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Foram encontradas 40.423 questões.

3922941 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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O trecho a seguir é base para a próxima questão.

“No caso brasileiro, Positivismo continha uma fórmula de modernização conservadora, centrada na ação do Estado e na neutralização dos políticos tradicionais, que teve forte ressonância nos meios militares. Nesses meios, sua influência raramente se deu pela aceitação ortodoxa dos princípios. Em geral os oficiais do Exército absorveram os aspectos mais afinados com suas percepções.”

FAUSTO, Bóris. História Concisa do Brasil. São Paulo: Edusp, 2009. p.130.

Ao considerarmos a doutrina comtiana clássica, o teor do trecho nos leva a perceber que alguns de seus aspectos foram fortemente adaptados ou suprimidos no contexto da implantação da República brasileira, em especial:
 

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3922940 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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O período consagrado na historiografia como União Ibérica impactou as partes envolvidas nessa nova configuração política. Considerando-se os diferentes âmbitos e contextos, podemos afirmar que o referido evento:
 

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3922939 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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“(...) esta se processa num sistema de relações tendentes a promover a acumulação primitiva de capitais na metrópole; ora, o tráfico negreiro, isto é, o abastecimento das colônias com escravos, abria um novo e importante setor do comércio colonial, enquanto o apresamento dos indígenas era um negócio interno da colônia. Assim, os ganhos comerciais resultantes da preação dos aborígines mantinham-se na colônia, com os colonos empenhados nesse ‘gênero de vida’; a acumulação gerada no comércio de africanos, entretanto, fluía para a metrópole.”

Fernando A. Novais. Portugal e Brasil na crise do Antigo Sistema Colonial. São Paulo: Hucitec, 1979, p. 105.

A tese defendida pelo autor no trecho e na obra destacados foi amplamente difundida e consagrada por combater uma visão historiográfica correntemente aceita até então, sendo ela:

 

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3922938 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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São profícuas desde o último quarto do século XX as discussões sobre a História do Cotidiano, havendo diferentes olhares acerca desta concepção. Expoentes autores associados à Nova História e à História das Mentalidades discorreram teoricamente sobre ela, seja a respeito de sua cientificidade, seja a respeito de seus métodos. A alternativa que apresenta o autor e a explicação conceitual associada corretamente aos pressupostos desta forma de se conceber a História é a seguinte:
 

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3922937 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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O texto da reportagem a seguir é base para a questão.

Autobiografia de africano escravizado no Brasil é traduzida


Quatro milhões de africanos foram escravizados no Brasil. Apenas Mahommah Baquaqua, porém, registrou, em inglês, sua vida como escravo no país.

POR TORY, 19.11.2015

Mahommah Gardo Baquaqua nasceu em Dijogou, atual região norte do país africano Benim. Muçulmano, era filho de um importante comerciante local, aprendeu a ler e a escrever em uma escola islâmica e atuava em rotas comerciais em seu país de origem. Sua vida, porém, acabou atravessada pelo tráfico e exploração do trabalho escravo, ainda vigente no século XIX.

Escravizado, Baquaqua foi enviado ilegalmente para o Brasil em um navio negreiro, quando o tráfico de pessoas já era proibido em terras tupiniquins. Desembarcou no litoral de Pernambuco em 1845 e passou pelo Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul antes de chegar a Nova York e conseguir a liberdade.

Lá, escreveu, em inglês, a autobiografia que é o único registro conhecido sobre a escravidão no Brasil do ponto de vista de um escravo. Os relatos impressionam. “Fomos arremessados, nus, porão adentro, os homens apinhados de um lado e as mulheres de outro. O porão era tão baixo que não podíamos ficar de pé, éramos obrigados a nos agachar ou sentar no chão. Dia e noite eram iguais para nós, o sono sendo negado devido ao confinamento de nossos corpos”.

Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/unica-autobiografia-de-ex-escravo-no-brasil-etraduzida/?utm_source=chatgpt.com Acesso em 18 de agosto de 2025.

De acordo com as informações do texto, é possível inferirmos, a partir das características de sua região original, que Baquaqua guardasse aspectos proeminentes do seguinte grupo cultural:
 

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3922936 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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O texto da reportagem a seguir é base para a questão.

Autobiografia de africano escravizado no Brasil é traduzida


Quatro milhões de africanos foram escravizados no Brasil. Apenas Mahommah Baquaqua, porém, registrou, em inglês, sua vida como escravo no país.

POR TORY, 19.11.2015

Mahommah Gardo Baquaqua nasceu em Dijogou, atual região norte do país africano Benim. Muçulmano, era filho de um importante comerciante local, aprendeu a ler e a escrever em uma escola islâmica e atuava em rotas comerciais em seu país de origem. Sua vida, porém, acabou atravessada pelo tráfico e exploração do trabalho escravo, ainda vigente no século XIX.

Escravizado, Baquaqua foi enviado ilegalmente para o Brasil em um navio negreiro, quando o tráfico de pessoas já era proibido em terras tupiniquins. Desembarcou no litoral de Pernambuco em 1845 e passou pelo Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul antes de chegar a Nova York e conseguir a liberdade.

Lá, escreveu, em inglês, a autobiografia que é o único registro conhecido sobre a escravidão no Brasil do ponto de vista de um escravo. Os relatos impressionam. “Fomos arremessados, nus, porão adentro, os homens apinhados de um lado e as mulheres de outro. O porão era tão baixo que não podíamos ficar de pé, éramos obrigados a nos agachar ou sentar no chão. Dia e noite eram iguais para nós, o sono sendo negado devido ao confinamento de nossos corpos”.

Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/unica-autobiografia-de-ex-escravo-no-brasil-etraduzida/?utm_source=chatgpt.com Acesso em 18 de agosto de 2025.

A afirmação de que Baquaqua foi enviado ilegalmente ao Brasil e a consequente percepção da inocuidade de legislação, de acordo com os dados da reportagem, justificam-se pela existência do seguinte instrumento legal brasileiro:
 

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3922935 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
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O texto da reportagem a seguir é base para a questão.

Autobiografia de africano escravizado no Brasil é traduzida


Quatro milhões de africanos foram escravizados no Brasil. Apenas Mahommah Baquaqua, porém, registrou, em inglês, sua vida como escravo no país.

POR TORY, 19.11.2015

Mahommah Gardo Baquaqua nasceu em Dijogou, atual região norte do país africano Benim. Muçulmano, era filho de um importante comerciante local, aprendeu a ler e a escrever em uma escola islâmica e atuava em rotas comerciais em seu país de origem. Sua vida, porém, acabou atravessada pelo tráfico e exploração do trabalho escravo, ainda vigente no século XIX.

Escravizado, Baquaqua foi enviado ilegalmente para o Brasil em um navio negreiro, quando o tráfico de pessoas já era proibido em terras tupiniquins. Desembarcou no litoral de Pernambuco em 1845 e passou pelo Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul antes de chegar a Nova York e conseguir a liberdade.

Lá, escreveu, em inglês, a autobiografia que é o único registro conhecido sobre a escravidão no Brasil do ponto de vista de um escravo. Os relatos impressionam. “Fomos arremessados, nus, porão adentro, os homens apinhados de um lado e as mulheres de outro. O porão era tão baixo que não podíamos ficar de pé, éramos obrigados a nos agachar ou sentar no chão. Dia e noite eram iguais para nós, o sono sendo negado devido ao confinamento de nossos corpos”.

Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/educacao/unica-autobiografia-de-ex-escravo-no-brasil-etraduzida/?utm_source=chatgpt.com Acesso em 18 de agosto de 2025.

O gênero autobiográfico pode assumir caráter documental importante para o estudo do passado. Seu emprego como fonte pode ser associado à seguinte vertente historiográfica em acordo com a respectiva justificativa:
 

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3922909 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Arraial Cabo-RJ
Agón e paidiá são apresentados como dimensões do jogo. Em termos etimológicos, a palavra paidiá evocava o aspecto infantil de maneira tão intensa que dificilmente poderia ter sido aplicada às competições sérias que constituíam o núcleo central da vida social helênica. A palavra agón, por sua vez, definia a competição de um ponto de vista inteiramente diferente. Seu sentido original pode ser considerado como:
 

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3922632 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Montenegro-RS
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Diversos reinos africanos pré-coloniais - como Gana, Mali, Songhai, Benim e Congo - desenvolveram sistemas políticos e econômicos sofisticados, com redes de comércio, diplomacia e produção cultural de grande alcance. Considerando o estudo histórico desses reinos, analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O Império do Mali, governado por Mansa Musa no século XIV, destacou-se pela centralização política e pelo controle das rotas do ouro e do sal, estabelecendo conexões com o mundo islâmico e promovendo centros culturais como Timbuktu.
( ) O Reino do Congo manteve-se totalmente isolado das influências europeias até o século XIX, preservando instituições políticas e culturais sem qualquer contato diplomático com potências estrangeiras.
( ) O Reino de Benim, situado na região do atual Quênia, destacou-se por sua organização teocrática e pelo desconhecimento das técnicas artísticas, sendo uma sociedade predominantemente pastoril.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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3922631 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Montenegro-RS
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A história contemporânea da América Latina é marcada pela persistência de estruturas coloniais e pela busca de afirmação identitária frente a contextos de dependência econômica e cultural. Autores como Aníbal Quijano (2005) e Enrique Dussel (1993) propõem a noção de colonialidade do poder e de pensamento descolonial como categorias centrais para compreender a formação latino-americana. Considerando essas perspectivas, analise as assertivas abaixo:

I. O pensamento descolonial propõe romper com a lógica eurocêntrica que estruturou o conhecimento e as relações sociais na América Latina, valorizando epistemologias locais, experiências comunitárias e saberes indígenas e afrodescendentes.
II. A noção de colonialidade do poder sustenta que, com o fim do colonialismo político, as hierarquias raciais e epistemológicas impostas pela colonização foram superadas, inaugurando uma modernidade plenamente autônoma e igualitária na América Latina.
III. O conceito de modernidade defendido por Dussel refere-se à integração plena da América Latina no sistema-mundo europeu, vista como resultado positivo da universalização do progresso científico e racional ocidental.

Quais estão corretas?
 

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