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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Horizontina-RS
Conforme TRAVAGLIA, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
Os são um dos elementos que caracterizam a dimensão pragmática no uso da linguagem, dimensão esta que é dada pela relação dos elementos linguísticos e todos os componentes desta.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Horizontina-RS
Conforme BAKHTIN, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
A língua – a composição de seu léxico e sua estrutura gramatical –, não a aprendemos nos dicionários e nas gramáticas, nós a adquirimos mediante enunciados concretos que ouvimos e reproduzimos durante a comunicação verbal viva que se efetua com os indivíduos que nos rodeiam.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: OBJETIVA
Orgão: Pref. Horizontina-RS
Conforme GONZAGA, em relação às características do Naturalismo, assinalar a alternativa CORRETA:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Descanso-SC
A versificação consiste em possibilitar uma melhor compreensão de como se constrói um poema, dividindo-se em partes e detalhando cada uma delas, assim como está sendo feito no desenvolvimento da elaboração do texto poético em versos - poema. Versificação, portanto, consiste na técnica e arte de fazer versos.
Analise as assertivas seguintes:
I.O verso é cada linha do poema, podendo ser elaborado com uma palavra ou com um conjunto de palavras com unidade rítmica.
II.Rima corresponde à identidade ou semelhança de sons no final dos versos, embora possa ocorrer também no meio do verso (rima interna). A rima acentua o ritmo melódico do texto poético. O importante é que, na rima, exista coincidência de sons (total ou parcial) e não das letras que a formam.
III.Quando o verso não finaliza juntamente com um segmento sintático ocorre o encadeamento (ou Enjambement) que representa a continuação do sentido de um verso anterior.
Está (ão) CORRETA (S):
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Descanso-SC
Analise as assertivas com (V) verdadeiro ou (F) falso.
( )Os gêneros literários são uma classificação teórica que tem o objetivo de separar cada texto literário segundo suas características específicas e suas semelhanças com textos da mesma espécie, de maneira a facilitar o estudo e a compreensão de cada um deles.
( )O texto literário pode ser classificado como épico ou narrativo, lírico ou dramático, no entanto, essas categorias não podem e nem devem ser subcategorizadas, isto é, um gênero não pode ser subdividido.
( )O texto literário do gênero dramático é aquele escrito para ser encenado, ou seja, peças de teatro e roteiros de cinema. Normalmente, ele tem a seguinte estrutura: os atos são as partes da peça, as cenas compõem os atos, as rubricas servem para dar instruções do dramaturgo sobre como os personagens devem iniciar a apresentação, as falas dos personagens.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
Adeus, meus sonhos, eu pranteio e morro!
Não levo da existência uma saudade!
E tanta vida que meu peito enchia
Morreu na minha triste mocidade!
Misérrimo! votei meus pobres dias
À sina doida de um amor sem fruto…
E minh’alma na treva agora dorme
Como um olhar que a morte envolve em luto.
Que me resta, meu Deus?!… morra comigo
A estrela de meus cândidos amores,
Já que não levo no meu peito morto
Um punhado sequer de murchas flores!
(Lira dos vinte anos, 1996.)
Uma característica do Romantismo evidente nesse poema é o
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: VUNESP
Orgão: PM-SP
Adeus, meus sonhos, eu pranteio e morro!
Não levo da existência uma saudade!
E tanta vida que meu peito enchia
Morreu na minha triste mocidade!
Misérrimo! votei meus pobres dias
À sina doida de um amor sem fruto…
E minh’alma na treva agora dorme
Como um olhar que a morte envolve em luto.
Que me resta, meu Deus?!… morra comigo
A estrela de meus cândidos amores,
Já que não levo no meu peito morto
Um punhado sequer de murchas flores!
(Lira dos vinte anos, 1996.)
O tom predominante no poema é de
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ASSEGE
Orgão: Pref. Aramari-BA
São características do Romantismo no Brasil:
I- Subjetivismo
II- Idealização feminina
III- Objetivismo
IV- Morbidez
V- Ironia
Estão corretas:
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ASSEGE
Orgão: Pref. Aramari-BA
PRONOMINAIS
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro.
Oswald de Andrade
O poema acima faz parte da primeira geração modernista do Brasil. Assinale a alternativa que apresenta características da primeira geração modernista presentes no poema.
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Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ASSEGE
Orgão: Pref. Aramari-BA
A narrativa a seguir faz parte do romance Quincas Borba, de Machado de Assis, leia com atenção para responder as questões 22 a 24.
CAPÍTULO XVI
- Quincas Borba! Quincas Borba! eh! Quincas Borba! bradou ele entrando em casa.
Nada de Quincas Borba. Só então é que ele se lembrou de havê-lo mandado dar à comadre Angélica. Correu à casa da comadre, que era longe da cidade. De caminho acudiram-lhe todas as ideias feias à cabeça, algumas extraordinárias. Uma ideia feia, é que o cão tivesse fugido. Outra extraordinária é que algum inimigo, sabedor da cláusula e do presente, fosse ter com a comadre, e roubasse o cachorro, e o escondesse ou matasse. Neste caso a herança... Passou-lhe uma nuvem pelos olhos; depois começou a ver mais claro.
- Não conheço negócios de justiça, pensava ele, mas parece que não tenho nada com isso. A cláusula supõe o cão vivo ou em casa; mas se ele fugiu ou morreu... Não se há de inventar um cão; logo a intenção principal... Mas são capazes de fazer chicana... os meus inimigos... Não cumprida a cláusula...
Aqui a testa e as costas das mãos do nosso homem ficaram em água. Outra nuvem... E o coração batendo-lhe rápido, rápido... A cláusula começava a parecer-lhe extravagante... Pois agora um cachorro? Desse o defunto todo seu dinheiro a quem quisesse, mais obrigar a gente a cousas esquisitas... Era isso; era o caiporismo; quando o mal parecia extinto, lá vinha a ponta do rabo do diabo. Rubião pedia a Deus, prometia missas, dez missas... Mas lá estava a casa da comadre.... Rubião picou o passo, viu a própria comadre... Era ela? era, era ela, encostada à porta e rindo.
- Que figura que o senhor vem fazendo, meu compadre, disse ela ainda de longe. Meio tonto, jogando com os braços.
CAPÍTULO XVII
A comadre era muito feia. Peço desculpa de ser tão feia a primeira mulher que aqui aparece; mas as bonitas hão de vir. Creio até que já estão nos bastidores, impacientes de entrar em cena. Sossegai, muchachas! Não me façais cair a peça. Aqui vireis todas, em tempo idôneo... Deixai a comadre que é feia, muito feia.
CAPÍTULO XVIII
- Sinhá comadre, o cachorro? perguntou Rubião com indiferença, mas pálido.
- Entre, e sente-se, respondeu ela oferecendo-lhe um banco. Que cachorro?
- Que cachorro? tornou Rubião cada vez mais pálido. O que lhe mandei. Pois não se lembra que lhe mandei um cachorro para ficar aqui alguns dias, descansando a ver se... em suma, um animal de muita estimação... Não é meu... Veio para ... Mas não se lembra?
- Ah! não me fale nesse bicho! respondeu ela precipitando as palavras.
Era pequena, tremia por qualquer cousa, e quando se apaixonava, engrossavam-lhe as veias do pescoço. Repetiu que lhe não falasse do bicho.
- Mas que lhe fez ele, sinhá comadre?
- Que me fez? Que é que me faria o pobre animal? Não come nada, não bebe, chora que parece gente, e anda só com o olho para fora, a ver se foge...
Rubião respirou. Ela continuou a dizer as melancolias do bicho; falava com tais ternuras que (Deus me perdoe!) que até parecia bonita. Rubião, ansioso, queria ir vê-lo. Onde estava?
- Está lá no fundo, no cercado grande; está só para que os outros não bulam com ele. Mas o meu compadre vem buscá-lo? Não foi isso o que me disseram. Pareceu-me ouvir que era para mim, que era dado...
- Daria cinco ou seis, se pudesse, respondeu Rubião com ar contrito. Este não posso; sou apenas depositário. Mas deixe estar, prometo-lhe um filho. Há uma cadelinha que veio de Inglaterra... Creia que o recado veio torto.
Rubião ia mentindo e andando; e a comadre, em vez de o guiar, acompanhava-o. Lá estava o cão, dentro do cercado, deitado à distância de um alguidar de comida. Cães, gatos, saltavam de todos os lados, cá fora; a um lado havia um galinheiro, mais longe porcos, e ali perto um bonito pavão, que era o feitiço da comadre.
- Olhe o meu pavão! dizia ela ao compadre.
- Rubião tinha os olhos no cercado. O cão ouvindo passos, deu um salto, e veio à cerca farejar; logo que o nosso homem lhe pôs a mão e falou, houve uma explosão de prazer, de delírio. Rubião entrou no cercado, e então é que foi uma cena de comover a feia Angélica. Ela, do lado de fora, olhava enternecida, tão enternecida que não podia falar. Quando eles saíram do cercado, ela ainda fez ao cachorro alguns carinhos; ele correspondeu-lhe, mas pouco, rápido, toda a sua felicidade estava agora no Rubião. Perdera um Deus, aqui estava outro Deus.
ASSIS,Machado de. Quincas Borba. Obras completaem quatro volumes. Rio de Janeiro: Nova Aguilar,2008.p.773-774.v.1.(Fragmento)
Das proposições abaixo, quais apresentam características do Realismo brasileiro:
I- Objetividade
II- Subjetividade
III- Idealização feminina
IV- Mal do século
V- Fim das idealizações: retratos de adultério, miséria e fracasso social
VI- Abordagem psicológica das personagens como composição da realidade que veem.
São características do Realismo brasileiro as proposições:
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