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Em busca de prazer
Por Marco Matos
O sucesso ou o fracasso de qualquer pessoa está diretamente ligado à busca por prazer.
Estou convencido de que é isso que nos move. Nosso cérebro primitivo, por si só, já tem a
tendência de fazer de tudo para alcançar esse êxtase. E vai além: o próprio convívio social
reforça e estimula esse comportamento.
Prazer, para deixar bem claro, vai muito além de sexo. Aliás, o sexo – ou a sexualização
como instrumento de satisfação – pode ser visto como algo extremamente instintivo, básico e
até simplista. Embora seja ótimo, é claro.
Uma pessoa se torna realmente interessante quando descobre outros prazeres e passa a
nutrir suas emoções e pensamentos com diferentes formas de satisfação. Não vou entrar em
definições de dopamina ou outros neurotransmissores, porque essa não é a minha área. Prefiro
me concentrar naquilo que faço melhor: observar o comportamento humano.
É muito bom ver alguém transbordando felicidade por ter iniciado algo que traz prazer,
preenchendo espaços antes dominados por tristeza ou negatividade. Tenho corrido bastante e,
com isso, recebo diariamente mensagens de pessoas que se reencontraram ao retomar a
prática de esportes com intensidade. Isso é prazer de qualidade.
E vou além: viajar nos deixa muito felizes (ou, pelo menos, deveria). Mas o que, na sua
rotina, arranca gargalhadas de você? O que te faz vencer a preguiça? O que te motiva a sair
de casa? Independentemente da resposta, o prazer está presente em qualquer iniciativa.
Mas como diferenciar prazer bom de prazer ruim? Os excessos costumam indicar perigo.
Comer é ótimo, mas comer demais…
Além do exagero, existe também a questão do equilíbrio. E se a fonte desse prazer
desaparecer de repente? Como você ficará amanhã? Se alguém apaixonado por corrida sofre
uma lesão e precisa parar, o mundo acaba? Não pode ser assim.
Para uma vida saudável, é essencial encontrar prazer em várias fontes. Algumas serão
preferidas, claro, mas não dá para apostar tudo em apenas uma. Nem em outras pessoas. Nem
no que não está sob nosso controle.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/marco-matos/noticia/2026/05/em-busca-de-prazer.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando as ideias e as informações apresentadas no texto, analise as assertivas a seguir e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A ideia central do texto é que a busca por prazer é o que move as ações humanas, sendo esse prazer encontrado em diversas fontes.
( ) Ao compartilhar experiências e percepções pessoais, o autor aproxima-se do leitor para defender seu ponto de vista.
( ) A intenção comunicativa do autor é, predominantemente, explicar de forma técnica o funcionamento de neurotransmissores como a dopamina.
( ) A coesão do texto se estabelece principalmente por meio da ausência de conectivos entre as frases e entre os parágrafos.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- MorfologiaVerbosLocução Verbal
Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva
Por Breno Marino
O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas
áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande
importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações
tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.
O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do
envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de
Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas
nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias
genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando
rapidamente”.
A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no
século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,
melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em
1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo
dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.
“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana
foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.
Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está
na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz
respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é
relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou
incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o
médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase
dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem
sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década
lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.
Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.
Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e
coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar
políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível
e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda
Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,
exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,
além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva
Por Breno Marino
O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas
áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande
importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações
tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.
O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do
envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de
Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas
nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias
genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando
rapidamente”.
A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no
século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,
melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em
1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo
dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.
“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana
foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.
Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está
na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz
respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é
relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou
incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o
médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase
dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem
sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década
lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.
Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.
Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e
coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar
políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível
e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda
Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,
exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,
além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Coluna 1
1. “a Segunda Revolução da Longevidade”.
2. “Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas”.
3. “doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares”.
4. “cidades mais amigáveis para idosos”.
Coluna 2
( ) Derivação imprópria.
( ) Derivação regressiva.
( ) Derivação sufixal.
( ) Derivação prefixal.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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- OrtografiaAcentuação GráficaProparoxítonas, Paraxítonas, Oxítonas e Hiatos
- FonologiaEncontros Vocálicos: Ditongo, Tritongo, Hiato
Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva
Por Breno Marino
O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas
áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande
importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações
tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.
O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do
envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de
Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas
nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias
genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando
rapidamente”.
A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no
século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,
melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em
1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo
dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.
“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana
foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.
Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está
na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz
respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é
relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou
incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o
médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase
dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem
sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década
lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.
Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.
Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e
coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar
políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível
e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda
Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,
exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,
além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva
Por Breno Marino
O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas
áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande
importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações
tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.
O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do
envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de
Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas
nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias
genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando
rapidamente”.
A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no
século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,
melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em
1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo
dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.
“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana
foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.
Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está
na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz
respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é
relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou
incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o
médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase
dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem
sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década
lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.
Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.
Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e
coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar
políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível
e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda
Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,
exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,
além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
( ) Em “um movimento recente e de grande importância: a Segunda Revolução da Longevidade”, os dois pontos introduzem uma explicação do termo anteriormente mencionado, especificando qual é esse movimento.
( ) Na frase “Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas nos últimos anos”, as vírgulas poderiam ser substituídas por um par de travessões sem prejuízo sintático ou de sentido.
( ) No trecho “doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares”, a vírgula antes de “como” é utilizada para separar uma oração subordinada adverbial comparativa.
( ) Em “Não é só sobre ciência, a Segunda Revolução depende de nós”, a vírgula após “ciência” poderia ser substituída por ponto e vírgula ou por ponto final, sem prejuízo da correção gramatical nem alteração significativa do sentido do trecho.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva
Por Breno Marino
O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas
áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande
importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações
tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.
O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do
envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de
Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas
nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias
genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando
rapidamente”.
A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no
século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,
melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em
1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo
dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.
“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana
foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.
Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está
na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz
respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é
relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou
incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o
médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase
dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem
sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década
lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.
Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.
Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e
coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar
políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível
e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda
Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,
exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,
além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva
Por Breno Marino
O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas
áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande
importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações
tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.
O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do
envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de
Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas
nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias
genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando
rapidamente”.
A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no
século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,
melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em
1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo
dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.
“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana
foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.
Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está
na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz
respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é
relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou
incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o
médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase
dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem
sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década
lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.
Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.
Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e
coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar
políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível
e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda
Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,
exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,
além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
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Para viver mais e com saúde é necessária uma mobilização individual e coletiva
Por Breno Marino
O envelhecimento saudável e com qualidade de vida tem se tornado pauta em diversas
áreas da sociedade. Esse crescimento acontece em meio a um movimento recente e de grande
importância: a Segunda Revolução da Longevidade. A revolução busca aliar as inovações
tecnológicas ao processo natural e humano de envelhecer.
O movimento contribuiu para uma mudança nos paradigmas e critérios do
envelhecimento. Egídio Dorea, médico e coordenador do programa USP 60+ da Pró-Reitoria de
Cultura e Extensão Universitária da USP, comenta que se notam grandes inovações científicas
nos últimos anos. “Pesquisas em biotecnologia e medicina regenerativa, como terapias
genéticas e tratamentos para retardar o envelhecimento celular, por exemplo, estão avançando
rapidamente”.
A Primeira Revolução da Longevidade corresponde ao aumento da expectativa de vida no
século passado e no atual. Avanços na saúde, como a descoberta de vacinas, antibióticos,
melhores condições de saneamento e nutrição são fatores que marcaram o crescimento. Em
1900, a média mundial de expectativa de vida girava em torno de 31 anos. Em 2020, segundo
dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a expectativa de vida global era de 71,4 anos.
“Avanços médicos, queda da mortalidade infantil, acesso à educação e qualidade de vida urbana
foram alguns fatores que contribuíram para esse aumento ao longo do tempo”, diz o médico.
Uma das principais mudanças provocadas pela Segunda Revolução da Longevidade está
na diferenciação entre expectativa de vida e qualidade de vida. Enquanto a expectativa diz
respeito ao tempo médio que uma pessoa vive, a qualidade de vida, segundo a OMS, é
relacionada ao tempo que um indivíduo vive sem limitações graves causadas por doenças ou
incapacidades, também conhecido como expectativa de vida saudável. De acordo com o
médico, em 2019, foi registrada uma expectativa de vida saudável mundial de 63,5 anos, quase
dez anos a menos do que a expectativa de vida registrada no ano seguinte. “Viver mais nem
sempre significa viver bem. Os dados mostram que, em média, passamos cerca de uma década
lidando com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou problemas articulares.
Envelhecemos, mas nem sempre com saúde”, afirma Dorea.
Para a consolidação da Revolução, acima de tudo, é necessária mobilização individual e
coletiva, segundo o médico. Manter-se ativo, incentivar uma boa alimentação e fomentar
políticas públicas que promovam cidades mais amigáveis para idosos, com transporte acessível
e espaços para exercícios, são medidas essenciais. “Não é só sobre ciência, a Segunda
Revolução depende de nós. Adotar hábitos saudáveis, como uma alimentação equilibrada,
exercícios regulares e sono de qualidade podem aumentar nossa expectativa de vida saudável,
além de cuidados com a saúde mental”, defende Dorea.
(Disponível em: https://jornal.usp.br/atualidades/para-viver-mais-e-com-saude-e-necessaria-uma-mobilizacao-individual-e-coletiva/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. O texto evidencia que a Segunda Revolução da Longevidade não se restringe aos avanços científicos, pois sua consolidação também depende de mudanças de comportamento individuais e da implementação de políticas públicas voltadas à promoção do envelhecimento saudável.
II. O texto sugere que o aumento da expectativa de vida tem sido acompanhado, em proporção semelhante, pela ampliação da qualidade de vida.
III. A ampliação da expectativa de vida resultou de diversos fatores, entre os quais avanços na medicina, melhorias no saneamento e maior acesso à educação.
IV. A intenção comunicativa do texto é dupla: informar o leitor sobre a Segunda Revolução da Longevidade e conscientizá-lo acerca da importância de associar o aumento da longevidade à promoção da qualidade de vida.
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Pesquisa avança na identificação de novos alvos terapêuticos para tratar câncer de mama agressivo
Por Agência Bori
O tratamento do câncer de mama triplo-negativo, uma das formas mais agressivas da
doença, pode, no futuro, contar com terapias-alvo que atuem sobre o RNA. É o que aponta um
estudo conduzido pelo Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, que identificou 28 moléculas
com potencial para atuar como alvos terapêuticos. Os achados foram publicados no
International Journal of Molecular Sciences e abrem caminho para estratégias mais
direcionadas e personalizadas para tratar esses tumores durante o enfrentamento da doença.
Para chegar a esses resultados, a equipe analisou mais de 350 artigos disponíveis em
bases de dados internacionais e selecionou 35 estudos, publicados entre 2020 e 2025, para
avaliação aprofundada. Os trabalhos incluídos utilizaram modelos experimentais in vivo para
investigar a ação de diferentes tipos de RNAs não codificantes — moléculas naturalmente
presentes nas células e responsáveis por regular a expressão de genes — com potencial
terapêutico contra o câncer de mama triplo-negativo. Esses RNAs foram examinados quanto à
capacidade de modificar características importantes do tumor, tanto em uso isolado quanto em
combinação com outras abordagens.
Ao todo, foram identificados 28 RNAs que podem ser modulados para suprimir o
crescimento tumoral, inibir a formação de metástases e restaurar a sensibilidade a agentes
quimioterápicos padrão. Segundo a autora do estudo, Luciane Cavalli, o achado é
particularmente relevante porque a maioria dos casos dessa doença apresenta múltiplas
alterações moleculares, o que dificulta a definição de alvos terapêuticos claros. “Por isso, além
da cirurgia, o tratamento padrão costuma envolver terapias sistêmicas, como a quimioterapia
citotóxica”, explica. “Embora seja eficaz, ela não age exclusivamente sobre as células tumorais,
atingindo também células saudáveis e provocando diversos efeitos colaterais”, acrescenta.
Ao destacar os RNAs não codificantes como possíveis alvos terapêuticos, o estudo,
publicado em fevereiro de 2026, aponta para o desenvolvimento de abordagens clínicas mais
precisas. “A utilização de diferentes terapias-alvo, de acordo com as características moleculares
únicas de cada paciente, pode gerar menos efeitos colaterais e otimizar a resposta ao
tratamento”, afirma Cavalli, reforçando o potencial de personalização dessas estratégias.
De acordo com a pesquisadora, essas moléculas podem ser exploradas de formas
distintas, dependendo do papel que desempenham no tumor. “Por exemplo, quando o RNA não
codificante está presente em níveis elevados e favorece o crescimento tumoral, a resistência
aos medicamentos ou a progressão da doença, uma das estratégias é bloquear sua ação dentro
da célula”, explica. Para isso, podem ser desenvolvidas, em laboratório, moléculas capazes de
“desligar” especificamente esse RNA, reduzindo seus efeitos pró-tumorais.
Embora os estudos analisados ainda estejam em fase pré-clínica, ou seja, sem testes em
pacientes, os resultados são considerados promissores. “Até que se tornem tratamentos
disponíveis, essas estratégias precisam passar por diversas etapas de validação, incluindo a
confirmação de eficácia e segurança, além da aprovação por órgãos regulatórios”, ressalta
Cavalli. “A expectativa é que os RNAs com evidências mais robustas avancem para a avaliação
clínica e, no futuro, contribuam para ampliar a sobrevida e as chances de cura das pacientes
com esses tumores”, conclui.
(Disponível em: https://abori.com.br/saude/rnas-alvo-cancer-mama-triplo-negativo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Em “Para chegar a esses resultados, a equipe analisou mais de 350 artigos disponíveis em bases de dados internacionais”, a vírgula após “resultados” separa uma oração dependente de uma oração principal.
II. Nas linhas 10 e 11, os travessões são empregados para isolar uma explicação intercalada.
III. As aspas utilizadas na palavra “desligar”, no trecho “moléculas capazes de ‘desligar’ especificamente esse RNA”, indicam que se trata da inserção de discurso direto, reproduzindo as palavras de alguém.
Quais estão corretas?
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Pesquisa avança na identificação de novos alvos terapêuticos para tratar câncer de mama agressivo
Por Agência Bori
O tratamento do câncer de mama triplo-negativo, uma das formas mais agressivas da
doença, pode, no futuro, contar com terapias-alvo que atuem sobre o RNA. É o que aponta um
estudo conduzido pelo Instituto de Pesquisa Pelé Pequeno Príncipe, que identificou 28 moléculas
com potencial para atuar como alvos terapêuticos. Os achados foram publicados no
International Journal of Molecular Sciences e abrem caminho para estratégias mais
direcionadas e personalizadas para tratar esses tumores durante o enfrentamento da doença.
Para chegar a esses resultados, a equipe analisou mais de 350 artigos disponíveis em
bases de dados internacionais e selecionou 35 estudos, publicados entre 2020 e 2025, para
avaliação aprofundada. Os trabalhos incluídos utilizaram modelos experimentais in vivo para
investigar a ação de diferentes tipos de RNAs não codificantes — moléculas naturalmente
presentes nas células e responsáveis por regular a expressão de genes — com potencial
terapêutico contra o câncer de mama triplo-negativo. Esses RNAs foram examinados quanto à
capacidade de modificar características importantes do tumor, tanto em uso isolado quanto em
combinação com outras abordagens.
Ao todo, foram identificados 28 RNAs que podem ser modulados para suprimir o
crescimento tumoral, inibir a formação de metástases e restaurar a sensibilidade a agentes
quimioterápicos padrão. Segundo a autora do estudo, Luciane Cavalli, o achado é
particularmente relevante porque a maioria dos casos dessa doença apresenta múltiplas
alterações moleculares, o que dificulta a definição de alvos terapêuticos claros. “Por isso, além
da cirurgia, o tratamento padrão costuma envolver terapias sistêmicas, como a quimioterapia
citotóxica”, explica. “Embora seja eficaz, ela não age exclusivamente sobre as células tumorais,
atingindo também células saudáveis e provocando diversos efeitos colaterais”, acrescenta.
Ao destacar os RNAs não codificantes como possíveis alvos terapêuticos, o estudo,
publicado em fevereiro de 2026, aponta para o desenvolvimento de abordagens clínicas mais
precisas. “A utilização de diferentes terapias-alvo, de acordo com as características moleculares
únicas de cada paciente, pode gerar menos efeitos colaterais e otimizar a resposta ao
tratamento”, afirma Cavalli, reforçando o potencial de personalização dessas estratégias.
De acordo com a pesquisadora, essas moléculas podem ser exploradas de formas
distintas, dependendo do papel que desempenham no tumor. “Por exemplo, quando o RNA não
codificante está presente em níveis elevados e favorece o crescimento tumoral, a resistência
aos medicamentos ou a progressão da doença, uma das estratégias é bloquear sua ação dentro
da célula”, explica. Para isso, podem ser desenvolvidas, em laboratório, moléculas capazes de
“desligar” especificamente esse RNA, reduzindo seus efeitos pró-tumorais.
Embora os estudos analisados ainda estejam em fase pré-clínica, ou seja, sem testes em
pacientes, os resultados são considerados promissores. “Até que se tornem tratamentos
disponíveis, essas estratégias precisam passar por diversas etapas de validação, incluindo a
confirmação de eficácia e segurança, além da aprovação por órgãos regulatórios”, ressalta
Cavalli. “A expectativa é que os RNAs com evidências mais robustas avancem para a avaliação
clínica e, no futuro, contribuam para ampliar a sobrevida e as chances de cura das pacientes
com esses tumores”, conclui.
(Disponível em: https://abori.com.br/saude/rnas-alvo-cancer-mama-triplo-negativo/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Coluna 1
1. “RNAs que podem ser modulados para suprimir o crescimento tumoral”.
2. “o achado é particularmente relevante”.
3. “o tratamento padrão costuma envolver terapias sistêmicas”.
4. “Embora seja eficaz,”.
Coluna 2
( ) Adjetivo.
( ) Conjunção subordinativa concessiva.
( ) Pronome relativo.
( ) Substantivo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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