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- Teoria em HistóriaImperialismo e Colonialismo do século XIX
- História Geral
- História do BrasilSegundo Reinado (1831:1889)
Na segunda metade do século XIX, percebemos a tentativa do governo imperial em modernizar o Brasil.
Essa tentativa surgiu a partir da necessidade de colocar a recém-criada nação à altura das nações
europeias, ditas civilizadas. No entanto, um grande obstáculo se pôs nesse caminho, já que o Brasil ainda
concentrava a maior parte de suas riquezas na área rural, o que fazia dos grandes latifundiários os donos
do poder, também, possuía a grande maioria da população de escravos e homens livres e pobres. Diante
da imposição do novo sistema métrico decimal, vários grupos de homens livres e pobres se levantaram
contra o governo imperial. Este artigo discute não apenas as causas das revoltas, mas também sua
importância como manifestação popular contra as instituições governamentais, seus aspectos
econômicos e sociais no meio rural nas últimas décadas do império.
(www.encontro2012.rj.anpuh.org)
O texto faz referência à Revolta
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O texto faz referência à Revolta
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Talvez o mais estranho, na democracia antiga, fosse que nela mal havia eleição. Na verdade, não havia
cargos fixos, ou eles eram poucos. Havia encargos. Uma assembleia tomava uma decisão; era preciso
aplicá-la; então se incumbia disso um grupo de pessoas. Mas estas não eram eleitas, e sim sorteadas.
(Renato Janine Ribeiro, A Democracia. PubliFolha. São Paulo, 3.a edição 2008)
O que explica a prática do sorteio na democracia antiga é o princípio da
(Renato Janine Ribeiro, A Democracia. PubliFolha. São Paulo, 3.a edição 2008)
O que explica a prática do sorteio na democracia antiga é o princípio da
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(...) deve o historiador patriótico aproveitar toda e qualquer ocasião a fim de mostrar que todas as
províncias do Império por lei orgânica se pertencem mutuamente, que seu próprio adiantamento pode ser
mais garantido pela mais íntima união entre elas. Justamente na vasta extensão do país, na variedade
de seus produtos, ao mesmo tempo que os seus habitantes têm a mesma origem, o mesmo fundo
histórico, e as mesmas esperanças para um futuro lisonjeiro, acha-se fundado o poder e grandeza do
país. Nunca esqueça, pois, o historiador do Brasil, que para prestar um verdadeiro serviço a sua pátria
deverá escrever como autor monárquico-constitucional, como unitário no mais puro sentido da palavra.
(Martius. Karl Friedrich Philip von. Como se escreve a história do Brasil. In.: RIHGB, tomo VII, 1845, p. 381-403)
A obra de von Martius foi escrita no contexto
(Martius. Karl Friedrich Philip von. Como se escreve a história do Brasil. In.: RIHGB, tomo VII, 1845, p. 381-403)
A obra de von Martius foi escrita no contexto
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Em História, os estudos sobre o cotidiano têm, nas últimas décadas, ocupado espaços cada vez mais importantes, pois
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O famoso breviário de Langlois e Seignobos começava com uma definição simples, concisa e direta:
“Documentos são os traços que deixaram os pensamentos e os atos dos homens do passado”, mas
terminava com uma afirmação restritiva: “A História não é mais do que uma aplicação dos documentos.”
(...) A última afirmação supunha uma não explicada teoria do conhecimento que mantinha o sujeito
cognitivo (o historiador) como neutro e ausente (...)
(Saliba, E. T. Aventuras modernas e desventuras pós-modernas. In: Pinsky, C. B.; Luca, T. R. de (Orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009, p. 312)
Os autores apontados são vinculados à corrente historiográfica
(Saliba, E. T. Aventuras modernas e desventuras pós-modernas. In: Pinsky, C. B.; Luca, T. R. de (Orgs.). O historiador e suas fontes. São Paulo: Contexto, 2009, p. 312)
Os autores apontados são vinculados à corrente historiográfica
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Até 1850, as exportações brasileiras de borracha eram insignificantes. Elas cresceram ao longo dos anos,
figurando, na década de 1881-1890, em terceiro lugar entre os produtos brasileiros exportados, com 8%
o valor total das exportações, porcentagem muito próxima à do açúcar (9,9%).
(Boris Fausto, História do Brasil)
O trecho descreve a decadência da exploração econômica após a primeira década do séc. XX. Essa decadência é explicada por
(Boris Fausto, História do Brasil)
O trecho descreve a decadência da exploração econômica após a primeira década do séc. XX. Essa decadência é explicada por
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A identidade nacional e a difusão de um sentimento nacional patriótico nas escolas republicanas
caracterizam, dessa forma, o que se chama de “nacionalismo de direita”. Trata-se de um nacionalismo
voltado para atender aos interesses de determinados setores das elites nacionais, voltados para projetos
de manutenção de seu poder e privilégios.
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e ensino de História do Brasil. In: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
A perspectiva de ensino de história apresentada no texto busca
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e ensino de História do Brasil. In: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
A perspectiva de ensino de história apresentada no texto busca
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Um estudo monográfico das mulheres no Brasil colonial aborda a qualidade de vida de tais mulheres
praticamente em toda sua extensão, abrangendo manifestações femininas relativas à religiosidade, à
mater discutirnidade, à sexualidade, à luta pela sobrevivência, à solidariedade, à saúde e ao trabalho.
(Jaime Pinsky; Carla Bassanezi Pinsky, Por uma história prazerosa e consequente. In: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
Para realização de um estudo como o descrito no excerto, é imprescindível discutir
(Jaime Pinsky; Carla Bassanezi Pinsky, Por uma história prazerosa e consequente. In: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
Para realização de um estudo como o descrito no excerto, é imprescindível discutir
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Inúmeros quilombos foram construídos no século XIX, principalmente nas décadas finais do período
escravista. Seus habitantes eram chamados de quilombolas, mocambeiros ou calhambolas e foram
perseguidos pelos senhores de escravos e pelo aparato militar colonial e imperial. Alguns quilombos
conseguiram sobreviver durante muitos anos mesmo durante a escravidão.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes. O negro no Brasil de hoje)
De acordo com o entendimento dos autores, a persistência de alguns quilombos decorreu da seguinte realidade:
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes. O negro no Brasil de hoje)
De acordo com o entendimento dos autores, a persistência de alguns quilombos decorreu da seguinte realidade:
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Muitas pessoas e mesmo, parece, certos autores de manuais fazem uma imagem surpreendentemente
cândida da marcha de nosso trabalho. No princípio, diriam de bom grado, eram os documentos. O
historiador os reúne, lê, empenha-se em avaliar sua autenticidade. Depois do que, e somente depois, os
põe para funcionar... Uma infelicidade apenas: nenhum historiador, jamais, procedeu assim. Mesmo
quando, eventualmente, imagina fazê-lo.
(Marc Bloch. Apologia da história ou o ofício do historiador)
Conforme o texto e os conhecimentos historiográficos, a visão de Marc Bloch considera que
(Marc Bloch. Apologia da história ou o ofício do historiador)
Conforme o texto e os conhecimentos historiográficos, a visão de Marc Bloch considera que
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