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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
Orgão: Pref. São Paulo-SP
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
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– Os dois irmãos eram os piores inimigos. Bem me lembro no enterro da velhinha. Eles seguravam a alça do caixão – e não se olhavam. Pálidos, mas de fúria. Nem a cruz das almas comoveu os dois. Se odiavam tanto que a finadinha bulia sem parar entre as flores.
− Nunca me senti tão só, querida, como na tua companhia.
Abaixo está transcrito um recorte que foi feito do texto que o escritor e crítico literário Cristovão Tezza publicou, na íntegra, no jornal O Globo, na secção Prosa & Verso, no dia 26/4/97. Título: As 1001 noites de Dalton Trevisan: violência seca colore vitral de Dalton Trevisan.

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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FCC
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O texto abaixo transcrito constitui a unidade 57 da obra 234: ministórias, do escritor curitibano Dalton Trevisan, publicada em 1997.
– Os dois irmãos eram os piores inimigos. Bem me lembro no enterro da velhinha. Eles seguravam a alça do caixão – e não se olhavam. Pálidos, mas de fúria. Nem a cruz das almas comoveu os dois. Se odiavam tanto que a finadinha bulia sem parar entre as flores.
Abaixo está transcrito um recorte que foi feito do texto que o escritor e crítico literário Cristovão Tezza publicou, na íntegra, no jornal O Globo, na secção Prosa & Verso, no dia 26/4/97. Título: As 1001 noites de Dalton Trevisan: violência seca colore vitral de Dalton Trevisan.

I. Para que o objeto simbólico (texto) cumpra sua função, é necessário olhar o símbolo e enxergar o simbolizado. Por isso é importante lembrar que a compreensão/produção de textos (objetos simbólicos) mobiliza competências não só linguísticas, mas também extralinguísticas (conhecimento de mundo/saber enciclopédico, determinações socioculturais etc.).
(Caderno de orientação didática: referencial de expectativas para o desenvolvimento da competência leitora e escritora no ciclo II do ensino fundamental da área de língua portuguesa, p. 21)
II. Dalton Trevisan se autodefine como ‘arredio, ai de mim!’, e sua incurável timidez é bastante comentada. Sempre recusando a fama, e a presença de fotógrafos e jornalistas, cria uma atmosfera de suspense em torno de seu nome que o transforma numa enigmática personagem. Afastado do convívio social, enclausurado em casa, mereceu o apelido de “O vampiro de Curitiba”, título de um de seus livros.
É correto afirmar:
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Banca: FCC
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No vidro traseiro de um carro particular, circulando pela cidade, encontram-se os seguintes dizeres:
I. Eu, Júlia, amo meu marido, o Carlos, que ama Lucas, nosso filho, que ama Laís, irmãzinha dele. Essa é a história de uma família feliz.
Logo abaixo, na lataria, encontra-se o seguinte adesivo:
II.

III. Quadrilha
João amava Teresa que amava Raimundo
que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili
que não amava ninguém.
João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento,
Raimundo morreu de desastre, Maria ficou para tia,
Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes
que não tinha entrado na história.
A aproximação entre a fala de Júlia (I) e o poema (III) evidencia a correção do seguinte comentário:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Mancha
Na escada a mancha vermelha
que gerações sequentes em vão
tentam tirar.
Mancha em casamento com a madeira,
subiu da raiz ou foi o vento
que a imprimiu no tronco, selo do ar.
E virou mancha de sangue
de escravo torturado — por que antigo
dono da terra? Como apurar?
Lava que lava, raspa que raspa e raspa,
nunca há de sumir
este sangue embutido no degrau.
Carlos Drummond de Andrade. Mancha. In:
Carlos Drummond de Andrade – poesia e prosa.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1983, p. 561.
Julgue o item a seguir relativos ao poema Mancha, de Carlos Drummond de Andrade.
O poeta, assim como fizeram as gerações anteriores de escritores, procura, nesse poema, minimizar as ações que caracterizavam a sociedade brasileira escravocrata.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Agosto 1964
Entre lojas de flores e de sapatos, bares,
mercados, butiques
viajo
num ônibus Estrada de Ferro – Leblon
Volto do trabalho, a noite em meio,
fatigado de mentiras.
O ônibus sacoleja. Adeus, Rimbaud,
relógio de lilases, concretismo,
neoconcretismo, ficções de juventude, adeus,
que a vida
eu a compro à vista aos donos do mundo.
Ao peso dos impostos, o verso sufoca,
a poesia agora responde a inquérito policial-militar.
Digo adeus à ilusão
mas não ao mundo. Mas não à vida,
meu reduto e meu reino.
Do salário injusto,
da punição injusta,
da humilhação, da tortura,
do terror,
retiramos algo e com ele construímos um artefato
um poema
uma bandeira.
Ferreira Gullar. Dentro da noite veloz. In: Toda
poesia. Rio de Janeiro: José Olympio, 2000.
Depois de 21 anos de regime militar, o Brasil finalmente teria um presidente civil. O político mineiro Tancredo Neves vencera Paulo Maluf no Colégio Eleitoral e assumiria o poder no dia 15 de março de 1985. No entanto, um dia antes da posse, com fortes dores abdominais, ele teve que ser internado no Hospital de Base, em Brasília. Após sete cirurgias, Tancredo morreu em 21 de abril, deixando a nação em choque.
Douglas Attila Marcelino. A despedida de um mártir. In: Revista de
História da Biblioteca Nacional, março/2010, p. 58 (com adaptações).
Considerando o poema e o texto acima como referências iniciais e os aspectos marcantes da história da política brasileira da segunda metade do século XX, julgue o item a seguir.
Os elementos em que se baseia a força lírica do poema podem ser, corretamente, esquematizados da seguinte forma:

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Orgão: UnB
Agosto 1964
Entre lojas de flores e de sapatos, bares,
mercados, butiques
viajo
num ônibus Estrada de Ferro – Leblon
Volto do trabalho, a noite em meio,
fatigado de mentiras.
O ônibus sacoleja. Adeus, Rimbaud,
relógio de lilases, concretismo,
neoconcretismo, ficções de juventude, adeus,
que a vida
eu a compro à vista aos donos do mundo.
Ao peso dos impostos, o verso sufoca,
a poesia agora responde a inquérito policial-militar.
Digo adeus à ilusão
mas não ao mundo. Mas não à vida,
meu reduto e meu reino.
Do salário injusto,
da punição injusta,
da humilhação, da tortura,
do terror,
retiramos algo e com ele construímos um artefato
um poema
uma bandeira.
Ferreira Gullar. Dentro da noite veloz. In: Toda
poesia. Rio de Janeiro: José Olympio, 2000.
Depois de 21 anos de regime militar, o Brasil finalmente teria um presidente civil. O político mineiro Tancredo Neves vencera Paulo Maluf no Colégio Eleitoral e assumiria o poder no dia 15 de março de 1985. No entanto, um dia antes da posse, com fortes dores abdominais, ele teve que ser internado no Hospital de Base, em Brasília. Após sete cirurgias, Tancredo morreu em 21 de abril, deixando a nação em choque.
Douglas Attila Marcelino. A despedida de um mártir. In: Revista de
História da Biblioteca Nacional, março/2010, p. 58 (com adaptações).
Considerando o poema e o texto acima como referências iniciais e os aspectos marcantes da história da política brasileira da segunda metade do século XX, julgue o item a seguir.
Diante dos fatos que relata, o eu lírico do poema manifesta otimismo, que não o deixa abandonar os sonhos e a poesia.
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Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: UnB
Agosto 1964
Entre lojas de flores e de sapatos, bares,
mercados, butiques
viajo
num ônibus Estrada de Ferro – Leblon
Volto do trabalho, a noite em meio,
fatigado de mentiras.
O ônibus sacoleja. Adeus, Rimbaud,
relógio de lilases, concretismo,
neoconcretismo, ficções de juventude, adeus,
que a vida
eu a compro à vista aos donos do mundo.
Ao peso dos impostos, o verso sufoca,
a poesia agora responde a inquérito policial-militar.
Digo adeus à ilusão
mas não ao mundo. Mas não à vida,
meu reduto e meu reino.
Do salário injusto,
da punição injusta,
da humilhação, da tortura,
do terror,
retiramos algo e com ele construímos um artefato
um poema
uma bandeira.
Ferreira Gullar. Dentro da noite veloz. In: Toda
poesia. Rio de Janeiro: José Olympio, 2000.
Depois de 21 anos de regime militar, o Brasil finalmente teria um presidente civil. O político mineiro Tancredo Neves vencera Paulo Maluf no Colégio Eleitoral e assumiria o poder no dia 15 de março de 1985. No entanto, um dia antes da posse, com fortes dores abdominais, ele teve que ser internado no Hospital de Base, em Brasília. Após sete cirurgias, Tancredo morreu em 21 de abril, deixando a nação em choque.
Douglas Attila Marcelino. A despedida de um mártir. In: Revista de
História da Biblioteca Nacional, março/2010, p. 58 (com adaptações).
Considerando o poema e o texto acima como referências iniciais e os aspectos marcantes da história da política brasileira da segunda metade do século XX, julgue o item a seguir.
O tratamento lírico de evento histórico indica que o poema é representante de uma das tendências da literatura brasileira dos anos 1960 e 1970, o Neoconcretismo.
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