Foram encontradas 365.228 questões.
Para responder à questão, leia o texto abaixo.
Educação financeira pode ser incluída no currículo
escolar
A inclusão da educação financeira como tema no
currículo dos ensinos fundamental e médio foi aprovada no
dia 15 de julho, no plenário do Senado Federal.
O projeto de lei, aprovado na forma de texto
alternativo da senadora Teresa Leitão, estabelece que o
tema será ensinado de forma transversal em disciplinas já
existentes, como matemática, história e geografia, ao longo
de toda a formação escolar.
Pela proposta, a educação financeira, que já faz
parte da Base Nacional Comum Curricular desde 2017, está
agora prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, tornando sua aplicação mais obrigatória. Cada
escola terá autonomia para incluir o tema em seu projeto
pedagógico de acordo com a sua realidade local, evitando
a sobrecarga dos alunos.
A relatora ampliou o texto original para incluir
também a promoção da educação fiscal, previdenciária e
securitária por parte do poder público. Com isso, os alunos
também vão aprender sobre a importância dos impostos
para o financiamento de serviços públicos, além de
entender o funcionamento da previdência social e dos
seguros.
Por ter sido modificado no Senado, o texto agora
voltará à Câmara para última análise.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-
07/educacao-financeira-pode-ser-incluida-no-curriculo-escolar
(adaptado)
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Educação financeira pode ser incluída no currículo
escolar
A inclusão da educação financeira como tema no
currículo dos ensinos fundamental e médio foi aprovada no
dia 15 de julho, no plenário do Senado Federal.
O projeto de lei, aprovado na forma de texto
alternativo da senadora Teresa Leitão, estabelece que o
tema será ensinado de forma transversal em disciplinas já
existentes, como matemática, história e geografia, ao longo
de toda a formação escolar.
Pela proposta, a educação financeira, que já faz
parte da Base Nacional Comum Curricular desde 2017, está
agora prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, tornando sua aplicação mais obrigatória. Cada
escola terá autonomia para incluir o tema em seu projeto
pedagógico de acordo com a sua realidade local, evitando
a sobrecarga dos alunos.
A relatora ampliou o texto original para incluir
também a promoção da educação fiscal, previdenciária e
securitária por parte do poder público. Com isso, os alunos
também vão aprender sobre a importância dos impostos
para o financiamento de serviços públicos, além de
entender o funcionamento da previdência social e dos
seguros.
Por ter sido modificado no Senado, o texto agora
voltará à Câmara para última análise.
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07/educacao-financeira-pode-ser-incluida-no-curriculo-escolar
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Educação financeira pode ser incluída no currículo
escolar
A inclusão da educação financeira como tema no
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O projeto de lei, aprovado na forma de texto
alternativo da senadora Teresa Leitão, estabelece que o
tema será ensinado de forma transversal em disciplinas já
existentes, como matemática, história e geografia, ao longo
de toda a formação escolar.
Pela proposta, a educação financeira, que já faz
parte da Base Nacional Comum Curricular desde 2017, está
agora prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, tornando sua aplicação mais obrigatória. Cada
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pedagógico de acordo com a sua realidade local, evitando
a sobrecarga dos alunos.
A relatora ampliou o texto original para incluir
também a promoção da educação fiscal, previdenciária e
securitária por parte do poder público. Com isso, os alunos
também vão aprender sobre a importância dos impostos
para o financiamento de serviços públicos, além de
entender o funcionamento da previdência social e dos
seguros.
Por ter sido modificado no Senado, o texto agora
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escolar
A inclusão da educação financeira como tema no
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O projeto de lei, aprovado na forma de texto
alternativo da senadora Teresa Leitão, estabelece que o
tema será ensinado de forma transversal em disciplinas já
existentes, como matemática, história e geografia, ao longo
de toda a formação escolar.
Pela proposta, a educação financeira, que já faz
parte da Base Nacional Comum Curricular desde 2017, está
agora prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, tornando sua aplicação mais obrigatória. Cada
escola terá autonomia para incluir o tema em seu projeto
pedagógico de acordo com a sua realidade local, evitando
a sobrecarga dos alunos.
A relatora ampliou o texto original para incluir
também a promoção da educação fiscal, previdenciária e
securitária por parte do poder público. Com isso, os alunos
também vão aprender sobre a importância dos impostos
para o financiamento de serviços públicos, além de
entender o funcionamento da previdência social e dos
seguros.
Por ter sido modificado no Senado, o texto agora
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A inclusão da educação financeira como tema no
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O projeto de lei, aprovado na forma de texto
alternativo da senadora Teresa Leitão, estabelece que o
tema será ensinado de forma transversal em disciplinas já
existentes, como matemática, história e geografia, ao longo
de toda a formação escolar.
Pela proposta, a educação financeira, que já faz
parte da Base Nacional Comum Curricular desde 2017, está
agora prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, tornando sua aplicação mais obrigatória. Cada
escola terá autonomia para incluir o tema em seu projeto
pedagógico de acordo com a sua realidade local, evitando
a sobrecarga dos alunos.
A relatora ampliou o texto original para incluir
também a promoção da educação fiscal, previdenciária e
securitária por parte do poder público. Com isso, os alunos
também vão aprender sobre a importância dos impostos
para o financiamento de serviços públicos, além de
entender o funcionamento da previdência social e dos
seguros.
Por ter sido modificado no Senado, o texto agora
voltará à Câmara para última análise.
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escolar
A inclusão da educação financeira como tema no
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O projeto de lei, aprovado na forma de texto
alternativo da senadora Teresa Leitão, estabelece que o
tema será ensinado de forma transversal em disciplinas já
existentes, como matemática, história e geografia, ao longo
de toda a formação escolar.
Pela proposta, a educação financeira, que já faz
parte da Base Nacional Comum Curricular desde 2017, está
agora prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, tornando sua aplicação mais obrigatória. Cada
escola terá autonomia para incluir o tema em seu projeto
pedagógico de acordo com a sua realidade local, evitando
a sobrecarga dos alunos.
A relatora ampliou o texto original para incluir
também a promoção da educação fiscal, previdenciária e
securitária por parte do poder público. Com isso, os alunos
também vão aprender sobre a importância dos impostos
para o financiamento de serviços públicos, além de
entender o funcionamento da previdência social e dos
seguros.
Por ter sido modificado no Senado, o texto agora
voltará à Câmara para última análise.
Fonte: https://agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2026-
07/educacao-financeira-pode-ser-incluida-no-curriculo-escolar
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Leia o texto a seguir.
A Psicologia tem importantes contribuições na superação de análises individualizantes e medicalizantes, pautando reflexões acerca da complexidade das relações sociais que incidem nos processos de aprendizagem.
CFP. Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas(os) na Educação Básica. 2.ed. Brasília: CFP, 2019.
Com base no texto, o compromisso ético-político da Psicologia em contexto escolar pressupõe compreender que as dificuldades e queixas escolares
A Psicologia tem importantes contribuições na superação de análises individualizantes e medicalizantes, pautando reflexões acerca da complexidade das relações sociais que incidem nos processos de aprendizagem.
CFP. Referências Técnicas para Atuação de Psicólogas(os) na Educação Básica. 2.ed. Brasília: CFP, 2019.
Com base no texto, o compromisso ético-político da Psicologia em contexto escolar pressupõe compreender que as dificuldades e queixas escolares
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Leia o texto a seguir.
Nos estados, o custo de governabilidade raramente se paga apenas com a distribuição de cargos ou a negociação de comissões parlamentares. Em contextos onde o tecido econômico é setorialmente concentrado, a estabilidade da coalizão é negociada em moeda de outra natureza: entregas de infraestrutura logística, previsibilidade regulatória para o crédito agrícola e segurança jurídica para o licenciamento de empreendimentos. É esse arranjo — e não sua versão federal simplificada — que define a governabilidade efetiva, por exemplo, em Goiás.
Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2026/05/21/governabilidadepresidencialismo-de-coalizao-goias. Acesso em: 05 jun. 2026.
De acordo com o texto, a estabilidade das coalizões governamentais em Goiás se deve à
Nos estados, o custo de governabilidade raramente se paga apenas com a distribuição de cargos ou a negociação de comissões parlamentares. Em contextos onde o tecido econômico é setorialmente concentrado, a estabilidade da coalizão é negociada em moeda de outra natureza: entregas de infraestrutura logística, previsibilidade regulatória para o crédito agrícola e segurança jurídica para o licenciamento de empreendimentos. É esse arranjo — e não sua versão federal simplificada — que define a governabilidade efetiva, por exemplo, em Goiás.
Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2026/05/21/governabilidadepresidencialismo-de-coalizao-goias. Acesso em: 05 jun. 2026.
De acordo com o texto, a estabilidade das coalizões governamentais em Goiás se deve à
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Texto 1
Pensar o corpo como algo produzido na e pela cultura é,
simultaneamente, um desafio e uma necessidade. Um desafio
porque rompe, de certa forma, com o olhar naturalista sobre o
qual muitas vezes o corpo é observado, explicado, classificado
e tratado. Uma necessidade porque ao desnaturalizá-lo revela,
sobretudo, que o corpo é histórico. Isto é, mais do que um dado
natural cuja materialidade nos presentifica no mundo, o corpo é
uma construção sobre a qual são conferidas diferentes marcas
em diferentes tempos, espaços, conjunturas econômicas,
grupos sociais, étnicos, etc. Não é, portanto, algo dado a priori
nem mesmo é universal: o corpo é provisório, mutável e
mutante, suscetível a inúmeras intervenções consoante o
desenvolvimento científico e tecnológico de cada cultura, bem
como suas leis, seus códigos morais, as representações que
cria sobre os corpos, os discursos que sobre ele produz e
reproduz.
Um corpo não é apenas um corpo. É também o seu
entorno. Mais do que um conjunto de músculos, ossos,
vísceras, reflexos e sensações, o corpo é também a roupa e os
acessórios que o adornam, as intervenções que nele se
operam, a imagem que dele se produz, as máquinas que nele
se acoplam, os sentidos que nele se incorporam, os silêncios
que por ele falam, os vestígios que nele se exibem, a educação
de seus gestos... enfim, é um sem limite de possibilidades
sempre reinventadas e a serem descobertas. Não são, portanto,
as semelhanças biológicas que o definem, mas,
fundamentalmente, os significados culturais e sociais que a ele
se atribuem.
GOELLNER, Silvana Vilodre. A produção cultural do corpo. In: LOURO,
Guacira Lopes (org.). Corpo, gênero e sexualidade; um debate contemporâneo
na educação. Petrópolis: Vozes, 2003. p. 28-29.
Leia o texto a seguir.

Nesse texto, a intertextualidade com o conto de fadas e com o ditado popular contribui para a construção do humor ao
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Texto 3
Por que diabos “merda” é palavrão? Aliás, por que a
palavra “diabos”, indizível décadas atrás, deixou de ser um?
Outra: você já deve ter tropeçado numa pedra e, para revidar,
xingou-a de algo como “filha-da-puta”, mesmo sabendo que a
dita nem mãe tem.
Pois é: há mais mistérios no universo dos palavrões do
que o senso comum imagina. Mas a ciência ajuda a desvendá-los. Pesquisas recentes mostram que as palavras sujas nascem
em um mundo à parte dentro do cérebro. Enquanto a linguagem
comum e o pensamento consciente ficam a cargo da parte mais
sofisticada da massa cinzenta, o neocórtex, os palavrões
“moram” nos porões da cabeça. Mais exatamente no sistema
límbico. É o fundo do cérebro, a parte que controla nossas
emoções. Trata-se de uma zona primitiva: se o nosso neocórtex
é mais avantajado que o dos outros mamíferos, o sistema
límbico é bem parecido. Nossa parte animal fica lá.
BURGOS, A ciência do palavrão: o que está por trás dos xingamentos mais
comuns. Superinteressante [edição virtual], São Paulo, 31 jan. 2008.
Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/a-ciencia-do-palavrao/.
Acesso em: 04 jun. 2026.
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