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INFODEMIA E FAKE NEWS NA SAÚDE: DESAFIOS E IMPACTOS
A disseminação de informações falsas sobre saúde nas redes sociais representa um grave problema de saúde pública,
denominado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de infodemia. No Brasil, esse fenômeno ganhou proporções alarmantes
durante a pandemia de COVID-19, quando mentiras sobre vacinas, tratamentos e medidas sanitárias circularam livremente em
aplicativos de mensagens e plataformas digitais.
Uma pesquisa da Avaaz, realizada em 2020, revelou que 73% dos brasileiros acreditavam em ao menos uma notícia falsa
sobre o coronavírus. Dados da Fiocruz apontaram que 91% dos profissionais de saúde entrevistados consideraram as fake news
um obstáculo no combate ao vírus, e 76,1% atenderam pacientes influenciados por desinformação.
O Brasil possui atualmente cerca de 480milhões de dispositivos digitais (FGV), emais de 140milhões de pessoas se conectaram
à internet entre março e agosto de 2024 (Cetic.br), o que amplia o alcance de conteúdos sem comprovação científica. Apesar dos
avanços no acesso digital, apenas 52% dos usuários verificam as informações que recebem, proporção que cai para 31% entre
pessoas com Ensino Fundamental.
A CPI da Covid, instaurada pelo Senado Federal em 2021, concluiu que a desinformação contribuiu para ao menos 400 mil
mortes evitáveis. Como resposta, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), o Ministério da Saúde e outras instituições lançaram
plataformas digitais de combate à desinformação, como o Cofenplay e o Saúde com Ciência, buscando levar conteúdo científico
verificado à população. A escolha por essas plataformas como tecnologia educacional foi estratégica, porque a geração atual está,
cada vez mais, imersa em dispositivos digitais. O enfrentamento à infodemia exige educação midiática, regulação das redes sociais
e valorização da ciência como instrumento de cidadania e proteção da vida.
LOPES, Iberê. Infodemia: notícias falsas sobre saúde dominam redes sociais, induzem ao erro e desafiam autoridades. Conselho Federal de Enfermagem
(Cofen), Brasília, 27 jan. 2025. Disponível em: https://www.cofen.gov.br/infodemia-noticias-falsas-sobre-saude-dominam-redes-sociais-induzem-ao-erro-edesafiam-autoridades/. Acesso em: 06 maio 2026. Texto Adaptado.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Texto para a questão.
A implementação de políticas pedagógicas voltadas à literacia econômica representa um avanço estrutural na formação de cidadãos
capazes de gerir recursos com parcimônia e ética. Esse processo educativo consolida-se por meio do diálogo constante entre a
base curricular escolar e as vivências práticas no ambiente doméstico. O desenvolvimento de competências analíticas permite
que o indivíduo compreenda a volatilidade dos mercados e proteja seu patrimônio contra as oscilações do consumo desenfreado.
Portanto, a consolidação de uma cultura financeira sólida é o pilar fundamental para assegurar a estabilidade social e o bem-estar
das futuras gerações no cenário global contemporâneo.
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Texto para a questão.
A implementação de políticas pedagógicas voltadas à literacia econômica representa um avanço estrutural na formação de cidadãos
capazes de gerir recursos com parcimônia e ética. Esse processo educativo consolida-se por meio do diálogo constante entre a
base curricular escolar e as vivências práticas no ambiente doméstico. O desenvolvimento de competências analíticas permite
que o indivíduo compreenda a volatilidade dos mercados e proteja seu patrimônio contra as oscilações do consumo desenfreado.
Portanto, a consolidação de uma cultura financeira sólida é o pilar fundamental para assegurar a estabilidade social e o bem-estar
das futuras gerações no cenário global contemporâneo.
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A implementação de políticas pedagógicas voltadas à literacia econômica representa um avanço estrutural na formação de cidadãos
capazes de gerir recursos com parcimônia e ética. Esse processo educativo consolida-se por meio do diálogo constante entre a
base curricular escolar e as vivências práticas no ambiente doméstico. O desenvolvimento de competências analíticas permite
que o indivíduo compreenda a volatilidade dos mercados e proteja seu patrimônio contra as oscilações do consumo desenfreado.
Portanto, a consolidação de uma cultura financeira sólida é o pilar fundamental para assegurar a estabilidade social e o bem-estar
das futuras gerações no cenário global contemporâneo.
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Texto para a questão.
A implementação de políticas pedagógicas voltadas à literacia econômica representa um avanço estrutural na formação de cidadãos
capazes de gerir recursos com parcimônia e ética. Esse processo educativo consolida-se por meio do diálogo constante entre a
base curricular escolar e as vivências práticas no ambiente doméstico. O desenvolvimento de competências analíticas permite
que o indivíduo compreenda a volatilidade dos mercados e proteja seu patrimônio contra as oscilações do consumo desenfreado.
Portanto, a consolidação de uma cultura financeira sólida é o pilar fundamental para assegurar a estabilidade social e o bem-estar
das futuras gerações no cenário global contemporâneo.
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- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeColocação Pronominal
- MorfologiaPronomes
- MorfologiaVerbosVozes Verbais
Texto para a questão.
A implementação de políticas pedagógicas voltadas à literacia econômica representa um avanço estrutural na formação de cidadãos
capazes de gerir recursos com parcimônia e ética. Esse processo educativo consolida-se por meio do diálogo constante entre a
base curricular escolar e as vivências práticas no ambiente doméstico. O desenvolvimento de competências analíticas permite
que o indivíduo compreenda a volatilidade dos mercados e proteja seu patrimônio contra as oscilações do consumo desenfreado.
Portanto, a consolidação de uma cultura financeira sólida é o pilar fundamental para assegurar a estabilidade social e o bem-estar
das futuras gerações no cenário global contemporâneo.
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8 dicas para ensinar educação financeira para crianças e jovens
A educação financeira tem sido apontada por especialistas como uma ferramenta importante para o desenvolvimento da
autonomia e da responsabilidade entre crianças e adolescentes. Em um cenário marcado pelo aumento do consumo digital e pela
facilidade de acesso ao crédito, famílias e escolas passaram a discutir com maior frequência estratégias capazes de estimular
hábitos financeiros mais conscientes desde cedo.
Segundo educadores consultados pela reportagem, o aprendizado relacionado ao dinheiro não deve ocorrer apenas em
momentos de dificuldade econômica. A orientação financeira pode ser incorporada ao cotidiano por meio de práticas simples, como
planejamento de gastos, diferenciação entre necessidade e desejo, organização de metas e acompanhamento de despesas. Além
disso, especialistas destacam que o exemplo dado pelos adultos exerce influência significativa sobre o comportamento financeiro
dos jovens.
Outro aspecto mencionado refere-se ao impacto das redes sociais sobre o consumo impulsivo. A exposição constante a padrões
de vida idealizados contribui para o aumento da ansiedade e para a construção de hábitos de compra pouco sustentáveis. Nesse
contexto, a educação financeira é apresentada como mecanismo de formação cidadã, pois favorece decisões mais equilibradas e
maior compreensão sobre planejamento econômico.
A reportagem também destaca que a abordagem do tema nas escolas pode contribuir para o desenvolvimento do pensamento
crítico e da responsabilidade social. Para especialistas, ensinar educação financeira não significa incentivar acúmulo de riqueza,
mas ampliar a capacidade de tomada de decisões conscientes relacionadas ao consumo, à poupança e ao uso responsável dos
recursos disponíveis.
Adaptado de CNN BRASIL. 8 dicas para ensinar educação financeira para crianças e jovens. São Paulo, 6 jan. 2026. Disponível em: CNN Brasil Educação.
Acesso em: 11 maio 2026.
Nesse contexto, é correto afirmar que:
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8 dicas para ensinar educação financeira para crianças e jovens
A educação financeira tem sido apontada por especialistas como uma ferramenta importante para o desenvolvimento da
autonomia e da responsabilidade entre crianças e adolescentes. Em um cenário marcado pelo aumento do consumo digital e pela
facilidade de acesso ao crédito, famílias e escolas passaram a discutir com maior frequência estratégias capazes de estimular
hábitos financeiros mais conscientes desde cedo.
Segundo educadores consultados pela reportagem, o aprendizado relacionado ao dinheiro não deve ocorrer apenas em
momentos de dificuldade econômica. A orientação financeira pode ser incorporada ao cotidiano por meio de práticas simples, como
planejamento de gastos, diferenciação entre necessidade e desejo, organização de metas e acompanhamento de despesas. Além
disso, especialistas destacam que o exemplo dado pelos adultos exerce influência significativa sobre o comportamento financeiro
dos jovens.
Outro aspecto mencionado refere-se ao impacto das redes sociais sobre o consumo impulsivo. A exposição constante a padrões
de vida idealizados contribui para o aumento da ansiedade e para a construção de hábitos de compra pouco sustentáveis. Nesse
contexto, a educação financeira é apresentada como mecanismo de formação cidadã, pois favorece decisões mais equilibradas e
maior compreensão sobre planejamento econômico.
A reportagem também destaca que a abordagem do tema nas escolas pode contribuir para o desenvolvimento do pensamento
crítico e da responsabilidade social. Para especialistas, ensinar educação financeira não significa incentivar acúmulo de riqueza,
mas ampliar a capacidade de tomada de decisões conscientes relacionadas ao consumo, à poupança e ao uso responsável dos
recursos disponíveis.
Adaptado de CNN BRASIL. 8 dicas para ensinar educação financeira para crianças e jovens. São Paulo, 6 jan. 2026. Disponível em: CNN Brasil Educação.
Acesso em: 11 maio 2026.
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- OrtografiaEmprego do Hífen
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8 dicas para ensinar educação financeira para crianças e jovens
A educação financeira tem sido apontada por especialistas como uma ferramenta importante para o desenvolvimento da
autonomia e da responsabilidade entre crianças e adolescentes. Em um cenário marcado pelo aumento do consumo digital e pela
facilidade de acesso ao crédito, famílias e escolas passaram a discutir com maior frequência estratégias capazes de estimular
hábitos financeiros mais conscientes desde cedo.
Segundo educadores consultados pela reportagem, o aprendizado relacionado ao dinheiro não deve ocorrer apenas em
momentos de dificuldade econômica. A orientação financeira pode ser incorporada ao cotidiano por meio de práticas simples, como
planejamento de gastos, diferenciação entre necessidade e desejo, organização de metas e acompanhamento de despesas. Além
disso, especialistas destacam que o exemplo dado pelos adultos exerce influência significativa sobre o comportamento financeiro
dos jovens.
Outro aspecto mencionado refere-se ao impacto das redes sociais sobre o consumo impulsivo. A exposição constante a padrões
de vida idealizados contribui para o aumento da ansiedade e para a construção de hábitos de compra pouco sustentáveis. Nesse
contexto, a educação financeira é apresentada como mecanismo de formação cidadã, pois favorece decisões mais equilibradas e
maior compreensão sobre planejamento econômico.
A reportagem também destaca que a abordagem do tema nas escolas pode contribuir para o desenvolvimento do pensamento
crítico e da responsabilidade social. Para especialistas, ensinar educação financeira não significa incentivar acúmulo de riqueza,
mas ampliar a capacidade de tomada de decisões conscientes relacionadas ao consumo, à poupança e ao uso responsável dos
recursos disponíveis.
Adaptado de CNN BRASIL. 8 dicas para ensinar educação financeira para crianças e jovens. São Paulo, 6 jan. 2026. Disponível em: CNN Brasil Educação.
Acesso em: 11 maio 2026.
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeConectivos
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8 dicas para ensinar educação financeira para crianças e jovens
A educação financeira tem sido apontada por especialistas como uma ferramenta importante para o desenvolvimento da
autonomia e da responsabilidade entre crianças e adolescentes. Em um cenário marcado pelo aumento do consumo digital e pela
facilidade de acesso ao crédito, famílias e escolas passaram a discutir com maior frequência estratégias capazes de estimular
hábitos financeiros mais conscientes desde cedo.
Segundo educadores consultados pela reportagem, o aprendizado relacionado ao dinheiro não deve ocorrer apenas em
momentos de dificuldade econômica. A orientação financeira pode ser incorporada ao cotidiano por meio de práticas simples, como
planejamento de gastos, diferenciação entre necessidade e desejo, organização de metas e acompanhamento de despesas. Além
disso, especialistas destacam que o exemplo dado pelos adultos exerce influência significativa sobre o comportamento financeiro
dos jovens.
Outro aspecto mencionado refere-se ao impacto das redes sociais sobre o consumo impulsivo. A exposição constante a padrões
de vida idealizados contribui para o aumento da ansiedade e para a construção de hábitos de compra pouco sustentáveis. Nesse
contexto, a educação financeira é apresentada como mecanismo de formação cidadã, pois favorece decisões mais equilibradas e
maior compreensão sobre planejamento econômico.
A reportagem também destaca que a abordagem do tema nas escolas pode contribuir para o desenvolvimento do pensamento
crítico e da responsabilidade social. Para especialistas, ensinar educação financeira não significa incentivar acúmulo de riqueza,
mas ampliar a capacidade de tomada de decisões conscientes relacionadas ao consumo, à poupança e ao uso responsável dos
recursos disponíveis.
Adaptado de CNN BRASIL. 8 dicas para ensinar educação financeira para crianças e jovens. São Paulo, 6 jan. 2026. Disponível em: CNN Brasil Educação.
Acesso em: 11 maio 2026.
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