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- História GeralConflitos/Revoluções/Guerras 2Período Entre-Guerras; Crise de 1929 e seus desdobramentos
A Primeira Grande Guerra deu início à “era da catástrofe”, e a ela se segue um tipo de colapso verdadeiramente mundial, sentido em todos os lugares em que homens e mulheres se envolviam ou faziam uso de transações impessoais de mercado. Na verdade, mesmo os orgulhosos EUA, longe de um porto seguro das convulsões de continentes menos afortunados, se tornaram o epicentro deste que foi o maior terremoto global medido pela escala Richter dos historiadores econômicos – a Grande Depressão do entre guerras. Em suma: entre elas, a economia mundial capitalista pareceu desmoronar. Ninguém sabia exatamente como se poderia recuperá-la.
(Hobsbawm, 1995, 91.)
No processo de tentativa emergencial de recuperação da economia norte-americana, uma grande contradição emerge e se solidifica com a operacionalização do New Deal. Trata-se de:
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Para uma rápida definição, o Mercantilismo seria uma espécie de política de nacionalismo econômico, ou seja, cada país mobilizava esforços para proteger sua economia interna, e isso se dava de várias maneiras. Uma delas era de assegurar dentro de cada país seu ouro e prata, que, na época, eram os representantes simbólicos da riqueza do Estado, e como o caso do ouro extraído das colônias americanas pelos espanhóis e portugueses, esse deveria ser mantido nos respectivos países colonizadores. Outro aspecto do sistema Mercantilista era a forte intervenção do Estado na economia, visto que esse almejava seu fortalecimento.
(DEYON, Pierre, 2009, p. 442-443.)
Nesse contexto mercantil, cada Estado desenvolveu estratégias econômicas que possibilitaram a manutenção das cortes e seu desenvolvimento interno, tais como:
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A chegada dos portugueses representou para os índios uma verdadeira catástrofe. Vindos de muito longe, com enormes embarcações, os portugueses e em especial os padres foram associados na imaginação dos tupis aos grandes xamãs, que andavam pela terra, de aldeia em aldeia, curando, profetizando e falando de uma terra de abundância. Os brancos eram ao mesmo tempo respeitados, temidos e odiados, como homens dotados de poderes especiais.
(Fausto, 2002, p. 16.)
A partir da decisão por parte da Metrópole Lusitana de colonizar o Brasil, a tragédia das inúmeras nações nativas existentes em território tão vasto estava anunciada. Imbuídos da ideia mercantilista, os colonizadores europeus:
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[...] Um tema imprescindível a ser incorporado numa agenda de desenvolvimento para o Brasil é o da política industrial. Para tanto, uma primeira ação passa, novamente, pela redução da taxa de juros e a busca por uma taxa de câmbio real mais competitiva, encorajando, assim, os investimentos e o comércio internacional. Uma segunda ação básica consiste na necessidade de se promover incentivos fiscais mais concretos e de se investir na qualificação da mão de obra.
(Disponível em: https://www.joinpp.ufma.br/jornadas/ Acesso em: julho de 2024.)
Sobre esses aspectos e principalmente sobre a questão da qualificação da mão de obra, faz-se necessário:
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O Historicismo pensa a história de forma radical. Faz crer que somente a história é que possui todos os instrumentos adequados para se pensar e analisar a realidade e o ser humano, uma vez que sua essência está no saber e na reflexão. Assim sendo, a realidade, o cotidiano são o fruto de uma evolução histórica e a razão –- ação da essência humana –- é o motor da história, conforme pensava um dos seus inspiradores, o filósofo alemão Georg Wilhelm Friedrich Hegel.
(PINTO, Genivaldo, 2005.)
Segundo essa teoria metodológica da história:
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A Independência do Brasil aconteceu, quando, supostamente, D. Pedro (futuro ____________) proclamou o grito da independência às margens do Rio Ipiranga. Com isso, rompeu-se a ligação com ________________ e o Brasil consolidou-se como nação. A independência foi um processo de ________________ nas relações entre os colonos brasileiros, sobretudo da elite, e a metrópole.
As palavras que completam coerentemente as lacunas são, respectivamente,
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O período histórico a que o texto se refere é:
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Julgue o item a seguir.
Ao estudar as Cruzadas, pode-se afirmar que essas expedições foram meramente campanhas militares sem significado religioso, cultural ou econômico, concentrando-se exclusivamente no aspecto das batalhas e desconsiderando qualquer influência nas relações entre cristãos e muçulmanos, os intercâmbios comerciais e culturais resultantes ou o impacto no desenvolvimento urbano e nas práticas bancárias na Europa. Essa visão sugere que as Cruzadas não tiveram efeitos duradouros na estrutura política ou no panorama social europeu, e que as interações com o Oriente durante essas campanhas não influenciaram a Renascença ou outros movimentos culturais significativos na Europa.
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Julgue o item a seguir.
A formação das monarquias nacionais na Europa foi um processo que ocorreu de maneira isolada e espontânea em cada território, sem influências externas ou internas significativas, focando exclusivamente no fortalecimento do poder dos reis e na centralização política. Esse processo não teve relação com o desenvolvimento do comércio, as mudanças sociais, a influência da Igreja, ou os conflitos com a nobreza.
Além disso, alega-se que a formação dessas monarquias não impactou a identidade cultural ou o sentimento de pertencimento nacional das populações, sendo um fenômeno puramente político e administrativo.
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