Um analista está avaliando um projeto de investimento que tem
como propósito aumentar a capacidade de produção da sua
empresa. Para tanto, a empresa terá que passar a utilizar um
depósito que atualmente não está sendo usado e, por isso, está
alugado a um locatário. Não há multas previstas para a extinção
desse contrato de aluguel, mas o inquilino continuaria pagando
os R$ 200 mil atuais de aluguel durante os primeiros dois anos
previstos para o projeto, caso este não seja aprovado. Quanto
aos referidos R$ 200 mil, ao projetar os fluxos de caixa dos
primeiros dois anos relacionados ao projeto de investimento em
análise, o analista deverá:
A TJLP – taxa de juros de longo prazo – é a taxa, que rege os
contratos de financiamento de longo prazo, contratada com o
BNDES. Contudo, ao contratar um empréstimo com o BNDES, a
empresa tomadora deverá considerar a incidência de taxas
adicionais.
Uma empresa de capital aberto montou uma equipe de analistas
para determinar o custo médio ponderado de capital que deverá
ser utilizado como taxa de desconto na análise da viabilidade
econômico-financeira de projetos de expansão de seus atuais
negócios. Para tanto, a equipe utilizou-se do último Balanço
Patrimonial - BP divulgado pela empresa e, a partir de suas contas
patrimoniais, encontrou que a empresa apresentava um índice de
participação de capital de terceiros (Dívida / Patrimônio Líquido)
igual a 100%. De posse de tais percentuais calculados, a equipe
estará no caminho:
Um projeto de investimento de vida útil estimada de
12 (doze) anos e que apresenta um único fluxo de caixa negativo,
referente ao seu investimento inicial, passou por uma avaliação
intensiva de um grupo de três analistas. Cada um deles ficou
responsável por uma das seguintes técnicas de análise: Valor
Presente Líquido – VPL; Taxa Interna de Retorno – TIR; Índice de
Lucratividade Líquida - ILL. Um dos analistas encontrou VPL
negativo, outro encontrou ILL maior que 1 (um), e o terceiro
encontrou TIR maior que a taxa de desconto utilizada no cálculo
do VPL. Considerando que, de fato, o VPL do projeto é negativo,
os cálculos da TIR e do ILL:
Um gerente avaliou um projeto de investimento que apresentava
um elevado investimento inicial, todos os fluxos de caixa líquidos
futuros positivos, vida útil de 8 (oito) anos, e taxa mínima de
atratividade de 25% a.a.. Ao calcular sua Taxa Interna de Retorno
– TIR, ele encontrou o resultado de 50% a.a. e achou por bem
calcular a Taxa Interna de Retorno Modificada do projeto –
TIR(M). Nesse intuito, ao considerar nesse novo cálculo uma taxa
de:
Gestores costumam utilizar mais de uma técnica para realizar a
avaliação econômico-financeira de projetos de investimento. As
técnicas conhecidas como Taxa Interna de Retorno - TIR e Valor
Presente Líquido – VPL são duas das principais utilizadas
atualmente. Nesse tipo de avaliação, é correto afirmar que a
técnica do(a):
Historicamente, a técnica de avaliação econômico-financeira de
projetos de investimento conhecida como Taxa Interna de
Retorno - TIR sempre foi muito utilizada por tomadores de
decisão. Além dessa, a técnica conhecida como Valor Presente
Líquido – VPL também é muito usada nesse tipo de análise.
Ao se avaliar o fluxo de caixa projetado de projetos de
investimento, é correto afirmar que a técnica do(a):
Considerando que o custo médio ponderado de capital de uma
empresa que possui hoje 100% de seu capital como próprio é
constante e igual a 20% a.a., que a empresa calcula seu imposto
de renda devido pelo regime tributário “simples”, e que ela
passará a utilizar uma linha de financiamento de longo prazo em
sua estrutura de capital a partir do próximo ano, é correto
afirmar que seu custo médio ponderado de capital deverá, para o
próximo ano:
O método de avaliação econômico-financeira de projetos de
investimento conhecido como Valor Presente Líquido – VPL
apresenta implicitamente algumas premissas. Uma delas é a de
que os fluxos de caixa positivos gerados pelo projeto serão
reinvestidos a uma taxa igual à taxa:
Um analista de projetos avaliou um projeto de investimento com
vida útil de 12 (doze) anos, que apresenta fluxo de caixa
convencional, ou seja, projeções futuras líquidas todas positivas.
Ele utilizou uma taxa de desconto igual a 20% a.a. para calcular o
payback descontado do projeto, que resultou em 8 (oito) anos.
Dessa maneira, é correto afirmar que o analista também
encontrou para o mesmo projeto: