Foram encontradas 364.900 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Genética da orquídea-da-praia favorece tolerância
a mudanças climáticas
A orquídea-da-praia (Epidendrum fulgens) não é como a
maioria das orquídeas, que vive sobre galhos e troncos de
árvores em florestas úmidas. Na forma de touceira com
1 metro de altura e cachos de flores amarelas, laranja e
vermelhas, ela cresce em restingas e dunas, onde o sol é
intenso e a areia seca é pobre em nutrientes. Uma equipe
de pesquisadores brasileiros e norte-americanos sequenciou
o genoma completo da planta e identificou mais de mil grupos de genes exclusivos dessa espécie relacionados a características fisiológicas que podem contribuir para respostas
a uma variedade de estressores ambientais, segundo artigo
publicado em março na revista científica Genome Biology
and Evolution.
“O que torna a planta mais resistente a condições
extremas é o grande número de cópias de cada um desses
genes”, observa o biólogo Fábio Pinheiro, da Universidade
Estadual de Campinas (Unicamp), coautor do artigo. Cada
conjunto de cópias forma o que os pesquisadores chamam
de família de genes.
“Cada gene pode sofrer pequenas modificações no processo de cópia, aumentando a variabilidade genética”, ressalta Pinheiro. O trabalho foi baseado em uma única planta da praia de Prumirim, no município de Ubatuba, no litoral
paulista. Os pesquisadores identificaram esses genes depois
de concluída a leitura completa do genoma, recurso usado
com frequência no melhoramento genético de plantas de interesse comercial, mas pouco adotado em estudos de espécies nativas.
“Essas espécies nos ajudaram a localizar genes semelhantes e entender a estrutura do genoma da orquídea-da-praia”, ressalta Pinheiro. Os pesquisadores também usaram
como referência o genoma do arroz (Oryza sativa) e da arabeta (Arabidopsis thaliana), muito usada como modelo em
estudos de fisiologia vegetal. “Apesar de mais distantes evolutivamente, essas plantas compartilham trechos de DNA que
servem como referência mais ampla da estrutura do genoma”, observa Pinheiro.
(Gilberto Stam. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br,
18.04.2026. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Genética da orquídea-da-praia favorece tolerância
a mudanças climáticas
A orquídea-da-praia (Epidendrum fulgens) não é como a
maioria das orquídeas, que vive sobre galhos e troncos de
árvores em florestas úmidas. Na forma de touceira com
1 metro de altura e cachos de flores amarelas, laranja e
vermelhas, ela cresce em restingas e dunas, onde o sol é
intenso e a areia seca é pobre em nutrientes. Uma equipe
de pesquisadores brasileiros e norte-americanos sequenciou
o genoma completo da planta e identificou mais de mil grupos de genes exclusivos dessa espécie relacionados a características fisiológicas que podem contribuir para respostas
a uma variedade de estressores ambientais, segundo artigo
publicado em março na revista científica Genome Biology
and Evolution.
“O que torna a planta mais resistente a condições
extremas é o grande número de cópias de cada um desses
genes”, observa o biólogo Fábio Pinheiro, da Universidade
Estadual de Campinas (Unicamp), coautor do artigo. Cada
conjunto de cópias forma o que os pesquisadores chamam
de família de genes.
“Cada gene pode sofrer pequenas modificações no processo de cópia, aumentando a variabilidade genética”, ressalta Pinheiro. O trabalho foi baseado em uma única planta da praia de Prumirim, no município de Ubatuba, no litoral
paulista. Os pesquisadores identificaram esses genes depois
de concluída a leitura completa do genoma, recurso usado
com frequência no melhoramento genético de plantas de interesse comercial, mas pouco adotado em estudos de espécies nativas.
“Essas espécies nos ajudaram a localizar genes semelhantes e entender a estrutura do genoma da orquídea-da-praia”, ressalta Pinheiro. Os pesquisadores também usaram
como referência o genoma do arroz (Oryza sativa) e da arabeta (Arabidopsis thaliana), muito usada como modelo em
estudos de fisiologia vegetal. “Apesar de mais distantes evolutivamente, essas plantas compartilham trechos de DNA que
servem como referência mais ampla da estrutura do genoma”, observa Pinheiro.
(Gilberto Stam. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br,
18.04.2026. Adaptado)
• ... ela cresce em restingas e dunas, onde o sol é intenso e a areia seca é pobre em nutrientes. (1º parágrafo)
• ... e identificou mais de mil grupos de genes exclusivos dessa espécie... (1º parágrafo)
• ... recurso usado com frequência no melhoramento genético de plantas de interesse comercial, mas pouco adotado em estudos de espécies nativas. (3º parágrafo)
• “... essas plantas compartilham trechos de DNA que servem como referência mais ampla da estrutura do genoma”... (4º parágrafo)
Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:
Genética da orquídea-da-praia favorece tolerância
a mudanças climáticas
A orquídea-da-praia (Epidendrum fulgens) não é como a
maioria das orquídeas, que vive sobre galhos e troncos de
árvores em florestas úmidas. Na forma de touceira com
1 metro de altura e cachos de flores amarelas, laranja e
vermelhas, ela cresce em restingas e dunas, onde o sol é
intenso e a areia seca é pobre em nutrientes. Uma equipe
de pesquisadores brasileiros e norte-americanos sequenciou
o genoma completo da planta e identificou mais de mil grupos de genes exclusivos dessa espécie relacionados a características fisiológicas que podem contribuir para respostas
a uma variedade de estressores ambientais, segundo artigo
publicado em março na revista científica Genome Biology
and Evolution.
“O que torna a planta mais resistente a condições
extremas é o grande número de cópias de cada um desses
genes”, observa o biólogo Fábio Pinheiro, da Universidade
Estadual de Campinas (Unicamp), coautor do artigo. Cada
conjunto de cópias forma o que os pesquisadores chamam
de família de genes.
“Cada gene pode sofrer pequenas modificações no processo de cópia, aumentando a variabilidade genética”, ressalta Pinheiro. O trabalho foi baseado em uma única planta da praia de Prumirim, no município de Ubatuba, no litoral
paulista. Os pesquisadores identificaram esses genes depois
de concluída a leitura completa do genoma, recurso usado
com frequência no melhoramento genético de plantas de interesse comercial, mas pouco adotado em estudos de espécies nativas.
“Essas espécies nos ajudaram a localizar genes semelhantes e entender a estrutura do genoma da orquídea-da-praia”, ressalta Pinheiro. Os pesquisadores também usaram
como referência o genoma do arroz (Oryza sativa) e da arabeta (Arabidopsis thaliana), muito usada como modelo em
estudos de fisiologia vegetal. “Apesar de mais distantes evolutivamente, essas plantas compartilham trechos de DNA que
servem como referência mais ampla da estrutura do genoma”, observa Pinheiro.
(Gilberto Stam. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br,
18.04.2026. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 16.04.2026. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 16.04.2026. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- SintaxeColocação Pronominal
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
Leia o texto a seguir para responder à questão:

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 16.04.2026. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto a seguir para responder à questão:

(Bill Waterson, “O Melhor de Calvin”. Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/quadrinhos, 16.04.2026. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia o texto para responder à questão:
Comércio global à margem da OMC
A reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Camarões terminou como tantas desde o
colapso da Rodada Doha, em 2008: sem acordo. Negociações
sobre o comércio digital fracassaram. Tentativas de reformas
institucionais empacaram. Delegações voltaram para casa
com declarações vagas. O representante comercial dos EUA
anunciou que Washington buscaria acordos fora da OMC.
O impasse não surpreende. A organização depende do
consenso entre mais de 160 países. A Índia bloqueia avanços
em temas sensíveis, como tributação digital. Os EUA mantêm
paralisado o órgão de apelação. A China resiste a mudanças
que atinjam seus subsídios. A máquina roda formalmente,
mas não produz resultados.
Ainda assim, o comércio global não desacelerou na
mesma proporção. Cadeias produtivas continuam ligando
fábricas na Ásia, centros tecnológicos na Europa e mercados consumidores nas Américas. Fluxos apenas mudam de
caminho, deslocando fornecedores e rotas. Os governos não
estão emulando o unilateralismo dos EUA, e não se materializou um protecionismo generalizado. Os países negociam,
mesmo quando a OMC não decide.
As regras não desapareceram, mas já não dependem
do fórum que as consolidou. Desfazer operações globais
implicaria custos elevados, perda de escala e ruptura de
contratos. Quando políticas comerciais avançam nessa
direção, encontram resistência de empresas e mercados.
A integração econômica sobrevive por inércia e interesse,
mesmo quando a arquitetura institucional vacila.
Grandes rodadas de liberalização são coisa do passado.
Trata-se de preservar alguma previsibilidade num sistema
mais fragmentado e modular. A alternativa não é entre uma
OMC perfeita e o colapso, mas entre um sistema imperfeito e
funcional ou o caos baseado na lei do mais forte. Isso exige
flexibilidade para contornar bloqueios, mas também algum
esforço de coordenação para evitar que o comércio se transforme numa sucessão de pactos desconectados. Sem esse
equilíbrio, o risco não é exatamente o fim da globalização,
mas sua degradação. Até aqui, o comércio tem resistido mais
do que as instituições que deveriam organizá-lo. A letra da
OMC está morta. Seu espírito vive.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 09.04.2026. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Leia o texto para responder à questão:
Comércio global à margem da OMC
A reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Camarões terminou como tantas desde o
colapso da Rodada Doha, em 2008: sem acordo. Negociações
sobre o comércio digital fracassaram. Tentativas de reformas
institucionais empacaram. Delegações voltaram para casa
com declarações vagas. O representante comercial dos EUA
anunciou que Washington buscaria acordos fora da OMC.
O impasse não surpreende. A organização depende do
consenso entre mais de 160 países. A Índia bloqueia avanços
em temas sensíveis, como tributação digital. Os EUA mantêm
paralisado o órgão de apelação. A China resiste a mudanças
que atinjam seus subsídios. A máquina roda formalmente,
mas não produz resultados.
Ainda assim, o comércio global não desacelerou na
mesma proporção. Cadeias produtivas continuam ligando
fábricas na Ásia, centros tecnológicos na Europa e mercados consumidores nas Américas. Fluxos apenas mudam de
caminho, deslocando fornecedores e rotas. Os governos não
estão emulando o unilateralismo dos EUA, e não se materializou um protecionismo generalizado. Os países negociam,
mesmo quando a OMC não decide.
As regras não desapareceram, mas já não dependem
do fórum que as consolidou. Desfazer operações globais
implicaria custos elevados, perda de escala e ruptura de
contratos. Quando políticas comerciais avançam nessa
direção, encontram resistência de empresas e mercados.
A integração econômica sobrevive por inércia e interesse,
mesmo quando a arquitetura institucional vacila.
Grandes rodadas de liberalização são coisa do passado.
Trata-se de preservar alguma previsibilidade num sistema
mais fragmentado e modular. A alternativa não é entre uma
OMC perfeita e o colapso, mas entre um sistema imperfeito e
funcional ou o caos baseado na lei do mais forte. Isso exige
flexibilidade para contornar bloqueios, mas também algum
esforço de coordenação para evitar que o comércio se transforme numa sucessão de pactos desconectados. Sem esse
equilíbrio, o risco não é exatamente o fim da globalização,
mas sua degradação. Até aqui, o comércio tem resistido mais
do que as instituições que deveriam organizá-lo. A letra da
OMC está morta. Seu espírito vive.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 09.04.2026. Adaptado)
• A Índia bloqueia avanços em temas sensíveis, como tributação digital. (2º parágrafo)
• Ainda assim, o comércio global não desacelerou na mesma proporção. (3º parágrafo)
• As regras não desapareceram, mas já não dependem do fórum que as consolidou. (4º parágrafo)
• Isso exige flexibilidade para contornar bloqueios, mas também algum esforço de coordenação... (5º parágrafo)
As expressões destacadas estabelecem entre as orações do texto, correta e respectivamente, relações de sentido de:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
Leia o texto para responder à questão:
Comércio global à margem da OMC
A reunião ministerial da Organização Mundial do Comércio (OMC) em Camarões terminou como tantas desde o
colapso da Rodada Doha, em 2008: sem acordo. Negociações
sobre o comércio digital fracassaram. Tentativas de reformas
institucionais empacaram. Delegações voltaram para casa
com declarações vagas. O representante comercial dos EUA
anunciou que Washington buscaria acordos fora da OMC.
O impasse não surpreende. A organização depende do
consenso entre mais de 160 países. A Índia bloqueia avanços
em temas sensíveis, como tributação digital. Os EUA mantêm
paralisado o órgão de apelação. A China resiste a mudanças
que atinjam seus subsídios. A máquina roda formalmente,
mas não produz resultados.
Ainda assim, o comércio global não desacelerou na
mesma proporção. Cadeias produtivas continuam ligando
fábricas na Ásia, centros tecnológicos na Europa e mercados consumidores nas Américas. Fluxos apenas mudam de
caminho, deslocando fornecedores e rotas. Os governos não
estão emulando o unilateralismo dos EUA, e não se materializou um protecionismo generalizado. Os países negociam,
mesmo quando a OMC não decide.
As regras não desapareceram, mas já não dependem
do fórum que as consolidou. Desfazer operações globais
implicaria custos elevados, perda de escala e ruptura de
contratos. Quando políticas comerciais avançam nessa
direção, encontram resistência de empresas e mercados.
A integração econômica sobrevive por inércia e interesse,
mesmo quando a arquitetura institucional vacila.
Grandes rodadas de liberalização são coisa do passado.
Trata-se de preservar alguma previsibilidade num sistema
mais fragmentado e modular. A alternativa não é entre uma
OMC perfeita e o colapso, mas entre um sistema imperfeito e
funcional ou o caos baseado na lei do mais forte. Isso exige
flexibilidade para contornar bloqueios, mas também algum
esforço de coordenação para evitar que o comércio se transforme numa sucessão de pactos desconectados. Sem esse
equilíbrio, o risco não é exatamente o fim da globalização,
mas sua degradação. Até aqui, o comércio tem resistido mais
do que as instituições que deveriam organizá-lo. A letra da
OMC está morta. Seu espírito vive.
(Editorial. https://www.estadao.com.br/opiniao, 09.04.2026. Adaptado)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container