metade das
escolas (54,8%) nunca realizou um diagnóstico
estruturado do clima escolar, etapa considerada
essencial para orientar políticas de convivência e
aprendizagem.
Para o pesquisador Adriano Moro, do Departamento de
Pesquisas Educacionais da FCC e coordenador do
levantamento, a ausência desse monitoramento dificulta
o planejamento de políticas contínuas de convivência e
bem-estar.
"Muitas escolas já realizam ações importantes, mas
ainda de forma isolada. O grande desafio é transformar
iniciativas pontuais em processos permanentes de
melhoria do clima escolar", afirma.
Entre os principais entraves relatados pelos gestores,
estão a sobrecarga das equipes escolares, a falta de
profissionais com formação específica, a resistência a
mudanças institucionais, a rotatividade de servidores e a
dificuldade de engajamento coletivo.
Apesar dos desafios, os dados mostram que muitas
escolas já adotam práticas voltadas à melhoria do clima
escolar. Entre as iniciativas mais recorrentes, estão
rodas de conversa, escuta ativa, mediação de conflitos, projetos socioemocionais e acompanhamento
psicopedagógico.
A pesquisa ouviu, entre março e julho de 2025, 136
gestores de 105 escolas públicas em 10 estados do país:
Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Minas Gerais,
Pará, Pernambuco, Rio de Janeiro, Sergipe e São Paulo.
Além do enfrentamento às violências, 67,9% dos
gestores relatam dificuldades para fortalecer a
aproximação entre escola, famílias e comunidade.
Outros 64,1% apontam entraves na construção de bons
relacionamentos entre estudantes, enquanto 60,3%
mencionam desafios para desenvolver o sentimento de
pertencimento dos alunos.
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I. As práticas adotadas pelas escolas referem-se àquelas iniciativas consideradas essenciais para a melhoria do clima escolar.
II. Somos contrários àqueles que defendem a violência.
III. Os gestores chegaram até à Bahia para discutir estratégias do enfrentamento discutido anteriormente.
IV. A funcionária da escola obedece à Ana, gestora da sua escola.
Com base na análise do emprego da crase, assinale a alternativa em que o uso do acento indicativo de crase é obrigatório.
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Questão presente nas seguintes provas
- MorfologiaPronomesPronomes Possessivos
- MorfologiaPronomesPronomes Relativos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tombamentos ajudam a proteger comunidades
quilombolas
A festa de São Benedito, a igreja local, as reminiscências
deixadas pela matriarca estão entre os bens materiais e
imateriais que passaram a ser reconhecidos, na última
semana, quando a comunidade quilombola Tia Eva, em
Campo Grande (MS), se tornou o primeiro quilombo do
país tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e
Artístico Nacional (Iphan). No local, vivem mais de 400
pessoas, que têm o território urbano reconhecido e
esperam pela titulação.
Para uma das diretoras da associação dos moradores,
Vânia Lúcia Duarte, de 50 anos, o reconhecimento ajuda
na preservação de uma comunidade já espremida pela
especulação imobiliária.
"O tombamento é muito importante para a visibilidade e
afirmação de nossa luta", diz Vânia, que sempre viveu na
comunidade.
A Constituição de 1988, no artigo 216, diz que devem ser
"tombados todos os documentos e sítios detentores de
reminiscências históricas de antigos quilombos". Uma
portaria do governo regulamenta os procedimentos.
A novidade sobre o avanço dos tombamentos de
comunidades quilombolas foi um dos temas tratados
durante das atividades dos últimos três anos feito pelo
Iphan. O atual presidente do instituto, Leandro Grass,
explicou, nessa terça-feira (17), que os quilombos que
podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles
que a Fundação Palmares já certificou.
"O tombamento traz um aspecto muito importante porque
a política do patrimônio cria uma camada a mais de
proteção para essas comunidades", argumentou.
Além do tombamento da comunidade em Campo
Grande, há outros 23 quilombos na fase de
documentação em que os moradores participam
apontando o que deveria ser tombado. Mais 15 casos
estão em análise pelos especialistas do Instituto
Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
Além das comunidades tradicionais, Leandro Grass
defendeu que a participação da população é
fundamental para a defesa do patrimônio. Nesse
processo de conscientização, ele citou que, entre os
desafios brasileiros (e também internacionais) está o
contexto das mudanças climáticas como ameaça aos
bens materiais e imateriais.
O presidente do instituto citou que um programa,
denominado Conviver, apoia moradores de cidades
históricas em que o patrimônio cultural está por todos os
lados. "O Iphan capacita para a conservação de casas,
espaços públicos, práticas e saberes", Até o momento, o
projeto está implantado em 28 cidades e tem
investimentos de R$ 33,4 milhões.
"A própria comunidade, que é capacitada com formação
de mão de obra, passa a ser protagonista da
preservação de seus lugares".
https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2026-03/tombamentos-ajudam-proteger-comunidades-quilombolas
I. A construção 'Além das comunidades tradicionais' estabelece uma relação de oposição entre o conjunto de quilombos tombados e a participação da população na defesa do patrimônio, para introduzir uma perspectiva argumentativa divergente, centrada na conscientização ambiental.
II. No trecho 'O tombamento é muito importante para a visibilidade e afirmação de nossa luta', o pronome possessivo 'nossa' estabelece coesão referencial por retomada anafórica, recuperando o referente 'comunidade quilombola Tia Eva', apresentado nos parágrafos anteriores.
III. No trecho 'os quilombos que podem solicitar o tombamento constitucional são aqueles que a Fundação Palmares já certificou', o pronome 'aqueles' exerce função de coesão referencial por substituição pronominal, enquanto a oração 'que a Fundação Palmares já certificou' atua como elemento de restrição semântica ao delimitar, dentro do conjunto mais amplo de quilombos existentes no país, apenas os habilitados a solicitar o tombamento constitucional.
IV. No trecho 'Até o momento, o projeto está implantado em 28 cidades e tem investimentos de R$ 33,4 milhões', observa-se elipse de termo nominal, caracterizando um mecanismo de coesão que garante a fluidez e a economia linguística do enunciado.
Assinale a alternativa que apresenta as proposições corretas.
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