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A estrutura política do Kongo, no século XVI, segue o
exemplo das estruturas políticas dos reinos costeiros
africanos. O grau de aperfeiçoamento desse reino levou
alguns autores ocidentais a pensar que tivesse sido criado pelos portugueses, no início do século XVI, hipótese
que não resiste às provas históricas.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
A principal característica da estrutura política mencionada é
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje. Adaptado)
A principal característica da estrutura política mencionada é
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Leia o excerto a seguir:
[...] o significado do conceito de escravo, no contexto das realidades africanas, é muito distinto daquele aplicado no Brasil ou em outras culturas, em diferentes épocas. Na África [antes do tráfico europeu], esse conceito seria aplicado a categorias distintas que nada têm ou pouco têm a ver com o conceito de escravo, tal como se deu na realidade escravista do Brasil colonial e das Américas de modo geral.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
Para a obra em referência, uma dessas diferenças reside no fato de que, na África tradicional,
[...] o significado do conceito de escravo, no contexto das realidades africanas, é muito distinto daquele aplicado no Brasil ou em outras culturas, em diferentes épocas. Na África [antes do tráfico europeu], esse conceito seria aplicado a categorias distintas que nada têm ou pouco têm a ver com o conceito de escravo, tal como se deu na realidade escravista do Brasil colonial e das Américas de modo geral.
(Kabengele Munanga e Nilma Lino Gomes, O negro no Brasil de hoje)
Para a obra em referência, uma dessas diferenças reside no fato de que, na África tradicional,
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A naturalização da escravidão é o pilar estruturante de
decisões judiciais. Absolve-se o escravagista porque
suas vítimas estão acostumadas a condições precárias
de vida e trabalho. Como já enfatizado em outro estudo
[...], trata-se de uma condescendência com a extorsão
extrema [...]: uma naturalização histórica da segregação,
da exploração e da agressão ao trabalho humano.
(Cavalcanti, T. M.; Rodrigues, R. G. Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem)
De acordo com os autores, a “naturalização da escravidão” é um desdobramento
(Cavalcanti, T. M.; Rodrigues, R. G. Trabalho escravo contemporâneo: hoje, o mesmo de ontem)
De acordo com os autores, a “naturalização da escravidão” é um desdobramento
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Assim, exemplificando, o estudo da história das populações
indígenas deve partir dos grupos existentes no presente ou
que já viveram na região, para conhecer as singularidades
históricas de cada grupo nativo e evitar a generalização
“índios”. Uma abordagem genérica sobre o índio brasileiro
impossibilita o conhecimento da história das relações e formas de contato com o mundo branco, diferente para cada
população indígena e com consequências igualmente diversas para a História do Brasil.
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e o ensino de História do Brasil. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula:conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
O fragmento exemplifica
(Circe Bittencourt, Identidade nacional e o ensino de História do Brasil. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula:conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
O fragmento exemplifica
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A diferença entre o velho conceito de História Contemporânea e História do Tempo Presente pode ser definida
pela presença viva dos protagonistas e da memória, ainda interagindo com o tempo do historiador, como testemunhos vivos e dinâmicos do passado.
(Marcos Napolitano, Pensando a estranha História sem fim. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
O historiador Marcos Napolitano aponta que um dos desafios da pesquisa historiográfica do Tempo Presente refere-se à
(Marcos Napolitano, Pensando a estranha História sem fim. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
O historiador Marcos Napolitano aponta que um dos desafios da pesquisa historiográfica do Tempo Presente refere-se à
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Tomando o ponto de vista da classificação cronológica,
entendeu-se o “moderno” como algo que iniciava com a
queda de Constantinopla (maio de 1453) até a Revolução
Francesa (1789).
Sabemos das imensas limitações desses marcos.
(Leandro Karnal, A História Moderna e a sala de aula. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
Dentre as limitações apontadas pelo autor, encontra-se o fato de que
Sabemos das imensas limitações desses marcos.
(Leandro Karnal, A História Moderna e a sala de aula. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
Dentre as limitações apontadas pelo autor, encontra-se o fato de que
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Na História Antiga, a tradicional dicotomia entre Oriente
e Ocidente constitui uma grande narrativa que estrutura
toda uma visão da História.
(Pedro Paulo Funari, A renovação da História Antiga. Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
De acordo com o autor, a dicotomia mencionada foi cada vez mais enfatizada
(Pedro Paulo Funari, A renovação da História Antiga. Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
De acordo com o autor, a dicotomia mencionada foi cada vez mais enfatizada
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O problema, em termos de ensino-aprendizagem, é que o
abandono da diacronia pode transformar o conhecimento
histórico numa sabedoria de almanaque mal digerida, em
que acontecimentos, instituições e movimentos ocorrem
do nada para o nada. Será que é isso o que mais nos
interessa com relação à disciplina História? Misturar Galileu e Einstein ou Espártaco e Zumbi – unidos por algum
“tema transversal” – como se fossem contemporâneos
prontos a dialogar pode desistoricizar suas práticas e
formas de pensamento se não estivermos muito atentos.
(Jaime Pinsky e Carla B. Pinsky. O que e como ensinar. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
No fragmento, os autores enfatizam a importância de o ensino de História estar fundamentado
(Jaime Pinsky e Carla B. Pinsky. O que e como ensinar. Em: Leandro Karnal (org.), História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. Adaptado)
No fragmento, os autores enfatizam a importância de o ensino de História estar fundamentado
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No período do Estado Novo, no Brasil, a educação estava
sob controle do estado e se propunha a desenvolver na
juventude a exaltação da nacionalidade, o anticomunismo, a valorização do ensino profissional em apoio, principalmente, à indústria. Nesse cenário, Castellani Filho
(2013) menciona que duas disciplinas deveriam representar um papel fundamental para colocar a educação
na direção anunciada. Essas disciplinas são a Educação
Física e a
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Piorski (2016) remete aos trabalhos dos historiadores da
infância, como Philippe Ariès, para compreender o lugar
que a criança ocupa no inconsciente cultural ao longo do
desenvolvimento das sociedades. Para o autor, a visita a
diferentes culturas em diversos períodos da humanidade
demonstra que esse lugar é predominantemente caracterizado por
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