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Paciente, 10 anos, sexo masculino, previamente hígido. Queixa principal: Dor
abdominal de início há 24 horas. História da Doença Atual: Dor iniciou em região
periumbilical, de intensidade moderada, associada a inapetência e dois episódios de
vômitos. Nas últimas 6 horas, a dor migrou e localizou-se intensamente na fossa ilíaca
direita, evoluindo com febre aferida de 38,2 graus. Exame físico: Geral: Regular estado
geral, álgido, febril. Abdome: Plano, ruídos hidroaéreos diminuídos, dor intensa à palpação
profunda em FID, sinal de Blumberg (descompressão dolorosa) positivo, sinal de Rovsing
positivo. Sobre o assunto, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA.
I - Em crianças a partir de 2 a 3 anos de idade, a ordem na qual os sintomas aparecem é mais importante do que qualquer sintoma individual. O primeiro sintoma a se desenvolver é dor. A apendicite quase sempre provoca dor. A dor pode começar no meio do abdômen, próximo ao umbigo e, depois, mover-se para a região inferior direita do abdômen. Contudo, é possível que a dor, sobretudo em bebês e crianças, seja sentida por todo o abdômen, em vez de estar localizada no quadrante inferior direito do abdômen. Crianças mais novas podem ser menos capazes de identificar a localização específica da dor e podem ficar apenas muito irritáveis ou letárgicas.
II - O diagnóstico da apendicite em crianças pode ser desafiador por diversos motivos. Muitos distúrbios podem causar sintomas similares, incluindo gastroenterite viral, divertículo de Meckel, intussuscepção e doença de Crohn. Com frequência, as crianças, em especial crianças pequenas, não apresentam sintomas e resultados de exame físico característicos, especialmente quando o apêndice não está na posição habitual no quadrante inferior direito do abdômen. Essa falta de sintomas típicos pode ser enganosa.
III - A apendicectomia é um procedimento bem simples e seguro, e exige uma hospitalização de um ou dois dias no caso de crianças sem complicações, como a ruptura do apêndice. Se o apêndice estiver rompido, o médico o remove e pode lavar o abdômen com líquido, administrar antibióticos por vários dias e observar sinais de possíveis complicações, como infecção e obstrução intestinal. Crianças com um apêndice rompido, geralmente, precisam permanecer mais tempo no hospital.
I - Em crianças a partir de 2 a 3 anos de idade, a ordem na qual os sintomas aparecem é mais importante do que qualquer sintoma individual. O primeiro sintoma a se desenvolver é dor. A apendicite quase sempre provoca dor. A dor pode começar no meio do abdômen, próximo ao umbigo e, depois, mover-se para a região inferior direita do abdômen. Contudo, é possível que a dor, sobretudo em bebês e crianças, seja sentida por todo o abdômen, em vez de estar localizada no quadrante inferior direito do abdômen. Crianças mais novas podem ser menos capazes de identificar a localização específica da dor e podem ficar apenas muito irritáveis ou letárgicas.
II - O diagnóstico da apendicite em crianças pode ser desafiador por diversos motivos. Muitos distúrbios podem causar sintomas similares, incluindo gastroenterite viral, divertículo de Meckel, intussuscepção e doença de Crohn. Com frequência, as crianças, em especial crianças pequenas, não apresentam sintomas e resultados de exame físico característicos, especialmente quando o apêndice não está na posição habitual no quadrante inferior direito do abdômen. Essa falta de sintomas típicos pode ser enganosa.
III - A apendicectomia é um procedimento bem simples e seguro, e exige uma hospitalização de um ou dois dias no caso de crianças sem complicações, como a ruptura do apêndice. Se o apêndice estiver rompido, o médico o remove e pode lavar o abdômen com líquido, administrar antibióticos por vários dias e observar sinais de possíveis complicações, como infecção e obstrução intestinal. Crianças com um apêndice rompido, geralmente, precisam permanecer mais tempo no hospital.
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Paciente, masculino, 3 anos. História: Queda de panela com óleo quente na cozinha,
atingindo tórax e membros inferiores. Exame Físico: Presença de bolhas (flictenas),
eritema, aspecto úmido e dor intensa, caracterizando queimaduras de 2º grau superficial a
profundo, afetando cerca de 15% da Superfície Corporal Queimada (SCQ). Sobre o assunto,
analise os itens e assinale a alternativa CORRETA:
I - De acordo com a Sociedade Brasileira de Queimaduras, 70% dos acidentes ocorrem dentro de casa. Por isso, é importante deixar este ambiente seguro. Em crianças menores — sobretudo de 0 a 3 anos — o mecanismo mais frequente é a escaldadura, causada por líquidos quentes ou vapor.
II - A fórmula de Parkland é usada para calcular a reposição volêmica nas primeiras 24 horas após uma queimadura grave. Em pediatria, o cálculo é feito com 3 mL de cristaloide por quilo de peso, multiplicado pela superfície corporal queimada (SCQ). Queimaduras de primeiro grau entram na conta. Fórmula: 3 mL × peso (kg) × % da SCQ.
III - Estudos epidemiológicos colocam que a incidência de queimaduras é maior entre crianças abaixo de 4 anos. A pele mais fina e delicada desses pequenos favorece que queimaduras ocorram com menor exposição térmica.
I - De acordo com a Sociedade Brasileira de Queimaduras, 70% dos acidentes ocorrem dentro de casa. Por isso, é importante deixar este ambiente seguro. Em crianças menores — sobretudo de 0 a 3 anos — o mecanismo mais frequente é a escaldadura, causada por líquidos quentes ou vapor.
II - A fórmula de Parkland é usada para calcular a reposição volêmica nas primeiras 24 horas após uma queimadura grave. Em pediatria, o cálculo é feito com 3 mL de cristaloide por quilo de peso, multiplicado pela superfície corporal queimada (SCQ). Queimaduras de primeiro grau entram na conta. Fórmula: 3 mL × peso (kg) × % da SCQ.
III - Estudos epidemiológicos colocam que a incidência de queimaduras é maior entre crianças abaixo de 4 anos. A pele mais fina e delicada desses pequenos favorece que queimaduras ocorram com menor exposição térmica.
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Genitora relata que a criança começou a apresentar febre (temperatura máxima de
39,5°C) há três dias, associada a tosse seca e prostração. Nas últimas 24 horas, a febre
tornou-se mais frequente, e a tosse passou a ser produtiva, com escarro amarelado. A
criança também apresentou falta de apetite e queixou-se de dor no tórax, especialmente ao
tossir. Não há relato de contato com pessoas doentes recentemente, mas a criança
frequenta creche.
Sobre este caso e sua patologia, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA.
I - Para fazer a investigação do paciente devemos solicitar de imediado: Hemograma completo, Radiografia de tórax e PCR (Proteína C-reativa).
II - O Streptococcus pneumoniae e o Haemophilus influenzae tipo B são as bactérias mais comumente isoladas em crianças mais velhas e adolescentes.
III - A abordagem terapêutica da pneumonia pediátrica deve ser guiada pela gravidade do quadro clínico e pela provável etiologia. Em casos leves a moderados, o tratamento pode ser ambulatorial. Assim, a amoxicilina, devido à sua eficácia contra o Streptococcus pneumoniae, é frequentemente a primeira escolha de antibiótico.
Sobre este caso e sua patologia, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA.
I - Para fazer a investigação do paciente devemos solicitar de imediado: Hemograma completo, Radiografia de tórax e PCR (Proteína C-reativa).
II - O Streptococcus pneumoniae e o Haemophilus influenzae tipo B são as bactérias mais comumente isoladas em crianças mais velhas e adolescentes.
III - A abordagem terapêutica da pneumonia pediátrica deve ser guiada pela gravidade do quadro clínico e pela provável etiologia. Em casos leves a moderados, o tratamento pode ser ambulatorial. Assim, a amoxicilina, devido à sua eficácia contra o Streptococcus pneumoniae, é frequentemente a primeira escolha de antibiótico.
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Paciente, 7 anos, masculino. Queixa Principal: Vômitos recorrentes e dor abdominal de
forte intensidade há três dias, associado a dificuldade para se alimentar e ausência de
evacuação. Antecedentes: Histórico de constipação funcional crônica, com resolução
parcial. Exame Físico: Paciente abatido, desidratado, com distensão abdominal acentuada,
dor à palpação difusa e ruídos hidroaéreos diminuídos.
Sobre este assunto, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA:
I - A má rotação intestinal com volvo é uma emergência que exige cirurgia imediata. Os bebês recebem fluidos pela veia (via intravenosa) e a cirurgia de emergência é iniciada dentro de horas. Caso não seja tratado rapidamente, o defeito pode provocar perda de tecido intestinal ou pode ser fatal.
II - O Diagnóstico de má rotação intestinal pode ser realizado com: Radiografias do abdômen, radiografias de bário e às vezes, exames de ultrassom ou uma tomografia computadorizada (TC).
III - A má rotação em si não pode causar bloqueio do intestino devido à maneira pela qual as faixas de tecido de sustentação ficam estiradas através do intestino.
Sobre este assunto, analise os itens e assinale a alternativa CORRETA:
I - A má rotação intestinal com volvo é uma emergência que exige cirurgia imediata. Os bebês recebem fluidos pela veia (via intravenosa) e a cirurgia de emergência é iniciada dentro de horas. Caso não seja tratado rapidamente, o defeito pode provocar perda de tecido intestinal ou pode ser fatal.
II - O Diagnóstico de má rotação intestinal pode ser realizado com: Radiografias do abdômen, radiografias de bário e às vezes, exames de ultrassom ou uma tomografia computadorizada (TC).
III - A má rotação em si não pode causar bloqueio do intestino devido à maneira pela qual as faixas de tecido de sustentação ficam estiradas através do intestino.
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A anatomia e uma matéria obrigatória para a formação médica e fundamento para
aplicação clínica na pratica da medicina. Sobre a anatomia dos ossos do carpo, analise a
imagem e assinale a alternativa CORRETA, conforme números marcados:


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Da entrada em pronto atendimento uma mãe com uma criança de 10 anos, sendo
primeira consulta devido à estes sintomas. Criança apresenta sintomas de perda de peso,
desejo constantemente de ingesta de água, com diversas idas ao banheiro para diurese e
apresenta visão turva. Paciente com provável diagnóstico de diabetes mellitus. Sobre estes
sintomas e a patologia apresentada, assinale a alternativa INCORRETA:
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Uma médica plantonista prescreveu adrenalina via intravenosa (IV) em vez de
nebulização para um menino de 6 anos com laringite, resultando em parada
cardiorrespiratória e óbito. Na medicina temos um código de ética que fala sobre erros
médicos. Sobre o código de ética médica. Analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
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Ao avaliar um paciente pediátrico de 8 anos no exame físico, o médico visualiza na
otoscopia a seguinte imagem em ouvido direito:
Conforme imagem, analise os itens e assinale a alternativa INCORRETA:
I - A otite média aguda (OMA) em crianças manifesta-se principalmente com dor de ouvido, que é o sintoma mais frequente e o indicador mais confiável da condição.
II - Membrana timpânica abaulada: é o sinal secundário de OMA, diferenciando-a da otite média com efusão (OME), que é o sinal primário. A protuberância geralmente começa na região superior posterior e pode obscurecer o cabo do martelo.
III - Sinais de acometimento neurológico central, como rigidez de nuca, déficits de nervos cranianos ou alterações neurológicas localizadas, podem indicar complicações mais graves, como meningite, abscesso cerebral, abscesso epidural ou subdural, ou trombose séptica do seio cavernoso lateral.
Conforme imagem, analise os itens e assinale a alternativa INCORRETA:
I - A otite média aguda (OMA) em crianças manifesta-se principalmente com dor de ouvido, que é o sintoma mais frequente e o indicador mais confiável da condição.
II - Membrana timpânica abaulada: é o sinal secundário de OMA, diferenciando-a da otite média com efusão (OME), que é o sinal primário. A protuberância geralmente começa na região superior posterior e pode obscurecer o cabo do martelo.
III - Sinais de acometimento neurológico central, como rigidez de nuca, déficits de nervos cranianos ou alterações neurológicas localizadas, podem indicar complicações mais graves, como meningite, abscesso cerebral, abscesso epidural ou subdural, ou trombose séptica do seio cavernoso lateral.
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Adolescente de 16 anos, nuligesta, comparece à Unidade Básica de Saúde
desacompanhada, solicitando método contraceptivo. Refere início da vida sexual há 5
meses, parceiro fixo, uso irregular de preservativo. Nega comorbidades. IMC 22 kg/m².
Ciclos regulares. Nega enxaqueca, tabagismo ou história pessoal/familiar de trombose. A
paciente afirma não desejar que os pais saibam da consulta e solicita “um método seguro
que não precise lembrar todo dia”.
Com base nas recomendações atuais e nos critérios de elegibilidade médica da OMS, e considerando que todos os métodos estão disponíveis, a melhor conduta é:
Com base nas recomendações atuais e nos critérios de elegibilidade médica da OMS, e considerando que todos os métodos estão disponíveis, a melhor conduta é:
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Gestante de 19 anos, G1, 36 semanas e 2 dias, é admitida em hospital terciário com
cefaleia persistente há 24 horas e edema em membros inferiores. Nega escotomas ou dor
epigástrica. Exame físico: PA: 158x98 mmHg (confirmada após 4 horas: 158x100 mmHg);
FC: 84 bpm; Edema em membros inferiores ++/4+; Altura uterina 35cm; BCF 144 bpm.
Exames laboratoriais: Hemoglobina: 11,8 g/dL; Plaquetas: 210.000/mm³; Creatinina: 0,9
mg/dL; TGO/TGP normais; Ácido úrico: 6,2 mg/dL; Avaliação de proteinúria: Relação
proteína/creatinina urinária (amostra isolada): 0,42 e Proteinúria de 24 horas: 620 mg.
Com base nos dados apresentados, a melhor interpretação do quadro é:
Com base nos dados apresentados, a melhor interpretação do quadro é:
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