Foram encontradas 40.453 questões.
A propriedade sobre escravos não se limitava a grandes
senhores de engenho, fazendeiros e mineradores. Tanto
no campo como na cidade era grande o número de pequenos escravistas, donos de um, dois, três escravos,
trabalhadores na pequena lavoura, nos serviços de rua
ou no de casa. Por todas essas características, os escravos marcaram em profundidade os costumes, o imaginário, a cultura [...] de nossa população. Tendo sido o
Brasil o último país do hemisfério a abolir a escravidão,
em 1888, pode-se dizer que a história do século XIX brasileiro, que viu esse imenso território formar-se enquanto
nação independente, se confunde com a história do apogeu e da queda do regime escravista.
(João José Reis, “’Nos achamos em campo a tratar da liberdade’: a resistência negra no Brasil oitocentista”. In: Carlos Guilherme Motta (org.) Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500 – 2000). Formação: histórias. São Paulo: Editora SENAC, 2000)
O excerto refere-se
(João José Reis, “’Nos achamos em campo a tratar da liberdade’: a resistência negra no Brasil oitocentista”. In: Carlos Guilherme Motta (org.) Viagem incompleta. A experiência brasileira (1500 – 2000). Formação: histórias. São Paulo: Editora SENAC, 2000)
O excerto refere-se
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A opção de Maria Quitéria de Jesus pela causa da independência é exemplar. Não sabia ler ou escrever, mas
ouviu histórias na pequena propriedade de seu pai no
interior da Bahia, sobre a opressão de Portugal, fazendo
seu coração “arder de amor à Pátria”. Fugiu para a casa
da irmã casada, que a ajudou a vestir-se de homem para
assim poder entrar para o exército patriótico. Participou
de algumas batalhas, distinguiu-se em ação e finalmente
foi recebida pelo imperador, em agosto de 1823, que a
condecorou com a ordem do Cruzeiro e a promoveu a
alferes.
(Maria Lígia Coelho Prado, América Latina no século XIX - Tramas, telas e textos. São Paulo, 2014)
A biografia de Maria Quitéria de Jesus revela a
(Maria Lígia Coelho Prado, América Latina no século XIX - Tramas, telas e textos. São Paulo, 2014)
A biografia de Maria Quitéria de Jesus revela a
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Não se pode negar que tal denominação [América Latina], no presente, é hegemônica, sendo adotada internacionalmente por historiadores, cientistas sociais e pela
imprensa em geral. Assim, aqui também adotamos a
noção de América Latina, cientes das implicações políticas de sua invenção e dos problemas que sua utilização
pode gerar. Não propomos apresentar interpretações generalizantes para toda a região. No decorrer de nossas
análises, enfatizaremos as especificidades nacionais conectadas a contextos latino-americanos mais amplos.
(Maria Lígia Prado e Gabriela Pellegrino, História da América Latina, 2014)
As historiadoras entendem que o conceito de América Latina
(Maria Lígia Prado e Gabriela Pellegrino, História da América Latina, 2014)
As historiadoras entendem que o conceito de América Latina
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O advento da Renascença propriamente dita – trazendo
consigo novas ciências, como a arqueologia, a epigrafia
e a crítica textual, para iluminar o passado clássico – de
repente estendeu a lembrança e a emulação da Antiguidade até uma escala enorme e explosiva. Arquitetura,
pintura, escultura, poesia, filosofia, teoria política e militar, todas se esforçaram em recuperar a liberdade e beleza das obras antes destinadas ao esquecimento.
(Perry Anderson, Linhagens do Estado absolutista, 1998)
A afirmação “recuperar a liberdade e beleza das obras antes destinadas ao esquecimento” implicava, para os contemporâneos do Renascimento,
(Perry Anderson, Linhagens do Estado absolutista, 1998)
A afirmação “recuperar a liberdade e beleza das obras antes destinadas ao esquecimento” implicava, para os contemporâneos do Renascimento,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
As catástrofes eram entendidas, dentro da tradição judaica, em termos de martirologia, o que por sua vez tinha
base histórica tanto nos primeiros séculos de nossa era,
quando judeus e cristãos desafiaram o poder do Império
Romano, quanto nas condições medievais, quando se
oferecia aos judeus o batismo como alternativa para se
livrarem das perseguições, mesmo se a causa da violência fosse política e econômica, e não religiosa.
(Hannah Arendt, Origens do totalitarismo, 1997)
O excerto analisa a questão das perseguições aos judeus no final do Império Romano e na Idade Média Ocidental, acentuando
(Hannah Arendt, Origens do totalitarismo, 1997)
O excerto analisa a questão das perseguições aos judeus no final do Império Romano e na Idade Média Ocidental, acentuando
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Os povos de língua tupi-guarani que vasculharam e fizeram migrações sucessivas e progressivas por milhões de
quilômetros quadrados do território tropical e subtropical
da América do Sul caracterizam-se por forte adaptabilidade aos domínios de florestas, ao uso dos rios, incluindo
moradias e tabas construídas em pontos de diques marginais e sítios de baixos terraços. [...] os tupis incorporaram pela primeira vez, na pré-história brasileira, toda a
faixa litorânea frontal do país, tendo por preferência barras de rios e riachos encostados em morrotes ou maciços
costeiros florestados. E chegaram até a Amazônia.
(Aziz Nacib Ab’Sáber, “Incursões à pré-história da América tropical”. In: Carlos Guilherme Mota (Org.) Viagem incompleta: a experiência brasileira (1500 – 2000). Formação: histórias, 2000)
A ocupação do litoral pelos tupis, mencionada pelo excerto,
(Aziz Nacib Ab’Sáber, “Incursões à pré-história da América tropical”. In: Carlos Guilherme Mota (Org.) Viagem incompleta: a experiência brasileira (1500 – 2000). Formação: histórias, 2000)
A ocupação do litoral pelos tupis, mencionada pelo excerto,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cinco séculos de história podem representar muito, considerada a história das civilizações americanas, sobretudo no que diz respeito à experiência particular afro-luso
-brasileira. Experiência de uma cultura já miscigenada na
Península Ibérica, que viria a predominar nessas partes
do globo, gerando interpretações inéditas, muito difundidas e discutíveis sobre a “adaptabilidade” dos portugueses nos trópicos, e que marcariam [fundamentalmente] o
pensamento no Brasil do século XX.
(Carlos Guilherme Mota, “Introdução”. In: Carlos Guilherme Mota (0rg.) Viagem incompleta: a experiência brasileira (1500-2000). Formação: Histórias, 2000)
O excerto faz uma espécie de balanço dos quinhentos anos da história do Brasil, referindo-se à
(Carlos Guilherme Mota, “Introdução”. In: Carlos Guilherme Mota (0rg.) Viagem incompleta: a experiência brasileira (1500-2000). Formação: Histórias, 2000)
O excerto faz uma espécie de balanço dos quinhentos anos da história do Brasil, referindo-se à
Provas
Questão presente nas seguintes provas
De qualquer modo, os historiadores são tradutores entre
o passado e o presente, e nesse livro eu tentava fazer o
Renascimento inteligível aos leitores do século XXI. Já
está sendo traduzido em quatro línguas – francês, alemão, italiano e espanhol.
(“Entrevista com Peter Burke”, In: Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke. As muitas faces da história. Nove entrevistas, 2000)
O historiador alude, na entrevista,
(“Entrevista com Peter Burke”, In: Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke. As muitas faces da história. Nove entrevistas, 2000)
O historiador alude, na entrevista,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Tinha a ideia de ler os processos [da Inquisição] nas entrelinhas e também a contrapelo, desvirtuando, por assim
dizer, as intenções das evidências; indo contra ou além
das razões pelas quais elas foram construídas. É o que
Marc Bloch sugeriu quando falou sobre a estratégia de
leitura tortuosa, lendo, por exemplo, a hagiografia medieval não para conhecer a vida dos santos, mas como evidência da história da agricultura medieval.
(“Entrevista de Carlo Ginsburg”. In: Maria Lúcia Garcia Pallares – Burke. As muitas faces da história. Nove entrevistas, 2000)
O historiador refere-se
(“Entrevista de Carlo Ginsburg”. In: Maria Lúcia Garcia Pallares – Burke. As muitas faces da história. Nove entrevistas, 2000)
O historiador refere-se
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Teoria em HistóriaFundamentos da História : Tempo, Memória e Cultura
- Teoria em HistóriaRevolução Industrial
- História Geral
Analise o excerto, que aproxima a especialização do trabalho industrial ao filme Tempos Modernos, lançado em
1936, dirigido e protagonizado por Charles Chaplin.
A manufatura, diz Marx, “estropia o trabalhador e faz dele uma espécie de monstro, favorecendo, como numa estufa, o desenvolvimento de habilidades parciais, suprimindo todo um mundo de instintos e capacidades”. [...] Em Tempos Modernos são excelentes as cenas em que o corpo alcança uma condição automatizada, com movimentos precisos e ritmo regular. Procurando mostrá-lo como mais uma peça da engrenagem, o personagem de Chaplin perde o controle, tornando-se puro movimento automático das mãos. [...] Carlitos, enlouquecido, puro movimento automático, [persegue] uma mulher pela rua, ao confundir botões de seu vestido com os parafusos que deve apertar.
(Carlos Alberto Vesentini, “História e ensino: o tema do sistema de fábrica visto através de filmes”. In: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.) O saber histórico na sala de aula, 1998)
A comparação, veiculada pelo excerto,
A manufatura, diz Marx, “estropia o trabalhador e faz dele uma espécie de monstro, favorecendo, como numa estufa, o desenvolvimento de habilidades parciais, suprimindo todo um mundo de instintos e capacidades”. [...] Em Tempos Modernos são excelentes as cenas em que o corpo alcança uma condição automatizada, com movimentos precisos e ritmo regular. Procurando mostrá-lo como mais uma peça da engrenagem, o personagem de Chaplin perde o controle, tornando-se puro movimento automático das mãos. [...] Carlitos, enlouquecido, puro movimento automático, [persegue] uma mulher pela rua, ao confundir botões de seu vestido com os parafusos que deve apertar.
(Carlos Alberto Vesentini, “História e ensino: o tema do sistema de fábrica visto através de filmes”. In: Circe Maria Fernandes Bittencourt (org.) O saber histórico na sala de aula, 1998)
A comparação, veiculada pelo excerto,
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container