Metodologia a partir da utilização da palavra, da dança e de arranjos de música folclórica para um conjunto de instrumentos de percussão em que os instrumentos de placa de madeira e de metal formam os naipes melódicos. Foi inspirado nos instrumentos de percussão da orquestra e nas marimbas africanas, para os seus interesses didáticos. Os instrumentos desse naipe melódico são divididos de acordo com a tessitura, e foram utilizados a nomenclatura de classificação das vozes em um coral para nomeá-los: glockenspiel (um metalofone muito agudo), xilofones e metalofones sopranos (os mais agudos), xilofones e metalofones contraltos (os médios) e xilofones baixos (os mais graves). (Almeida, 2011)
Murray Schafer, segundo Almeida (2011), desenvolve um trabalho centrado na improvisação e sensibilização, que define como “campo sonoro total, dentro do que nos encontramos”, e que caracteriza
A forma musical na qual uma linha melódica é cantada ou
tocada primeiro e, logo após, é imitada por uma segunda
voz, ou mais de uma, que canta a mesma melodia, mas
começa depois que a anterior começou, é denominada
Surgida no início do século XVIII e desenvolvida por Werkminster em sua obra Harmonologia, essa teoria explicava e estabelecia regras para os eventos musicais a partir de estados emocionais. Segundo Fonterrada (2008), a denominação dessa abordagem é
A música é a expressão mais imediata de eros, uma ponte entre ideia e características. Nessa concepção, o principal papel da música é pedagógico, pois, sendo responsável pela ética e pela estética, está implicado na construção da moral e do caráter da nação, o que a transforma em evento público e não privado. Cada melodia, cada ritmo e cada instrumento tem um efeito peculiar na natureza moral da res public. Para essa concepção, a boa música promove o bem-estar e determina as normas de conduta moral, enquanto a música de baixa qualidade a vingança.
(Fonterada, 2008. Adaptado)
Segundo Fonterrada, tal concepção do papel da música se localiza no período
A Teoria dos Conjuntos (Set Theory), enquanto ferramenta analítica para repertórios pós-tonais, introduz categorias como pitch class, conjunto normalizado e número Forte. Em conformidade com essa abordagem, qual alternativa expressa uma definição tecnicamente adequada desses conceitos?
O serialismo integral, concebido por compositores como Pierre Boulez e Karlheinz Stockhausen, expandiu os princípios da técnica dodecafônica para além do domínio das alturas. Considerando essa estética composicional, qual alternativa expressa adequadamente o princípio organizador dessa técnica?
A proposta analítica de William Caplin, voltada à música do Classicismo vienense, introduz categorias funcionais que descrevem a organização microformal de frases musicais. Com base nesse referencial, qual alternativa expressa corretamente a estrutura conhecida como “antecedente e consequente”?