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J.R.S., masculino, 60 anos, obeso, com antecedente
de câncer de próstata em remissão, procura o pronto-socorro por dor e edema assimétrico no membro inferior
esquerdo há 2 dias. Ao exame físico, nota-se aumento de
temperatura local, edema de panturrilha e dor à dorsiflexão. Não há febre nem sinais de celulite. O escore de Wells
modificado é 3 pontos. Não há disponibilidade imediata
de ecografia com doppler venoso. De acordo com as diretrizes da SBACV 2024, qual é a melhor conduta diagnóstica inicial nesse caso? Assinalar a melhor alternativa entre
as proposições abaixo.
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L.F.M., feminino, 62 anos, com história de dor, sensação de peso e edema em membros inferiores, que pioram
ao final do dia. Relata melhora parcial com elevação dos
membros e repouso noturno. Ao exame, varizes visíveis
em ambos os membros inferiores, sem alterações tróficas ou úlceras. Foi iniciado tratamento clínico com meias
compressivas, mas a paciente relata desconforto e baixa
adesão ao uso diário. Segundo a diretriz de 2022 sobre
doença venosa crônica, qual é a conduta mais adequada
neste cenário? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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A.J.P., masculino, 55 anos, com queixa de sensação de peso e dor em membros inferiores ao final do dia,
principalmente após longos períodos em pé. Refere edema
vespertino e escurecimento progressivo da pele da perna
esquerda. Ao exame, observam-se varizes visíveis e dermatite ocre. Sem sinais de trombose venosa profunda. Duplex
scan evidencia refluxo na veia safena magna à esquerda.
Segundo a diretriz ESVS 2022, qual é a classificação CEAP
mais adequada para esse caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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M.S.F., feminino, 67 anos, com claudicação intermitente progressiva há 18 meses, refratária ao tratamento
clínico otimizado, incluindo cilostazol, reabilitação supervisionada e controle dos fatores de risco. O ITB é 0,58, e
duplex scan mostra lesão femoropoplítea de 80% de estenose. Não apresenta isquemia crítica nem lesões tróficas.
Exame físico e laboratorial normais. Segundo a diretriz
ACC/AHA 2024, qual é a melhor conduta terapêutica a ser
considerada neste caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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F.T.N., masculino, 70 anos, tabagista até os 65, realiza ultrassonografia para rastreamento que revela dilatação
da aorta abdominal infrarrenal com 4,8 cm de diâmetro.
Está assintomático e tem boa adesão ao tratamento anti-
-hipertensivo. Não há história familiar de aneurisma. Exame físico sem massas pulsáteis ou dor. Segundo a diretriz
ACC/AHA 2022 para doenças da aorta, qual é a conduta
mais apropriada neste caso? Assinalar a melhor alternativa
entre as proposições abaixo.
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C.V.S., 72 anos, homem, com histórico de claudicação intermitente há 1 ano, é acompanhado no ambulatório.
Refere melhora parcial com uso de cilostazol há 6 meses.
Possui hipertensão controlada e dislipidemia, em uso de
losartana e atorvastatina. Nega história de sangramento ou
fibrilação atrial. O ITB é 0,65 bilateralmente. ECG mostra
ritmo sinusal. Segundo a diretriz do Ministério da Saúde
(PCDT 2017) para tratamento da doença arterial periférica, qual é a conduta farmacológica mais adequada para
esse paciente? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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L.M.S, mulher, 64 anos, diabética e hipertensa, relata dor em membros inferiores ao caminhar duas quadras,
com melhora ao repouso. Ao exame físico, os pulsos femorais são palpáveis, mas os tibiais posteriores e pediosos
estão diminuídos bilateralmente. O índice tornozelo-braquial (ITB) em repouso é de 0,94. Devido à persistência
dos sintomas, foi solicitado ITB pós-exercício, que apresentou queda para 0,73. Segundo a diretriz da ESC 2024
sobre doenças arteriais periféricas e aórticas, qual é a conduta diagnóstica mais adequada diante desse quadro? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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A.K.L., 72 anos, tabagista ativo, diabético e hipertenso, relata dor progressiva em panturrilhas ao caminhar
100 metros, com melhora após repouso. Ao exame físico,
pulsos femorais estão presentes, mas tibiais posteriores e
pediosos são ausentes bilateralmente. Não há lesões tróficas ou dor em repouso. O ITB é de 0,92 à direita e 0,87
à esquerda. Segundo a diretriz da ACC/AHA 2024 sobre
doença arterial periférica, qual é a classificação clínica
mais compatível com este caso? Assinalar a melhor alternativa entre as proposições abaixo.
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J.C.S , 43 anos do sexo masculino, com histórico de
cirurgia abdominal prévia (apendicectomia na adolescência) relata início súbito de dor abdominal periumbilical em
cólica, que se tornou mais intensa e persistente nas últimas 24 horas, juntamente com distensão progressiva do
abdome e vômitos biliosos, seguidos de vômitos fecaloides
tardios. Ele nega eliminação de fezes ou flatos no período. Ao exame físico, o paciente apresenta-se desidratado,
com taquicardia leve. O abdome está distendido, tenso e
hiper timpânico à percussão, com ruídos hidroaéreos aumentados e de timbre metálico. O toque retal ausência de
fezes na ampola retal. Relata última ingestão alimentar há
2 horas. Não apresenta sinais de via aérea difícil prevista.
Encontra-se hemodinamicamente estável. Indicado laparoscopia de urgência. Para esse quadro, qual é a estratégia
anestésica mais adequada para indução da anestesia geral nesse cenário? Assinalar a melhor alternativa entre as
proposições abaixo.
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M.M.G, 60 anos, submetido a lobectomia direita,
encontra-se sob ventilação monopulmonar (one-lung
ventilation – OLV) com tubo de duplo lúmen (DLT) corretamente selecionado. Após o início da OLV, a saturação
periférica de oxigênio (SpO₂) reduz-se de 98% para 86%,
mantendo pressão arterial e frequência cardíaca estáveis e
capnografia adequada. Considerando a sequência racional e segura de manejo da hipoxemia durante a ventilação
monopulmonar, qual é a conduta inicial mais apropriada?
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