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Uma paciente de 42 anos, com diagnóstico confirmado de miastenia gravis generalizada AChR-positiva, apresenta fraqueza flutuante envolvendo musculatura ocular, bulbar e proximal de membros. Encontra-se em uso de piridostigmina com controle parcial dos sintomas. Não há contraindicações ao uso de imunossupressores. De acordo com o International Consensus Guidance for Management of Myasthenia Gravis (2021), é CORRETO afirmar, em relação ao manejo terapêutico, que:
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Um adulto de 34 anos com epilepsia focal encontra-se livre de crises há três anos em uso de monoterapia Antisseizure Medication (ASM). Exame neurológico normal e boa adesão ao tratamento. Ele questiona a possibilidade de suspender a medicação. Segundo as evidências atuais sobre descontinuação de ASMs em pacientes livres de crises, é CORRETO afirmar que:
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Uma paciente de 30 anos, diagnosticada com Esclerose Múltipla Remitente-Recorrente, está em planejamento familiar e deseja engravidar. Sobre o manejo terapêutico durante a gestação e o puerpério, conforme o PCDT da Esclerose Múltipla de 2024, assinale CORRETAMENTE:
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Em relação ao tratamento farmacológico das epilepsias e ao manejo clínico dos Fármacos Antiepilépticos (FAE), é CORRETO afirmar que:
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Um paciente de 42 anos, com diagnóstico confirmado de Miastenia Gravis generalizada, é admitido no pronto-socorro com dispneia progressiva, voz anasalada, disfagia importante e incapacidade de sustentar a cabeça. Apresenta frequência respiratória de 30 irpm, uso de musculatura acessória e capacidade vital forçada reduzida (< 20 mL/kg). Gasometria arterial evidencia hipercapnia. Não há sinais clínicos de crise colinérgica. De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Miastenia Gravis do Ministério da Saúde (Portaria Conjunta n.º 11/2022), a conduta terapêutica CORRETA indicada para o manejo da crise miastênica é:
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De acordo com o Protocolo de Suporte Básico de Vida do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192), conforme diretrizes do Ministério da Saúde do Brasil para o atendimento pré-hospitalar móvel às urgências, a transição do cuidado para a unidade de destino deve observar práticas formais de segurança do paciente e continuidade assistencial. Um paciente com suspeita de Acidente Vascular Cerebral (AVC) foi identificado no atendimento pré-hospitalar após aplicação da Escala de Cincinnati, apresentando déficit focal agudo. Durante o transporte e na transferência do cuidado à unidade hospitalar de referência, a conduta CORRETA em relação às práticas de segurança do paciente e à continuidade do cuidado previstas no protocolo é:
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De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas do Acidente Vascular Cerebral Isquêmico Agudo do Ministério da Saúde do Brasil, aprovado pela Portaria Conjunta SAES/SECTICS n.º 29/2023, são considerados critérios de exclusão absolutos para a realização de trombólise intravenosa com alteplase na janela terapêutica de até 4,5 horas do início dos sintomas. Um paciente de 70 anos, com início súbito de déficit neurológico focal há 3 horas, sem evidência de hemorragia na tomografia de crânio, está em avaliação para trombólise intravenosa. Acerca desse caso, o critério de exclusão absoluto, conforme descrito no PCDT, é:
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No manejo do Acidente Vascular Cerebral (AVC) agudo e de outras patologias neurológicas, a escolha da modalidade de imagem e a interpretação correta de suas sequências são cruciais. Com base nos princípios da Tomografia Computadorizada (TC) e da Ressonância Magnética (RM), assinale a alternativa CORRETA.
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No contexto da investigação de doenças do sistema nervoso, a semiologia permanece como a ferramenta de maior custo-benefício, orientando a racionalização de exames complementares e evitando ciclos iatrogênicos. Sobre a técnica de anamnese, o exame físico neurológico e a interpretação de achados clínicos, analise o caso a seguir:
Um paciente do sexo masculino, 19 anos, sem antecedentes mórbidos conhecidos, é admitido em unidade de emergência com quadro de tetraparesia flácida e arreflexa de instalação aguda, iniciada há cerca de 6 horas. A equipe de prontidão, suspeitando de uma polirradiculoneuropatia aguda desmielinizante (Síndrome de Guillain-Barré), solicita propedêutica armada com análise de líquor e neurocondução. Antes da realização dos exames, o neurologista assistente reavalia o paciente, identificando que o déficit motor teve início após uma refeição copiosa rica em carboidratos e que, apesar da gravidade da paresia, não havia comprometimento da sensibilidade ou de nervos cranianos.
Conforme os preceitos da semiologia neurológica e o raciocínio clínico-diagnóstico, é CORRETO afirmar que:
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Um paciente de 75 anos, com 8 anos de escolaridade, é levado à consulta por familiares que relatam esquecimento progressivo de eventos recentes há 2 anos, associado a prejuízo funcional significativo, necessitando de auxílio para gestão de finanças, organização de medicações e planejamento de atividades diárias. O exame cognitivo revela escore de 16 pontos no Mini-Exame do Estado Mental (MEEM). A avaliação funcional estabelece Clinical Dementia Rating (CDR) = 2, compatível com demência moderada. Após exclusão de causas secundárias por exames laboratoriais e neuroimagem estrutural, estabelece-se o diagnóstico de Doença de Alzheimer provável, segundo critérios clínicos.
Com base no PCDT da Doença de Alzheimer (2025), assinale CORRETAMENTE:
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