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Durante a visita aos pacientes internados em seu serviço de
cirurgia, você é designado para o preparo pré-operatório de um
paciente de 52 anos, com diagnóstico de hipertensão portal
esquistossomótica, com antecedente de hemorragia digestiva
alta por varizes esofágicas, tratado com ligadura elástica.
Após discussão em sessão clínica, teve como indicação terapêutica a desconexão ázigo-portal com esplenectomia. É hipertenso, diabético tipo 2, tabagista, tem DPOC moderada e relata dispneia aos médios esforços.
Exames mostram plaquetas de 68.000/mm³, INR 1,4, albumina discretamente reduzida, função renal limítrofe e esplenomegalia volumosa. Está clinicamente estável, sem sangramento ativo.
A conduta pré-operatória mais adequada para o caso será
Após discussão em sessão clínica, teve como indicação terapêutica a desconexão ázigo-portal com esplenectomia. É hipertenso, diabético tipo 2, tabagista, tem DPOC moderada e relata dispneia aos médios esforços.
Exames mostram plaquetas de 68.000/mm³, INR 1,4, albumina discretamente reduzida, função renal limítrofe e esplenomegalia volumosa. Está clinicamente estável, sem sangramento ativo.
A conduta pré-operatória mais adequada para o caso será
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Na sessão clínica do seu hospital é discutido o caso de um
paciente de 46 anos que refere pirose e regurgitação há oito
anos, com melhora parcial durante o uso contínuo de inibidor da
bomba de prótons. Nos últimos meses, passou a apresentar
sintomas, diurnos e noturnos, frequentes, e com maior
intensidade, que causam impacto importante na qualidade de
vida.
Uma endoscopia digestiva alta demonstra esofagite erosiva distal, classificada como Los Angeles C, associada a hérnia hiatal por deslizamento de 4 cm. A investigação clínica continua, faz-se uma pHmetria de 24 horas, que confirma refluxo gastroesofágico patológico, e uma manometria esofágica, que evidencia peristalse preservada, sem distúrbio motor significativo.
A conduta mais adequada para o caso é
Uma endoscopia digestiva alta demonstra esofagite erosiva distal, classificada como Los Angeles C, associada a hérnia hiatal por deslizamento de 4 cm. A investigação clínica continua, faz-se uma pHmetria de 24 horas, que confirma refluxo gastroesofágico patológico, e uma manometria esofágica, que evidencia peristalse preservada, sem distúrbio motor significativo.
A conduta mais adequada para o caso é
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Você examina uma mulher de 29 anos, ectoscopicamente hígida,
que procurou o pronto-socorro com dor abdominal intensa de
início súbito. Relata atraso menstrual de sete semanas, com
atividade sexual ativa, lipotimia e pequeno sangramento vaginal.
Ao exame físico, apresenta-se pálida, sudorética, com PA 82/50 mmHg, FC 128 bpm, abdome doloroso com sinal de Blumberg positivo e dor à mobilização do colo uterino. Realizou-se um FAST que demonstra grande quantidade de líquido livre na cavidade abdominal.
Considerando o quadro clínico, o diagnóstico provável e a conduta mais adequada para o caso serão:
Ao exame físico, apresenta-se pálida, sudorética, com PA 82/50 mmHg, FC 128 bpm, abdome doloroso com sinal de Blumberg positivo e dor à mobilização do colo uterino. Realizou-se um FAST que demonstra grande quantidade de líquido livre na cavidade abdominal.
Considerando o quadro clínico, o diagnóstico provável e a conduta mais adequada para o caso serão:
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Na rotina de visita ao leito da sua paciente, que está no sexto dia
de pós-operatório, de hemicolectomia esquerda para tratamento
de diverticulite, quando da inspeção da ferida operatória,
observa: dor na incisão, hiperemia que se estende por cerca de
3 cm das bordas da ferida, edema local e drenagem espontânea
de secreção purulenta em pequena quantidade.
O exame físico mostra que a paciente está hemodinamicamente estável, sem sinais de peritonite ou sepse e com trânsito intestinal presente.
Considerando o diagnóstico e o tratamento das feridas pósoperatórias, a conduta mais adequada é
O exame físico mostra que a paciente está hemodinamicamente estável, sem sinais de peritonite ou sepse e com trânsito intestinal presente.
Considerando o diagnóstico e o tratamento das feridas pósoperatórias, a conduta mais adequada é
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Sua paciente é uma mulher de 47 anos que foi submetida à
exérese de uma lesão cutânea benigna na face, com fechamento
primário da ferida. Ela evoluiu sem sinais de infecção, deiscência
ou hematoma, apresentando boa coaptação das bordas. Durante
a visita de enfermaria, um interno questiona o cirurgião sobre o
momento mais adequado para a retirada dos pontos. Sua
resposta deve levar em consideração o processo fisiológico da
cicatrização e a resistência tênsil da ferida.
Nesse caso, assinale a resposta correta.
Nesse caso, assinale a resposta correta.
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Paciente de 32 anos, nuligesta, procura atendimento por
sangramento menstrual intenso desde a menarca, com
necessidade de troca de absorvente a cada 1–2 horas nos
primeiros dias do ciclo, além de equimoses fáceis e episódios
recorrentes de epistaxe. Ciclos regulares e ovulatórios.
Ultrassonografia transvaginal evidencia nódulo miomatoso
submucoso único, de 2 cm, com componente intracavitário.
Investigação laboratorial complementar revela tempo de
sangramento prolongado e dosagem de fator de von Willebrand
reduzida.
De acordo com o sistema de classificação PALM-COEIN (FIGO), uma causa estrutural e uma causa não estrutural de SUA identificadas nesse caso são, respectivamente,
De acordo com o sistema de classificação PALM-COEIN (FIGO), uma causa estrutural e uma causa não estrutural de SUA identificadas nesse caso são, respectivamente,
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Mulher de 40 anos, G2P2, procura atendimento ginecológico com
queixa de sangramento menstrual intenso e prolongado há cerca
de 8 meses, associado a cólicas menstruais progressivamente
mais intensas, que iniciam alguns dias antes do fluxo e se
estendem por toda a menstruação. Nega dispareunia ou
alterações urinárias e intestinais. Ao exame físico, o útero
apresenta-se discretamente aumentado de volume, globoso, com
sensibilidade dolorosa à palpação do fundo uterino.
Ultrassonografia transvaginal evidencia miométrio heterogêneo,
com espessamento assimétrico das paredes uterinas, sem
miomas identificáveis.
Diante do quadro clínico apresentado, compatível com adenomiose, os sintomas mais comumente associados a essa condição são:
Diante do quadro clínico apresentado, compatível com adenomiose, os sintomas mais comumente associados a essa condição são:
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Adolescente de 15 anos apresenta dor pélvica em cólica, de forte
intensidade, restrita aos dois primeiros dias do fluxo menstrual,
com início há 8 meses (aproximadamente 1 ano após a menarca).
Não há desejo de anticoncepção. Exame ginecológico e
ultrassonografia pélvica transabdominal não evidenciam
alterações estruturais.
O tratamento farmacológico de primeira linha mais indicado para essa paciente é usar
O tratamento farmacológico de primeira linha mais indicado para essa paciente é usar
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Mulher de 29 anos relata, há mais de um ano, em todos os
meses: irritabilidade intensa, labilidade emocional, ansiedade,
diminuição do interesse em atividade habituais e mudança
significativa do apetite, restritas à fase lútea do ciclo menstrual.
As queixas têm resolução completa no início da menstruação. Há
prejuízo significativo em seu desempenho profissional nesses
períodos. Diagnóstico de transtorno disfórico pré-menstrual
(TDPM) é estabelecido conforme critérios do DSM-5.
O tratamento farmacológico de primeira linha, com maior nível de evidência para os sintomas graves dessa condição, é o uso de
O tratamento farmacológico de primeira linha, com maior nível de evidência para os sintomas graves dessa condição, é o uso de
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Mulher de 36 anos, com ciclos menstruais regulares, tenta
engravidar há sete meses, com relações sexuais frequentes e sem
uso de método contraceptivo. O parceiro não apresenta
comorbidades conhecidas nem cirurgias prévias relevantes.
Considerando a idade da paciente, a conduta mais adequada
nesse momento é
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