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No panteão dos vilões mais icônicos da literatura fantástica contemporânea, poucos personagens despertam tanto fascínio e repulsa quanto Bellatrix Lestrange, a mais devota e perigosa Comensal da Morte do universo de Harry Potter.
Nascida Bellatrix Black, em uma das famílias mais antigas e tradicionais da pureza sanguínea, ela personifica a decadência moral da aristocracia bruxa, trocando o prestígio ancestral por uma devoção cega e doentia a Lord Voldemort, a quem servia como uma sacerdotisa em um culto macabro. Diferentemente de outros seguidores movidos pelo medo ou pela ambição, Bellatrix amava a causa das trevas com uma paixão arrebatadora e quase erótica, encontrando na crueldade e na tortura não apenas um dever, mas uma forma suprema de prazer, como demonstrou ao aplicar a Maldição Cruciatus em Frank e Alice Longbottom até que ambos perdessem a sanidade. Sua risada estridente, seus olhos esbugalhados de fanatismo e sua varinha desferindo feitiços assassinos com uma elegância sádica tornaram-na uma força da natureza caótica e destrutiva, cuja lealdade a Voldemort – ao contrário de muitos – jamais vacilou, nem mesmo diante dos longos anos de aprisionamento em Azkaban, onde os dementadores apenas reforçaram sua insanidade em vez de quebrar seu espírito.
O ápice de sua trajetória sombria, no entanto, revela não apenas sua ferocidade, mas também as trágicas contradições que a definiam como personagem – uma mulher capaz de matar o próprio primo, Sirius Black, com um feitiço que o lançou para além do Véu da Morte, e de guardar a taça de Helga Hufflepuff no cofre de seu banco com a precisão de uma estrategista, enquanto exalava o desprezo mais profundo por qualquer ser que não ostentasse sangue puro. A Batalha de Hogwarts, onde finalmente encontrou seu fim, foi o palco de sua última e mais memorável performance: confrontada por Molly Weasley, a mãe amorosa que ela desprezava, Bellatrix subestimou o poder do amor e da proteção materna – forças que, ironicamente, sempre foram a antítese de sua existência – e tombou sob o feitiço que a transformou em pó, encerrando a vida de uma bruxa cujo legado é o exemplo mais assustador de como a ideologia pode corromper a alma humana. Mais do que uma simples antagonista, Bellatrix Lestrange permanece como um espelho distorcido do que há de mais sombrio na natureza humana: a renúncia total à própria identidade em nome de uma causa que promete poder, mas entrega apenas aniquilação. Sua história inquieta porque nos força a encarar a inquietante verdade de que os maiores monstros não são aqueles que agem por maldade pura, mas aqueles que, por amor a uma ideia, transformam o amor em ódio e a vida em instrumento da morte.
"A Batalha de Hogwarts, onde finalmente encontrou seu fim, foi o palco de sua última e mais memorável performance..."
No excerto acima, as vírgulas foram empregadas para isolar uma:
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No panteão dos vilões mais icônicos da literatura fantástica contemporânea, poucos personagens despertam tanto fascínio e repulsa quanto Bellatrix Lestrange, a mais devota e perigosa Comensal da Morte do universo de Harry Potter.
Nascida Bellatrix Black, em uma das famílias mais antigas e tradicionais da pureza sanguínea, ela personifica a decadência moral da aristocracia bruxa, trocando o prestígio ancestral por uma devoção cega e doentia a Lord Voldemort, a quem servia como uma sacerdotisa em um culto macabro. Diferentemente de outros seguidores movidos pelo medo ou pela ambição, Bellatrix amava a causa das trevas com uma paixão arrebatadora e quase erótica, encontrando na crueldade e na tortura não apenas um dever, mas uma forma suprema de prazer, como demonstrou ao aplicar a Maldição Cruciatus em Frank e Alice Longbottom até que ambos perdessem a sanidade. Sua risada estridente, seus olhos esbugalhados de fanatismo e sua varinha desferindo feitiços assassinos com uma elegância sádica tornaram-na uma força da natureza caótica e destrutiva, cuja lealdade a Voldemort – ao contrário de muitos – jamais vacilou, nem mesmo diante dos longos anos de aprisionamento em Azkaban, onde os dementadores apenas reforçaram sua insanidade em vez de quebrar seu espírito.
O ápice de sua trajetória sombria, no entanto, revela não apenas sua ferocidade, mas também as trágicas contradições que a definiam como personagem – uma mulher capaz de matar o próprio primo, Sirius Black, com um feitiço que o lançou para além do Véu da Morte, e de guardar a taça de Helga Hufflepuff no cofre de seu banco com a precisão de uma estrategista, enquanto exalava o desprezo mais profundo por qualquer ser que não ostentasse sangue puro. A Batalha de Hogwarts, onde finalmente encontrou seu fim, foi o palco de sua última e mais memorável performance: confrontada por Molly Weasley, a mãe amorosa que ela desprezava, Bellatrix subestimou o poder do amor e da proteção materna – forças que, ironicamente, sempre foram a antítese de sua existência – e tombou sob o feitiço que a transformou em pó, encerrando a vida de uma bruxa cujo legado é o exemplo mais assustador de como a ideologia pode corromper a alma humana. Mais do que uma simples antagonista, Bellatrix Lestrange permanece como um espelho distorcido do que há de mais sombrio na natureza humana: a renúncia total à própria identidade em nome de uma causa que promete poder, mas entrega apenas aniquilação. Sua história inquieta porque nos força a encarar a inquietante verdade de que os maiores monstros não são aqueles que agem por maldade pura, mas aqueles que, por amor a uma ideia, transformam o amor em ódio e a vida em instrumento da morte.
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No panteão dos vilões mais icônicos da literatura fantástica contemporânea, poucos personagens despertam tanto fascínio e repulsa quanto Bellatrix Lestrange, a mais devota e perigosa Comensal da Morte do universo de Harry Potter.
Nascida Bellatrix Black, em uma das famílias mais antigas e tradicionais da pureza sanguínea, ela personifica a decadência moral da aristocracia bruxa, trocando o prestígio ancestral por uma devoção cega e doentia a Lord Voldemort, a quem servia como uma sacerdotisa em um culto macabro. Diferentemente de outros seguidores movidos pelo medo ou pela ambição, Bellatrix amava a causa das trevas com uma paixão arrebatadora e quase erótica, encontrando na crueldade e na tortura não apenas um dever, mas uma forma suprema de prazer, como demonstrou ao aplicar a Maldição Cruciatus em Frank e Alice Longbottom até que ambos perdessem a sanidade. Sua risada estridente, seus olhos esbugalhados de fanatismo e sua varinha desferindo feitiços assassinos com uma elegância sádica tornaram-na uma força da natureza caótica e destrutiva, cuja lealdade a Voldemort – ao contrário de muitos – jamais vacilou, nem mesmo diante dos longos anos de aprisionamento em Azkaban, onde os dementadores apenas reforçaram sua insanidade em vez de quebrar seu espírito.
O ápice de sua trajetória sombria, no entanto, revela não apenas sua ferocidade, mas também as trágicas contradições que a definiam como personagem – uma mulher capaz de matar o próprio primo, Sirius Black, com um feitiço que o lançou para além do Véu da Morte, e de guardar a taça de Helga Hufflepuff no cofre de seu banco com a precisão de uma estrategista, enquanto exalava o desprezo mais profundo por qualquer ser que não ostentasse sangue puro. A Batalha de Hogwarts, onde finalmente encontrou seu fim, foi o palco de sua última e mais memorável performance: confrontada por Molly Weasley, a mãe amorosa que ela desprezava, Bellatrix subestimou o poder do amor e da proteção materna – forças que, ironicamente, sempre foram a antítese de sua existência – e tombou sob o feitiço que a transformou em pó, encerrando a vida de uma bruxa cujo legado é o exemplo mais assustador de como a ideologia pode corromper a alma humana. Mais do que uma simples antagonista, Bellatrix Lestrange permanece como um espelho distorcido do que há de mais sombrio na natureza humana: a renúncia total à própria identidade em nome de uma causa que promete poder, mas entrega apenas aniquilação. Sua história inquieta porque nos força a encarar a inquietante verdade de que os maiores monstros não são aqueles que agem por maldade pura, mas aqueles que, por amor a uma ideia, transformam o amor em ódio e a vida em instrumento da morte.
“... Bellatrix Lestrange permanece como um espelho distorcido do que há de mais sombrio na natureza humana: a renúncia total à própria identidade em nome de uma causa que promete poder, mas entrega apenas aniquilação.”
O uso do acento grave está correto no excerto. Isso não ocorre em:
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O ápice de sua trajetória sombria, no entanto, revela não apenas sua ferocidade, mas também as trágicas contradições que a definiam como personagem – uma mulher capaz de matar o próprio primo, Sirius Black, com um feitiço que o lançou para além do Véu da Morte, e de guardar a taça de Helga Hufflepuff no cofre de seu banco com a precisão de uma estrategista, enquanto exalava o desprezo mais profundo por qualquer ser que não ostentasse sangue puro. A Batalha de Hogwarts, onde finalmente encontrou seu fim, foi o palco de sua última e mais memorável performance: confrontada por Molly Weasley, a mãe amorosa que ela desprezava, Bellatrix subestimou o poder do amor e da proteção materna – forças que, ironicamente, sempre foram a antítese de sua existência – e tombou sob o feitiço que a transformou em pó, encerrando a vida de uma bruxa cujo legado é o exemplo mais assustador de como a ideologia pode corromper a alma humana. Mais do que uma simples antagonista, Bellatrix Lestrange permanece como um espelho distorcido do que há de mais sombrio na natureza humana: a renúncia total à própria identidade em nome de uma causa que promete poder, mas entrega apenas aniquilação. Sua história inquieta porque nos força a encarar a inquietante verdade de que os maiores monstros não são aqueles que agem por maldade pura, mas aqueles que, por amor a uma ideia, transformam o amor em ódio e a vida em instrumento da morte.
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No panteão dos vilões mais icônicos da literatura fantástica contemporânea, poucos personagens despertam tanto fascínio e repulsa quanto Bellatrix Lestrange, a mais devota e perigosa Comensal da Morte do universo de Harry Potter.
Nascida Bellatrix Black, em uma das famílias mais antigas e tradicionais da pureza sanguínea, ela personifica a decadência moral da aristocracia bruxa, trocando o prestígio ancestral por uma devoção cega e doentia a Lord Voldemort, a quem servia como uma sacerdotisa em um culto macabro. Diferentemente de outros seguidores movidos pelo medo ou pela ambição, Bellatrix amava a causa das trevas com uma paixão arrebatadora e quase erótica, encontrando na crueldade e na tortura não apenas um dever, mas uma forma suprema de prazer, como demonstrou ao aplicar a Maldição Cruciatus em Frank e Alice Longbottom até que ambos perdessem a sanidade. Sua risada estridente, seus olhos esbugalhados de fanatismo e sua varinha desferindo feitiços assassinos com uma elegância sádica tornaram-na uma força da natureza caótica e destrutiva, cuja lealdade a Voldemort – ao contrário de muitos – jamais vacilou, nem mesmo diante dos longos anos de aprisionamento em Azkaban, onde os dementadores apenas reforçaram sua insanidade em vez de quebrar seu espírito.
O ápice de sua trajetória sombria, no entanto, revela não apenas sua ferocidade, mas também as trágicas contradições que a definiam como personagem – uma mulher capaz de matar o próprio primo, Sirius Black, com um feitiço que o lançou para além do Véu da Morte, e de guardar a taça de Helga Hufflepuff no cofre de seu banco com a precisão de uma estrategista, enquanto exalava o desprezo mais profundo por qualquer ser que não ostentasse sangue puro. A Batalha de Hogwarts, onde finalmente encontrou seu fim, foi o palco de sua última e mais memorável performance: confrontada por Molly Weasley, a mãe amorosa que ela desprezava, Bellatrix subestimou o poder do amor e da proteção materna – forças que, ironicamente, sempre foram a antítese de sua existência – e tombou sob o feitiço que a transformou em pó, encerrando a vida de uma bruxa cujo legado é o exemplo mais assustador de como a ideologia pode corromper a alma humana. Mais do que uma simples antagonista, Bellatrix Lestrange permanece como um espelho distorcido do que há de mais sombrio na natureza humana: a renúncia total à própria identidade em nome de uma causa que promete poder, mas entrega apenas aniquilação. Sua história inquieta porque nos força a encarar a inquietante verdade de que os maiores monstros não são aqueles que agem por maldade pura, mas aqueles que, por amor a uma ideia, transformam o amor em ódio e a vida em instrumento da morte.
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A PeNSE e os nossos filhos, vamos pensar?
No fim de março, foram publicados os dados da 5a
edição
da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) referentes ao ano de 2024, envolvendo mais de 118 mil adolescentes
de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país.
Os resultados são como um grande checape da saúde coletiva
dos jovens entre 13 e 17 anos. O levantamento apresenta um
retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias
de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não
podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução
na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso
de drogas entre estudantes é uma vitória da prevenção e da
conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos
o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e
controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e
emocional desses jovens.
A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou
de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o
cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6%
dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa
sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa
ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse
ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina
e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma
roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para
os pais.
Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o
cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos
estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e
23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou
depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas:
o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena
ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em
relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre
o sofrimento psíquico enfrentado pelos jovens, reforçando a
necessidade de políticas públicas e redes de apoio familiar
que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio
é transformar esses números em ação. Não basta saber que
o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não
basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima contra algoritmos predatórios. A PeNSE
aponta o caminho, cabe a nós, com leveza para acolher e
firmeza para orientar, caminhar ao lado deles nessa travessia
tão bonita e desafiadora que é a adolescência.
(Andréa Jácomo.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao,
11.05.2026. Adaptado)
De acordo com a norma-padrão, as lacunas devem ser preenchidas, respectivamente, com
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
A PeNSE e os nossos filhos, vamos pensar?
No fim de março, foram publicados os dados da 5a
edição
da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE) referentes ao ano de 2024, envolvendo mais de 118 mil adolescentes
de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país.
Os resultados são como um grande checape da saúde coletiva
dos jovens entre 13 e 17 anos. O levantamento apresenta um
retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias
de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não
podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução
na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso
de drogas entre estudantes é uma vitória da prevenção e da
conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos
o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e
controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e
emocional desses jovens.
A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou
de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o
cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6%
dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa
sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa
ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse
ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina
e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma
roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para
os pais.
Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o
cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos
estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e
23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou
depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas:
o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena
ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em
relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre
o sofrimento psíquico enfrentado pelos jovens, reforçando a
necessidade de políticas públicas e redes de apoio familiar
que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio
é transformar esses números em ação. Não basta saber que
o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não
basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima contra algoritmos predatórios. A PeNSE
aponta o caminho, cabe a nós, com leveza para acolher e
firmeza para orientar, caminhar ao lado deles nessa travessia
tão bonita e desafiadora que é a adolescência.
(Andréa Jácomo.
Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao,
11.05.2026. Adaptado)
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
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de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país.
Os resultados são como um grande checape da saúde coletiva
dos jovens entre 13 e 17 anos. O levantamento apresenta um
retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias
de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não
podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução
na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso
de drogas entre estudantes é uma vitória da prevenção e da
conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos
o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e
controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e
emocional desses jovens.
A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou
de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o
cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6%
dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa
sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa
ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse
ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina
e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma
roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para
os pais.
Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o
cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos
estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e
23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou
depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas:
o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena
ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em
relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre
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que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio
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o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não
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de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país.
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dos jovens entre 13 e 17 anos. O levantamento apresenta um
retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias
de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não
podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução
na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso
de drogas entre estudantes é uma vitória da prevenção e da
conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos
o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e
controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e
emocional desses jovens.
A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou
de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o
cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6%
dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa
sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa
ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse
ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina
e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma
roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para
os pais.
Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o
cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos
estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e
23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou
depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas:
o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena
ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em
relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre
o sofrimento psíquico enfrentado pelos jovens, reforçando a
necessidade de políticas públicas e redes de apoio familiar
que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio
é transformar esses números em ação. Não basta saber que
o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não
basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima contra algoritmos predatórios. A PeNSE
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• ... e garantimos a integridade cognitiva e emocional desses jovens. (2o parágrafo) • O dado é especialmente crítico entre as meninas... (4o parágrafo)
No contexto em que estão inseridos, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
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- SemânticaDenotação e Conotação
- Interpretação de TextosFiguras e Vícios de LinguagemFiguras de Linguagem
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de cerca de 4 mil escolas públicas e privadas do nosso país.
Os resultados são como um grande checape da saúde coletiva
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retrato complexo da realidade infantojuvenil, trazendo notícias
de alívio, mas também acendendo alertas vermelhos que não
podem ser ignorados, seja na rotina familiar, seja nos consultórios, seja nas emergências hospitalares.
O dado mais celebrado nessa edição é a queda consistente no consumo de substâncias que historicamente assombram as famílias: o álcool e as drogas ilícitas. Ver a redução
na experimentação de bebidas alcoólicas e o recuo no uso
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conscientização. O desenvolvimento cerebral na adolescência é marcado por processos críticos; quanto mais adiarmos
o contato com substâncias nocivas, mais protegemos a maturação do córtex pré-frontal – responsável pelas decisões e
controle de impulsos – e garantimos a integridade cognitiva e
emocional desses jovens.
A pesquisa revela, entretanto, que o tabagismo mudou
de face: enquanto o cigarro convencional cai em desuso, o
cigarro eletrônico avançou expressivamente. Cerca de 29,6%
dos estudantes já experimentaram esses dispositivos, frequentemente atraídos por aromas frutados e por uma falsa
sensação de segurança amplificada pela divulgação que visa
ao lucro das empresas. É preciso clareza e firmeza nesse
ponto: esses aparelhos entregam doses elevadas de nicotina
e substâncias tóxicas diretamente nos pulmões em formação, o que favorece a dependência química precoce sob uma
roupagem tecnológica que não deixa cheiro nem pista para
os pais.
Outro ponto que exige nossa atenção imediata é o
cenário da saúde mental. A pesquisa aponta que 19,8% dos
estudantes relatam que a vida não vale a pena ser vivida e
23,4% apresentam sintomas de transtornos de ansiedade ou
depressão. O dado é especialmente crítico entre as meninas:
o percentual daquelas que sentem que a vida não vale a pena
ou que experimentam tristeza profunda é quase o dobro em
relação aos meninos. Esses indicadores são um alerta sobre
o sofrimento psíquico enfrentado pelos jovens, reforçando a
necessidade de políticas públicas e redes de apoio familiar
que priorizem o bem-estar emocional nessa fase da vida.
Para nós, mães, pais, pediatras e educadores, o desafio
é transformar esses números em ação. Não basta saber que
o consumo de álcool caiu e o de cigarro eletrônico subiu. Não
basta lamentar a tristeza das meninas; precisamos fortalecer sua autoestima contra algoritmos predatórios. A PeNSE
aponta o caminho, cabe a nós, com leveza para acolher e
firmeza para orientar, caminhar ao lado deles nessa travessia
tão bonita e desafiadora que é a adolescência.
(Andréa Jácomo.
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